A solidariedade que marcou a atuação da rede ULBRA durante uma das maiores tragédias climáticas da história do Brasil agora ganha força também no Amazonas. Neste sábado, 23 de maio, a ULBRA Manaus realiza o “Dia D” do Maio Solidário, uma grande mobilização social que vai transformar o campus da universidade num espaço aberto de acolhimento, cidadania e cuidado com a população.
A programação acontece das 9h às 11h, na área de convivência da instituição, localizada na Avenida Carlos Drummond de Andrade, nº 1460, no bairro Japiim, com entrada pelas portarias 2 e 4. O evento será marcado pela entrega das arrecadações realizadas ao longo do mês e pela oferta de diversos serviços gratuitos à comunidade.
A expectativa da universidade é arrecadar pelo menos meia tonelada de alimentos não perecíveis, além de roupas, fraldas e materiais de higiene destinados a instituições sociais de Manaus.
O Maio Solidário é uma campanha nacional promovida pela rede ULBRA em todas as unidades do país e nasceu após as enchentes históricas que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024. Durante a tragédia, o campus da universidade em Canoas-RS acolheu mais de 8 mil pessoas desabrigadas e cerca de 4 mil animais resgatados, tornando-se referência em assistência humanitária no país.
Foto: Divulgação/Ulbra
A experiência mobilizou estudantes, professores, colaboradores e voluntários da instituição e inspirou a criação de um movimento permanente de solidariedade, cuidado e reconstrução social.
“Isso vai muito além da formação técnica dentro da sala de aula. É uma formação humana, baseada em empatia, acolhimento e responsabilidade social. O Maio Solidário representa exatamente aquilo que a ULBRA acredita enquanto instituição: estar ao lado da comunidade, principalmente nos momentos em que ela mais precisa”, destacou a reitora Maryana Antônia Braga Batalha Souza.
Campanha nacional da ULBRA
O lançamento oficial da campanha em Manaus aconteceu no último dia 7 de maio, no auditório Martinho Lutero, reunindo representantes da comunidade acadêmica, parceiros institucionais e convidados. Desde então, a universidade vem realizando ações sociais em diferentes instituições da capital amazonense.
Entre elas estão o Abrigo Oásis, que acolhe mulheres vítimas de violência e seus filhos, e a Associação de Idosos do Coroado (ASSIC), onde foram promovidas atividades educativas e doações de roupas, alimentos e fraldas.
A campanha também conta com diversos parceiros denominados “embaixadores do Maio Solidário”, que fortalecem a rede de apoio criada pela universidade. Entre eles está o Conselho Regional de Enfermagem do Amazonas, que confirmou a doação de aproximadamente 800 fraldas para as ações sociais da campanha.
Durante o “Dia D”, a população terá acesso gratuito a diversos serviços e atividades oferecidos por professores, acadêmicos e parceiros da universidade, entre eles:
Corte de cabelo masculino;
Orientação jurídica;
Escuta terapêutica com psicólogos;
Terapia com ventosa;
Atividades físicas;
Feira de livros, com doações;
Curso básico de primeiros socorros;
Curso básico de manutenção de ar-condicionado;
Curso básico sobre faturas de energia;
Atividades escoteiras;
Atividades lúdicas para crianças;
Jogos educativos sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS);
Amistoso de Futebol Solidário.
A entrada é gratuita, mas a universidade convida a comunidade a participar da corrente do bem com a doação de 1 kg de alimento não perecível.
Grupo Charão conquista reconhecimento nacional no GPTW. Foto: Charão Tributário
O Grupo Charão conquistou, pela primeira vez, reconhecimento nacional no Great Place to Work (GPTW), entrando para o ranking das 150 melhores empresas para se trabalhar do Brasil. A premiação foi recebida em São Paulo e marcou um momento histórico para a empresa, que também se tornou a única representante de Manaus e Boa Vista presente na lista nacional.
A conquista acontece após uma trajetória de transformação interna construída ao longo dos últimos anos. Antes do reconhecimento nacional, o grupo já havia sido reconhecido por três anos consecutivos entre as melhores empresas para se trabalhar da Região Norte, alcançando em 2025 o 4º lugar no ranking regional.
Mas, segundo a própria empresa, o reconhecimento não começou com troféus. Começou com uma mudança profunda na forma de enxergar pessoas, liderança e cultura organizacional.
Em 2019, o Grupo Charão enfrentava desafios internos relacionados à alta rotatividade, contratações desalinhadas, ausência de processos estruturados e dificuldades na gestão de equipes. O cenário gerava desgaste operacional e levantou um alerta sobre a necessidade de transformação interna.
Foi nesse período que Eduardo Charão, fundador do grupo, buscou apoio do consultor empresarial Carlos Oshiro para entender os desafios que a empresa enfrentava na área de gestão de pessoas.
