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Dia Mundial do Meio Ambiente: 8 dicas para usar menos plástico em viagens na natureza

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Dicas para usar menos plástico no meio ambiente. Foto: divulgação

Neste 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente chama atenção para um dos maiores desafios contemporâneos: a poluição plástica. Criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), a data é dedicada à reflexão sobre a urgência da preservação ambiental.

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Em 2025, o tema escolhido é “O fim da poluição plástica global”, e reforça o alerta sobre os impactos do consumo excessivo de plástico, que já ultrapassam os oceanos e alcançam os corpos humanos, a cadeia alimentar e ecossistemas inteiros.

De acordo com a Oceana, ONG internacional que defende a preservação dos mares, o Brasil está entre os maiores poluidores plásticos do planeta, com 1,3 milhão de toneladas do material no oceano. No setor de turismo, o ecoturismo vem se consolidando como uma alternativa viável e educativa para quem quer explorar o mundo com menor impacto ambiental.

Leia também: Dia do Meio Ambiente: conheça os projetos da Fundação Rede Amazônica voltados à preservação ambiental

meio ambiente

Leia também: Crianças indígenas entregam manifesto pelo meio ambiente a ministras

Com base na atuação da plataforma PlanetaEXO no segmento de turismo de natureza e de baixo impacto, foram reunidas algumas orientações simples e eficazes para reduzir o uso de plásticos durante viagens. Segundo Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO, ao proporcionar experiências em áreas remotas e ambientalmente sensíveis, contribui para aumentar a conscientização sobre os impactos da poluição plástica. “As pessoas voltam transformadas. Esse impacto pessoal pode ser o primeiro passo para mudanças mais amplas”, destaca.

Confira as dicas abaixo:

1. Leve sua própria garrafa reutilizável
Garrafas plásticas continuam entre os principais resíduos encontrados em trilhas, rios e praias. Para evitar o descarte desse material, leve sempre uma garrafa reutilizável. Modelos com isolamento térmico ou filtro são ideais para manter a água fresca e segura durante expedições longas, sem depender de embalagens descartáveis.

2. Diga não a embalagens plásticas em trilhas
Evite o consumo de lanches industrializados, como barras de cereal ou salgadinhos, que geram resíduos difíceis de gerenciar em áreas naturais. Prefira alimentos frescos ou secos levados em potes reutilizáveis, panos encerados ou sacos de tecido. Além de reduzir o lixo, você incentiva um consumo mais consciente.

3. Informe-se e compartilhe
Antes de viajar, conheça os impactos da poluição plástica na região e as boas práticas adotadas localmente. Durante a viagem, compartilhe esse conhecimento com outras pessoas, seja em uma conversa ou pelas redes sociais. O exemplo individual ajuda a formar uma cultura coletiva de respeito ao meio ambiente.

4. Escolha protetores solares sem plástico e microplásticos
Muitos protetores solares vêm em embalagens plásticas e ainda contêm microplásticos em sua composição, que acabam indo parar nos rios e mares, afetando diretamente a vida aquática. Prefira opções biodegradáveis, livres de plástico e com embalagens sólidas ou refiláveis. É uma escolha simples que reduz seu impacto ambiental sem comprometer a proteção da pele.

5. Incentive e apoie comunidades locais que reciclam
Em muitos destinos naturais, a gestão de resíduos é feita por cooperativas ou pequenos grupos locais. Apoiar essas iniciativas, seja contratando seus serviços ou comprando produtos reciclados, fortalece a economia da região e contribui diretamente para a redução de plásticos descartados de forma irregular.

6. Armazene seu lixo até encontrar o descarte correto
Em trilhas ou regiões remotas, pode ser difícil encontrar lixeiras ou pontos de coleta. Por isso, leve uma sacola resistente para guardar seu lixo até poder descartá-lo de forma adequada. É uma atitude básica, mas essencial para evitar o acúmulo de resíduos em áreas protegidas.

7. Evite snacks embalados industrialmente em trilhas
Além de gerarem mais lixo, esses produtos geralmente não são reaproveitáveis ou recicláveis em campo. Prepare seus próprios lanches com antecedência ou compre a granel. Isso evita o uso de plásticos descartáveis e ainda permite escolhas alimentares mais saudáveis e econômicas.

8. Reutilize potes de vidro ou silicone para guardar alimentos
Esses recipientes são duráveis, seguros e versáteis. Servem para armazenar lanches, restos de comida ou mesmo itens de higiene pessoal, como sabonetes ou cremes. Ao evitar embalagens descartáveis, você reduz o impacto da sua presença nos locais visitados.

