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Festival Zero 92 lança concurso de looks inspirados na Bandeira do Amazonas

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Artistas caracterizados com roupas alusivas a bandeira do Amazonas para o Festival Zero 92. Foto: Divulgação/Zero 92

O Festival Zero 92 anunciou uma novidade para sua segunda edição: uma competição de looks inspirados na Bandeira do Amazonas. A proposta busca valorizar a identidade cultural do estado e transformar o símbolo em expressão de moda e criatividade.

O evento será realizado no dia 25 de julho, a partir das 17h, no Mercado de Origem da Amazônia, em Manaus. A programação inclui música, arte, gastronomia e economia criativa. A entrada na pista será gratuita. Já o Camarote Caldeira terá acesso mediante compra da camisa oficial, disponível na plataforma Sympla.

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A disputa de looks será um dos destaques do festival. Os participantes devem criar produções autorais inspiradas nas cores e elementos da Bandeira do Amazonas. O concurso busca incentivar a criatividade e fortalecer a moda regional como forma de valorizar a cultura local.

“A proposta do concurso é incentivar o amazonense a vestir a nossa Bandeira do Amazonas com orgulho. Desde o ano passado, temos estimulado esse movimento e queremos que ele ganhe ainda mais força, fortalecendo o sentimento de pertencimento à nossa cultura. O Festival Zero 92 nasceu com o propósito de valorizar os símbolos amazonenses. E neste ano, o look mais criativo inspirado na Bandeira do Amazonas será premiado com um Pix de R$ 600 e um balde de cerveja”, explica Márcia Novo.

Festival Zero 92 lança concurso de looks inspirados na Bandeira do Amazonas
Criado pela cantora Márcia Novo, o Festival Zero 92 tem como objetivo colocar a cultura amazonense no centro da experiência, unindo música, arte e ocupação de espaços urbanos. Foto: Divulgação

Leia também: Como será a nova bandeira do Amazonas? Proposta de lei aprovada permite mudança histórica

Festival Zero 92 une culturas

A programação musical terá shows de Márcia Novo e da banda Água Cristalina, com participação de Vanessa Alfaia. O público também verá um tributo a Mustafá Said e Abílio Farias, com a Banda do Municipal. O festival contará ainda com o grupo “Maria Vai com as Outras”, participação de Sisi Rolim, Raízes Caboclas e os DJs Evandro Jr. e Raidi Rebello.

As Suraras do Tapajós, grupo indígena feminino de Santarém (PA), também participam do festival. Elas levam ao palco a força da música e da ancestralidade dos povos originários. A presença reforça o intercâmbio cultural entre Amazonas e Pará e destaca o protagonismo das mulheres indígenas na valorização da cultura amazônica.

Criado pela cantora Márcia Novo, o Festival Zero 92 tem como objetivo colocar a cultura amazonense no centro da experiência, unindo música, arte e ocupação de espaços urbanos. Na primeira edição, em 2025, o evento reuniu mais de 12 mil pessoas e se consolidou como plataforma de valorização dos artistas locais.

O Festival Zero 92 é fruto da parceria entre iniciativa privada, poder público e setor cultural. O evento é apresentado pela Samel Planos de Saúde e realizado pela Acauã Produções e Turismo. Conta com patrocínio do Mercado de Origem da Amazônia, Fundação Doimo, Amstel Lager e Coca-Cola. Tem apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, da Prefeitura de Manaus, via Manauscult, e da ONErpm. A promoção é da Rede Amazônica, com parceria do Bar Caldeira.

*Com informações da Rede Amazônica Amazonas

Amazon Sat transmite final da Copa da Floresta 2026 entre Manicoré e Benjamin Constant

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Duelo que vale título será no estádio Flávia Brandt de Oliveira, o Bacurauzão, em Manicoré. Foto: Laiza Balieiro/FAF

Clima de decisão na tela do Amazon Sat nesta sexta-feira (24/07). O canal do Grupo Rede Amazônica transmite a final da Copa da Floresta 2026 entre Manicoré e Benjamin Constant. A partida decisiva acontece às 20h, no estádio Flávia Brandt de Oliveira, o Bacurauzão, na cidade manicoreense, e terá exibição na TV aberta para cinco estados da região Norte e de forma online pelo Portal Amazônia.

Leia também: Copa da Floresta: 5 curiosidades sobre a maior competição de futebol amador da Amazônia

A cobertura contará com a narração de Kassio Junio, comentários de Dudu Monteiro de Paula e reportagens de Dayson Valente, além de participações especiais de João Fernandes, que vai trazer detalhes sobre a maior competição amadora de futebol da região Norte do Brasil. A transmissão inicia às 19h45, quinze minutos antes do confronto que vale o troféu da quarta edição da Copa da Floresta.

Amazonense Halbert Baia será o árbitro principal da final. Foto: Mateus Moreira/FAF

Para acompanhar na TV, é só sintonizar o Amazon Sat nos seguintes canais:

Manaus/AM: 44.1
Porto Velho/RO: 22.1
Rio Branco/AC: 31.1
Macapá/AP: 29.1
Boa Vista/RR: 23.1
Parintins/AM: 46.1

A transmissão também acontece online para todo do Brasil, através do portalamazonia.com e em tempo real pelo Globo Esporte Amazonas.

