Produzido em Porto Velho (RO), o curta-metragem de animação ‘Planeta Fome’ chegou à marca de 100 exibições em festivais de cinema ao redor do mundo. A produção rondoniense já foi exibida em países da Europa, Ásia, África e América e acumula prêmios nacionais e internacionais.
Escrito e dirigido por Édier William, o filme não tem diálogos e transforma a trágica “fila dos ossos”, registrada durante a pandemia de Covid-19, em uma ficção científica sobre desigualdade social.
Na história, a escassez de alimentos é transportada para o ano de 2125. Porto Velho aparece árida, sem árvores e em preto e branco. Em meio ao colapso ambiental e econômico, a fome é usada como instrumento de controle social.
A trama acompanha Ivani, uma mulher negra e mãe solo, e seu filho Lucca, de 8 anos, que tentam sobreviver em um mundo onde a comida é o único elemento colorido da tela, tratada como um artigo de luxo.
Segundo Édier William, a proposta do filme é provocar reflexão ao mostrar que a miséria extrema é consequência de decisões políticas e econômicas, e não apenas do acaso.
Curta revela futuro distópico, mas baseado em fatos reais. Imagem: Divulgação
Cruta já passou por quatro continentes
A animação já foi exibida em festivais da Espanha, Itália e Alemanha, na Europa; Marrocos, na África; China e Índia, na Ásia; além de Canadá, Estados Unidos, México e Colômbia, nas Américas.
Na Índia, o curta participou do Bengaluru International Short Film Festival, evento que qualifica produções para o Oscar.
No Brasil, a Mostra Sesc de Cinema levou ‘Planeta Fome’ para 19 estados. A produção também conquistou prêmios de Melhor Filme, Melhor Animação e Melhor Trilha Sonora.
Futuro distópico faz alerta sobre o presente
Apesar de ser ambientado no século 22, o curta busca provocar reflexões sobre problemas atuais. Para o animador Luan Ott, a realidade mostrada na animação é uma versão exagerada de questões que já fazem parte do cotidiano.
Produzido com talentos locais, ‘Planeta Fome’ foi financiado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Fundação Cultural do Município de Porto Velho (Funcultural).
Para Édier William, a marca de 100 festivais reforça a importância dos investimentos públicos na cultura. Segundo a equipe, o incentivo ao setor gera empregos, forma profissionais e ajuda a levar a produção audiovisual da Amazônia para o mundo.
Garimpo na Terra Indígena Sararé (MT). Foto: Reprodução/Acervo Ibama
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou uma ação civil pública, com pedido de liminar, contra a Agência Nacional de Mineração (ANM), para corrigir falhas estruturais na regulação e fiscalização do regime de Permissão de Lavra Garimpeira (PLG).
A ação sustenta que o instrumento, criado para autorizar a extração de ouro em pequena escala, tem sido desvirtuado para viabilizar a lavagem de ouro extraído de forma ilegal de terras indígenas e unidades de conservação na Amazônia.
“A permissão de garimpo deixou de servir ao pequeno garimpeiro e, em muitos casos, virou papel de fachada para lavar ouro explorado por organizações criminosas em terras indígenas e de áreas de proteção ambiental. Sem regras claras e sem fiscalização da agência, o crime ganha aparência de legalidade, e quem paga a conta é a floresta, são os rios contaminados por mercúrio e são as comunidades que adoecem”, afirma o procurador da República André Porreca, responsável pelo caso.
Falhas estruturais
Segundo o documento, o descontrole do setor se sustenta sobre um tripé de falhas sistêmicas que desfiguram o regime de PLG. A primeira grande falha apontada pela ação é a ausência de regras claras. Passados mais de 35 anos da lei que criou o regime de PLG, a ANM nunca fixou os critérios científicos e técnicos para definir quando uma área pode receber esse tipo de permissão.
O órgão também não exige uma pesquisa mineral mínima sobre o potencial de ouro de cada local antes de liberar a lavra. Sem esse parâmetro básico, o mercado opera no escuro: ninguém sabe quanto ouro cada área realmente comporta e o comprador final é obrigado a confiar exclusivamente na autodeclaração do vendedor.
O segundo ponto da denúncia expõe a existência de “garimpos fantasmas”. Trata-se de áreas com permissão de lavra ativa que declaram a extração de grandes volumes de ouro, inclusive recolhendo regularmente a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) para dar lastro de legalidade à transação. No entanto, o papel serve unicamente para dar aparência legal a um minério extraído ilegalmente de outras regiões.
Em um dos episódios citados no processo, uma única permissão de apenas 1,08 hectare, área equivalente a cerca de um campo de futebol, declarou ter extraído 776 quilos de ouro. A produção, avaliada em R$ 570 milhões, foi registrada sem que quase nenhuma árvore fosse derrubada no local durante todo o período.