Trilha Chico Mendes. Foto: divulgação

Segundo Lucas Ribeiro, reduzir o uso de plástico durante uma viagem não exige grandes esforços, apenas mais atenção às escolhas feitas em cada etapa, do planejamento à estadia no destino. Para ele, cada atitude conta e pode gerar um impacto direto no meio ambiente. Embora o ecoturismo não seja uma solução isolada para a crise do plástico, Ribeiro acredita que ele faz parte do caminho.

“O ecoturismo conecta as pessoas à natureza, incentiva hábitos mais conscientes e apoia comunidades que vivem da preservação. É por meio dessa vivência que muitos viajantes passam a repensar suas práticas no dia a dia”, afirma.

O blog do PlanetaEXO reúne sugestões práticas para quem deseja adotar hábitos mais sustentáveis durante viagens, com foco na redução do uso de plástico em experiências de ecoturismo.

Leia também: Boi Caprichoso se une a projeto de conservação do Ministério do Meio Ambiente, PNUD e Ipaam

Sobre o Planeta EXO

O PlanetaEXO é uma plataforma de ecoturismo dedicada a conectar viajantes do mundo inteiro a experiências sustentáveis e autênticas no Brasil. Com o compromisso de apoiar comunidades locais e proteger o meio ambiente, o PlanetaEXO promove o turismo como uma força transformadora para a conservação e o desenvolvimento sustentável. Por meio de parcerias com operadoras locais, a empresa divulga as belezas naturais do Brasil para o mundo, com foco em promover um turismo mais consciente e responsável.

Dia do Meio Ambiente: teste no quiz se você sabe algumas inverdades sobre a Amazônia

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No Dia Internacional do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, não tem como não pensar na Amazônia. Sua dimensão e importância para a preservação da vida no planeta são fundamentais e geram diversas discussões.

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Por conta disso, muitas vezes algumas informações difundidas não são corretas e até mesmo algumas inverdades acabam sendo adotadas por aí.

Confira no quiz algumas dessas questões e teste seus conhecimentos:

Dia do Meio Ambiente: A Amazônia não é cenário — é protagonista da vida no planeta

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Comunidade ribeirinha na Amazônia. Foto: Adriano Gambarini/Instituto Mamirauá

Por Olimpio Guarany

No Dia Mundial do Meio Ambiente, a Amazônia não pede licença — ela se impõe.

Com seus rios que cortam fronteiras, suas árvores que tocam o céu e seus povos que vivem em profunda conexão com a terra, a Amazônia é muito mais do que uma pauta ambiental: ela é uma chance real de futuro.

Para nós, amazônidas, o meio ambiente nunca foi apenas um tema de conferência ou um slogan de campanha. Aqui, o meio ambiente é o quintal da casa, a água que se bebe, o alimento que se colhe, o som do tambor que ecoa nos festejos populares, o conhecimento que passa de geração em geração.

Em 2025, o mundo vai olhar para nós. A COP 30 será realizada em Belém do Pará, pela primeira vez em território amazônico. Será a hora e o lugar para que a floresta fale — e que o mundo escute.

Mas o que a Amazônia tem a dizer?

Ela fala de urgência, porque é nela que os efeitos da crise climática já são sentidos com força. O regime de chuvas alterado, a seca histórica dos rios em 2023, a perda acelerada da biodiversidade e o aumento das queimadas são sinais de um ecossistema pressionado ao limite. Estudos mostram que já perdemos cerca de 20% da floresta original — e o ponto de não retorno, quando a Amazônia deixaria de ser floresta para se transformar em savana, está perigosamente próximo.

Ela fala de sabedoria, porque seus povos conhecem formas de viver em equilíbrio com a natureza. Povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas, extrativistas e agricultores familiares têm tecnologias sociais, práticas sustentáveis e modos de vida que garantem a conservação da floresta. Eles não são obstáculos ao progresso — são guardiões do futuro.

Ela fala de resistência, porque tem enfrentado a exploração predatória e a indiferença histórica. Por séculos, a Amazônia foi vista como terra distante, a ser explorada, ocupada ou ignorada. Mas essa narrativa está mudando. E precisa mudar de vez.

Neste dia simbólico, é preciso lembrar: não há solução para o clima sem a Amazônia viva.

Por do sol na floresta amazônica. Foto: Reprodução/Conexão Planeta

É hora de valorizar a ciência que brota da floresta, os saberes ancestrais que nela habitam, a cultura que pulsa em seus territórios, e os projetos sustentáveis que unem economia, inclusão e conservação. Bioeconomia, restauração florestal, energias limpas, manejo comunitário e certificação de produtos da sociobiodiversidade são caminhos reais — mas precisam de apoio, visibilidade e investimento.

A COP 30 precisa ser mais do que uma reunião diplomática. Ela precisa ser uma oportunidade de escuta dos povos da floresta, de pactos concretos para frear o desmatamento, de compromissos com a justiça climática e com o desenvolvimento de baixo carbono. E quem vive aqui tem muito a contribuir — com voz própria, e não como figurante de discursos prontos.

