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Caverna do Maroaga, o paraíso das grutas e cachoeiras no Amazonas

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Caverna do Maroaga, em Presidente Figueiredo. Foto: Ricardo Oliveira/Sema AM

No meio da floresta, uma das formações geológicas mais antigas do flanco norte da Amazônia brasileira surge como um paraíso para a prática do ecoturismo. A Área de Proteção Ambiental (APA) Caverna do Maroaga, localizada no município de Presidente Figueiredo, abriga uma área de 374.700 hectares de um conjunto de cavernas, grutas e cachoeiras, que formam uma das mais belas paisagens do Amazonas.

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Devido ao fácil acesso pela capital, o lugar se tornou um atrativo turístico bastante procurado para ficar perto da natureza e de espécies nativas da região. A APA é uma das 42 Unidades de Conservação (UC) gerenciadas pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

Quem for se aventurar na APA poderá conhecer, por exemplo, a Caverna do Maroaga e a Gruta da Judeia, localizadas no Km 06 da margem direita da estrada de Balbina (AM-240). O complexo de cavernas de formação arenítica, onde se localiza a Caverna Refúgio do Maroaga, é um dos atributos mais relevantes da região.

Galo-da-serra. Foto: Pedro Moraes/Sema AM

Entre as aves, destaca-se o belíssimo galo-da-serra, encontrado próximo aos paredões rochosos das cavernas e que tem atraído visitantes em busca da atividade ecoturística de birdwatching (observação de pássaros).

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Para visitar a Caverna do Maroaga e a Gruta da Judeia é necessária a presença de um guia. Para chegar à caverna, os visitantes fazem trilha de cerca de 600 metros em meio à floresta. A entrada para grupos de até cinco pessoas custa em média R$ 100. Para grupos maiores, o valor cobrado individualmente é de R$ 20 por visitante. O número máximo de pessoas que um guia pode acompanhar é 10 visitantes por vez.

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Atrativos turísticos

A rodovia estadual AM-240, que liga a sede do município de Presidente Figueiredo ao distrito de Balbina, atravessa a porção sul da APA, de leste a oeste. Ao longo dessa rodovia se encontra a grande maioria dos atributos naturais turísticos em uso na UC.

Os atrativos estão divididos em cachoeiras, grutas, cavernas, corredeiras e demais formações rochosas. Ao todo, 70% das atrações encontram-se no entorno da AM-240, inseridos na unidade geológica do grupo trombetas, que apresenta feições de relevos mais intensificadas do que nas outras unidades geológicas presentes na UC. Os outros 30% estão presentes em uma faixa ao longo da BR-174, no Km 100.

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Entre os atributos naturais turísticos, 57% são cachoeiras e 10% são corredeiras, correspondendo às áreas mais atrativas na Unidade. Essas áreas possuem um conjunto de recursos naturais no seu entorno, como florestas e sua fauna, propiciando ambientes com um leque amplo de opções para o desenvolvimento de atividades de lazer, aliadas à sensibilização e interpretação ambiental.

A Caverna do Maroaga possui, ao todo, 47 atrativos turísticos, com destaque para grutas, cavernas e rochas expostas. Do total, são de uso turístico:

  • Caverna do Maroaga (AM-240, Km 06)
  • Gruta da Judeia (AM-240, Km 06)
  • Cachoeira Santuário (AM-240, Km 12)
  • Cachoeira dos Pássaros (AM-240, Km 13)
  • Cachoeira da Porteira (AM-240, Km 13)
  • Cachoeira da Maroca (AM-240, Km 13)
  • Corredeira Sossego da Pantera (AM-240, Km 20)
  • Cachoeira da Neblina (AM-240, Km 51)
  • Corredeira da Neblina (AM-240, Km 51)
  • Cachoeira da Pedra Furada (AM-240, Km 57)
  • Cachoeira Santo do Ypi (AM-240, Km 57)
  • Cachoeira das Quatro Quedas (BR-174, Km 107)
  • Cachoeira das Orquídeas (BR-174, Km 107)
  • Cachoeira/Corredeira das Lages 2 (BR-174, Km 112)
  • Cachoeira do Castanhal (da loira) (BR-174, Km 134)

Em outras áreas às quais o acesso é restrito, a entrada é realizada somente com a autorização do proprietário, que pode, ou não, cobrar valores monetários para permitir o usufruto dos atributos presentes em sua propriedade.

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Acesso

O acesso à APA Caverna do Maroaga é feito principalmente por via terrestre, pela BR-174, que liga o Amazonas a Roraima no trecho Manaus-Caracaraí-Boa Vista. Saindo de Manaus por esta rodovia, até a sede do município de Presidente Figueiredo, percorrem-se 107 quilômetros.

A APA inicia no Km 98, no cruzamento da BR-174 com a margem esquerda do rio Urubu. Outro acesso é feito pela mesma rodovia, virando-se à direita no Km 104, na rodovia que leva à Usina Hidrelétrica (UHE) de Balbina, a AM-240.