Por fim, a ação descreve uma manobra conhecida como “fatiamento de permissões”, utilizada para burlar as exigências de licenciamento ambiental, cujas exigências são muito mais rigorosas para minerações de grande porte. Dessa forma, um mesmo grupo econômico obtém várias permissões pequenas, em áreas vizinhas, e as opera como se fossem uma única mina de porte industrial. O procedimento dilui a percepção do real dano ambiental ao dividir o empreendimento em múltiplos processos de baixo impacto no papel.
Escala industrial da fraude
Com base em um relatório produzido pelo Greenpeace Brasil e em auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), o MPF reuniu dados que revelam a dimensão do problema. Foram identificadas irregularidades em 98 Permissões de Lavra Garimpeira, espalhadas pelos estados do Pará, Mato Grosso e Rondônia.
Sob o controle de apenas vinte titulares, essas licenças suspeitas foram utilizadas para declarar a extração de impressionantes 25,3 toneladas de ouro. O volume de metal precioso foi avaliado em R$ 18,4 bilhões com base nas cotações de maio de 2026. As permissões sob suspeita concentram sozinhas 97% de todo o ouro declarado no conjunto de 187 processos minerários analisados pela organização.
Em resposta aos questionamentos do MPF, a própria ANM admitiu que não fiscaliza a comercialização do ouro e que possui apenas 120 servidores disponíveis para atuar em todo o território nacional. Além dos prejuízos econômicos e tributários, a ação judicial destaca os severos impactos socioambientais da omissão, como o desmatamento de florestas protegidas e a contaminação em massa de bacias hidrográficas por mercúrio.
Foto: Reprodução/Agência Brasil
Danos ambientais e à saúde
Além dos prejuízos econômicos, o garimpo ilegal provoca graves impactos ambientais e à saúde das populações tradicionais. Dados citados na ação apontam que, até setembro de 2025, mais de 99 mil hectares de floresta em áreas protegidas da Amazônia haviam sido destruídos pela atividade — área equivalente a cerca de 25 vezes a do Parque Nacional da Tijuca.
O uso de mercúrio também contaminou mais da metade dos rios da sub-bacia do Tapajós. Entre os efeitos sobre a saúde, pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificou que 98,5% das 133 gestantes indígenas Munduruku avaliadas apresentavam níveis de mercúrio acima do limite considerado seguro.
Pedidos estruturais e prazos
Entre as medidas urgentes pleiteadas, o MPF demanda que a ANM crie, em até 30 dias, um grupo de trabalho técnico focado na reestruturação do regime de PLG.
No prazo de até 60 dias, a agência deve instaurar um programa nacional para reavaliar e suspender cautelarmente todas as permissões de lavra que registraram recolhimento de CFEM sem apresentar evidências físicas de exploração mineral compatível, devendo encaminhar os indícios de crimes à Polícia Federal, Receita Federal, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e Banco Central. Além disso, a autarquia terá 120 dias para apresentar um estudo técnico que baseie a nova regulamentação do regime de PLG.
Como contenção imediata, a ação exige que novos pedidos ou renovações passem por avaliação sobre a necessidade de pesquisa mineral, que seja proibida as concessões sem licença ambiental prévia e a proibição de títulos em áreas contíguas para o mesmo grupo econômico sem uma análise integrada de impactos.
“A demanda tem caráter estrutural, ou seja, não busca punir garimpeiros específicos, mas corrigir as falhas do sistema que permitem que a fraude se repita em larga escala”, reforça André Luiz Porreca.
A ação foi proposta pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental, especializado no enfrentamento à mineração ilegal, e apresentada à Vara Federal Ambiental e Agrária da Seção Judiciária do Amazonas.
Comunidade Quilombola Bom Remédio, em Abaetetuba (PA). Foto: Camila Bomfim/ANEEL
Por Osíris M. Araújo da Silva – osirisasilva@gmail.com
Muitas e diversificadas as incoerências econômicas, sociais e geopolíticas que envolvem a região amazônica. Contraditoriamente, embora a Amazônia contribua com mais de 25% da geração de energia elétrica nacional, consome apenas 8,4% do total de energia produzida no Brasil, segundo a Climate Policy Initiative (CPI), um grupo de pesquisa independente sem fins lucrativos na área de política climática, com sede em São Francisco, Califórnia (EUA), e escritórios em todo o mundo. Segundo o Ministério de Minas e Energia do Brasil, as Amazônias também concentram 30% dos minerais críticos e estratégicos relacionados com o processo de expansão das energias renováveis, eletrificação do transporte e descarbonização.
Apesar de tamanha potencialidade, a região amazônica continua sendo a mais afetada pela insegurança energética e sofrendo os menores índices de desenvolvimento econômico e progresso social do Brasil. De acordo com estudos da organização Concertação pela Amazônia, “a segurança energética nas Amazônias deve ser compreendida como componente central de uma estratégia de desenvolvimento nacional, para que seja capaz de articular a disponibilidade de recursos energéticos, inclusão social e sustentabilidade ambiental”. A região também responde por uma produção incipiente de óleo e gás, mas que pode se tornar significativa com a exploração do petróleo da Margem Equatorial.