“Na época, eu ainda tinha uma visão muito operacional sobre gestão. Existia uma dificuldade enorme em estruturar pessoas, reter talentos e criar um ambiente de crescimento. Foi quando ouvi algo que mudou completamente minha forma de pensar: os problemas não mudariam enquanto a liderança continuasse pensando da mesma maneira”, relembra Eduardo Charão.
Durante uma imersão empresarial conduzida por Carlos Oshiro sobre gestão na nova economia, Eduardo passou a refletir sobre a necessidade de mudança cultural dentro da organização.
“No início, eu ainda não estava convencido de que investir fortemente em pessoas realmente traria resultado. Mas os problemas continuavam acontecendo. Em algum momento ficou claro que, para mudar os resultados, precisávamos mudar as atitudes, os processos e principalmente a mentalidade da liderança”, afirma.
A partir desse momento, o Grupo Charão iniciou um processo gradual de profissionalização da gestão de pessoas, cultura organizacional e desenvolvimento interno.
Em março de 2022, a empresa deu mais um passo importante com a contratação de Ellen Braga, psicóloga e atual Gestora de RH do Grupo Charão, responsável pela estruturação estratégica da área de Gestão de Pessoas.
Segundo Ellen Braga, o objetivo nunca foi apenas implantar ações isoladas de RH, mas construir uma cultura organizacional sólida, alinhada ao crescimento sustentável da empresa.
“Desde o início, existia uma convicção muito clara dentro da Charão: pessoas, cultura e resultado precisavam caminhar juntos. Nosso trabalho foi conectar desenvolvimento humano aos objetivos estratégicos da empresa, criando uma cultura baseada em pertencimento, transparência, desenvolvimento contínuo e valorização genuína das pessoas”, destaca.
Ao longo dos últimos anos, o grupo implementou projetos voltados ao fortalecimento da cultura organizacional, desenvolvimento de lideranças, programas de reconhecimento, treinamentos técnicos e comportamentais, além de investimentos em tecnologia, inteligência artificial, SST e melhoria da experiência dos colaboradores.
A evolução interna começou a refletir diretamente nos resultados da pesquisa GPTW. Em 2023, o Grupo Charão conquistou sua primeira certificação Great Place to Work. Em 2024, além da recertificação, passou a integrar o ranking das melhores empresas para trabalhar da Região Norte. O reconhecimento se repetiu nos anos seguintes, consolidando o amadurecimento cultural da organização até a chegada ao ranking nacional em 2026.
Para Ellen Braga, um dos fatores decisivos para a consolidação dessa cultura foi o apoio constante da alta direção.
“Existe uma liderança muito aberta à construção conjunta, ao diálogo e ao investimento em desenvolvimento humano. Costumo dizer que nunca ouvi um ‘não’ quando o assunto foi investir em pessoas, desde que houvesse propósito, indicadores e clareza sobre os impactos esperados. Isso demonstra maturidade de gestão e entendimento de que desenvolver pessoas não é custo, mas investimento estratégico”, afirma.
Hoje, o Grupo Charão reúne a Charão Consultoria, Charão Tributário e Charão Educacional, atuando nas áreas contábil, tributária e de desenvolvimento empresarial, com forte presença na Zona Franca de Manaus e na Área de Livre Comércio de Boa Vista.
Segundo a empresa, a cultura construída internamente tem como base desenvolvimento contínuo, alta performance, inovação e crescimento sustentável.
“Talvez uma das maiores características da Charão seja justamente a inconformidade positiva com a zona de conforto. Existe uma busca constante pelo próximo nível, por inovação, crescimento e evolução. Aqui entendemos que empresas crescem de forma sustentável quando as pessoas crescem junto com elas”, reforça Ellen Braga.
Para Eduardo Charão, o reconhecimento nacional representa a validação de uma construção coletiva realizada ao longo dos últimos anos.
“Receber esse reconhecimento nacional pela primeira vez tem um significado muito forte para nós, principalmente por representar o trabalho diário de pessoas que ajudaram a construir essa história. Mais do que um prêmio, isso mostra que é possível desenvolver uma empresa forte, competitiva e humana também na região Norte do país”, finaliza.
Belém ganha destaque na lista como única cidade do Norte. Foto: Reprodução/Setur-PA
O futuro do turismo global passa por inovação, sustentabilidade e criatividade, e o Ministério do Turismo (MTur) atua para que o Brasil opere efetivamente essa verdadeira transformação. Por meio da Estratégia Nacional de Destinos Turísticos Inteligentes (DTI), a pasta apoia localidades de norte a sul do país a adotarem ações nesse sentido, envolvendo eixos como governança, segurança, acessibilidade e mobilidade. Belém (PA) figura como a única do Norte na primeira lista divulgada nesta quinta-feira (21).
O trabalho inclui a disponibilização de revistas eletrônicas, elaboradas em parceria com a Unesco, que apresentam os atrativos e as iniciativas desenvolvidas pelas cidades contempladas.