Refúgio indígena

A APA Caverna do Maroaga foi assim denominada por referência ao atributo natural mais conhecido da área, a caverna Refúgio do Maruaga.

Os guias locais contam ser o nome uma referência a um índio guerreiro, da tribo Waimiri-Atroari, que teria utilizado o local como refúgio nas décadas de 1960 e 1970, durante o período de construção da rodovia BR-174. “Maruaga”, na língua indígena, seria um título dado aos chefes das tribos.

*Com informações da Sema AM

Arraial, sertanejo, tacacá: pesquisa nacional revela preferências culturais em Rio Branco

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Arraial é o evento mais esperado pelos rio-branquenses. Foto: José Caminha/Secom AC

Preferência por festas juninas, sertanejo e apaixonados por tacacá e baixaria. Estes são alguns traços do perfil dos moradores da capital acreana, Rio Branco, apontados pela pesquisa Cultura nas Capitais divulgada nesta terça-feira (3). Segundo o levantamento, a festa junina é considerada o evento cultural mais importante da cidade por 28% dos moradores, seguida pela feira agropecuária Expoacre, que aparece com 16% das menções e é promovida pelo governo do Estado, um índice muito acima da média das capitais brasileiras para esse tipo de evento, que é de apenas 1%.

O ritmo musical mais ouvido também segue as linhas dos eventos que mais agradam os rio-branquenses, sendo que o sertanejo lidera com folga as preferências musicais em Rio Branco, pois é o estilo favorito de 55% da população, muito acima da média das outras capitais, que ficou em 34%.

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Esses são alguns dos dados revelados pela pesquisa Cultura nas Capitais, maior levantamento sobre o tema já produzido no Brasil, que analisou o comportamento dos moradores das 26 capitais e do Distrito Federal. A pesquisa da JLeiva Cultura & Esporte ouviu 600 pessoas em Rio Branco e contou com patrocínio do Itaú e do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Rouanet, Lei Federal de incentivo à Cultura do Ministério da Cultura. O projeto também tem a parceria da Fundação Itaú. A pesquisa foi feita na capital entre 19 de fevereiro e 17 de maio.

Sobre os espaços culturais, as pessoas citaram pelo menos 80 pontos. Os mais frequentados são praças, jardins e parques, além de shopping e centro comerciais. Os espaços religiosos também aparecem nas menções, assim como bibliotecas. A pesquisa mostra que a maioria dos moradores já conhecem o Palácio Rio Branco, cartão postal e um ponto histórico da capital. No levantamento, 74% dos entrevistados disseram conhecer o espaço, outros 62% disseram conhecer a Biblioteca Pública e 51% também conhecem o Museu da Borracha.

Arraial no gosto popular

A festa junina aparece como o evento mais importante na capital para 28% da população ouvida, ultrapassando os blocos de Carnaval, por exemplo. Em seguida, aparecem os eventos de agricultura, com 16%, e o Carnaval, com 8%. Já 5% também citam eventos religiosos. No gosto musical, 55% preferem sertanejo, 32% gospel, 22% forró, 17% pagode e 15% funk. Rock é o estilo preferido de 8% dos entrevistados.

O arraial é algo tão forte culturalmente que, neste ano, o governo do Acre reconheceu várias organizações de quadrilhas juninas como patrimônio cultural do estado e também o Instituto Junina Pega-Pega, como de utilidade pública.

“Confesso, de coração, que no primeiro Arraial Cultural que nós fizemos eu fiquei impressionado. Eu não tinha noção da dimensão do que era o movimento junino. O Estado pode fazer, pode colaborar, mas se não for a dedicação de cada um de vocês, a gente não consegue. Então, minha gratidão a todos por esse trabalho impressionante, que faz parte da nossa cultura acreana”, ressaltou o governador Gladson Camelí durante a assinatura da sanção das leis que foram propostas pelo deputado estadual, Pedro Longo.

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Também duas festas que mexem com a economia e movimentam o estado são a Expoacre Juruá e a Expoacre Rio Branco. Em Cruzeiro do Sul, o sertanejo marca presença na maior feira de agronegócios este ano, com shows de Gusttavo Lima, Wesley Safadão, além de Raça Negra e outras atrações.

Expoacre é o segundo evento que os rio-branquenses elegeram como principal. Foto: Pedro Devani/Secom AC

O público escuta mais música por meio do celular, o que corresponde a 85% das pessoas ouvidas. Outros 75% escutam em som portátil e outros 41% escutam no carro. Segundo os dados, 33% ainda escutam música no rádio, mais 27% no computador, outros 16% em CD ou DVD e ainda 3% em vinil. Utilizam ainda aplicativos, como Youtube, Spotify e Tik Tok , 68%, 44% e 34% dos entrevistados, respectivamente.

Ainda na área de tecnologia, os rio-branquenses apontaram que a TV (58%) e o celular (21%) são os aparelhos mais usados para assistir filmes e séries. Do total de entrevistados, 30% o fazem pelo streaming e outros 21% pela TV aberta.