Arbitragem 100% amazonense e uso inédito do VAR

Para a final da Copa da Floresta 2026, a arbitragem será 100% amazonense. O árbitro principal da partida será Halbert Baia, acompanhado de Wilder Ayelo e José Leonardo, que atuarão como assistentes 1 e 2, respectivamente. Diego Santos será o quarto árbitro, enquanto Thamile Costa exercerá a função de quinta árbitra.

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E, pela primeira vez, será utilizado o árbitro de vídeo (VAR) na final inédita da Copa da Floresta Bemol. Adriana Costa será a árbitra de vídeo (VAR), Dimmi Yuri atuará como árbitro assistente de vídeo (AVAR), Rodrigo Novaes será o observador do VAR e Celso Rezende exercerá a função de Quality Manager.

Adquiridos pela FAF, equipamentos de árbitro assistente de vídeo (VAR) serão utilizados pela primeira vez na Copa da Floresta. Foto: Joedi Porto/FAF

Finalistas

As seleções de Manicoré e Benjamin Constant chegam invictas à final. O duelo reúne as duas melhores campanhas da competição e coloca frente a frente equipes que se destacaram pela regularidade ao longo do campeonato.

Do lado de Manicoré, a força defensiva é um dos principais trunfos. Em seis jogos, a equipe conquistou quatro vitórias e dois empates, marcou oito gols e sofreu apenas dois, a melhor defesa da Copa da Floresta Bemol.

Seleção de Manicoré na Copa da Floresta 2026
Seleção de Manicoré na Copa da Floresta 2026. Foto: Reprodução/Instagram-semjelmanicoré

Benjamin Constant chega com a mesma campanha, mas aposta no poder ofensivo. A seleção marcou 13 gols e sofreu quatro, consolidando um dos ataques mais eficientes da competição.

Seleção de Benjamin Constant na Copa da Floresta 2026. Foto: Reprodução/Instagram-Ligaesportivadbenjaminconstant

Além do troféu e medalhas, a final da Copa da Floresta também terá premiação em dinheiro. A seleção campeã receberá R$ 60 mil, enquanto a vice R$ 25 mil.

Balanço da Copa da Floresta

A Copa da Floresta Bemol 2026 mobilizou 51 seleções, distribuídas em oito regiões do estado e contabilizou 96 partidas até as semifinais. No total, foram marcados 277 gols ao longo da competição. O equilíbrio também marcou a campanha das equipes, com 75 vitórias e 19 empates registrados até a decisão.

Palhaçaria: história do teatro-circo em Manaus entre 2000 e 2010 é resgatada por dramaturgo

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Levantamento conduzido pelo artista Douglas Rodrigues reúne imagens, depoimentos e documentos sobre a expansão da palhaçaria e das linguagens circenses na cena teatral amazonense. Foto:

O diretor, encenador, dramaturgo e pesquisador Douglas Rodrigues iniciou uma investigação dedicada a reconstruir uma década da produção artística do teatro-circo em Manaus (AM). A pesquisa se concentra no período entre 2000 e 2010, momento marcado pelo encontro entre diferentes linguagens, pela expansão da palhaçaria e pela presença cada vez mais significativa de elementos circenses na cena teatral amazonense.

Desse processo nasce ‘Palhaçaria: Cartografia Visual do Teatro-Circo entre 2000 e 2010’, uma pesquisa de caráter histórico e documental que busca reunir imagens, depoimentos, trajetórias e experiências de artistas que contribuíram para transformar a cena das artes cênicas na capital amazonense. A obra está prevista para ser lançada no dia 27 de março de 2027, Dia Mundial do Circo.

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A iniciativa também dialoga com a trajetória de Douglas Rodrigues no campo da memória e da documentação cultural. Autor da trilogia dramatúrgica ‘O Outro Entre Nós’, o pesquisador participou ativamente da publicação de uma obra dedicada à memória de Ednelza Sahdo, uma das grandes referências do teatro amazonense, escrita pelo pesquisador e pedagogo Adailson Veiga.

Saiba mais: Ednelza Sahdo, a história da grande dama do teatro amazonense

Para a realização desta nova pesquisa, Douglas Rodrigues estabeleceu parceria com a produtora cultural Rafaela Guimarães, reconhecida por sua atuação e articulação no campo cultural do Amazonas.

“Na pesquisa, ela desempenha papel fundamental no encontro com artistas, gestores e personalidades diretamente envolvidos nas transformações estéticas ocorridas no teatro amazonense, especialmente a partir da incorporação das linguagens circenses à cena teatral”, coloca Douglas.

O trabalho parte da compreensão de que o diálogo entre teatro e circo não é um fenômeno recente. Ao longo da história das artes cênicas, importantes encenadores e pensadores do teatro moderno experimentaram elementos da linguagem circense em suas criações, aproximando o corpo, o gesto, o risco, o humor e a teatralidade popular das estruturas dramatúrgicas e da encenação.

