Primeiro painel do Amazon On 2026 discutiu transição energética na Amazônia. Foto: Hector Muniz/Portal Amazônia
Começou nesta quarta-feira em Manaus o Amazon On 2026, um evento que discute as diversificações sobre sustentabilidade e conectividade dentro da Amazônia. Em seu terceira edição em Manaus o evento que começou com a apresentação de diversas pessoas que debatem o assunto na região como o CEO da Rede Amazônica, Phellipe Daou Júnior, o ministro das Comunicações Frederico de Siqueira Filho e o susperintendente-geral da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), Virgílio Viana, entre outras. O primeiro painel do evento teve como tema: Transição Energética na Amazônia: descarbonização, energias da floresta e outros cases.
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Moderado pelo superintendente de mediação administrativa e das relações de consumo da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Ruelli, o primeiro painel contou também como painelistas: Camila Bomfim, Especialista em Regulação Econômica, ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, Fernando Maia, Vice-Presidente de Regulação e Relações Institucionais, Grupo Energisa e o Prof. Dr. Nilton Pereira da Silva, Diretor do Centro de Desenvolvimento Energético Amazônico (CDEAM/UFAM).
O primeiro painel do Amazon On também contou com a contribuição de Roberto Valer, CTO, Huawei Digital Power Brasil.

Em sua fala, Roberto Valer contou sobre a experiência que a Huanwei Digital Power adquirou com os trabalhos realizados nos países da américa latina, como o Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México.
“Alguns dos problemas relacionados ao manuseamento dessas fontes de energia está diante da legislação de cada país. Alguns países que permitem a reutilização desses recursos. Alguns países permitem uma segunda vida as bateriais. E então a indústria que vai recomendar. O fabricante que dá apoio a revitalização dessas baterias e ainda esbarramos em alguns problemas como essas decisões, afinal o obejtivo é sempre pensar em como essa bateria poderá ser descartada, sem gerar danos ambientais graves”, explicou Valer da Huanwei Brasil.
Para Fernando Maia, Vice-Presidente de Regulação e Relações Institucionais, Grupo Energisa, as experiências vividas na região contribuem para que métodos parecidos possam ser aplicados em outros espaços na Amazônia.
“Embora sejam diferentes culturas, povos muitas vezes distantes um do outro, o que a Energiza tem aprendido aqui tem se tornado fundamental para os mais diversos trabalhos, dentro até da mesma região”, analisou Maia.
A Especialista em Regulação Econômica da ANEEL, Camila Bomfim, também destacou sobre a importância de se debater com as comunidades da Amazônia sobre o uso de energias sustentáveis e a descarbonização, que , a ecologia e na economia, é o corte dos gases do efeito estufa para proteger o planeta.

“A gente vai avaliar o nível de inovação, o nível de pobreza energética e como a solução vai atacar isso, o nível de replicabilidade das soluções, a potencialização das comunidades locais, a valorização das culturas locaism então, essa governança coolaborativa que é o grande desafio nosso”, destacou Camila Bomfim pela Aneel.
O professor Dr. Nilton Pereira da Silva, diretor do Centro de Desenvolvimento Energético Amazônico (CDEAM/UFAM) entende assim como Camila Bomfim que é importante ouvir as comunidades. “Embora tenhamos a solução energética desenvolvida até dentro da academia é de grande importância que possamos ouvir e entender aquelas pessoas das comunidades”, afirmou o educador no Amazon On.
Leia também: Amazon On 2026 realiza discussões sobre tecnologia e desenvolvimento sustentável da Amazônia; inscrições abertas
Programação Amazon on
Ao longo dos dois dias, o Amazon On promoverá oito painéis sobre transição energética, tecnologia e inovação a serviço da floresta, expansão da conectividade, infraestrutura de telecomunicações e energia, experiências de sucesso na Amazônia, desafios estruturais da transição energética e o papel da região no cenário global. A programação reunirá especialistas do Brasil e do exterior, entre eles representantes da Anatel, ANEEL, Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), CAF, Huawei, Qualcomm, HMN Technologies, UNESCO, FAO, além de autoridades da Guiana, Suriname, Colômbia, República Dominicana e Portugal.

Confira a programação:
DIA 5
Painel 1: Transição energética na Amazônia: descarbonização, Energias da Floresta e outros cases
Painel 2: Tecnologia & inovação a serviço da floresta
Painel 3: Desenvolvendo subsídios eficazes para a expansão da conectividade do lado da demanda: percepções e ações
DIA 6
Painel 4: Soberania e sustentabilidade na Amazônia a partir da infraestrutura de telecomunicações e energia
Painel 5: Estratégia para Expansão da Conectividade Digital na Amazônia
Painel 6: Amazônia, experiências de sucesso: necessidades, barreiras, soluções e transformações
Painel 7: Transição energética da Amazônia
Painel 8: Da Amazônia para o Mundo
