Para que o plantio de café seja reconhecido como forma de recomposição, o projeto exige práticas de manejo como manter o solo coberto e controlar pragas e doenças.
Coordenado pela professora Mayara Guedes, o laboratório transforma matérias-primas abundantes da região – como cacau, banana e frutas amazônicas – em inovação, sustentabilidade e oportunidade.
O lixo que chega aos igarapés de Manaus percorre diferentes caminhos, já que resíduos descartados irregularmente nas ruas podem alcançar os cursos d’água.
A proposta tem o objetivo de aproximar o público das experiências que já estão colocando em prática diferentes caminhos para uma economia mais conectada aos territórios amazônicos.
Durante a sessão comunidades, organizações e pesquisadores analisaram oportunidades para fortalecer as economias locais por meio do uso sustentável da biodiversidade e do ecoturismo.
Levantamento de campo identifica espécies de primatas, roedores e tatus para acompanhar os impactos ambientais nos animais na Reserva do Rio Iratapuru.
As abelhas nativas sem ferrão polinizam diversas espécies vegetais, incluindo os açaizeiros. A intensificação da polinização pode contribuir para aumentar a produção de frutos, com potencial de incremento de até 40%.