A Trupe da Alegria e a palhaçaria nos hospitais

No Brasil, o circo desempenhou papel fundamental na democratização do acesso ao teatro popular. Entre o final do século XIX e meados do século XX, enquanto muitas companhias e grupos teatrais concentravam suas atividades nos grandes centros urbanos e em espaços formais de apresentação, o circo, por sua natureza itinerante, percorria cidades e comunidades levando ao público diferentes formas de expressão artística.

Em Manaus, o segmento ganhou novas configurações no início dos anos 2000. Artistas como Selma Bustamante, Socorro Andrade, Ana Cláudia Mota, entre outros nomes fundamentais, experimentaram e promoveram aproximações entre o teatro, o circo e a palhaçaria, contribuindo para uma significativa transformação da cena local.

Entre as experiências mais importantes do período está o projeto Trupe da Alegria, idealizado pela artista Socorro Andrade. A iniciativa ganhou estrutura institucional durante a gestão do então Secretário de Cultura Robério Braga, um dos entrevistados da pesquisa. A proposta levou a linguagem da palhaçaria para hospitais e espaços de atendimento à saúde.

Embora experiências semelhantes já existissem em outros estados brasileiros, a iniciativa desenvolvida no Amazonas buscou estabelecer uma estrutura própria de funcionamento, articulando a atuação artística com suporte institucional e acompanhamento profissional.

Segundo Robério Braga, a Secretaria de Cultura decidiu assumir e ampliar a proposta apresentada por Socorro Andrade, oferecendo as condições necessárias para sua execução.

“Não era uma novidade. A experiência já acontecia em outros estados, mas a nossa intenção era alcançar todas as frentes. Nós encampamos a ideia, patrocinamos e nos empenhamos para que funcionasse. Buscamos fazer de maneira mais eficiente, organizada e profissional. O nosso diferencial era contar com transporte próprio para o deslocamento da trupe, além do acompanhamento de assistente social e psicóloga junto aos artistas”, relembra Robério.

Palhaçaria: história do teatro-circo em Manaus entre 2000 e 2010 é resgatada por dramaturgo
Foto Bruno Lopes

O depoimento evidencia a importância das políticas públicas e da estrutura institucional para a consolidação de experiências artísticas continuadas. A Trupe da Alegria tornou-se parte de um movimento mais amplo de aproximação entre arte, saúde e humanização, inserindo a palhaçaria em espaços que ultrapassavam os limites tradicionais do palco.

Para a produtora Rafaela Guimarães, participar da pesquisa significa também conhecer uma parte da história cultural da cidade que permanece pouco documentada.

“Participar desta pesquisa, a convite de Douglas Rodrigues e da Associação Arte&Fato, é uma experiência enriquecedora para a minha trajetória como agente cultural. Conhecer os bastidores do teatro-circo de duas décadas atrás me permite reconhecer a importância e as significativas trajetórias dos artistas que nos antecederam”, diz ela. A realização do projeto tornou-se possível por meio de recursos da Política Nacional Aldir Blanc, com apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e do Governo Federal.

A memória artística do Amazonas

A pesquisa reúne artistas, criadores, gestores e fazedores da cultura que participaram de um movimento de aproximação entre as teatralidades e as linguagens circenses. As experiências desenvolvidas naquele período abriram novas perspectivas estéticas, influenciaram gerações posteriores e contribuíram para modificar a compreensão sobre a presença do circo e da palhaçaria na cena cultural da cidade.

Entre as personalidades que integram a pesquisa está Selma Bustamante (in memoriam), uma das referências pioneiras do diálogo entre circo e teatro em Manaus. A artista chegou à capital amazonense integrando uma caravana vinculada à Fundação Nacional de Artes – Funarte e atuou com o grupo Vento-Forte, de São Paulo. Posteriormente, estabeleceu-se em Manaus, onde deixou importante contribuição para a formação e o desenvolvimento da cena artística local.

Sua relevância permanece reconhecida na memória cultural e acadêmica da cidade. Hoje, seu nome identifica um dos espaços laboratoriais da Universidade do Estado do Amazonas – UEA. Parte significativa de sua trajetória também foi registrada pelo fotógrafo Cesar Nogueira, que gentilmente cedeu imagens de seu acervo para integrar esta cartografia visual.

Selma Bustamante. Foto: César Nogueira
Selma Bustamante. Foto: César Nogueira

Formação, intercâmbio e ocupação dos espaços públicos

Um marco importante foi a conquista, pela Associação dos Artistas Cênicos do Amazonas – Arte&Fato, de um dos primeiros prêmios nacionais destinados especificamente ao segmento circense: o Prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo. A proposta contemplava intercâmbio artístico, montagem, oficinas e temporada do espetáculo “O Menino por Detrás das Nuvens”, texto do dramaturgo mineiro Carlos Nazareth, importante referência da dramaturgia brasileira voltada ao diálogo entre teatro e circo.

O processo também contou com intercâmbio com Francisco Alves, o PH, da Intrépida Trupe. As atividades formativas foram realizadas no Centro Cultural Largo de São Sebastião, no entorno do Teatro Amazonas, onde foi instalada uma estrutura destinada à realização de oficinas de técnicas circenses.