Potenciais que devem ser analisados considerando o trade-off entre riscos e benefícios para o ambiente, a sociedade e a economia. Objetivamente, a relação de “perda-ganho” ou de compensação diante da avaliação de prós e contras em relação às vantagens e desvantagens econômicas e os interesses maiores da nação. Além do mais, a Floresta Amazônica contribui decisivamente para a segurança energética, não só pelas grandes usinas hidrelétricas em seu território, mas também por meio dos rios voadores, correntes atmosféricas que transportam a umidade da evapotranspiração das árvores para a porção Centro-Sul do País, onde deságuam na forma de chuvas e alimentam os fluxos hídricos, essenciais para a produção de hidroeletricidade e alimentos.
Para enfrentar essa dicotomia, ao que sugerem estudos especializados, o primeiro passo recomenda otimizar a infraestrutura existente, que conta com grandes usinas hidrelétricas. O segundo, encarar de frente os trade-offs tanto na questão da exploração da Margem Equatorial, como das reservas minerais e dos recursos hídricos da região. Isso exigiria identificar e melhor conviver com as alterações físicas, químicas ou biológicas no meio ambiente causadas por atividades humanas e a lidar melhor com esses impactos, garantindo participação das comunidades locais e mecanismos de governança que assegurem benefícios territoriais.
O terceiro eixo de atuação refere-se a reconhecer o papel sistêmico da conservação da floresta para a segurança energética e econômica do País. O quarto eixo visa garantir que essa eventual exploração de recursos naturais acordada e pactuada se converta em bem-estar da população local. Experiências com royalties advindos da atividade de óleo e gás na região Sudeste ou mesmo de mineração no Pará, mostram que essa riqueza não se converte na mesma proporção em bem-estar da população, levando em conta representações gráficas do IBGE que mostram esses desacertos.
Ao decidir explorar recursos e gerar renda econômica e financeiro torna-se ainda necessário obedecer os fatores de ESG (em português, Ambiental, Social e Governança), os pilares que definem o quanto uma empresa está comprometida em proteger o meio ambiente, contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva, manter práticas éticas, transparentes e responsáveis de gestão. Enorme desafio às universidades e centros de pesquisa da região, que têm o inelutável dever de assumir a responsabilidade pela produção de conteúdo científico do interesse da economia regional e do país.
Osíris M. Araújo da Silva é economista, escritor, membro do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA) e da Associação Comercial do Amazonas (ACA).
Boa Vista recebe 4° Festival Internacional Sesc de Música. Foto: Divulgação/Sesc RR
Professores de música da Itália, Bolívia e Estônia participam do 4º Festival Internacional Sesc de Música, realizado em Boa Vista (RR). O evento reúne artistas nacionais e internacionais em concertos e intervenções musicais em diferentes espaços da capital. A programação segue até o dia 24 de julho.
O evento iniciou no dia 13 de julho e, ao longo dos 12 dias de programação, as apresentações ocorrerão no Teatro Jaber Xaud, na Paróquia Matriz Nossa Senhora do Carmo, na Praça Capitão Clóvis e na Catedral Cristo Redentor. Também haverá ações em hospitais, abrigos e instituições sociais, mas essas atividades serão fechadas ao público.
Entre os professores convidados estão o violinista italiano Emmanuele Baldin e o contrabaixista venezuelano Jonas Morales. Além do violoncelista Eveline Uue, da Estônia, e o também violoncelista carioca Fabio Presgrave, formado pela renomada Escola Juilliard, de Nova York.
Nos concertos realizados no Teatro Municipal, será necessário retirar ingresso antecipadamente. A entrada será solidária, mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível com prazo mínimo de validade de 90 dias.
Foto: Divulgação/Sesc RR
Programação da semana:
Segunda-feira (20)
Para acolhidos:
10h: Festival na Cidade – Abrigo Maria Lindalva Teixeira de Oliveira
Aberto ao público:
19h30: Recital de alunos de Metais e Percussão
Terça-feira (21)
Aberto ao público:
18h: Concerto Oquestra Sinfônica do IBVM – Centro Amazônico de Fronteiras da Universidade Federal de Roraima
19h30: Recital de alunos de Violoncelos – Teatro Jaber Xaud
Quarta-feira (22)
Aberto ao público:
10h: Festival Sesc na Cidade Grupo de Câmara Sesc Mato Grosso do Sul – Centro de Memória e Cultura do Poder Judiciário
19h30: Concerto da OrquestaJovem com a participação especial de Artistas Regionais – Teatro Municipal de Boa Vista
Quinta-feira (23)
Aberto ao público:
16h: Festival Sesc na Cidade Voz e Violão – Empresa do Comércio
19h30: Recital de Canto Coral e Canto Lírico – Paróquia São Matheus
Sexta-feira (24)
Aberto ao público:
12h: Festival Sesc na Cidade Voz e Violão – Restaurante da Sede Administrativa do Sesc Roraima
19h30: Concerto de Encerramento Orquestra Sinfônica Acadêmica – Teatro Municipal de Boa Vista
Os ingressos para os eventos no Teatro serão distribuídos nos seguintes locais:
Unidade de Cultura do Sesc – Avenida Major Williams, 893, Centro. Atendimento das 8h às 12h e das 14h às 18h;
Academia Sesc – Avenida Venezuela, Mecejana. Atendimento das 8h às 20h;
Instituto Boa Vista de Música (IBVM) – Rua da Tangerineira, 411, Caçari. Atendimento das 8h às 12h.