Que o Dia do Meio Ambiente não seja apenas lembrança, mas chamado.

Chamado à escuta.
Chamado à ação.
Chamado à responsabilidade.

Porque a Amazônia não é o pulmão do mundo.
Ela é o coração de um planeta que ainda pode pulsar mais forte — se aprendermos a respeitá-la.

Sobre o autor

Olimpio Guarany é jornalista, documentarista, economista e professor universitário. Realizou a expedição histórica, navegando o rio Amazonas, desde a foz até o rio Napo (Peru) por onde atingiu o sopé da cordilheira dos Andes e depois subiu a Quito, Equador (2020-2022), refazendo a saga de Pedro Teixeira, o conquistador da Amazônia (1637-1639).

*O conteúdo é de responsabilidade do colunista

Territórios indígenas poderão comercializar créditos de biodiversidade com certificação própria

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Territórios indígenas poderão comercializar créditos de biodiversidade. Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom

O Instituto LIFE, integrante do Fórum da Aliança Global de Créditos de Biodiversidade, deu início à elaboração de diretrizes específicas para a certificação de territórios indígenas, com o objetivo de viabilizar a futura comercialização de créditos de biodiversidade nestas áreas.

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A iniciativa foi anunciada após a participação do Instituto em um workshop da COP 16 da Biodiversidade, realizado em Cali, na Colômbia, e responde à crescente demanda de lideranças indígenas por mecanismos que respeitem suas especificidades culturais e assegurem a integridade ambiental de seus territórios, ao mesmo tempo em que garantem condições de participação neste novo mercado.

Leia também: Indígenas de Roraima mantêm tradição na produção artesanal de farinha e vendem até para a Guiana

Territórios indígenas
Territórios indígenas poderão comercializar créditos de biodiversidade. Foto: Arewana Juruna.

Leia também: Agricultores e povos indígenas conservam 70 mil hectares de florestas amazônicas

O projeto foi impulsionado pela demanda dos povos indígenas da etnia Parintintins dos territórios Ipixuna e 9 de janeiro, em Rondônia, através do desenvolvimento de projetos com consultores da Rede Expert LIFE (grupo de consultores treinados e credenciados pelo sistema de certificação). O interesse e a demanda tornaram evidente a necessidade de adaptar a metodologia LIFE à realidade destes povos e territórios, considerando se tratarem de situações especiais que requerem devida atenção.

A primeira etapa da iniciativa prevê uma visita de campo a estas duas terras indígenas em Rondônia, programada para maio, como parte de um projeto da organização InCarbon, aprovado pelo CNPq. Neste momento, o Instituto LIFE participará desta primeira ação como observador, para entender as especificidades e demandas locais, bem como os principais desafios envolvidos no processo.

“Estamos comprometidos em construir de forma participativa regras próprias que respeitem a cultura, os direitos e os interesses dos povos indígenas, garantindo a integridade dos créditos de biodiversidade, ao mesmo tempo em que respeitamos o compromisso que sempre tivemos com as evidências da conservação. Chegar a um acordo sobre estes indicadores será o nosso grande desafio”, afirma Regiane Borsato, diretora executiva do Instituto LIFE.

Leia também: Estudo mostra que indígenas tiveram papel crucial na disseminação da mandioca nas Américas

Territórios indígenas
Indígenas desempenhando um papel estratégico na preservação ambiental em suas aldeias. Foto: Acervo/Secom.

Leia também: Pará irá lançar Caravana Climática Rumo à COP 30 em Terras Indígenas

De acordo com relatório recente da Taskforce on Nature Markets, o mercado de créditos de biodiversidade deve crescer de forma significativa nos próximos anos, com destaque para a necessidade de alta integridade nos projetos — especialmente aqueles localizados em áreas tradicionais. O Brasil, com sua vasta diversidade biológica e sociocultural, desempenha papel estratégico nesse cenário. No entanto, a atuação em territórios indígenas exige protocolos éticos, claros e alinhados aos princípios de consulta livre, prévia e informada.

O Instituto LIFE reiterou que, enquanto estiver em andamento o processo de construção participativa das diretrizes de certificação para esses casos, não será emitida nenhuma certificação para territórios indígenas em seu sistema.

“Nosso compromisso é construir com as comunidades indígenas uma norma específica para estas condições, a qual permita avaliar a conservação da biodiversidade nestes territórios, possibilitando que sejam beneficiados de maneira justa e transparente pelos créditos de biodiversidade. Em um momento marcado por intensas discussões e embates sobre a destinação das unidades de conservação no Brasil, esta missão se torna ainda mais desafiadora”, afirma Borsato.