“A escolha do espaço público tinha um significado particular. Ao desenvolver atividades abertas no coração da cidade, o projeto aproximava a formação artística dos transeuntes e transformava o cotidiano urbano em ambiente de encontro e experiência cultural. O público deixava de ser apenas espectador previamente convocado para uma sala de espetáculos. A arte passava a encontrar as pessoas em seus trajetos cotidianos”, finaliza Douglas.

Presença de metais pesados em camarões ajuda pesquisadores a mapear garimpo ilegal no Amapá

O biólogo Jefferson Romário explicou que a análise dos tecidos dos camarões, sensíveis a poluentes, permite calcular os metais e mapear a rota da contaminação. Foto: Reprodução/Rede Amazônica AP

Pesquisadores usam camarões para identificar a contaminação causada pelo garimpo ilegal no Amapá. A análise dos crustáceos revela a presença de metais pesados como mercúrio, chumbo e arsênio. O material é retirado dos tecidos e da carapaça e examinado em laboratório.

A escolha dos camarões foi estratégica. Apesar de pequenos, eles são sensíveis à contaminação e absorvem diferentes tipos de poluentes. Como se reproduzem rápido, também são fáceis de capturar.

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Segundo o biólogo Jefferson Romário, a análise dos tecidos permite calcular a quantidade de metais e identificar a rota da contaminação. As amostras são coletadas em diferentes pontos dos rios do Amapá e mostram o impacto ambiental do garimpo ilegal.

“Os camarões possuem um alto poder de bioacumulação, de modo que qualquer contaminante presente na água pode ser absorvido por eles, ficando tanto nos tecidos quanto na carapaça. Por meio de experimentos específicos, conseguimos realizar essa quantificação. Uma vez coletados e manipulados em laboratório, conseguimos avaliar a quantidade de metais presentes e também analisar a histologia desses animais, observando assim os efeitos em nível laboratorial”, explicou o biólogo.

Presença de metais pesados em camarões ajuda pesquisadores a mapear garimpo ilegal no Amapá
Foto: Reprodução/Rede Amazônica AP

Camarões revelam riscos

Os resultados apontam grande quantidade de metais pesados nos camarões, considerando o tamanho do organismo. Isso alerta para o risco de consumo por comunidades ribeirinhas.

“É uma concentração elevada para o tipo de organismo com o qual trabalhamos, já que ele apresenta capacidade de bioacumulação. Assim, à medida que se consome mais camarões, ocorre o acúmulo desses contaminantes no próprio organismo humano. Atualmente, conseguimos observar que os rios estão contaminados, evidenciando uma forte pressão antrópica, a qual pode ser detectada pelos camarões como indicadores da degradação ambiental”, destacou Jefferson.

O estudo deve ajudar a identificar áreas contaminadas e incentivar políticas públicas no Amapá. A pesquisa é feita em parceria entre a Universidade do Estado do Amapá (Ueap) e a Universidade Federal do Amapá (Unifap).

Garimpo ilegal no Amapá

Em 2026, a Polícia Federal (PF) já realizou três operações contra o garimpo ilegal no Amapá. A mais recente ocorreu no Santuário das Árvores Gigantes, área de floresta entre Laranjal do Jari (AP) e Almeirim (PA). O Santuário preocupa autoridades, que reforçaram o combate ao avanço do garimpo na região.

Em setembro de 2025, organizações ambientais alertaram que sete árvores gigantes da espécie angelim-vermelho, com mais de 80 metros de altura, correm risco de desaparecer no Amapá devido ao avanço do garimpo ilegal.

Leia também: Camarões são pequenos gigantes da biodiversidade amazônica

Presença de metais pesados em camarões ajuda pesquisadores a mapear garimpo ilegal no Amapá
Foto: Reprodução/Rede Amazônica AP

Outro foco da PF é o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque. Imagens registradas nesta segunda-feira mostram poças cavadas e contaminadas por minério dentro do Parque.

As investigações da PF mostram que organizações criminosas financiam a logística dos garimpos ilegais em áreas estratégicas. Os principais pontos de atenção são Oiapoque, Laranjal do Jari e Calçoene.

As quadrilhas não extraem apenas ouro, mas também cassiterita, mineral essencial para a indústria. O monitoramento das áreas é feito por satélite. Em alguns casos, só é possível medir o impacto quando a destruição já é extensa.

*Por Mariana Ferreira e Gabriel Morais, da Rede Amazônica AP

De cemitério a condomínio: residencial foi construído em antiga área de sepultamentos em Rondônia

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Um condomínio residencial na zona sul de Porto Velho foi construído onde funcionava o antigo Cemitério Cristo Redentor. Foto: Luiz Henrique Araújo/Acervo pessoal

Você sabia que uma área hoje ocupada por um condomínio na zona sul de Porto Velho (RO) já funcionou como cemitério público da cidade? O antigo Cemitério Cristo Redentor ficava na região do bairro Eletronorte, próximo ao Hospital João Paulo II, uma área que hoje é conhecida por concentrar imóveis em uma das zonas mais valorizadas da capital.