Tacacá e baixaria: principais pratos

Quando o assunto é culinária, o rio-branquense escolhe o tacacá e a baixaria como os que representam melhor os sabores da capital. Na pesquisa, 27% apostam na baixaria e outros 22% no tacacá. Churrasco, rabada, cozidão, panelada e canjica também estão entre as preferências.

Tipicamente acreana, a baixaria tem uma receita bem simples: farinha de milho (fubá ou cuscuz, como é conhecido em algumas regiões do país), carne moída, tomate, cheiro-verde e ovo frito.

Servido no café da manhã nos mercados populares em todo o estado, é um dos pratos mais pedidos por quem quer recarregar as energias.

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Baixaria é um prato popular em Rio Branco. Foto: Eduardo Duarte /Rede Amazônica AC

Já o tacacá leva tucupi, jambu, goma de tapioca, camarão, cebola, pimenta de cheiro, chicória e outros temperos que dão gosto à iguaria. E, mesmo com um clima quente como o do Acre, é um dos xodós dos acreanos.

Os pratos que são quase unanimidade entre os entrevistados ouvidos podem ser encontrados em pontos turísticos da cidade, além de serem fortalecidos com as feiras solidárias e eventos culturais, que ocorrem não apenas na capital.

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“Os espaços culturais de Rio Branco apresentam grande parte da nossa história e riqueza cultural. Além de serem lugares para expressões artísticas, turismo pedagógico com visita de escolas e espaços para reconhecimento e pertencimento dos acreanos, as praças, calçadões e museus também podem ser palco para fomento da economia local, integrando o desenvolvimento cultural, econômico e turístico”, destacou o secretário de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete), Marcelo Messias. 

*Com informações da Agência Acre

Dança urbana é aliada à matemática em método educativo no Pará

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Breaking e matemática são unidos para ajudar no aprendizado. Foto: Alexandre de Moraes 

Estilo de dança urbana marcado por passos acrobáticos e movimentos rápidos, o Breaking nasceu nas ruas de Nova York (EUA), na década de 1970, e, ao longo dos anos, foi ganhando popularidade no mundo. Reconhecidamente um movimento da periferia, em 2024 chegou a Paris como modalidade olímpica e, apesar de ter perdido a vaga na próxima edição das olimpíadas, em Los Angeles 2028, segue em destaque no curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal do Pará (UFPA), em que virou tema de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Breaking: um encontro interdisciplinar entre matemática e dança‘ foi o título do trabalho de Jonata do Socorro dos Santos Neves, que buscou investigar as potencialidades do breaking como recurso pedagógico para o ensino de Matemática.

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Antes de entrar na graduação, Jonata Neves já praticava a dança por meio do Grupo Sheknah Crew, que conheceu ainda como estudante do ensino básico. Todavia, com as novas tarefas advindas da graduação, sua participação no grupo ficou em segundo plano, mas a paixão pela arte continuava a acompanhá-lo.

E foi percebendo a dificuldade que os estudantes tinham em compreender cálculos matemáticos que ele decidiu, com o auxílio da professora Cristina Lúcia Dias Vaz, resgatar essa relação com a dança e ensinar Matemática.

“Comecei a pesquisar sobre novos métodos de ensino, por conta das dificuldades que temos em aprender Matemática, desde o ensino básico. A metodologia mecânica, voltada somente para realização de provas, acaba fazendo com que muitos alunos criem aversão, principalmente quando se trata de assuntos mais abstratos, como Álgebra. Porém percebi, desde o meu ensino médio, que tudo que era contextualizado com o nosso dia a dia tinha uma aceitação melhor. Na graduação, busquei tornar concreto aquilo que, muitas vezes, é abstrato”, contextualiza Neves.

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Cartografia, conceitos abstratos e movimentação

Utilizando o método de Cartografia e fazendo uso do conceito de dança criativa, que visa transmitir conhecimentos abstratos por meio da movimentação, Jonata colocou, lado a lado, Matemática e Arte, em uma oficina que introduziu conceitos de Análise Combinatória para seis praticantes do Grupo de breaking Sheknah Crew, chamados de b-boys. A atividade foi realizada no Instituto de Ciências Exatas e Naturais – Icen, da UFPA.

“O método de Cartografia permite ver o que surge da intersecção de duas áreas diferentes, nesse caso, a Matemática e a Dança. E, além disso, a metodologia permite que o pesquisador não esteja de fora, somente olhando. Pelo contrário, ela quer que ele adentre o espaço da pesquisa em si. Como eu já participava dos dois ambientes de maneira ativa, consegui, com propriedade, registrar tanto as características da Dança quanto as da Matemática”, detalha o autor.

Os participantes da oficina não tinham proximidade com o ensino de Matemática. Por esse motivo, antes de abordar conceitos da área, Jonatas abordou o breaking.

Grupo Sheknah Crew, do Pará. Foto: Reprodução/Instagram-sheknah_crew

“Coloquei um contexto de breaking [para os participantes], que foi uma composição com uma sequência de movimentos diferentes. Em seguida, perguntei: ‘pessoal, como a gente pode compor uma sequência de movimentos a partir desses passos? Quero que vocês com binem da maneira que vocês preferirem’. E fui registrando cada combinação feita. Depois, perguntei de quantas formas diferentes podemos combinar esses passos, de tal maneira que sempre obtenhamos uma sequência diferente e cada passo seja utilizado somente uma vez. E aí, começaram as respostas”, relembra.