Leia também: Cultivo de mandioca fortalece tradições indígenas e sustento na Serra da Moça, em Roraima

indigenas. Foto: Thiago Gomes/Agencia Pará

Atualmente, está em debate a adequação dos diferentes regimes jurídicos que envolvem a destinação de unidades de conservação de proteção integral — que, por definição, não permitem presença humana — como forma compensatória aos povos indígenas. A proposta busca reconhecer o direito aos territórios tradicionais que, historicamente, foram ocupados sem considerar a preservação dos direitos dos povos originários.

Sobre o Instituto LIFE

Atuando desde 2009, o Instituto LIFE é responsável pelo desenvolvimento e gestão das metodologias LIFE, como LIFE Negócios & Biodiversidade e LIFE Gestão Territorial Sustentável. Com foco na integração da biodiversidade aos modelos empresariais, o instituto oferece soluções fundamentadas na ciência, promovendo práticas sustentáveis e responsáveis. Como organismo normalizador internacional na área de Negócios & Biodiversidade, o Instituto LIFE se destaca por desenvolver ferramentas que auxiliam empresas na gestão de seus impactos e dependências dos serviços ecossistêmicos.

Conheça 6 desenhos animados que já retrataram a Amazônia em suas histórias

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Floresta Amazônica em desenho. Foto: reprodução/ brgfx em Freepik

A Amazônia é uma vasta região que abriga a maior floresta tropical úmida e a maior bacia hidrográfica do mundo. Seu principal rio, o Amazonas, corta a região para desaguar no Oceano Atlântico. Com mais de 6.400 quilômetros de extensão. E ela não é só importante para os povos que nela habitam, mas também para o restante do mundo.

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Por conta de tudo isso e muito mais, é claro que Amazônia acaba retratada em diversas produções mundo afora.

Leia também: Manaus em cena: 6 produções filmadas na capital amazonense

Os desenhos animados, por exemplo, funcionam como forma de ensinar crianças e adolescentes sobre a importância da região. Veja alguns desenhos que já retrataram a Amazônia:

Ainbo: A Guerreira da Amazônia (2021)

O filme retrata a história de Ainbo, uma indígena nascida e criada na aldeia de Candámo, na floresta Amazônica. Um dia, Ainbo descobre que sua tribo está sendo ameaçada por outros seres humanos, e então aceita a missão de reverter a destruição e extinguir a maldade dos Yakuruna, a escuridão que habita o coração de pessoas gananciosas.

Onde assistir: Prime Vídeo 

George o curioso, uma aventura na Amazônia 

George, o Curioso é uma série de TV infantil baseada no filme Curious George, criada nos Estados Unidos. Nela o homem do chapéu amarelo é o dono do animado macaco George, que vive se metendo em confusões e em grandes aventuras criativas e divertidas. 

A história da visita à Amazônia é um convite da professora Wiseman ao George e ao Homem do Chapéu Amarelo, para ajudá-la a fazer um filme sobre as diferentes plantas, animais e insetos que habitam na floresta.

Onde assistir: Youtube

Guerreiros da Amazônia

A série animada acompanha a história dos Guerreiros da Amazônia, que têm a missão de lutar contra os devastadores e poluidores da floresta, com superpoderes baseados em animais da região. Foi criada pelo escritor e publicitário Ronaldo Barcelos com o objetivo de mostrar a importância da preservação da floresta amazônica.

Onde Assistir: Youtube

Uma aventura de Senninha na Amazônia  

Uma aventura de Senninha na Amazônia é um episódio da série de animação brasileira Senninha, produzida pela SuperToons em parceria com a Globosat e com autorização do Instituto Ayrton Senna. No episódio Senninha conta como foi a sua viagem à Amazônia e as aventuras que passou com os animais da floresta.

Onde assistir: Youtube

Rio 2 

O filme que deu sequência às aventuras das araras Blu e Jade começa com o casal e seus filhos no Rio de Janeiro. Acredita-se que eles são as últimas aves da espécie, mas tudo muda quando seus donos, Túlio e Linda, encontram outros pássaros da espécie na Amazônia. Então Blu e Jade decidem partir para novas aventuras na região Norte do país.

Onde assistir: Disneyplus 

Os Simpsons

No episódio “A culpa é da Lisa” (Temporada 13, Episódio 15), a família Simpson visita o Brasil, e após uma série de situações caricatas no Rio, os personagens vão parar na Amazônia. Eles retratam elementos como a floresta densa, os animais e desafios da vida selvagem.

Leia também: De Springfield para a floresta: você sabia que ‘Os Simpsons’ já estiveram na Amazônia?

Já o episódio “Você Não Precisa Viver Como um Árbitro” (temporada 25) também retrata a Amazônia, nele Homer é convidado para ser árbitro da Copa do Mundo, que está acontecendo no Brasil. Durante sua jornada, uma das cidades que aparece é Manaus, a capital do Amazonas, que na vida real foi uma das sedes do Mundial de 2014.