O Brasil, inclusive, é a primeira nação da América Latina a criar uma metodologia própria de DTIs, inspirada no modelo da Sociedade Mercantil Estatal para a Gestão da Inovação e das Tecnologias Turísticas (SEGITTUR), empresa pública da Espanha, que é pioneira na área.
Além disso, o modelo brasileiro de Destinos Turísticos Inteligentes trabalha um pilar muito especial e específico da metodologia do país: a criatividade. Com isso, é dado destaque ao potencial de cada município em utilizar a economia criativa como diferencial na experiência dos visitantes, ao mesmo tempo em que valoriza o trabalho local e melhora o sentimento de pertencimento dos habitantes. Esse pilar conversa diretamente com as cidades criativas da Rede Unesco, da qual fazem parte vários dos destinos inteligentes em transformação.
Para o visitante, os Destinos Turísticos Inteligentes proporcionam melhores sistemas de transportes, informações digitais precisas e serviços integrados. Já para a população local, a Estratégia DTI promove o desenvolvimento econômico sustentável e a preservação dos patrimônios cultural e ambiental locais, além da geração de novas oportunidades de emprego, renda e inclusão social.
Confira abaixo algumas das cidades brasileiras que participam da iniciativa do Ministério do Turismo e que avançam na adaptação do setor a uma nova realidade:
Angra dos Reis (RJ): com 365 ilhas, praias e Mata Atlântica, a cidade investe em gestão integrada e qualificação para equilibrar conservação e desenvolvimento. Com monitoramento por câmeras, Wi-Fi público e o portal “Visite Angra”, o destino proporciona segurança e conectividade. O município abriga ainda o Parque Tecnológico do Mar, ecossistema que acelera startups de turismo náutico e de energia, tornando a região um laboratório vivo.
Belém (PA): conhecida como a “metrópole da Amazônia”, a cidade de Belém é cenário de ícones como o Mercado Ver-o-Peso e investe na requalificação de espaços públicos, valorizando acessibilidade e conforto. Por meio de uma governança que une o poder público às comunidades ribeirinhas, Belém promove um turismo que respeita a biodiversidade e as raízes ancestrais. A economia criativa de Belém gira em torno de ingredientes amazônicos e saberes tradicionais, gerando renda e inclusão.
Belo Horizonte (MG): na capital mineira, a governança do DTI inclui a Belotur (Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte) no ecossistema de inovação, focando em acessibilidade e mobilidade. O turista conta com portais integrados e infraestrutura que facilita o trânsito entre o clássico e o contemporâneo, apoiado por monitoramento inteligente e sustentabilidade. Por outro lado, BH faz da cozinha seu maior ativo, com a economia criativa girando em torno do “comer bem”.
Bonito (MS): referência em ecoturismo no Brasil, a cidade equilibra tecnologia e preservação. O coração dessa gestão é o Voucher Único Digital, sistema pioneiro, que monitora a capacidade de carga dos atrativos, garantindo a segurança do visitante e a integridade dos ecossistemas. Essa governança integrada entre os setores público e privado assegura padrões rigorosos de qualidade, acessibilidade e conectividade em expansão.
Brasília (DF): a capital federal é um marco do urbanismo moderno e utiliza sua arquitetura icônica como base para a inovação. A governança local foca na integração tecnológica para melhorar a mobilidade e a acessibilidade em seu traçado único, facilitando a experiência do visitante entre os monumentos e as áreas verdes. Com portais de dados e infraestrutura digital, a cidade busca otimizar a gestão urbana e garantir um turismo seguro e eficiente
Campina Grande (PB): conhecida pelo “Maior São João do Mundo”, a cidade usa inteligência de dados para gerenciar grandes fluxos de pessoas, garantindo segurança e eficiência durante festivais. O município oferece uma rede de serviços modernos, com foco em conectividade e soluções digitais. A inovação manifesta-se no design, nas artes visuais e na modernização das festas populares, criando um ecossistema de colaboração entre startups e produtores culturais.
Campo Grande (MS): reconhecida como uma das cidades mais arborizadas do mundo, Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, une a logística eficiente e uma política de gestão e preservação do verde urbano. Principal portão de entrada do Pantanal, o município usa a tecnologia para monitorar fluxos de visitantes, otimizar a segurança e garantir conectividade em parques e centros de eventos, preservando corredores biológicos urbanos.
Curitiba (PR): referência mundial em planejamento urbano, a capital do Paraná prioriza mobilidade e sustentabilidade. Com uma rede de transporte eficiente e parques que servem como “pulmões”, a cidade oferece uma experiência urbana organizada e acessível. A governança DTI foca na integração de dados para otimizar serviços públicos e a segurança do visitante, usando a tecnologia na preservação de seus patrimônios, como o Portal do Turismo Inteligente (POTI).