Festival Internacional Sesc de Música
Realizado em Roraima desde 2023, o Festival Internacional Sesc de Música reúne músicos, professores e estudantes do Brasil e de outros países em uma programação voltada à formação artística e ao acesso à cultura.
Na quarta edição no estado, o evento reúne participantes do Brasil, da América Latina e da Europa e busca fortalecer a circulação artística, o intercâmbio entre músicos e o cenário cultural de Boa Vista.
Prédio do hospital na Rua Corrêa de Miranda, hoje Avenida Joaquim Nabuco. Manaus, 1893. Foto: Abrahim Baze/Acervo do autor
Por Abrahim Baze – literatura@amazonsat.com.br
As dificuldades financeiras apesar de todas as campanhas através dos leilões, das quermesses e sobretudo do arrendamento do teatro, não permitiram a construção e a instalação do hospital Beneficente Portuguesa como esperava. Havia muitas desistências, omissões e deserções por falta de hospital, a aspiração suprema dos associados. O projeto do presidente Teixeira de Souza, com a planta de J. Carlos Antony, não foi levado a cabo. As reclamações pelo hospital eram constantes.
O desencanto e a ansiedade do grupo pode ser muito bem retratado no pronunciamento do sócio José Joaquim Migueis, em sessão da Assembleia Geral do dia 31 de outubro de 1885, sob a presidência do Comendador José Cláudio de Mesquita, pronunciamento que, aliás, foi registrado com certa obscuridade do secretário:
“… Supondo que muitos, longe de calcular o verdadeiro estado desta Sociedade e as dificuldades com as quais luta, deixam de pagar, alegando não ter ela ainda um hospital, onde os associados necessitados possam ser tratados, propunha que se autorizasse a diretoria a nomear uma comissão para estudar com a Mesa da Santa Casa de Misericórdia a fim de obter desta uma enfermaria, que possa colocar seis ou oito camas para receber os sócios doentes que estivessem nos casos de receber os benefícios prescritos nos Estatutos desta sociedade”.
Gregório Thaumaturgo de Azevedo e João Carlos Antony. Foto: Abrahim Baze/Acervo do autor
Tal proposta de recorrer à Santa Casa de Misericórdia vinha acompanhada da justificativa de que isto seria um incentivo para atrair a esta sociedade maior número de sócios contribuintes e fazê-la progredir, levando-a do abatimento em que se acha. Por esta manifestação, sente-se perfeitamente o descontentamento de que se encontravam possuídos os membros da sociedade pela falta de um hospital depois de doze anos de luta. Logo a seguir foi firmado o contrato com a Santa Casa de Misericórdia.
Outro fato interessante ocorreu no dia 8 de novembro de 1885, quando o Comendador José Cláudio de Mesquita recebeu a visita do médico Dr. João Machado de Aguiar Melo oferecendo gratuitamente os seus serviços médicos, logo que o Hospital dispunha de uma enfermaria que pretenda estabelecer e receber seus doentes, este ato humanitário foi aceito imediatamente. De certo modo não foi justificado o por quê do projeto de J. Carlos Antony na presidência do Comendador Teixeira de Souza, tenha sido relegado a segundo plano.
A Sociedade recebeu gratuitamente os serviços do Comendador e sócio honorário Gregório Thaumaturgo de Azevedo que confeccionou a planta do hospital gratuitamente, tendo recebido, portanto, a homenagem de sócio honorário na presidência de Bernardo Antônio de Oliveira Braga. As obras da enfermaria seguiram em ritmo acelerado, de modo que em 19 de novembro de 1887, o empreiteiro José Hermida, deu por concluída as obras e entregou as chaves da enfermaria.
A cozinha do hospital. Manaus, 1900. Foto: Abrahim Baze/Acervo do autor
“… O engenheiro João Carlos Antony, natural do Amazonas, umas das figuras mais representativas da ilustre família dos Antony, nasceu em Manaus a 19 de março de 1833, falecendo na mesma cidade a 2 de novembro de 1918.
Foram seus pais o negociante Henrique Antony, nascido em Ajácio Ilha de Córcega na Itália, e de dona Leocádia, amazonense filha de Antônio José Brandão, português irmão do celebre Arcebispo de Braga e de Lisboa Dom Frei Caetano Brandão. João Carlos Antony foi colega de Ramalho Ortigão e Arthur Napoleão, no mesmo colégio. Continuando seus estudos, seguiu para Florença, onde se diplomou em 1876. Na ocasião em que transitava, rumo aos Estados Unidos, o Imperador Dom Pedro II, integrou a Comissão Receptora de Festejos à Sua Majestade”.
