Dia Mundial do Livro: qual obra mudou a sua vida?

Enquanto autor, considero o Dia Mundial do Livro uma data para relembrar das obras que causaram grande impacto na minha vida, que moldaram minha trajetória enquanto leitor até que me tornasse, também, um escritor.

Contos com cheiro de terra molhada

As cidades não crescem para todos, os padrões de qualidade não são atingidos por todos, não há terra coberta o bastante para todos. A solução?

Dragar a história de um rio é guerrear contra a vida

Dragar um rio é atentar não apenas contra sua vida - sim, porque estamos falando de um organismo vivo - mas de todos cuja história atravessa suas águas, em especial os povos indígenas.

A violência é uma linguagem

A violência é menos um fenômeno que surge da desordem social e mais uma ferramenta de coerção, uma espada de dois gumes empunhada por um cavaleiro ciumento que frequentemente se corta na própria lâmina.

A sustentabilidade é um mito

Não é incomum constatarmos desastres climáticos nos últimos anos e pressionados pela crescente ameaça de um colapso ambiental, nos vemos diante de uma encruzilhada...

Quinta do Mestre e o ato sagrado de contar histórias

Falo da Quinta do Mestre e da Sereia, um momento semanal nas ruas de Alter que reúne turistas, locais, artistas, adultos, crianças e encantados em uma noite sagrada, onde uma história encantada é contada.

A literatura amazônida ainda não existe

Não falo apenas de obstáculos metafóricos, mas de fronteiras mesmo, geográficas, que por vezes colocam um limite no alcance de nossas publicações.

O amazônida e o ato mágico de escrever

Como tenho dito em textos recentes, acredito firmemente que escrever é uma forma de magia. Eu realmente acho que o ato da escrita se trata de uma maneira de afetarmos a realidade de forma quase sobrenatural.

“Ilíada”, ou como trazer o clássico para um novo público

De início, me peguei confuso, pois não esperava que Dantas e Sabatella começassem de forma tão… não teatral.

Literatura amazonense: um território contestado

O ato da leitura é, naturalmente, um encontro de sujeitos - quem escuta e quem conta -, e entre esses, deve existir comunhão, partilha.

O obituário que eu não queria escrever 

Um texto absurdo foi o meu primeiro contato com um dos maiores nomes da literatura no Amazonas, graças ao qual escrevi meu primeiro artigo científico.