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A história começa em 1967, quando a Prefeitura de Porto Velho decidiu criar o Cemitério Cristo Redentor para substituir o então superlotado Cemitério dos Inocentes. A informação é apontada em uma pesquisa do historiador Luís Henrique Araújo.

Mas a mudança não foi imediata. Segundo o historiador, o novo cemitério ainda passou por obras de adaptação e só começou a funcionar de fato em 1970, quando passou a receber os primeiros sepultamentos.

O problema é que a escolha da área trouxe dificuldades logo nos primeiros anos. Durante o período de chuvas, o local alagava com frequência por causa do lençol freático alto. Isso prejudicava os sepultamentos e levantava preocupações sanitárias, já que havia risco de contaminação do solo e de poços rasos próximos.

Leia também: Cemitério alagado, ‘casas iglu’ e outros casos curiosos em Porto Velho são relembrados por historiador

De cemitério a condomínio: residencial foi construído em antiga área de sepultamentos em Rondônia
Foto: Reprodução/Google Maps

Mesmo com adaptações, a situação não se resolveu. Em 1975, a Prefeitura decidiu desativar o cemitério para novos sepultamentos. A decisão foi oficializada no Decreto nº 641, de 20 de janeiro de 1975, que determinou a paralisação dos cemitérios dos Inocentes e do Cristo Redentor.

Na prática, isso significava que os dois espaços deixariam de receber novos enterros. O motivo era a falta de capacidade do Cemitério dos Inocentes e, no caso do Cristo Redentor, os constantes alagamentos e o alto custo de manutenção da área.

O próprio decreto cita que manter o funcionamento exigiria obras caras de drenagem, sem garantia de solução definitiva.

Com isso, a Prefeitura abriu um novo espaço de sepultamentos em outra área da cidade, às margens da estrada que dá acesso à Cachoeira de Santo Antônio, no rio Rio Madeira. A partir daí, os sepultamentos foram sendo interrompidos e o espaço começou a perder sua função original, acompanhando o crescimento urbano de Porto Velho.

Leia também: Cemitério dos Inocentes guarda parte da história de Porto Velho e do Brasil

De cemitério a área residencial

Anos depois, o terreno passaria por uma transformação completa. Segundo o historiador, o processo de remoção dos corpos aconteceu de forma definitiva em 1982, sete anos após a desativação, em uma operação que envolveu a Prefeitura e empresas ligadas à Usina Hidrelétrica de Samuel.

A proposta era transformar a área em uma vila residencial planejada, destinada principalmente a funcionários da Eletronorte, como engenheiros e médicos.

O trabalho de exumação e transferência dos restos mortais começou com uma missa e reuniu familiares que acompanharam o translado. Cerca de 690 sepultados foram retirados do local e levados para o Cemitério Santo Antônio, processo que durou cerca de um ano.

No lugar do antigo cemitério, surgiu um conjunto residencial fechado, que ao longo dos anos se consolidou como uma área valorizada da zona sul de Porto Velho, marcada pelo crescimento urbano e pela expansão imobiliária da cidade.

*Por Vallery Sena, da Rede Amazônica RO

II Sarau das Artes – Música em Movimento reúne artistas amazonenses da música, poesia e dança em Manaus

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Foto: Divulgação/Fórum Setorial da Música do Amazonas

Manaus (AM) recebe a segunda edição do Sarau das Artes – Música em Movimento, iniciativa do Fórum Setorial da Música do Amazonas, no dia 31 de julho. O evento que transforma o palco do Teatro Gebes Medeiros, localizado na Avenida Eduardo Ribeiro, no Centro, está marcado para iniciar a partir das 17h.

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O Sarau é um grande encontro de artistas, compositores, poetas, dançarinos e amantes da cultura regional. Com entrada gratuita, o evento reafirma seu compromisso com a valorização da produção artística independente, promovendo o intercâmbio entre diferentes linguagens e aproximando o público dos talentos que constroem diariamente a identidade cultural do Amazonas.

Segundo o produtor executivo Fred Farias, o sarau surgiu da necessidade dos artistas locais terem mais espaços para mostrar suas produções.

“A ideia surgiu em setembro do ano passado quando a cantora Wendy Lady trouxe a proposta para o Fórum Setorial da Música do Amazonas, baseada em sua experiência no Rio de Janeiro (RJ), onde participou de alguns eventos com esse escopo. O Fórum aproveitou totalmente a proposta e montamos um grupo de trabalho que buscou ajustar agenda e apoio para a realização”, conta.

Leia também: Conheça 6 músicas de três artistas do Beiradão amazonense

Assim, a programação foi pensada para reunir apresentações musicais, poesia, dança e momentos de participação do público por meio do tradicional ‘Microfone Aberto’, fortalecendo o caráter democrático e colaborativo do sarau.

Música, poesia, dança: arte amazonense viva

Entre as atrações confirmadas estão a soprano Carol Martins, o compositor Rodriggo Lima, representando o boi-bumbá autoral, a cantora Nadia Marques, o poeta Souza Junior Rezos, Cida Aripoia & Junior Xoque, o Grupo de Dança XV de Outubro, além das participações de Rojefferson Moraes, DJ Carapanã e diversas manifestações artísticas.