Onde assistir: Disney Plus e Prime Video 


 

As Aventuras da Cunhã: livro idealizado por Isabelle Nogueira foca na cultura de Parintins

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Isabelle Nogueira organizou o livro em conjunto com Darlison Ferreira. Foto: Mauro Jorge

A Editora UEA anunciou em suas redes sociais o lançamento do livro ‘As Aventuras da Cunhã’, organizado por Isabelle Nogueira e Darlisom Ferreira. Idealizado pela Cunhã-Poranga do Boi Garantido, o livro é um convite para conhecer o Festival Folclórico de Parintins e a cultura parintinense e amazonense.

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De acordo com a publicação, a obra narra as aventuras de três amigos pela ilha de Parintins. “Com um ar de curiosidade e encantamento, os amigos exploram toda a beleza e mística presente na terra Tupinambarana, através de uma linguagem acessível e lúdica e uma estética cuidadosa que transporta o leitor diretamente para a Ilha da Magia”.

Leia também: 7 livros para quem quer conhecer o Festival Folclórico de Parintins

Imagem: Divulgação/Instagram-ueaeditora

O lançamento oficial da obra será realizado durante a Bienal do Rio de Janeiro, no dia 15 de junho. Assim, primeiro a obra estará disponível para compra primeiro na Bienal. A editora informou que depois dessa fase o livro passará a ser vendido localmente.

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Festival dos Povos da Floresta celebra a diversidade amazônica em Porto Velho

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Foto: Iury Melo

A capital de Rondônia, Porto Velho, foi transformada em um território de celebração da diversidade e da resistência cultural da Amazônia com o início do Festival dos Povos da Floresta. Organizado pelo Centro de inovação da Amazônia, Rioterra, o evento teve seus dois primeiros dias marcados por encontros potentes entre tradição e contemporaneidade. Realizado com patrocínio da Petrobras por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o festival integra a agenda oficial do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

O pontapé inicial do festival, no dia 29 de maio, começou com a abertura da Exposição Juvia no Porto Velho Shopping, reunindo obras visuais e registros fotográficos que narram os 25 anos de atuação da Rioterra em defesa da floresta e de seus povos. Com curadoria de Rosely Nakagawa, a mostra conecta memórias, territórios e lutas socioambientais.

Leia também: Exposição Juvia abre Festival dos Povos da Floresta em Porto Velho com artistas selecionados da Amazônia

Foto: Iury Melo

À noite, o Parque da Cidade se encheu de música e ancestralidade. O destaque ficou para a apresentação do povo Gavião, da Terra Indígena Igarapé Lourdes, que compartilhou cantos e danças tradicionais. A noite seguiu com o set da DJ Ravena, a cantora Marfiza, Gabriê e a participação especial da cantora amapaense Patrícia Bastos emocionaram, sendo um grande encontro de vozes femininas amazônicas.

No segundo dia de festival, o protagonismo indígena permaneceu em destaque com a apresentação do povo Arara, também da Terra Indígena Igarapé Lourdes. Um dos aspectos que mais chamou atenção do público foi a forte presença de jovens na apresentação. Esse protagonismo jovem mostra que a cultura ancestral está viva nas novas gerações.

Na sequência, o público foi levado a uma imersão sonora com o DJ Loren, seguido pelas apresentações de Bira Lourença e da pianista Bianca Gismonti, que trouxeram nuances de música instrumental e identidade amazônica, com muita percussão. Um dos momentos mais marcantes foi a apresentação de Filó Machado e Michael Pipoquinha, que contou com a participação da multiartista Mari Jasca. Para fechar a noite, Ernesto Melo dividiu o palco com as Patroas do Asfaltão, com clássicos da memória portovelhense.

Leia também: ‘Festival Povos da Floresta’ quer conectar cultura amazônica com o Brasil e o mundo

Programação segue até 8 de junho

Além dos shows, o Festival dos Povos da Floresta, com sua programação no Porto Velho Shopping, conta com rodas de conversa, oficinas, vivências e outras atividades formativas que ocorrem ao longo de dez dias.

Em passagem por Porto Velho, cantor Lenine visita balneário: ‘Pronto pra semana’

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Lenine em show em Porto Velho. Foto: Reprodução/RioTerra

Durante uma passagem por Porto Velho, capital de Rondônia, o cantor e compositor Lenine visitou um dos principais pontos de turismo do estado: um balneário. Nas redes sociais, ele agradeceu a cidade pelo “banho”.

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“Pronto pra semana! Obrigado pelo banho, Porto Velho, até a próxima”, publicou.