Florianópolis (SC): a “Ilha da Magia” integra suas belezas naturais a um dos ecossistemas tecnológicos mais vibrantes do país. A cidade investe em uma governança que prioriza a sustentabilidade e a acessibilidade, usando soluções digitais para monitorar o fluxo turístico e melhorar a experiência nas praias e trilhas. Por meio de aplicativos de mobilidade e portais integrados, o visitante navega com facilidade entre o centro histórico e polos de inovação.
Fortaleza (CE): a capital cearense une suas paisagens litorâneas a uma gestão urbana focada em tecnologia e sustentabilidade. A cidade usa monitoramento inteligente e soluções de conectividade para elevar a qualidade da experiência turística. A governança DTI garante que a infraestrutura moderna beneficie tanto visitantes quanto moradores. O fomento a hubs de inovação e distritos criativos impulsiona startups e talentos locais, valorizando a identidade cearense.
Foz do Iguaçu (PR): a cidade consolidou-se como um laboratório internacional para a implementação de DTIs. Localizada na tríplice fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai), a cidade usa tecnologia para otimizar processos migratórios e a mobilidade entre grandes atrativos. Com sistemas avançados de monitoramento e prioridade em acessibilidade nas Cataratas, a cidade une eficiência tecnológica a uma hospitalidade multicultural.
Goiânia (GO): a capital de Goiás usa a tecnologia para otimizar a segurança, o tráfego e a experiência do visitante. Reconhecida por suas vastas áreas verdes, a cidade equilibra a força do agronegócio com uma gestão urbana voltada à acessibilidade e à preservação do patrimônio histórico. Por meio de incentivos à cultura e à digitalização de serviços, Goiânia fortalece o turismo de negócios e a governança local, unindo tradição e modernidade.
Gramado (RS): ícone em hospitalidade no Brasil, a cidade é um “DTI em Transformação” de referência, integrando sustentabilidade à gestão de dados. A tecnologia brilha no programa “Conecta Gramado”, que oferece Wi-Fi gratuito em pontos estratégicos como a Rua Coberta, garantindo a jornada digital para os turistas e moradores. Das fábricas de chocolate artesanal ao design de mobiliário de alto padrão, a criatividade local gera milhares de empregos qualificados.
João Pessoa (PB): a capital paraibana investe em tecnologias de monitoramento para preservar orlas e áreas verdes, oferecendo uma experiência turística segura e equilibrada. A gestão foca na acessibilidade urbana e na digitalização de serviços, facilitando o acesso ao rico patrimônio histórico e natural. A economia criativa promove a inclusão social e a geração de renda, transformando a identidade paraibana em um produto de alto valor agregado.
Rio de Janeiro (RJ): principal cartão-postal do Brasil, a cidade, por meio do Centro de Operações Rio, usa tecnologia para monitorar o tráfego e a segurança, garantindo fluidez em eventos como Réveillon e Carnaval. A acessibilidade em pontos como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar é referência mundial. A capital fluminense incentiva o empreendedorismo cultural em comunidades e investe na economia do Carnaval, que gera milhares de empregos.
Apoio à implementação de DTIs
A jornada para se tornar um DTI reconhecido pelo Ministério do Turismo é organizada em cinco etapas. O processo começa com um diagnóstico da pasta, que avalia a maturidade atual do destino com base em requisitos ligados a cada um dos pilares da estratégia, seguido da elaboração de um Plano de Transformação, onde são definidas as ações prioritárias para potencializar suas virtudes.
Durante a execução desse plano, o município recebe o selo “DTI em Transformação”, um reconhecimento ao seu compromisso com a mudança. A etapa final envolve a realização de uma auditoria oficial, que, caso seja aprovada, confere ao destino o título “DTI Brasil”, validando internacionalmente a qualidade de sua gestão e infraestrutura.
O MTur oferece não apenas a metodologia, mas também fornece capacitações e ferramentas práticas a gestores, a exemplo de suporte à comercialização dos destinos participantes do projeto. O órgão incentiva ainda a troca de experiências entre as localidades, por meio da Rede Brasileira de DTIs, criada com o apoio da pasta e que conecta os municípios contemplados.
O novo programa no canal Amazon Sat, ‘Entrevistas‘, uma iniciativa do Grupo Rede Amazônica com foco nas discussões que ocorrem em Brasília, centro da tomada de decisões do país, sobre os rumos da Amazônia, estreou no dia 19 de maio, com uma conversa com o pré-candidato a presidência da República pelo Democracia Cristã (DC), Aldo Rebelo.
O pré-candidato à presidência nas Eleições 2026, possui vasta experiência na política, passando por diversos cargos como deputado federal por seis mandatos, presidência da Câmara dos Deputados e ministro de pastas como o Ministério dos Esportes e o Ministério da Defesa.