 Com essa atividade, Neves foi introduzindo conceitos da Análise Combinatória, utilizando o princípio multiplicativo para solucionar o problema junto aos b-boys. A atividade gerou um retorno positivo e fez com que os participantes entendessem conteúdos com os quais, antes, não tinham familiaridade.

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“Eu não sabia o que era Análise Combinatória, então, ele [Jonata] conseguiu trazer o tema de Matemática, que era muito distante de mim, para uma coisa que é muito próxima, que é a minha dança. Na oficina, a gente tava até para além do que ele já tava falando, fomos combinando várias coisas. Agora, basicamente, eu vejo o conteúdo de uma forma bem diferente de quando eu vi no ensino médio”, relata Gabriel Silva, um dos b-boys que participaram da oficina.

Como projeto futuro, Jonata Neves pretende levar a metodologia de ensino que pesquisou para dentro das escolas, visando apresentá-la a professores e alunos. “Pude constatar que, tendo a dança como primeira motivação, os participantes atenderam ao conteúdo e ficaram mais solícitos a se aprofundarem nele. Existem conteúdos matemáticos que dialogam com a dança e que podem ser ensinados por meio dela. Minha expectativa é que essas metodologias ganhem, cada vez mais, espaço na Academia”, finaliza.

Sobre a pesquisa

O TCC ‘Breaking: um encontro interdisciplinar entre matemática e dança‘ foi defendido por Jonata do Socorro dos Santos Neves, em 2024, no Curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal do Pará. CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/4879047917072386. Orientação: Cristina Lúcia Dias Vaz.

*O conteúdo foi originalmente publicado pelo Jornal Beira do Rio, da UFPA, edição 174, escrito por André Furtado

Guia reúne informações sobre peixes ornamentais amazônicos exportados pelo Amazonas

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Caracídeo ornamental, conhecido popularmente como “tetra asa branca”. Foto: Reprodução/livro ‘Guia de Peixes Ornamentais Exportados pelo Estado do Amazonas’

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam), por meio do Laboratório de Ictiologia, lançou o livro ‘Guia de Peixes Ornamentais Exportados pelo Estado do Amazonas’, uma obra técnico-divulgativa que reúne informações essenciais sobre as principais espécies amazônicas comercializadas internacionalmente para fins ornamentais.

Disponível gratuitamente no repositório institucional da Ufam (Acesse AQUI), o guia é fruto do trabalho colaborativo de professores e discentes engajados na valorização da biodiversidade ictiofaunística regional.

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O livro se destaca por oferecer uma abordagem acessível, ilustrada e cientificamente fundamentada das espécies oriundas, majoritariamente, da bacia do Rio Negro.

A publicação surge como uma resposta à crescente demanda de aquaristas e profissionais do setor, interessados em conhecer a fundo as espécies amazônicas mais representativas do comércio internacional. Em especial, destaca-se o papel do município de Barcelos, considerado a capital brasileira dos peixes ornamentais, de onde são oriundos exemplares emblemáticos como o cardinal (Paracheirodon axelrodi) e o acará-disco (Symphysodon spp.), verdadeiros ícones do aquarismo global.

Leia também: Peixes ornamentais do Amazonas: conheça prática que atrai entusiastas do mundo inteiro

O guia descreve detalhadamente aspectos morfológicos, ecológicos e comportamentais de dezenas de espécies, utilizando critérios taxonômicos atualizados e de fácil interpretação. As fotografias que ilustram a obra — muitas delas captadas com os animais ainda vivos – conferem dinamismo e valor estético ao conteúdo, tornando-o especialmente atrativo para aquaristas, estudantes, pesquisadores, pescadores e empreendedores do setor.

O livro é assinado por Kedma Cristine Yamamoto, André da Silva Sampaio, Laiza Sarmento de Souza, Hélio Daniel Beltrão dos Anjos, Thaynara Sofia Gomes Vieira, Sara de Castro Loebens, Wallacy Andriano Cavalcante Campos, Montgomery Garrido da Silva, Neiliane do Nascimento Soares e Chiara Lubich Cardoso

A iniciativa foi viabilizada com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e contou com o prefácio da professora Adriana Malheiro Alle Marie que destaca a relevância do livro como ferramenta de educação científica e valorização dos saberes amazônicos.

*Com informações da Ufam

Confira as atrações nacionais confirmadas na Festa dos Visitantes 2025 em Parintins

Festa dos Visitantes no Bumbódromo de Parintins. Foto: Reprodução/Arquivo SEC-AM

A Festa dos Visitantes 2025, evento que antecede a abertura do Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas, terá os cantores Pablo e Nattan como atrações nacionais.

O evento acontece no dia 26 de junho, a partir das 19h30 no Bumbódromo de Parintins e também contará com shows de artistas locais.