“A seleção de artistas é feita por convite pela equipe de organização e também por solicitação no próprio evento, quando estamos todos reunidos. A equipe é formada pelo Maestro Everaldo Barbosa (candidato a conselheiro na cadeira de Música do Concultura), Wendy Lady, Frank Roosevelt, Leina Regina, Denny Vira-lata, Neto Simões, Jorge Dias, Dinari Macuxi e eu”, explica Farias.

O Sarau das Artes tem como objetivo estimular a circulação da produção cultural amazonense, criar oportunidades para novos artistas e fortalecer o diálogo entre os diversos segmentos da arte, consolidando-se como um espaço permanente de expressão, formação de público e valorização da cultura local.

A organização reforça que a proposta é fazer do evento um ponto de encontro entre artistas e sociedade, incentivando o acesso gratuito à cultura e ampliando a visibilidade da música produzida no Amazonas.

A direção artística é do Maestro Everaldo Barbosa, com coordenação geral de Frank Roosevelt e produção executiva de Fred Farias, Wendy Lady, Jorge Dias, Dinari Macuxi, Denny Vira-lata, Leina Tavares, Neto Simões.

Medicinas indígenas no campo acadêmico são tema de palestra do Centro de Estudos da Fiocruz Amazônia

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Turista no Centro de Medicina Indígena, o Bahserikowi, em Manaus. oto: Ivan Barreto

O Centro de Estudos do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) apresenta no dia 24 de julho, às 10h (horário Manaus), a palestra ‘O que são as medicinas indígenas e como estão sendo construídas no campo acadêmico e nas políticas públicas’, ministrada pelo pesquisador André Fernando Baniwa.

Ele é o Assessor Técnico em Medicinas Indígenas na Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI/Ministério da Saúde) e o evento será on line, coordenado pelo Laboratório de Situação de Saúde e Gestão do Cuidado de Populações Indígenas e outros Grupos Vulneráveis (SAGESPI) da Fiocruz Amazônia.

A atividade será transmitida via plataforma Teams, por meio deste link, utilizando o ID 296 112 277 061 556 e a senha de acesso NT9rD3Sx. A moderação será feita pelo pesquisador Fernando Jose Herkrath.

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Medicinas indígenas

Segundo o pesquisador, as medicinas indígenas são sistemas próprios de cuidado, cura e produção de saúde, baseados em conhecimentos ancestrais que articulam corpo, espírito, território, natureza e coletividade.

“No campo acadêmico, vêm sendo reconhecidas como saberes legítimos, especialmente por meio de pesquisas interculturais, da valorização das epistemologias indígenas e do diálogo entre ciência e tradição. Nas políticas públicas, sua incorporação ocorre principalmente no Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SASI-SUS), que busca respeitar práticas tradicionais e promover a atenção diferenciada. Esse processo fortalece a defesa dos direitos dos povos indígenas e a construção de modelos de saúde interculturais no Brasil”, explica.

Leia também: Bahserikowi: o primeiro centro de medicina indígena da Amazônia

Medicinas indígenas no campo acadêmico são tema de palestra do Centro de Estudos da Fiocruz Amazônia - pesquisador André Fernando Baniwa
Foto: Divulgação/Fiocruz Amazônia

André Baniwa

André é Assessor Técnico em Medicinas Indígenas na Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI/Ministério da Saúde), escritor, empreendedor social e liderança do povo Baniwa. É Agrozootécnico, Tecnólogo em Gestão Ambiental e Mestre em Sustentabilidade junto a Povos e Territórios Tradicionais pela Universidade de Brasília (UnB).

É o autor dos livros ’25 anos de gestão de associativismo da OIBI para o bem viver Baniwa e Koripako’ (2018) e ‘Bem viver e viver bem segundo o povo Baniwa no noroeste amazônico’ brasileiro (2019).

Centro de Estudos

O Centro de Estudos do ILMD/Fiocruz Amazônia é um núcleo que oportuniza encontros, palestras, seminários e debates sobre diversos temas ligados à pesquisa e ao ensino para a promoção da saúde. Os eventos são gratuitos e ocorrem às sextas-feiras. As atividades são destinadas a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e trabalhadores da área da Saúde.

*Com informações da Fiocruz Amazônia

AgroBV 2026 reúne tecnologia, negócios e inovação em Boa Vista

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Maior feira do agro de Roraima, AgroBV 2026 começa dia 30 de julho. Foto: Manoel Kipissy

AgroBV consolidou-se como o maior evento do agronegócio de Roraima. Promovida pela Prefeitura de Boa Vista, a 6ª edição reúne tecnologia, inovação, capacitação e oportunidades para fortalecer o setor produtivo e valorizar a agricultura familiar. O evento ocorre de 30 de julho a 2 de agosto, no Centro de Difusão Tecnológica (CDT), na região do Bom Intento.