Comandado pelo jornalista com mais de vinte anos de experiência Welliton Lopes, o programa foca na Amazônia com temas como segurança-pública e relações políticas.
Aldo Rebelo se apresentou como um pré-candidato nacionalista distante dos conceitos ideológicos de esquerda e de direita no Brasil.
“Eu acho que dividir o país entre esquerda e direita só desorienta o Brasil. Os problemas quando se apresentam não trazem uma ideologia. Problemas da segurança pública, os desafios da Amazônia, os desafios do Brasil não tem cores ideológicas. Os problemas são iguais para todo mundo. E eu defendo que a solução também tenha esse traço de igualdade para todos. Portanto, minha trajetória é uma trajetória nacionalista”, destacou Aldo Rebelo.
Entrevistas estreou no dia 19 de maio no canal Amazon Sat. Foto: Reprodução/ Amazon Sat
Welliton Lopes questionou Rebelo sobre quais são as propostas diretas do pré-candidato para aqueles que vivem na região amazônica. O entrevistado informou que enxerga a região como “rica e interditada”.
“Rica e bloqueada de se desenvolver. Nós fizemos a independência do Brasil e, portanto, da Amazônia. em 1822, mas o Brasil e principalmente a Amazônia, permanece como uma área ocupada por interesses internacionais, representado por organizações não governamentais. […] Precisamos desinterditar a Amazônia, fazer com que a população da Amazônia possa usufruir das riquezas”, defendeu Aldo Rebelo.
Assista o programa completo:
‘Entrevistas’
O programa Entrevistas, do Amazon Sat, nasce com a proposta de aproximar os amazônidas das decisões tomadas em Brasília que impactam diretamente a região. Produzido pela sucursal do Grupo Rede Amazônica na capital federal, o programa aborda temas ligados à política, justiça, economia e meio ambiente, ouvindo representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de especialistas e formadores de opinião.
Apresentado pelo jornalista Welliton Lopes, que há mais de duas décadas acompanha pautas da Amazônia em Brasília, o programa pretende aprofundar debates e revelar os bastidores das decisões que influenciam a vida de mais de 30 milhões de pessoas na região amazônica. A atração também busca transformar assuntos técnicos e complexos em informações acessíveis ao público.
‘Entrevistas’ tem sempre um episódio inédito às terças-feiras, às 19h30, e conta com reexibições:
quartas, às 9h;
quintas, às 13h30;
sextas, às 17h30;
sábados, às 9h30;
domingos, às 15h45;
e segundas, às 19h30.
Todos os horários seguem o fuso de Manaus/AM (GMT -4).
Validação da rota turística foi realizada entre os dias 12 e 14 de maio e contou representantes do poder público, iniciativa privada e comunidades locais da região. Foto: Divulgação/Agência Pará
A região do Carajás, no sudeste do Pará, avançou no processo de estruturação turística local com a validação da rota turística ‘Novo Ouro de Carajás’, um roteiro que integra experiências e paisagens nos municípios de Parauapebas, Curionópolis e Canaã dos Carajás. Com a aprovação, a nova rota turística consolida a integração entre o poder público, iniciativa privada e comunidades locais na produção do turismo sustentável no Pará.
A ação ocorreu durante famtour que durou quatro dias e conduziu os participantes por uma imersão nas paisagens, histórias e vivências que revelam a essência do território de Carajás. Em Curionópolis, na Serra Pelada, foi apresentado a força de um dos cenários mais emblemáticos do Brasil, onde a memória do maior garimpo a céu aberto do mundo hoje se transforma em experiência cultural, com mirantes, histórias e o trabalho artesanal das bordadeiras locais.
Em Canaã dos Carajás, a conexão com a sustentabilidade e a vida no campo ganhou destaque entre balneários, produção rural e experiências de turismo de natureza. Já em Parauapebas, a Floresta Nacional de Carajás encantou os participantes com trilhas em meio à floresta amazônica, cavernas, lagoas e a riqueza do Bioparque da Amazônia, revelando um destino que une aventura, conservação ambiental e contemplação em cenários únicos do sudeste paraense.
Grupo percorreu as paisagens históricas do território de Carajás, no sudeste do Pará. Foto: Divulgação/Agência Pará
“A construção de roteiros integrados fortalece o posicionamento da região como destino turístico estratégico, ampliando oportunidades de geração de renda, inclusão produtiva e permanência do visitante nos municípios. A proposta da Rota Novo Ouro de Carajás também demonstra como o turismo pode unir patrimônio histórico, conservação ambiental e experiências autênticas em um único produto turístico regionalizado”, avaliou o secretário-adjunto da Setur, Emílio Bernardo Ramos.
Fortalecimento da região turística no Carajás
Para Hugo Almeida, gerente de estruturação dos destinos turísticos da Setur e interlocutor estadual do Programa de Regionalização do Turismo, “a iniciativa dialoga diretamente com as diretrizes do Programa de Regionalização do Turismo (PRT) ao incentivar a integração entre municípios turísticos, promovendo governança regional, valorização das identidades locais e diversificação da oferta turística da Região Turística Carajás”.