Pelo terceiro ano consecutivo, a entrada será gratuita, com a doação de dois itens de alimentos não perecíveis. A novidade desta edição está na entrega dos alimentos, que será feita na entrada do evento.

Leia também: Conheça os 21 itens avaliados nas apresentações do Festival Folclórico de Parintins

Como forma de incentivo e valorização dos artistas regionais, a Festa dos Visitantes 2025 terá muito Boi-Bumbá com apresentações de artistas dos bois Caprichoso e Garantindo.

Os cantores Arlindo Neto, Prince do Boi e Júnior Paulain se apresentarão pelo Boi-Bumbá Caprichoso. Já Sebastião Júnior, Carlinhos do Boi e Leonardo Castelo serão as atrações do Boi-Bumbá Garantido.

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Nos intervalos, a animação ficará por conta da DJ Layla Abreu e a noite ainda contará com o show de Cella Bartholo, ex-The Voice Kids.

A partir das 22h, os fãs de arrocha poderão curtir o show do cantor Pablo. Conhecido como o ‘Rei do Arrocha’, o cantor é dono de grandes sucessos como “Pecado de Amor”, “A Casa ao Lado”, “Homem Não Chora”, “Bilu Bilu”, “Fui Fiel”, entre outros hits.

Cantor Pablo. Foto: Divulgação

O cantor Nattan encerra a festa, com o show que começa a partir da meia-noite e vai até às 1h30. O artista ultrapassa os mais de 10,3 milhões de ouvintes mensais nas plataformas de música, com hits como “Tem Cabaré Essa Noite”, “Comunicação Falhou” (feat. Mari Fernandez) e Morena.

Cantor Nattan. Foto: Divulgação

Entrada

Na edição de 2025 o público não precisará trocar os itens alimentícios por pulseiras, sendo necessário apenas entregar os alimentos diretamente nos portões de entrada, no momento em que chegarem ao Bumbódromo. Pontos de triagens serão montados no local para avaliar as condições dos produtos doados e, por isso, o público precisará ficar atento à validade dos itens.

A entrada solidária para a festa dos visitantes acontece desde 2023, quando o Governo do Amazonas passou a organizar o evento e realizá-lo na arena do Bumbódromo, com o patrocínio da empresa Eneva nas atrações nacionais.

O evento antecede o 58º Festival de Parintins e, neste ano, é incentivado pela Lei Rouanet, Ministério da Cultura e patrocinado pela empresa Eneva. A operacionalização ficará a cargo do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

Leia também: 58º Festival Folclórico de Parintins é lançado no Amazonas

Doações

Os alimentos arrecadados serão entregues para Organizações da Sociedade Civil (OSCs) do município, selecionadas pelo Fundo de Promoção Social (FPS) por meio de chamada pública. Será permitida a doação dos seguintes itens: Arroz; Feijão, Café, Farinha, Macarrão, Leite em pó, Salsicha em lata, Conserva em lata, Sardinha em lata.

A lista dos itens também será publicada nas redes sociais do Governo do Amazonas e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e na Agência Amazonas.

Produção de café de açaí no Amapá reaproveita mais de 200 toneladas de caroços do fruto

Café de açaí produzido no Amapá. Foto: Reprodução/Engenho Café de Açaí

Baseada na bioeconomia, o Engenho Café de Açaí aliou duas paixões: o açaí e o café. Dados da empresa apontam que, nos últimos quatro anos, mais de 200 toneladas de caroços de fruto foram reutilizados na produção.

A Startup surgiu com o propósito de dar um novo destino aos resíduos do ‘Ouro Negro‘ da Amazônia. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), só em 2024 foram produzidas 22 mil toneladas do fruto, com 1.760 hectares de área plantada, totalizando em R$ 65 milhões.

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A pesquisa do IBGE aponta ainda que no Amapá há pelo menos 2 milhões de pés de açaí plantados, sendo o fruto o principal produto de consumo dos amapaenses.

Amapá produz pelo menos 22 mil toneladas de açaí em 2024. Foto: Rafael Aleixo/Rede Amazônica AP

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O empreendimento do casal Lázaro Gonçalves e Valda Gonçalves começou de maneira simples. A matéria-prima era triturada de forma manual, num pilão.

Do modo de preparo ao gosto que traz os traços do fruto da Amazônia amapaense combinado com as sensações ao tomar um café, Lázaro destaca que o maior diferencial do produto é a preocupação com o meio-ambiente.

“Durante os últimos quatro anos de operação, já reaproveitamos mais de 200 toneladas de resíduos de açaí. Nós estamos alinhados com oito das 17 ODS da Organização das Nações Unidas (ONU), então isso é muito importante. Tem a questão da Amazônia, que é um apelo muito forte, por isso somos fortes concorrentes para disputar com o mundo” afirma Lázaro.

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Hoje, a empresa conta com sete funcionários atuando em uma fábrica que distribui produtos para o Brasil e outros países.

“A gente começou com capacidade de dez quilos, depois pulamos para 600 quilos a 1000 quilos por mês, agora nossa capacidade é de 13 toneladas por mês e futuramente 30 toneladas por mês”, afirmou Lázaro.