“… O General Gregório Thaumaturgo de Azevedo, uma das figuras mais destacadas do nosso Exército, nasceu no Piauí, a 17 de novembro de 1851, filho de Manuel de Azevedo Moreira de Carvalho. Jovem de invejável inteligência, bacharelou-se em Ciências Físicas e Matemática, pela Escola Militar de Realengo no Rio de Janeiro e, depois em Ciências Sociais e Jurídicas pela Faculdade de Recife, foi um homem de vida dinâmica, tanto no Exército quanto fora dele. Por mais de meio século, seu nome encheu de vibração os faustos das atividades militares, cíveis e políticas. Sobretudo do estado a que ele quase sempre esteve ligado”.
Fonte
Dados Biográficos Compilados do Dicionário Amazonense de Biografias de Agnello Bittencourt.
Abrahim Baze é jornalista, graduado em História, especialista em ensino à distância pelo Centro Universitário UniSEB Interativo COC em Ribeirão Preto (SP). Cursou Atualização em Introdução à Museologia e Museugrafia pela Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas e recebeu o título de Notório Saber em História, conferido pelo Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas (CIESA). É âncora dos programas Literatura em Foco e Documentos da Amazônia, no canal Amazon Sat, e colunista na CBN Amazônia. É membro da Academia Amazonense de Letras e do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA), com 40 livros publicados, sendo três na Europa.
Amazon On 2026 leva a Manaus referências mundiais em tecnologia, energia e conectividade. Foto: Reprodução/Rede Amazônica AM
A terceira edição do Amazon On será realizada nos dias 5 e 6 de agosto, no Centro de Convenções Vasco Vasques, em Manaus. O evento vai reunir especialistas de tecnologia, telecomunicações, energia e inovação para discutir soluções de desenvolvimento sustentável na Amazônia. As inscrições estão abertas no site.
A programação inclui debates sobre conectividade, transição energética, bioeconomia, infraestrutura digital e preservação ambiental, com participação de especialistas brasileiros e estrangeiros.
Durante os dois dias, os painéis vão abordar temas como tecnologia aplicada à floresta, expansão da conectividade digital e infraestrutura de telecomunicações. Os especialistas vão compartilhar experiências para impulsionar o desenvolvimento sustentável da região.
Entre os palestrantes confirmados estão executivos de empresas como Huawei, HMN Technologies, Qualcomm, Azion, Âmbar Energia, NEC Brasil e Energisa. Também participam representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco Mundial e União Internacional de Telecomunicações (UIT).
Amazon On chega à terceira edição. Foto: Diego Oliveira/Acervo Portal Amazônia
Amazon On reúne representantes de diversos países
Autoridades brasileiras e internacionais também estarão presentes, incluindo representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ministério das Comunicações, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF) e órgãos reguladores da Colômbia e da República Dominicana. Ministros da Guiana e do Suriname também participam.
Representando a academia e a produção científica da região, participam os professores Nilton Pereira da Silva, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam); Rodrigo Augusto Ferreira de Souza, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA); a pesquisadora em bioeconomia Maria Angélica de Almeida Correa; e o especialista em desenvolvimento territorial Jader Gama. Os painéis serão mediados por nomes como Willamy Moreira Frota, diretor da Aneel; Edson Holanda; Paulo Luciano; e Márcio Lino, CEO da COLIN Consultoria e senior advisor da EllaLink Subsea Cables.
A academia também estará representada por professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), além de pesquisadores em bioeconomia e desenvolvimento territorial. Os painéis terão mediação de especialistas do setor público e privado.
Capa do documentário ‘Amazonas: O jogo da bola’ que fala sobre uma possível origem do futebol no Amazonas. Foto: Reprodução/Amazonas: O jogo da bola
Em toda Copa do Mundo de Futebol o esporte passa a ser o centro das atenções. Conhecido como o “esporte bretão” por ter suas regras modernas oficializadas na Inglaterra, em 1863, o futebol também inspira uma reflexão apresentada no documentário amazonense ‘Amazonas: O Jogo da Bola’: será que a história desse esporte começou apenas na Grã-Bretanha?
Dirigido pelo cineasta amazonense Chicão Fill, nome artístico de Francisco Filho, o longa-metragem reúne cerca de dez anos de pesquisas e apresenta documentos, relatos históricos e entrevistas que buscam mostrar a relação da Amazônia com uma das práticas esportivas mais populares do planeta.
A produção parte de um registro feito em 1744, na então Vila de Ega — atual município de Tefé, no Amazonas —, onde o cientista e explorador francês Charles-Marie de La Condamine descreveu indígenas do povo Kambeba praticando um jogo com uma bola produzida a partir do látex extraído da seringueira.