A programação contará com a participação de 80 expositores, entre empresas, instituições e empreendedores. Além disso, inclui shows musicais com artistas da terra, proporcionando entretenimento para toda a família.

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AgroBV 2026 reúne tecnologia, negócios e inovação em Boa Vista
Evento contará com 80 expositores, além de shows com artistas locais e atrações para toda a família. Foto: Diane Sampaio/PMBV

Entre os principais atrativos está o campo aberto, com 22 hectares de plantio destinados à demonstração de tecnologias, inovações e variedades agrícolas, além do tradicional Campo de Girassóis.

Para o secretário municipal de Agricultura e Assuntos Indígenas (SMAAI), Cezar Riva, o AgroBV representa um espaço estratégico para impulsionar o desenvolvimento do setor produtivo, aproximando tecnologia, conhecimento e oportunidades dos produtores rurais.

Leia também: Prefeitura amplia calçada e ciclovia entre João de Barro e Cidade Satélite

Entre os 22 hectares de plantio do AgroBV 2026, o tradicional Campo de Girassóis é um dos grandes destaques. Foto: Giovani Oliveira/PMBV

“O AgroBV é um evento que fortalece a agropecuária, incentiva o agronegócio e cria oportunidades para quem vive e trabalha no campo. Além de apresentar novas tecnologias e promover a troca de conhecimento, o maior evento do agronegócio do estado aproxima produtores, empreendedores e a população, valorizando a produção local e contribuindo para o desenvolvimento econômico de Boa Vista e de Roraima”, destacou.

A programação também conta com as corridas AgroRun, para adultos, e AgroRun Kids, voltada ao público infantil. Outro destaque é a Fazendinha, espaço com animais em exposição e atividades interativas que prometem diversão e aprendizado para toda a família.

A programação também conta com as corridas AgroRun, para adultos, e AgroRun Kids, voltada ao público infantil. Foto: Jonathas Oliveira/PMBV

A Praça de Alimentação será outro destaque, oferecendo uma ampla variedade de opções gastronômicas. Os visitantes poderão saborear produtos típicos da agricultura familiar, como milho-verde, paçoca, bolos e diversas receitas preparadas com ingredientes cultivados no campo.

Médicos enfrentam desafio de identificar e orientar sobre doenças tropicais no verão amazônico no Pará

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Médicos enfrentam o desafio de identificar sinais precoces, orientar comunidades e reduzir complicações. Foto: Divulgação

Apesar da redução no número de casos prováveis de dengue no Pará, o aumento das mortes pela doença em 2025 acende um alerta para a gravidade das arboviroses no estado. Dados da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) apontam 17 mil casos prováveis de dengue neste ano, uma queda de cerca de 14% em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram registrados 19,7 mil casos. Em contrapartida, os óbitos mais que dobraram: passaram de 11 para 28, demonstrando que, embora menos frequente, a doença continua apresentando alto potencial de gravidade.

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No verão amazônico, a combinação de calor intenso, chuvas irregulares e períodos de estiagem cria o cenário ideal para a proliferação de mosquitos transmissores de doenças como dengue, chikungunya, malária, leptospirose, febre Oropouche e febre Mayaro.

No Sul e Sudeste do Pará, especialistas alertam que o acúmulo de água parada e as mudanças climáticas favorecem a reprodução de vetores como o Aedes aegypti e o Anopheles, aumentando o risco de surtos.

“O padrão climático da região favorece o aumento dos casos, que podem evoluir para formas graves e até levar ao óbito quando não diagnosticados e tratados precocemente”, explica o infectologista Harbi Othman, professor da Afya Marabá.

Leia também: Portal Amazônia responde: O que são doenças tropicais?

verão amazônico
saúde
Verão amazônico. Foto: Maycon Nunes/Agência Pará

Segundo o especialista, a prevenção continua sendo a principal estratégia para reduzir a circulação dessas doenças. Eliminar criadouros, manter caixas-d’água fechadas, descartar corretamente o lixo, utilizar repelentes, telas de proteção e mosquiteiros são medidas simples, mas fundamentais. O diagnóstico precoce também é decisivo para evitar complicações.

O cenário nacional reforça esse desafio. Dados do Boletim Epidemiológico Brasileiro mostram que as regiões Norte e Nordeste concentram as maiores taxas de casos e mortes por doenças tropicais negligenciadas, realidade diretamente associada às desigualdades sociais e às condições ambientais.

Embora existam avanços científicos, como a utilização de mosquitos Aedes aegypti infectados com a bactéria Wolbachia, capaz de reduzir a transmissão de vírus como dengue e chikungunya, o controle do mosquito ainda depende, principalmente, do engajamento da população.

“Enquanto não tivermos vacinas amplamente seguras e eficazes para todas essas doenças, o combate aos criadouros e as ações comunitárias continuam sendo nossas ferramentas mais importantes”, reforça Othman.

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Foto: Roberta Raiol/Afya Abaetetuba

Pequeno mosquito, grande desafio

Para a bióloga e mestre em Zoologia Roberta Raiol, professora da Afya Abaetetuba, o combate às arboviroses precisa fazer parte da rotina da população.