Lenine esteve em Porto Velho para participar do Festival dos Povos da Floresta. O evento acontece de 29 de maio a 8 de junho no shopping de Porto Velho e no Parque da Cidade.

O festival tem o objetivo de celebrar a cultura, a arte e a força dos povos da floresta. A programação conta com exposições, oficinas, rodas de conversa e shows.

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Tese analisa práticas de lazer no subúrbio em três bairros de Belém

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Ilustração: Walter Pinto 

Nos estudos historiográficos amazônicos, a temática que envolve festas e folguedos, sobretudo de caráter popular, ganhou espaço principalmente na segunda metade da década de 1970 e acha-se contemplada em uma das quatro linhas do Programa de Pós-Graduação em História Social da Amazônia, da Universidade Federal do Pará (UFPA), a linha de pesquisa Arte, Cultura, Religião e Linguagens, que abarca, entre outros estudos de História Social e Cultural, diferentes linguagens artísticas na Pan-Amazônia, desde o período colonial até o tempo presente.

Um dos estudos mais recentes da linha, a tese ‘Pela margem da cidade: lazer, sociabilidades e controle social no subúrbio belenense em meados do século XX’, do historiador Elielton Benedito Castro Gomes, tem como foco as práticas de lazer e sociabilidades dos moradores da margem da cidade de Belém, especificamente dos bairros periféricos Guamá, Condor e Jurunas, entre as décadas de 1940 e 1960.

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Orientada pelo historiador e antropólogo Antonio Maurício Dias da Costa, a tese que valeu a Elielton o título de doutor em História procurou compreender as representações dos eventos de lazer e sociabilidade experimentados naquela parcela da cidade, bem como os papéis sociais que tais experiências desempenhavam no contexto urbano definido pelo estudo. O trabalho buscou também refletir sobre as ações de agentes de segurança pública que, por vezes, controlavam e reprimiam os excessos de diversão dos sujeitos que viviam e transitavam naquela margem.

Entre os principais conceitos empregados no estudo, estão os de “lazer” e “sociabilidade”. O autor explica que o primeiro deve ser entendido como o tempo oposto ao do trabalho, ou seja, o tempo do repouso, da diversão e do desenvolvimento, sobre tudo, intelectual. Já o segundo se entende como ações (trocas, aproximações, desencontros, conflitos e interesses) de um grupo, ou mais, que, por vezes, se encontra submetido às regras e aos padrões sociais.

Guamá, Condor e Jurunas: agitação social e cultural

Nas 290 páginas da tese, Elielton remete-se a um tempo de mudanças significativas na estrutura urbana de Belém, “que, de algum modo, se refletiram nos comportamentos elaborados e praticados por aqueles que nela viviam ou transitavam”. O pesquisador dá como exemplo de mudança o “vultoso crescimento dos espaços de entretenimento (bares, baiucas, sedes, clubes desportivos, agremiações carnavalescas etc.) nas diversas localidades da capital, especialmente na beira da cidade, acentuando, sobretudo, o consumo prazeroso de encontros, bebidas, danças, esportes, jogos considerados de azar, dentre outros, desfrutados pelos mais variados grupos sociais locais”.

Bairro Guamá. Foto: Leonardo Macêdo/Ascom Seop

As áreas situadas na margem da cidade, especialmente aquelas em que o historiador centrou seu foco – Guamá, Condor e Jurunas – eram, então, apontadas pelos jornais de Belém como subúrbios. Hoje, são chamadas de periferias, mas, inegavelmente, continuam sendo áreas densamente povoadas e de intensa agitação social e cultural. Elielton explica que são bairros situados na beira do rio, “lugares de trocas (materiais e simbólicas), de circulação de sujeitos que ali se fixaram ou não e que trouxeram consigo saberes, capitais (simbólicos e sociais), inovações e criatividades”.

São espaços nos quais, ao longo do período estudado, se desenvolveu uma vida cultural ativa, em que as festas ganharam cada vez mais visibilidade nas páginas dos jornais da época, em notas sociais e nas páginas policiais.

“Tais experiências socioculturais, por diversas vezes, acionavam uma rede de sujeitos que, de alguma maneira, estavam diariamente conectados”, informa o autor, referindo-se aos moradores do próprio bairro (familiares, amigos, vizinhos) e até mesmo oriundos de outros bairros suburbanos afastados, assim, “extrapolando as teias sociais criadas pelos próprios moradores de cada um desses espaços”.

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A tese de Elielton pensa a margem da cidade “não apenas como paisagem, mas também como espaço no qual existe um fluxo de relações socioculturais que se desdobram também para além da beira, sobretudo no contexto das festas”.