Empresa investe no conceito de economia verde. Foto: Reprodução/Engenho Café de Açaí

A empresa aposta no conceito de economia Verde que visa integrar a economia com a sustentabilidade ambiental e a justiça social. O crescimento econômico está atrelado a uma forma que não comprometa o meio ambiente e população.

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A ideia inovadora foi indicada junto a outras duas empresas ao prêmio Earthshot Prize, criado pelo herdeiro da coroa britânica, príncipe William.

*Por Mariana Ferreira, da Rede Amazônica AP

Portal Amazônia responde: o que é Licenciamento Ambiental?

Floresta Amazônica vista de cima. Foto: Adriano Gambarini

O licenciamento ambiental é o procedimento administrativo realizado junto aos órgãos ambientais, que podem ser definidos ao nível do município (como, por exemplo, a Semmas Clima, em Manaus), ao nível de estado (como o IPAAM, no Amazonas) e ao nível do governo federal (como o IBAMA e o ICMBio).

“O licenciamento ambiental é um procedimento administrativo exigido pelo órgão municipal, estadual ou federal questionando do empreendedor como ele vai diminuir e mitigar os impactos ambientais”, explicou o doutor em Geografia pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Deivison Molinari, ao Portal Amazônia.

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De acordo com o professor, todo empreendimento, como a construção de um shopping em uma cidade, vai precisar de diversas autorizações, por exemplo: o alvará de funcionamento da prefeitura. Nesse contexto, os órgãos ambientais também solicitam documentos e laudos para validar a viabilidade do empreendimento em questão.

Ao conceder o licenciamento ambiental, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), em Manaus (AM), exige que o responsável pelo empreendimento detalhes como o destino do esgotamento sanitário do local. A medida inclui a definição sobre para onde serão encaminhados os dejetos dos banheiros, bem como a água utilizada em pias e outros pontos de consumo.

O objetivo é garantir que esses resíduos sejam tratados de forma adequada, sem causar danos ao meio ambiente. O plano apresentado deve indicar o sistema de coleta, transporte e tratamento dos efluentes, respeitando as normas técnicas e ambientais em vigor.

Leia também: Geoportal: nova ferramenta orienta interessados em obter licenciamento ambiental no Amazonas

Fiscalização também faz parte do licenciamento. Foto: Reprodução/Arquivo Ipaam

Etapas do Licenciamento Ambiental 

A Resolução CONAMA nº 237/97 informa sobre os procedimentos e critérios para o licenciamento ambiental, bem como sobre as atividades e os empreendimentos sujeitos a esse tipo de licença, como: Atividades agropecuárias (agricultura, florestas, caça e pesca), Mineração, Obras civis, entre outros.

O licenciamento ambiental possui três etapas básicas, conforme a legislação:

  • a licença prévia,
  • a licença de instalação
  • e a licença de operação.

A licença prévia é responsável pela documentação do empreendimento (plantas e mapas).

Já a licença de instalação é a fase em que a obra está funcionando, quando profissionais da construção civil já estão trabalhando e as máquinas funcionando. Nesse momento, é solicitado o laudo de estudos de impacto ambiental, para saber quais os danos que serão causados e como se vai mitigar e diminuir esses impactos. 

A terceira fase é a licença de operação, nessa fase são entregues os documentos de monitoramento de impactos para os órgãos ambientais, renovada a cada dois anos.

O objetivo do licenciamento, segundo Deivison Molinari, é compatibilizar o desenvolvimento econômico social com um meio ambiente ecologicamente equilibrado.

Leia também: Licenciamento ambiental: proposta aprovada no Senado unifica procedimentos e simplifica concessão de licenças

*Por Rebeca Almeida, estagiária sob supervisão de Clarissa Bacellar

Raimundo Nonato: Teatro Amazonas perde seu funcionário mais antigo

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Raimundo Nonato. Foto: Divulgação/Secom AM

Raimundo Nonato Pereira do Nascimento, conhecido como ‘Nonatinho’, nasceu em 26 de fevereiro de 1936, e entrou para a história do Teatro Amazonas quando participou da restauração do maior cartão postal de Manaus (AM). O servidor teve a morte confirmada nesta terça-feira (3) em anúncio feito pelo governador do estado, Wilson Lima.

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Nonato atuava como pedreiro desde os 14 anos e, em 1974, foi contratado para trabalhar na restauração da cúpula do Teatro. Com a carteira assinada pela Fundação Cultural do Amazonas, desde então ele passou a atuar como porteiro, bilheteiro, assistente técnico, agente administrativo e cenotécnico. Foram mais de cinco décadas dedicadas ao Teatro Amazonas.

Em 2019, foi eternizado como ‘Nonatinho’, personagem da vinheta de abertura dos espetáculos, além de uma placa ao lado de grandes nomes que marcaram a história do teatro.