O documentário explica que esse é um dos registros mais antigos conhecidos de um jogo semelhante ao futebol em território brasileiro. Segundo a narrativa da obra, a bola confeccionada com borracha natural chamava a atenção dos europeus pela capacidade de quicar, característica incomum para a época. O relato passou a integrar estudos sobre a história dos jogos com bola e serve como ponto de partida para discutir a participação da Amazônia na trajetória desse esporte.
Embora a história oficial reconheça a Inglaterra como berço do futebol moderno, devido à criação das regras pela Football Association em 1863, o filme não pretende contestar esse marco histórico. A proposta é ampliar o debate sobre práticas semelhantes ao futebol existentes muito antes da codificação do esporte e mostrar que registros históricos encontrados na Amazônia fazem parte dessa discussão.
Além dos aspectos históricos, ‘Amazonas: O Jogo da Bola’ estabelece uma conexão entre a floresta amazônica, a borracha e o desenvolvimento do futebol moderno. O filme destaca que o látex extraído da seringueira, utilizado pelos povos indígenas para fabricar bolas elásticas, tornou-se um dos produtos mais importantes do mundo durante a Revolução Industrial.
Com o desenvolvimento do processo de vulcanização, patenteado por Charles Goodyear em 1844, a borracha ganhou resistência e elasticidade, permitindo sua utilização em larga escala pela indústria. Entre os diversos produtos fabricados com esse material estavam as bolas utilizadas em modalidades esportivas, incluindo o futebol.
Dessa forma, o documentário demonstra como a matéria-prima produzida na Amazônia contribuiu para a evolução dos equipamentos esportivos e para a consolidação da modalidade praticada atualmente.
A produção também apresenta a importância histórica de Tefé, município localizado na região do Médio Solimões. Conhecida no período colonial como Vila de Ega, a cidade foi ponto de passagem de naturalistas, exploradores e cientistas europeus interessados em estudar a biodiversidade amazônica e os conhecimentos dos povos indígenas.
Foi nesse cenário que La Condamine registrou, em 1744, o jogo praticado pelos Kambeba com uma bola feita de látex, episódio que se tornou o eixo central do documentário.
Para reconstruir essa trajetória, Chicão Fill reuniu especialistas de diferentes áreas. Entre os entrevistados estão o escritor, jornalista e dramaturgo Márcio Souza; o historiador Gaspar Vieira Neto, autor do livro “Memórias do Esporte Bretão Caboclo”; o jornalista e pesquisador Mário Adolfo; o escritor Tenório Telles; o cronista esportivo Carlos Zamith; além de pesquisadores, professores, ex-jogadores e dirigentes esportivos que contextualizam a formação do futebol no Amazonas e sua relação com a história da região.
Com aproximadamente 80 minutos de duração, o documentário percorre desde os relatos de La Condamine até a consolidação do futebol amazonense, abordando o surgimento dos clubes locais, a evolução da modalidade no estado e a construção da Arena da Amazônia para a Copa do Mundo de 2014. A obra também foi reconhecida internacionalmente ao conquistar o prêmio de Melhor Documentário no Festival Internacional Art & Tur, em Portugal.
Trabalho premiado foi desenvolvido pela cirurgiã-dentista Tahine Viana para atender a comunidade do povo Kulina/Madjá, em Manoel Urbano, no Acre. Foto: Tahine Viana/Acervo pessoal
Uma experiência desenvolvida no Acre para promover a saúde bucal entre povos indígenas do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Alto Rio Purus recebeu um dos prêmios de destaque no Congresso Nacional do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), considerado o maior congresso de saúde pública do mundo.
O reconhecimento foi concedido ao trabalho “Promoção da Saúde Bucal de Povos Indígenas do DSEI Alto Rio Purus”, apresentado durante o evento realizado nesta semana, em Porto Alegre (RS), que reúne milhares de gestores, profissionais, pesquisadores e representantes de instituições de saúde de todo o país para compartilhar experiências exitosas desenvolvidas no Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa foi desenvolvida pela cirurgiã-dentista Tahine Viana, integrante da Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena (EMSI) do Polo Base de Manoel Urbano, no interior do Acre, responsável pelo atendimento ao povo indígena Kulina/Madjá.
O projeto destaca estratégias de promoção da saúde bucal construídas de forma culturalmente sensível, respeitando os costumes, os conhecimentos tradicionais e o modo de vida das comunidades indígenas atendidas.
As ações envolvem prevenção, educação em saúde e fortalecimento do cuidado integral, buscando ampliar o acesso à informação e melhorar a qualidade de vida da população.
Para a profissional, o reconhecimento reforça a importância de desenvolver pesquisas voltadas às especificidades da saúde indígena e de conciliar inovação com respeito às tradições dos povos originários
“Esse trabalho representa a importância de desenvolver pesquisas voltadas para a realidade da saúde indígena, sempre respeitando a cultura, os saberes tradicionais e as particularidades de cada povo. Acredito que a tecnologia, quando utilizada de forma ética e responsável, pode ser uma grande aliada na promoção da saúde e na ampliação do acesso à informação”, afirmou.
