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Domingo, 05 Dezembro 2021

A casa do forno: patrimônio sociocultural da Amazônia paraense

Nesses territórios do comer e do viver amazônico, caboclo e paraense essas comidas e a própria mandioca conferem considerável importância sociocultural, histórica e econômica.

Fonte: Miguel Picanço

O almoço do Círio e a sacralização da mandioca

Nesse tempo sagrado, a cidade de Belém vivencia experiências que se diferem notadamente das vivificadas no cotidiano dos crentes e, por que não dizer, dos não crentes também.

Sobre as experiências das coisas e do saber fazer a pescaria nas muruadas do Rio Araí

Conheça as experiências que advêm das pescarias do Rio Araí, em particular, dos pescadores de camarão (Litopenaeus vannamei) que habitam na comunidade de Araí.

Sobre o V colóquio de História da alimentação e do abastecimento na Amazônia

O Grupo nasceu em 2016 e foi fundado por com conjunto de alunos graduandos da Faculdade de Licenciatura em História da Universidade Federal do Pará -UFPA

Fonte: Miguel Picanço

Sobre a farinha d’ água de Bragança e sua indicação geográfica: bônus e ônus

Essa unicidade atribuída à farinha de Bragança tem fomentado uma agenda que reivindicou o selo de Indicação Geográfica (IG) da farinha d'água de Bragança, particularmente da farinha lavada.

A vida social do Camapu: histórias, memórias e afetos

O Camapu é um fruto de aparência delicada e caprichosa pela natureza, fica pendente envolto em um casulo de folhas que mudam de cor e textura conforme amadurece.

Os carregadores e a tradição de comer açaí em Belém em tempos de covid-19

O protagonismo do trabalho dos carregadores de açaí

Sobre o caribé em tempos de covid: um santo remédio

O caribé é um hábito alimentar dos paraenses que tem se perpetuado de geração em geração e que se consagrou não somente como um alimento.