Leia também: As cores do Teatro Amazonas: conheça a curiosa história por trás das cores que o teatro já teve

Raimundo faleceu aos 89 anos, a causa da morte ainda não foi revelada. O velório acontece no Teatro Amazonas até às 10h de quarta-feira (04/06), e a partir daí o corpo segue para o sepultamento no Cemitério Recanto da Paz, em Iranduba.

A Secretaria de Cultura do Estado fez uma homenagem com as contribuições de Nonato em toda sua trajetória:

Amazon Sat transmite edição especial de 25 anos do Boa Vista Junina; veja a programação

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Apresentações do Boa Vista Junina 2025 serão transmitidas pelo Amazon Sat. Foto: Katarine Almeida/PMBV

Começou o mês de junho e com ele a agitação das festas juninas que está chegando no canal Amazon Sat. Entre 3 e 8 de junho, a 25ª edição do Boa Vista Junina, evento que movimenta a capital de Roraima, será transmitido ao vivo pelo canal.

A transmissão da competição, no horário de Roraima, acontece nos dias 3 (terça), 4 (quarta), 5 (quinta) e 6 (sexta) de 19h à 1h, e no dia 8 (domingo) de 19h às 22h, a celebração das vencedoras.

Segundo o coordenador de conteúdo e programação do Amazon Sat, Lemmos Ribeiro, a cada ano de transmissão é possível mostrar um pouco mais da rica cultura de Boa Vista.

“Sempre trabalhamos para manter o nível da transmissão e levar o melhor da região para cada vez mais pessoas conhecerem o quão vasta é a nossa cultura”, afirma.

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A apresentadora Deborah Lima acompanha mais uma vez a tradicional festa de pertinho. “Fico muito feliz em participar de mais uma edição do Boa Vista Junina, ainda mais em um momento de celebração dos 25 anos do Maior Arraial da Amazônia. E também em poder ter o privilégio de apresentar a tradicional competição de quadrilhas, um movimento tão importante para enaltecer a cultura do estado e que traz maior visibilidade para a nossa região Norte. Vai ser lindo e cheio de novidades”, assegura.

Por falar em novidades…

Conhecido como o “maior arraial” da Amazônia, o evento acontece mais uma vez na Praça Fábio Marques Paracat, localizado no Centro da cidade. Mas este ano a Arena Junina está grandiosa: com capacidade para receber mais de 5 mil pessoas.

A competição contará com a participação de 24 grupos – 12 do Grupo Especial e 12 do Grupo de Acesso. O concurso, com apresentações de até meia hora, segue de 3 a 6, a apuração está marcada para o dia 7 e a apresentação das campeãs será no dia 8, quando o evento encerra. Além de troféu, a vencedora do Grupo Especial também garantirá um pacote com passagens aéreas para representar Roraima no cenário nacional de quadrilhas.

Além disso, entre as novidades que marcam os 25 anos da competição, está a premiação técnica individual, com troféus para os três primeiros colocados nas categorias de visagismo, cenografia e iluminação cênica

Leia também: Quadrilhas se preparam para emocionar no tablado do Boa Vista Junina

Para o diretor executivo do Concurso de Quadrilhas Juninas, Chiquinho Santos, a edição comemorativa de 2025 será um verdadeiro espetáculo da cultura popular. “O público pode esperar ainda mais brilho e emoção este ano. Ampliamos a capacidade da Arena Junina, atendendo a um pedido antigo da comunidade. Também aumentamos o tablado para mais de 700 metros quadrados, garantindo mais liberdade de criação para os grupos. Tudo isso para celebrar os 25 anos de história do Boa Vista Junina com a grandiosidade que ele merece”, disse.

Evento acontece mais uma vez na Praça Fábio Marques Paracat. Foto: Richard Messias/PMBV

Programação

Terça-feira (3) – A partir das 19h:

Abertura e Premiação dos Destaques Juninos

Grupo Acesso

Joaninha Caipira (Tema: Amazônia, o pulmão do mundo: em busca do equilíbrio dos quatro elementos)
Coração de Estudante (Tema: O Contador de Histórias em “A Nossa Vila Nordestina”)
Namoro Caipira (Tema: Eu Sou o Tempo) – Grupo Acesso

Grupo Especial

Espantalho Junino (Tema: Na trilha do Sertão, onde coragem é lei e liberdade e paixão)
Explosão Caipira (Tema: 25 anos – É Festa no Reino de São João!)
Eita Junino (Tema: A Arte de Quem Vive da Fé)

Quarta-feira (4) – A partir das 19h:

Grupo Acesso

Coração Alegre (Tema: Brado de um povo guerreiro)
Sinhá Benta (Tema: Quilombo)
Matuta Encantá (Tema: Um amor a seguir, o começo de uma nova história)

Grupo Especial

Escola Forrozão (Tema: Asas da liberdade)
Garranxê (Tema: A Lágrima que floresce)
Amor Caipira (Tema: Sucupira – Um lugar onde tudo pode acontecer)

Quinta-feira (5) – A partir das 19h

Grupo Acesso

Estrela Junina (Tema: Meu São João é Assim)- Grupo Acesso
Evolução Junina (Tema: Mulheres, coragem, luta e democracia)
Arrasta Pé (Tema: A cor da minha pele não te diz quem sou)