“As arboviroses fazem parte do cotidiano da Amazônia e podem ser prevenidas com atitudes simples. Compreender como o clima influencia a proliferação dos mosquitos e reconhecer os sinais de alerta é essencial para proteger a saúde individual e coletiva”, afirma.

Ela destaca que a eliminação de focos do mosquito deve ocorrer não apenas dentro das residências, mas também em quintais, terrenos, escolas e espaços públicos. A orientação é realizar inspeções semanais em calhas, vasos de plantas, pneus, garrafas, caixas-d’água e qualquer recipiente que possa acumular água.

Além da dengue, zika e chikungunya, transmitidas pelo Aedes aegypti, a especialista chama atenção para doenças emergentes na região, como as febres Oropouche e Mayaro. Apesar de apresentarem sintomas semelhantes aos de outras arboviroses, elas são transmitidas por outros vetores e exigem avaliação médica para um diagnóstico correto.

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Outro alerta importante é evitar a automedicação. Ao apresentar sintomas compatíveis com qualquer arbovirose, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação e tratamento adequado.

Saiba reconhecer os principais sintomas

  • Dengue: febre alta, dor de cabeça, dores no corpo, dor atrás dos olhos e manchas na pele. Dor abdominal intensa, vômitos persistentes e sangramentos são sinais de gravidade.
  • Zika: febre baixa, manchas avermelhadas, coceira e conjuntivite. O maior risco é para gestantes, devido à possibilidade de malformações fetais.
  • Chikungunya: febre alta e dores intensas nas articulações, que podem persistir por meses.
  • Febre amarela: febre, calafrios, dores musculares, náuseas e, nos casos graves, icterícia e sangramentos.
  • Febre Mayaro: sintomas semelhantes aos da chikungunya, principalmente febre e dores articulares.
  • Febre Oropouche: febre, dor de cabeça, dores musculares, náuseas e calafrios.

*Com informações da assessoria

Shizen Veículos Honda celebra 27 anos e movimenta o mercado automotivo de Manaus

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Fachada da Shizen Veículos do Shopping Ponta Negra. Foto: Divulgação

A Shizen Veículos Honda completa 27 anos de atuação em Manaus neste mês de julho e celebra a data com uma campanha que integra história, relacionamento, experiência e oportunidades comerciais.

Com o conceito “Shizen e você: 27 anos realizando sonhos e construindo histórias”, a campanha destaca a trajetória construída ao lado de clientes, colaboradores, empresas e famílias que escolheram a marca ao longo de quase três décadas.

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Mais do que uma ação comemorativa, a programação foi estruturada para movimentar diferentes áreas da operação, incluindo veículos novos, Venda Direta, Consórcio Honda, Shizen Seminovos e pós-venda.

Durante todo o mês, os clientes vão encontrar condições especiais de aniversário, atendimento consultivo, possibilidades de avaliação de veículos usados, simulações e ações de relacionamento nas unidades Shizen Matriz, no Parque Dez, e Shizen Shopping Ponta Negra.

Segundo Luana Potira, gerente geral da Shizen, o aniversário representa a continuidade de uma relação construída com o público de Manaus.

“Chegar aos 27 anos é reconhecer todas as pessoas que fizeram e continuam fazendo parte da história da Shizen. Queremos celebrar essa trajetória reforçando a confiança Honda, a qualidade do atendimento e criando novas oportunidades para os nossos clientes”.

Shizen Veículos Honda celebra 27 anos e movimenta o mercado automotivo de Manaus
Interior da Shizen Veículos Parque 10, decorada para comemorar o aniversário da loja. Foto: Divulgação

A campanha terá como ponto alto o Honda Day Shizen, programado para 25 e 26 de julho, com ações especiais nas duas unidades da concessionária. O evento foi estruturado para reunir atendimento especializado, avaliação de veículos usados, simulações, test drives e condições especiais para diferentes perfis de clientes.

Entre os modelos participantes estão Honda HR-V, WR-V, City Sedan e City Hatch, além de oportunidades direcionadas para empresas, pessoas com deficiência, taxistas e motoristas de aplicativo, conforme critérios e condições de cada modalidade.

No dia 25 de julho, a programação será realizada na Shizen Matriz, das 8h às 17h. No dia 26, o Honda Day continua na unidade do Shopping Ponta Negra, das 14h às 21h, no Piso L1.

Consulte nos canais de comunicação da Shizen a programação completa e as condições da campanha.

Shizen Veículos

A Shizen Veículos integra o Grupo Simões, um dos conglomerados empresariais mais sólidos da região Norte. Como concessionária oficial Honda em Manaus, a empresa construiu sua reputação sobre atendimento personalizado, serviços de qualidade e o compromisso de entregar os automóveis inovadores produzidos pela Honda do Brasil.

Serviço

Shizen Matriz

Av. Umberto Calderaro, 1973-A – Parque Dez

Shizen Shopping Ponta Negra

Av. Coronel Teixeira, 5705 – Piso L1

Honda Day Shizen:

  • 25 de julho: Shizen Matriz – 8h às 17h
  • 26 de julho: Shopping Ponta Negra – 14h às 21h