Participantes receberam o certificado de Turista Responsável ao final da rota. Foto: Divulgação/Agência Pará
Ao final da rota, foi realizado o cálculo das emissões de carbono geradas durante os deslocamentos. Como ação de compensação ambiental, cada participante recebeu um certificado de Turista Responsável produzido em papel reciclado com sementes para plantio, reforçando o compromisso com a sustentabilidade.
Parte interna do Museu da Madeira-Mamoré possui diversos itens como por exemplo as três caixas d’água de Porto Velho, conhecida popularmente como As Três Marias. Foto: Wesley Pontes/ Prefeitura de Porto Velho
O Museu da Madeira-Mamoré se consolida como um dos principais espaços de preservação histórica e cultural de Rondônia, reunindo elementos que retratam a construção da ferrovia e a formação social da região amazônica. Localizado em Porto Velho, o espaço destaca a importância dos museus na valorização da memória coletiva e da identidade regional.
Instalado no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, o museu funciona em dois galpões revitalizados às margens do rio Madeira. Com cerca de 500 metros quadrados, o local abriga um acervo com mais de 300 itens históricos relacionados à ferrovia e ao desenvolvimento do estado.
Entre os materiais disponíveis estão fotografias, ferramentas, peças utilizadas na operação da estrada de ferro, maquetes e objetos provenientes de estudos arqueológicos. O espaço também conta com conteúdos interativos que auxiliam na compreensão da trajetória da ferrovia Madeira-Mamoré e sua influência no processo de ocupação e crescimento da Amazônia.
Além do resgate da memória ferroviária, o museu também apresenta aspectos ligados à história dos povos originários, comunidades ribeirinhas e trabalhadores seringueiros, ampliando o olhar sobre a formação cultural e social de Rondônia.
De acordo com a coordenação do espaço, o museu tem a função de aproximar a população de sua própria história, permitindo que moradores e visitantes tenham acesso a informações sobre a relevância da ferrovia para a região.
O local também é utilizado para atividades educativas e culturais, incluindo visitas guiadas, exposições temáticas e ações interativas voltadas à valorização da memória regional.
Atualmente, o Museu da Madeira-Mamoré integra o conjunto de pontos turísticos e históricos de Porto Velho, atraindo visitantes interessados em conhecer mais sobre a ferrovia que teve papel importante na formação do estado de Rondônia.
O Museu da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré funciona de segunda a domingo, das 9h às 21h, no Complexo Madeira-Mamoré. Ingressos podem ser reservados em Sympla e informações pelo telefone (69) 99321-7121.
Medição do Rio Negro é feito pelo Serviço Geológico do Brasil no Porto de Manaus. Foto: Matheus Castro/Acervo Rede Amazônica AM
O Rio Negro atingiu a cota de inundação na capital amazonense. Nesta quinta-feira, 21 de maio, a medição realizada pelo Porto de Manaus chegou em 27,52 metros, dados que ultrapassam o estabelecido pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), 27,50 metros como de inundação.
Mesmo assim, de acordo com o SGB, a elevação segue gradualmente, mas em tendência padrão para o período de cheia na região. O serviço também reforça a contribuição das chuvas contínuas para a enchente na bacia do Rio Amazonas de forma sazonal, refletindo subida nos principais rios.
O último boletim do órgão aponta que trechos da calha do Purus e do Rio Negro também continuam a subir. Somente a bacia do Rio Madeira deve apresentar estabilização dentro de alguns dias. Os meses de junho e julho representam o pico da elevação.
Em Manaus, o impacto deve chegar ao centro histórico nas proximidades do mercado municipal Adolpho Lisboa, a Manaus Moderna, onde se localizam tradicionais feiras da cidade, como a da banana.
Cheias severas do Rio Negro afeta as principais avenidas do Centro Histórico de Manaus. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
As 5 maiores cheias do Rio Negro na história
A cheia mais severa registrada na cidade ocorreu em 16 de junho de 2021, quando o Rio Negro atingiu o pico histórico de 30,02 metros. Esse recorde superou a enchente anterior, que havia alcançado 29,97 metros no ano de 2012.
Em 2009, o rio atingiu 29,77 metros, a terceira maior marca, num processo de cheia que durou 244 dias. Já quarta maior cheia da história foi registrada em 2022, quando o rio negro atingiu 29,75 metros. Pulando para o século XIX, em 1953, a cheia do Rio Negro foi de 29,69 metros, a quinta da história, num período de 221 dias.
Mesmo assim, o manauara se prepara para a construção das marombas, as famosas pontes de madeira que permitem a circulação pelas áreas de comércio intenso.
Outro fator interessante é que a cheia severa é registrada após dois intensos períodos de estiagem no Amazonas.