Narrativas induzem ideia de periculosidade

Na realização da pesquisa, o historiador consultou romances e crônicas de caráter memorialístico, bem como colheu relatos de homens e mulheres que viveram e experimentaram as práticas de lazer e sociabilidades na beira do rio Guamá. Não menos importantes são os “testemunhos históricos” dados pelos jornais que circulavam à época, em Belém – O Liberal, A Província do Pará, Folha do Norte, A Vanguarda, Jornal do Dia, Flash, Folha Vespertina e O Estado do Pará –, todos disponíveis na hemeroteca da Biblioteca Pública Arthur Vianna.

Jornal A Província do Pará. Foto: Reprodução/Acervo Obras Raras FCP PA

Elielton ressalta, porém, que o noticiário, constituído por notas, convites, crônicas, anúncios e notícias apresentados em espaços sociais, esportivos, mas também policiais, revelava, por vezes, concepções e comportamentos típicos do meio jornalístico paraense, em especial nas apresentações de títulos, subtítulos e no corpo do texto informativo.

Com a proliferação dos chamados espaços de lazer e sociabilidades naquelas áreas de Belém, quando festas e reuniões culturais passaram a ser realizadas quase que diariamente, a imprensa passou a reverberar, com mais frequência, reclamações, indicando os barulhos e os conflitos que incomodavam o descanso de muitos que ali viviam. Esse noticiário se refletia também na presença do setor da segurança pública nos arredores.

Elielton Gomes observa que, ao assumirem, mesmo que inconscientemente, posições de mediadores culturais, os redatores dos jornais “influenciavam, por meio dos seus discursos, nas representações elaboradas pelos leitores acerca daqueles bairros, bem como induziam os sujeitos que ali viviam. Logo esses sujeitos percebiam essas imediações como locais de grande periculosidade, nos quais a ordem, por meio do policiamento, deveria se fazer constante, o que, de certo, acontecia e, na maioria das vezes, de modo violento e intimidador”.

Tal situação, afirma o historiador, “redobrava o trabalho a ser feito, principalmente por parte dos organiza dores das festas, dos diretores e associados dos espaços de lazer e sociabilidades, em desconstruir, por meio de convites e notas publicadas nos jornais do período, essa visão acerca dos ambientes em que as experiências de entretenimento eram realizadas”.

O pesquisador e a margem: proximidade e pertencimento

O autor de Pela margem da cidade guarda uma relação de proximidade e pertencimento àquela “hipermargem” da cidade, conceito discutido por pesquisadores da Amazônia, como Carmem Izabel Rodrigues e Tony Leão da Costa. Ele conta que o Guamá, a Condor e o Jurunas sempre fizeram parte dos espaços pelos quais transitou durante a sua vida. Mesmo hoje, morando em outro município, por conta do trabalho, quando há oportunidade de vir a Belém, ele transita por aquelas áreas que, desde os anos 1940, já eram citadas na imprensa local. As lembranças do Guamá, por exemplo, acompanham-no desde que se “entende por gente”, pois lá morou e lá vivem seus pais.

De forma direta ou indireta, o historiador vive e convive com o mundo da “hipermargem” de Belém. Ele conta que foi ali que estabeleceu os primeiros dos muitos laços sociais, vivenciou com portamentos e práticas sociais que, ocasionalmente, eram marginalizadas e reprimidas por diferentes segmentos sociais, sobretudo policiais. De algum modo, isso também se refletiu na escolha do seu objeto da pesquisa.

Sobre essa aproximação do pesquisador com o objeto de estudo, algumas vezes entendida como um problema para muitos historiadores, Elielton considera que a questão pode não passar de uma criação mental do próprio investigador. Com ele, não foi diferente. Mas buscou, ao longo da produção, certa neutralidade para vencer angústias, conflitos e, por vezes, juízos de valor.

Sobre a pesquisa

A tese Pela margem da cidade: lazer, sociabilidades e controle social no subúrbio belenense em meados do século XX foi defendida por Elielton Benedito Castro Gomes, em 2024, no
Programa de Pós-Graduação em História Social da Amazônia (PPGHist/IFCH), da Universidade Federal do Pará. CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/8679748444848306. Orientação: Antonio Maurício Dias da Costa. 

*O conteúdo foi originalmente publicado pelo Jornal Beira do Rio, da UFPA, edição 174, escrito por Walter Pinto

BV JUNINA 25 ANOS: Começou o Maior Arraial da Amazônia, com extensa programação até domingo

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Um dos grandes destaques da festa é o tradicional Concurso de Quadrilhas Juninas. Foto Fernando Teixeira/PMBV

O Boa Vista Junina começou oficialmente nesta terça-feira, 3, na Praça Fábio Marques Paracat, celebrando 25 anos de tradição, cultura e identidade. A expectativa é que mais de 300 mil pessoas prestigiem os seis dias de festa, que segue até domingo, 8, com uma extensa programação, diversificada e pensada para toda a família aproveitar o evento.