Grupo Especial

Tradição Macuxi (Tema: Um matuto na Marquês de Sapucaí)
Xamego na Roça (Tema: Café com aroma de mulher)
Zé Monteirão (Tema: Anacrônico, enquanto há tempo)

Sexta-feira (6) – A partir das 19h

Grupo Acesso

Luar do Sertão (Tema: Casamento Matuto)
Coração do Sertão (Tema: Meu São João de Todos os Tempos)
Filhos de Makunaima (Tema: Zerbine Araújo: O legado de um forrozeiro apaixonado)

Grupo Especial

Furacão Caipira (Tema: O São João é que encanta o seu olhar)
Coração Caipira (Tema: Caboclo romeiro de São Pedro)
Agitação (Tema: O sagrado feminino é junino)

Sábado (7)

Maior Paçoca do Mundo
18h – Apuração e Premiação
20h45 – Cabelos de Prata
21h10 – Juventude na Roça (Projeto Crescer)
21h30 – Forrozinho
22h – Criança Caipira (Mirim)
22h30 – Casal de Noivos
22h40 – Grupo de Dança Folclórica Tribo Waiká
23h10 – Campeã Emergente

Domingo (8)

19h – Conviver
19h30 – Xameguinho (Mirim)
20h – Coraçãozinho (Mirim)
20h30 – Campeã do Grupo de Acesso
21h10 – Campeã do Grupo Especial

7 mistérios na Amazônia encontrados por explorador no Google Maps

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Amazônia é explorada por perfil no Instagram. Foto: Reprodução/Google Maps

A Amazônia é cheia de mistério, não é mesmo? Com mais de 50 mil seguidores, o perfil @exploradordaterra, no Instagram, tem conquistado muitos seguidores ao utilizar tecnologia para explorar os cenários mais curiosos e, muitas vezes, enigmáticos do mundo. E, claro, a imensidão da floresta amazônica não ficou de fora desse “mapeamento digital”.

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Por meio do Google Maps — plataforma que oferece imagens de satélite e mapas de todo o mundo —, os administradores da página compartilham registros de locais surpreendentes, alguns até misteriosos, escondidos no coração da Amazônia.

Veja algumas das descobertas que mais chamaram a atenção dos internautas:

Pirâmide escondida na floresta

Uma formação em formato de pirâmide foi identificada no meio da densa floresta amazônica. A imagem intrigante gerou muitos questionamentos nas redes. De acordo com a publicação, pesquisas arqueológicas recentes já identificaram mais de 400 geoglifos e estruturas semelhantes ocultas sob a vegetação da Amazônia, o que reforça a hipótese de antigas civilizações que habitaram o território.

Leia também: Imagens inéditas revelam marcas de civilizações antigas em geoglifos no Amazonas

Casa abandonada às margens do rio

Em meio à vastidão verde, a página localizou uma casa isolada na Amazônia, aparentemente construída em madeira, próxima a um leito de rio. Na legenda, os administradores especulam que o imóvel possa ter servido como abrigo para pescadores, ribeirinhos ou exploradores que se aventuraram pela região.

Pista no meio do nada

Uma extensa pista de pouso surge em uma área completamente desabitada na Amazônia, sem qualquer sinal de infraestrutura por perto. “O que uma pista desse tamanho tá fazendo aqui onde não existe absolutamente nada?”, questiona a legenda da publicação, levantando teorias entre os seguidores sobre sua real função.

Clareira de formato perfeito

Outro achado curioso é uma clareira com contornos quase perfeitos, moldada como um quadrado no meio de uma das florestas mais densas do planeta. A simetria chama atenção e gera dúvidas: seria obra da natureza, de antigos povos ou de atividades recentes?

Leia também: Geoglifos escondidos na Amazônia são detectados por laser

Uma aldeia isolada?

A página também compartilhou imagens de uma formação que aparenta ser uma aldeia isolada, completamente cercada pela floresta. A descoberta levanta questões sobre populações indígenas que vivem em relativo isolamento e os desafios da preservação cultural e ambiental.

Leia também: Hi-Merimã, o povo indígena que escolheu permanecer isolado no Amazonas

O vulcão mais antigo do mundo é brasileiro

Pouca gente sabe, mas o Vulcão Amazonas, localizado na região do Escudo das Guianas, entre os estados do Amapá e Pará, na Amazônia, é considerado o vulcão mais antigo do planeta. Situado próximo à fronteira com a Guiana Francesa, ele não é ativo e representa um marco geológico de mais de 1,9 bilhão de anos.

Leia também: Você sabia que existem vulcões na Amazônia?

A cratera de impacto mais impressionante da América do Sul

O Google Maps também revelou imagens da imponente Cratera de Araguainha, resultado do impacto de um meteoro há cerca de 250 milhões de anos. Com aproximadamente 40 quilômetros de diâmetro, ela se estende entre os municípios de Araguainha (MT) e Ponte Branca (MT/GO), sendo a maior cratera do tipo na América do Sul.