A Capoeira do Black é um fragmento de floresta na área urbana de Belém. Foto: Ronaldo Rosa/Embrapa
Que tal transformar o seu celular em uma ferramenta de pesquisa e ajudar a mapear a biodiversidade sem sair de Belém (PA)? No dia 23 de maio, das 9h às 12h, a Embrapa Amazônia Oriental abre as portas da Capoeira do Black, um fragmento florestal em regeneração, localizado na sede da instituição, para uma trilha guiada na floresta.
O evento faz parte da Semana Nacional da Biodiversidade e propõe uma imersão na natureza para observação e registro colaborativo de fauna, flora e fungos. Para participar, basta se inscrever neste link. A adesão é gratuita, mas as vagas são limitadas.
A ação é promovida pelo Centro Capoeira, coordenado pela Embrapa e financiado pelo CNPq, e integra um esforço nacional proposto pela Aliança pelo Monitoramento Participativo da Biodiversidade Brasileira (AmpBio), que ocorre de 18 a 24 de maio em todo Brasil. O objetivo é levar o público a trocar a rotina urbana por uma imersão na natureza, onde um celular com câmera se transforma em ferramenta de pesquisa.
A pesquisadora Joice Ferreira, da Embrapa, explica que a dinâmica da visita é fundamentada na “ciência cidadã”, e com o uso do aplicativo gratuito iNaturalist qualquer pessoa pode fotografar espécies de plantas e animais, e a partir de uma curadoria científica, alimentar uma base de dados global.
“Esse processo colaborativo permite que a sociedade produza informações valiosas para auxiliar investigações de cientistas do mundo todo”, afirma.
No sábado serão realizadas três expedições à Capoeira do Black nos seguintes horários: 9h, 10h, e 11h, com duração de 50 minutos cada. Os participantes devem utilizar roupas confortáveis (calça) e sapatos fechados (tênis), e trazer suas garrafas de água. A pesquisadora destaca que as trilhas são leves e crianças, adultos e idosos podem fazer a caminhada.
Foto: Ronaldo Rosa/Embrapa
A Capoeira do Black é um fragmento florestal que está em regeneração há mais de 50 anos. São 8,5 hectares, o equivalente a quase 12 campos de futebol. No local, a pesquisa inventariou mais de 1.000 árvores e arbustos de 260 espécies distribuídas em 54 famílias botânicas, além de insetos, pássaros e pequenos animais. “Aqui temos mais espécies de plantas que em todo o Reino Unido”, exemplifica Joice Ferreira.
A atividade estimula os participantes a se aproximarem da terra, observando detalhes em folhas, troncos, insetos e fungos. Para a pesquisadora Lis Stegmann, do Museu Paraense Emilio Goeldi, “essa observação atenta é essencial para compreender a vasta rede de vida que um fragmento verde no meio da cidade é capaz de sustentar e compreender a importância da conservação e da regeneração das nossas florestas”, finaliza.
Centro Capoeira
O Centro Avançado em Pesquisas Socioecológicas para a Recuperação Ambiental – Capoeira – reúne mais de 180 pesquisadores de 33 instituições e é dedicado à recuperação de ecossistemas desmatados e degradados, integrando atividades de pesquisa em rede e ações colaborativas entre cientistas, povos e comunidades tradicionais, agricultores familiares e gestores públicos. O centro Capoeira é financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e recebe apoio do Global Centre on Biodiversity for Climate (GCBC), do Reino Unido.
Exposição reúne jornais e registros históricos que relembram conquista do pentacampeonato mundial brasileiro. Foto: Gabi Vitim/SEC-AM
Em clima de Copa do Mundo, a Biblioteca Pública do Amazonas recebe, desde a última segunda-feira (18), a exposição ‘Memórias da Copa’, mostra dedicada às conquistas da seleção brasileira no maior torneio de futebol do planeta.
A exposição reúne jornais e registros históricos que relembram a campanha do pentacampeonato mundial conquistado pelo Brasil em 2002, na Coreia do Sul e Japão, fortalecendo o diálogo entre memória, cultura e leitura nos espaços públicos da capital.
Exposição é gratuita e está aberta ao público de segunda a sexta, das 9h às 15h, na Biblioteca Pública do Amazonas. Foto: Gabi Vitim/Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa
A visitação é gratuita e está aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h, na Biblioteca Pública do Amazonas, localizada na rua Barroso, n° 57, no Centro histórico de Manaus.
A iniciativa busca aproximar o público do acervo histórico da biblioteca, incentivando visitantes a explorarem diferentes linguagens e temas por meio de materiais que marcaram momentos emblemáticos da história do futebol brasileiro.
David Nunes, gerente da Biblioteca Pública do Amazonas. Foto: Gabi Vitim/SEC-AM
Segundo o gerente da Biblioteca Pública do Amazonas, David Nunes, a proposta da exposição é utilizar temáticas específicas para aproximar a população do acervo da instituição. Ele também reforça que os materiais apresentados na mostra fazem parte do acervo do espaço cultural.