De acordo com o presidente da Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura de Boa Vista (FETEC), Dyego Monnzaho, a Prefeitura de Boa Vista tem proporcionado à população um verdadeiro presente com a realização do Boa Vista Junina 25 anos, que conta com uma superestrutura e reforço na segurança.

“Estamos oferecendo uma programação de qualidade. Todo o trabalho para receber o público tem sido feito com muito carinho. Ampliamos a capacidade das arquibancadas para mais de 5 mil pessoas. É gratificante ver que a população está comparecendo e abraçando o projeto. Durante todas as noites teremos uma programação linda e totalmente gratuita para todos”, destacou Dyego Monnzaho.

O funcionário público Lucivaldo Barroso foi curtir a festa com a esposa e filhos. Para ele, o Maior Arraial da Amazônia é símbolo de tradição. “É muito importante para as crianças aprenderem sobre folclore, sobre a nossa cultura. Tá tudo muito bacana, bonito e sem dúvida a gente se sente seguro. Voltaremos outros dias para aproveitar também”, ressaltou.

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Lucivaldo Barroso foi curtir a festa com a esposa e filhos no Maior Arraial da Amazônia. Foto: Jonathas Oliveira/PMBV

Quadrilhas que emocionam

Um dos grandes destaques da festa é o tradicional Concurso de Quadrilhas Juninas, que este ano conta com 24 grupos — sendo 12 do Grupo Especial e 12 do Grupo de Acesso. A competição segue até sexta-feira, 6. A apuração será no sábado, 7, e no domingo, 8, os grupos campeões retornam ao tablado para uma apresentação especial.

Segurança, saúde e bem-estar

O evento conta com mais de 180 espaços para comercialização, oferecendo de tudo um pouco — de comida típica ao artesanato. Para garantir a tranquilidade dos visitantes, a prefeitura mobilizou um esquema especial de segurança, com 80 guardas civis atuando de 3 a 6 de junho e 120 nas duas noites finais. Câmeras de monitoramento funcionarão durante toda a programação.

Na área da saúde, o público terá acesso a vacinas do calendário nacional, distribuição de preservativos, autotestes de HIV e atendimento médico do Samu. A estudante Alexia Queiroz, aproveitou a oportunidade para se vacinar contra Influenza. “Isso é muito importante nessa época que está dando muita gripe. A festa está muito linda. Pretendo vir outros dias. Está tudo muito bonito”, contou.

As crianças têm um espaço especial com playground, pintura livre, jogos de tabuleiro e oficinas de dobradura. Foto: Jonathas Oliveira/PMBV

Espaço para toda a família

No Boa Vista Junina, as crianças têm um espaço especial com playground, pintura livre, jogos de tabuleiro e oficinas de dobradura, lanterna junina, fogueira, bilboquê, “dedoches” e balão de papel. O evento ainda conta com cantinho da amamentação, salão de beleza, pintura facial e ações do Projeto Crescer, PETI e Braços Abertos.

A dona de casa Lilian Silva e a filha, Ana Raquel, visitaram o espaço dedicado para as crianças. A pequena aproveitou para enfeitar o cabelo. “Estou gostando muito da festa. Todos os anos faço questão de vir para cá, trazer minha filha. Está muito segura, com uma variedade de comida gostosa, mas a minha preferida é a paçoca”, contou.

A maior paçoca do mundo promete bater mais um recorde

A tradicional Maior Paçoca do Mundo será servida no sábado, 7, com o desafio de superar o recorde mundial conquistado em 2024. Na última edição, a iguaria foi registrada pelo Guinness World Records, com o peso de 1 tonelada e 356,5 kg, distribuída para cerca de 20 mil pessoas.

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A festa deve criar mais de 1.500 empregos diretos e mais de 5 mil indiretos. Foto: Jonathas Oliveira/PMBV

Shows e muito forró

E como toda festança que se preze, as atrações musicais são o elemento principal para garantir uma festa linda e animada. Mais de 30 artistas locais se apresentam ao longo da programação. Para fechar com “chave de ouro”, o último dia da festa, domingo, 8, será marcado pelo show nacional da dupla Maiara & Maraisa, pela primeira vez em Boa Vista.

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Festa que movimenta a economia

O Boa Vista Junina 2025 também representa geração de emprego e renda. A festa deve criar mais de 1.500 empregos diretos e mais de 5 mil indiretos, impulsionando setores como alimentação, comércio e transporte.

Quem sabe da relevância do evento para o bolso é a empreendedora Claudilene Moreira, que está comercializando roupas e outros acessórios para pet com tema junino.

“Tem de tudo um pouco. Estou muito animada! Participo de todas as edições e, com certeza, é a época do ano mais lucrativa para mim”, destacou.