Além de reconhecer a experiência acreana, a premiação destacou o trabalho realizado pelas equipes de saúde indígena que atuam em regiões de difícil acesso, enfrentando desafios logísticos para garantir atendimento às comunidades.
A cirurgiã-dentista também destacou a oportunidade de apresentar a realidade vivida pelas equipes que atuam em territórios indígenas durante o congresso.
“Participar desse congresso foi uma experiência muito enriquecedora, pela oportunidade de compartilhar conhecimentos e aprender com profissionais de diferentes regiões do país e mostrar um pouco da nossa realidade vivenciada no nosso território. Espero que esse trabalho incentive novas iniciativas e fortaleça ainda mais as ações de promoção da saúde voltadas às comunidades indígenas”, completou.
Verão amazônico aumenta riscos para a saúde da pele. O uso diário de protetor solar é essencial, alerta especialista. Foto: Jesiel Braga/PMM
Com a chegada do verão amazônico, o Amapá enfrenta mais riscos para a saúde da pele. Especialistas reforçam a importância da hidratação e da proteção contra o sol. O uso diário de protetor solar é essencial. Ele ajuda a evitar queimaduras e reduz o risco de doenças graves, como o câncer de pele.
A dermatologista Simone Sá alerta que o sol forte exige atenção. As altas temperaturas favorecem o surgimento de problemas de pele. Entre os problemas mais comuns está a acne solar. O tratamento é prescrito por um profissional e deve começar logo nos primeiros sinais para evitar complicações.
“A acne pode ser classificada em quatro graus. O primeiro aparece como pequenas bolinhas, geralmente na região T do rosto (testa, nariz e queixo). O segundo grau são bolinhas vermelhas com um pouco de líquido branco dentro. O terceiro corresponde às chamadas espinhas carnais, que são lesões maiores, doloridas e nodulares. Já o quarto grau reúne essas espinhas carnais em lesões confluentes na pele do paciente”, explica Simone.
A principal causa da acne solar é a exposição prolongada ao sol, que aumenta a produção de sebo e inflamação. Fatores genéticos e hormonais também influenciam.
“O clima do Amapá favorece o aparecimento da acne. Em ambientes úmidos e quentes, como os nossos, o calor faz com que as glândulas sebáceas produzam mais sebo. Isso aumenta a oleosidade da pele e facilita o surgimento das lesões”, afirma a dermatologista.
Dicas de prevenção:
Use protetor solar todos os dias, mesmo com tempo nublado. Reaplique a cada duas horas ou após nadar e suar. Prefira produtos oil-free.
Evite o sol direto entre 10h e 16h. Procure sombra e use chapéu, roupas leves e óculos escuros.
Mantenha a pele limpa. Lave o rosto duas vezes ao dia com sabonete suave. Não esfregue com força.
Evite cosméticos e hidratantes com óleo, que podem obstruir os poros.
O Centro de Referência em Doenças Tropicais (CRDT) passou a oferecer, há dois meses, pequenas cirurgias para remover lesões de câncer de pele. O objetivo é acelerar o diagnóstico e encaminhar os pacientes para atendimento especializado.
Os procedimentos retiram sinais ou feridas em fase inicial, que podem evoluir para casos mais graves. As cirurgias são realizadas por um dermatologista do CRDT, após encaminhamento feito por clínico geral da Unidade Básica de Saúde (UBS).
A orientação é que a população fique atenta a sinais como feridas que não cicatrizam ou lesões que sangram com facilidade.
Foto: Rodrigo Abreu/Sesa
Como realizar o agendamento
Para agendar, o paciente deve passar por consulta na UBS e solicitar encaminhamento. Depois, deve ir a uma unidade do Super Fácil para marcar a consulta.
O agendamento é feito pela rede Super Fácil, que informa ao paciente o dia do atendimento no CRDT.
O CRDT atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na Rua Professor Tostes, nº 2212, em Macapá. As triagens dermatológicas acontecem de segunda a quinta-feira.
*Por Mariana Ferreira e Crystofher Andrade, da Rede Amazônica AP
Os finais de semana em Boa Vista tem um local pronto para a diversão em família e amigos, que desejam realizar um simples piquenique a até aulas de parapente. Neste final de semana convidamos você, família e amigos para participar de um momento de diversão num dos maiores parques públicos de lazer, o nosso Parque Anauá.
Nossa linda Capital Boa Vista, com belas praças, vários locais para visitar, passear, passar uma tarde com amigos e família.
Praça das Águas, praça da Bandeira, praça do São Francisco, praça Germano Augusto Sampaio, Orla Taumanã, Centro Histórico, praça do Ayrton Senna, praça Fábio Paracaty, entre muitos outros pontos de Boa Vista, escolhemos um dos que mais tem sido visitado nos finais de semana, o Parque Anauá, o maior parque de lazer da região norte.