“No caso da ‘Memórias da Copa’, buscamos resgatar a emoção vivida pelos brasileiros durante os campeonatos, relembrando momentos compartilhados entre famílias, amigos e vizinhos durante os jogos. Os materiais demonstram os itens que a Biblioteca possui, aproximando a biblioteca da população não somente como um espaço de leitura, mas também de informação, entretenimento e lazer”, afirmou Davi.
A exposição ‘Memórias da Copa’ segue com uma programação de novas etapas nos próximos meses. Em junho, período em que será realizada a Copa do Mundo de 2026, a biblioteca prepara uma edição ampliada, reunindo não apenas recortes de jornais, mas também livros, objetos e outros materiais do acervo relacionados à história das Copas do Mundo.
A cidade de Manaus recebeu, nesta semana, a programação de encerramento da quarta edição do Amazônia das Palavras. Com o slam como uma das principais expressões culturais da programação, as atividades realizadas no Centro Educacional de Tempo Integral (CETI) Gilberto Mestrinho reuniram oficinas, plantio simbólico de mudas, apresentações culturais e um campeonato de poesia falada com artistas da capital amazonense, fortalecendo a participação coletiva e o protagonismo juvenil por meio da arte e da literatura.
O destaque da programação foi a oficina “SLAM – A Poesia Falada”, conduzida pelo poeta, escritor e arte-educador Emerson Alcalde, um dos principais nomes do slam no Brasil. Vice-campeão da Copa do Mundo de Slam de Paris e vencedor do Prêmio Jabuti na categoria Fomento à Leitura, Emerson trabalhou com os estudantes elementos da oralidade, performance, escrita criativa e construção poética a partir das próprias vivências dos alunos.
Durante a noite, a programação de encerramento contou ainda com a batalha Slam da Floresta, envolvendo artistas de Manaus e tendo a plateia como jurada das apresentações. A dinâmica aproximou o público da poesia oral contemporânea e reforçou o caráter popular e participativo do slam, linguagem que vem ganhando espaço em escolas, periferias e espaços culturais de todo o país.
Para Emerson Alcalde, o slam possui justamente essa capacidade de aproximar a literatura das pessoas por meio da participação e da escuta coletiva.
“Os slams já nascem com a ideia de ser mais popular, de se aproximar do público. O slam é uma grande ferramenta pedagógica que os alunos podem utilizar porque é divertido, eles gostam de coisas desafiadoras, gostam do jogo, do desafio. A proposta foi trazer isso para cá, para mostrar que a literatura não é essa coisa tão fechada e distante. Ela pode ser mais próxima das pessoas”, destacou.
Ao longo da expedição, Emerson percorreu os sete municípios atendidos pelo projeto, desenvolvendo oficinas e atividades ligadas à poesia falada. Segundo ele, a experiência no interior amazônico também provocou transformações pessoais e profissionais. “Foi uma experiência muito transformadora. Cada cidade tinha sua característica, e eu fui entendendo como adaptar as oficinas, como dialogar melhor com os alunos. Saio dessa viagem como uma outra pessoa, tanto como ser humano quanto como arte-educador”, afirmou.
Além das oficinas, a programação em Manaus também contou com o tradicional plantio simbólico de mudas, ação realizada em todas as cidades da expedição como representação do legado formativo e cultural do projeto nas comunidades participantes.
O diretor do CETI Gilberto Mestrinho, Levy Monteiro Abreu, destacou o impacto das atividades no ambiente escolar e no olhar dos estudantes sobre a própria identidade cultural.
“A escola é uma unidade viva. Um projeto como esse articula vida dentro da escola. Hoje, as oficinas mostraram isso claramente. Os alunos participaram, interagiram e começaram a perceber que seus sonhos podem se tornar realidade. O Amazônia das Palavras também traz uma liberdade cultural, em que o aluno se reconhece dentro do seu próprio povo”, afirmou.
A programação de encerramento contou ainda com a presença do diretor-presidente da Cigás, Heraldo Câmara, e do gerente de Conteúdos Especiais da Fundação Rede Amazônica, Anderson José Mendes dos Santos, representantes das instituições apoiadoras e promotoras do projeto.
Ao longo de sua quarta edição, o Amazônia das Palavras percorreu municípios do interior amazonense promovendo oficinas gratuitas de literatura, música, cinema, moda, poesia, animação e narrativas amazônicas, aproximando estudantes e comunidades de diferentes linguagens artísticas e culturais.
O Amazônia das Palavras – Quarta Edição é patrocinado pela TAG, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura; apoio da Cigás; promoção da Fundação Rede Amazônica. Realização da Associação Mapinguari, Ministério da Cultura e Governo Federal.