Foto: Gildo Júnior/ Bora de Trip
A cada final de semana o parque tem recebido um grande número de visitantes, famílias, amigos, colegas de trabalho, membros de igrejas, seja para uma simples confraternização ou para comemorar um aniversário, há também aqueles que levam suas redes para descansar sobre a sobra das árvores e os que vão apenas para curtir o local.
Algumas das atividades que tem sido o ponto alto do parque são os patins e o longboard, que podem ser alugados ali mesmo, tem também o skate, o sleakline, treino de rúgbi, aulas de parapente, brincadeiras com pipas, corridas, pedaladas de bike e bicicross.
Adolescentes em longboards, modalidade de skate, no Parque Anauá. Foto: Gildo Júnior/ Bora de Trip
Além dessas atividades, vemos reuniões, passeios em família, vôlei, piquenique, passeio com animais, cultos ao ar livre, alguns que banham no lago, outros que amam fotografar e vão para aproveitar as belezas e o movimento que tem tido o parque.
O Parque Anauá tem em suas dependências um museu, uma galeria de artes, um anfiteatro, uma pista de kart, o forródromo, o lago dos Americanos, um parque aquático, uma pista de aeromodelismo, pista de speedway, o estádio poliesportivo Totozão, uma praça com fontes, escola de música, restaurantes, lanchonetes, o píer sobre o lago dos Americanos, horto municipal, e toda sua área verde ao redor do lago usado pelos visitantes para se confraternizar e brincar.
Ah, vale ressaltar que algumas destas áreas precisam ser consultadas antes sobre seu funcionamento.
O que fazer no Parque Anauá
Pedidos de Casamento
O professor Rony Mesquita pediu Camila em casamento no Parque Anauá. Foto: Cedida pelo Casal a Gildo Júnior
Isso mesmo, o parque Anauá já foi palco inúmeras vezes de pedidos de casamentos e casamentos, aí está a prova de um, do qual eu fui padrinho. Alex, pedindo a sua amada Camila em casamento, dentro da área do Parque. Os padrinhos bolaram a ideia, o noivo topou e a noiva caiu direitinho. Pela cena já dá pra ver a reação
Ensaios fotográficos
O Parque Anauá é um dos points dentro de Boa Vista, mais utilizados para ensaios fotográficos, por ter vários ambientes para serem utilizados pela fotografia, que vai desde a áreas cobertas com bambuzais, área com um tapete enorme de grama, a cercas, prainhas.
Foto: AG Fotografia cedida a Gildo Júnior
Ah, há também um corredor de árvores que levam a um anfiteatro, alguns bancos bem posicionados, uma fonte linda, um lindo pier e um pôr do sol de encantar o olhar, entre muitas outras áreas a serem exploradas dentro do parque.
Ensaio com a jornalista Sheneville Araújo. Foto: Gildo Júnior/ Bora de Trip
Piquenique
Sabe quando a turma quer se encontrar, colocar o papo em dia, curtir um ambiente agradável e amplo, celebrar aniversários e/ou até mesmo, só passear, pois é, ali é o lugar. Como tem uma área gigante com grama basta levar a toalha quadriculada, ou de qualquer outra cor, jogar no chão, colocar os comes e bebes, sentar ao redor e curtir.
Foto: Gildo Júnior/ Bora de Trip
Pipa ou Papagaio?
Por ser uma área grande, aberta, que venta muito, e livre de trânsito veloz, o Parque tem também uma grande aceitação dos empinadores de pipa/papagaio, que, além de irem empinar todos os finais de semana, anualmente participam do Festival de Pipas, que já virou tradição em nosso Estado. Eae, você já empinou pipa também pelo parque Anauá?
Foto: Gildo Júnior/ Bora de Trip
Esporte e Diversão
Se você é apaixonado por esportes e/diversão, ali é o lugar. Tem pistas de skate, área para correr, para a prática de corrida de orientação, tem pista de cart e de patins, para andar de bike ou até mesmo de MTB, longboard e de parapente, aeromodelismo, motocross, speedway, entre outras atividades.
Foto: Gildo Júnior/ Bora de Trip
O que levar?
Boné, roupas leves, sandália ou tênis, água para se reidratar, frutas, e não esqueça de levar seu celular ou câmera fotográfica para registrar os momentos com sua turma.
E você, já foi no Parque Anauá?
Eae, você já foi no Parque Anauá? Se sim, deixa aí nos comentários como foi a sua visita, e se eu esqueci de colocar algo, manda nos comentários também que já aproveito para acrescentar! Ah, se fez foto, ou pediu alguém em casamento, e até mesmo fez algum registro de foto ou vídeo lá, manda nos comentários para nossa turma curtir seu material também!
Gildo Júnior é fotógrafo, videomaker, aventureiro e colecionador de roteiros no Bora de Trip e colunista no Portal Amazônia. Para o servidor público federal, “o mundo é imenso, repleto de lugares para conhecer, de coisas para fazer, de culturas para admirar, comidas para provar e pessoas para conhecer”.