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“Comer peixe significa ter uma vida melhor”, afirma o ministro da Pesca e Aquicultura

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Titular da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo informou que o consumo de pescados está praticamente concentrado em lugares que têm a cultura de pescar, como a Região Amazônica. Foto: Diego Campos/Secom-PR

Edipo Araujo, ministro da Pesca e Aquicultura, foi categórico nesta quinta-feira (16/4), durante participação no programa ‘Bom Dia, Ministro’, ao afirmar que é preciso que o Brasil mude seus hábitos alimentares e passe a adotar mais o consumo de pescado.

“A gente precisa mudar uma cultura no nosso país de consumir pescado. Comer peixe significa ter uma vida melhor. E o consumo de pescado no Brasil ainda é muito baixo quando comparado ao resto do mundo”, declarou.

Formado em Engenharia de Pesca pela Universidade Federal Rural da Amazônia, mestre em Aquicultura e Recursos Aquáticos Tropicais, e doutor em Ecologia Aquática e Pesca pela Universidade Federal do Pará, Edipo Araujo atuou como professor e pesquisador em diversas instituições de ensino e também na gestão de órgãos públicos.

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Ele apresentou dados que mostram como o consumo de pescados no Brasil ainda é limitado. “A taxa mundial é de 20 quilos por ano, por pessoa. No Brasil, nós estamos em 12 quilos. Esse dado é muito mais preocupante quando a gente traz para um recorte regional”, explica.

A gente precisa mudar uma cultura no nosso país de consumir pescado. Comer peixe significa ter uma vida melhor. E o consumo de pescado no Brasil ainda é muito baixo quando comparado ao resto do mundo”.

Leia também: Pesquisa aponta presença de metais tóxicos em peixes de região do Pará

Segundo o ministro, o consumo está praticamente concentrado em lugares que têm a cultura de pescar, como a Região Amazônica, por exemplo, onde a taxa chega a 30, 40 quilos por ano, por pessoa.

“Quando a gente vai para comunidades totalmente pesqueiras tradicionais, a gente pode chegar a 120 quilos. Mas um dado preocupante é o consumo nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, por exemplo, onde esses dados podem chegar a cinco quilos por ano. É muito pouco quando a gente está falando de uma proteína nutritiva, de qualidade, que tem menor impacto no meio ambiente”, frisou Edipo Araujo.

Venda direta

O ministro também deixou claro que sua pasta está atenta e trabalha para que a exigência da nota fiscal como o documento oficial de comprovação de origem do pescado proveniente da pesca e da aquicultura não prejudique os pescadores de pequeno porte, que praticam a pesca artesanal, e que vendem diretamente para a população, principalmente nas praias.

“Quanto à questão da venda direta, esse é um tema que a gente precisa encarar. Hoje, está posto na lei que precisa passar no sistema de inspeção. Mas nós também sabemos que hoje nós já nos alimentamos de grande parte de pescado, quando nós estamos numa praia, de compra direta com o pescador. Será que esse pescado não tem qualidade? Por que ele precisa parar no sistema de inspeção? A gente precisa encarar esse diálogo”, afirmou Edipo Araujo.

“Todo pescado, toda matéria-prima de origem animal, precisa passar por sistemas de inspeção. A abrangência desse sistema de inspeção pode ter um sistema de inspeção federal, estadual ou municipal. Isso já está posto em lei. Nós, recentemente, publicamos a Portaria Interministerial 54, junto com o Ministério da Agricultura e Pecuária, que trouxe uma desburocratização para o setor que não estava conseguindo desembarcar e colocar o seu pescado dentro da indústria pesqueira. A gente sabe que tem um gargalo da venda direta do nosso pescado. E isso não é só na atividade pesqueira, está dentro de toda a agricultura familiar”, prosseguiu o ministro.

pescado - feira no amazonas
Foto: Lucas Macedo/Rede Amazônica AM

Documento Fiscal

O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) definiram a nota fiscal como o documento oficial de comprovação de origem do pescado proveniente da pesca e da aquicultura. O objetivo é fortalecer a rastreabilidade ao longo de toda a cadeia produtiva.

A medida amplia a transparência nas operações comerciais, melhora os mecanismos de fiscalização e valoriza o pescado brasileiro, trazendo segurança jurídica ao alinhar a comprovação às práticas atuais do setor.

Além disso, a norma institui uma autodeclaração para proteger os produtores que solicitaram a atualização de dados no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) e aguardam análise administrativa, evitando prejuízos às suas atividades econômicas.

Bacia do Rio Doce

Outro ponto destacado pelo ministro foi como o Ministério da Pesca e Aquicultura atua em relação aos impactos aos pescadores na recuperação da Bacia do Rio Doce. Em 5 de novembro de 2015 ocorreu o rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, em Mariana (MG), considerado o maior desastre socioambiental do país no setor de mineração, com o lançamento de cerca de 45 milhões de metros cúbicos de rejeitos no meio ambiente.

Os poluentes ultrapassaram a barragem de Santarém, percorrendo 55 km no rio Gualaxo do Norte até o rio do Carmo, e outros 22 km até o rio Doce. A onda de rejeitos, composta principalmente por óxido de ferro e sílica, soterrou o subdistrito de Bento Rodrigues e deixou um rastro de destruição até o litoral do Espírito Santo, percorrendo 663,2 km de cursos d’água.

“A gente precisa falar do Acordo do Rio Doce. A gente não pode deixar essa história morrer do desastre que aconteceu com o rompimento da barragem de Fundão e que prejudicou não só o estado do Espírito Santo, mas boa parte do Estado de Minas Gerais”, ressaltou o ministro.

R$ 500 milhões

Edipo Araujo lembrou a importância do Programa de Transferência de Renda (PTR), firmado no âmbito do acordo judicial para reparação integral e definitiva relativa ao rompimento da Barragem de Fundão. O programa busca atender indivíduos que tiveram suas atividades impedidas devido ao desastre, destinando auxílio mensal por até quatro anos, no valor inicial de 1,5 salário-mínimo, nos três primeiros anos e de um salário nos últimos 12 meses.

A gestão do PTR Pesca cabe ao Ministério da Pesca e Aquicultura e está sendo articulada juntamente ao Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, responsável pelo PTR Rural.

“Dentro da discussão do Acordo do Rio Doce, o anexo 4, que trata do PTR Pesca, contempla 48 municípios, sendo 38 municípios de Minas Gerais e 10 do Espírito Santo. Quando a gente fala do impacto dos pescadores, o Espírito Santo tem o maior número de pescadores impactados, em torno de 20 mil pescadores. O Programa de Transferência de Renda já está na décima parcela. São mais de R$ 500 milhões de investimento dentro desse anexo 4, chegando na mão do pescador do Espírito Santo e de Minas Gerais, entendendo que esses pescadores precisavam ser reparados pelo dano dessa tragédia”, detalhou o ministro.

Quem participou

O “Bom Dia, Ministro” é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Participaram do programa desta quinta-feira o Portal A Crítica, de Manaus (AM); a Rádio Guarany, de Santarém (PA); o Portal A Tarde, de Salvador (BA); o Portal ES 365, de Vitória (ES); o Diário de Pernambuco, de Recife (PE); e o Portal Imperatriz Online, de Imperatriz (MA).

*O texto foi publicado originalmente na página da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República do Governo Federal

Programa Ancestralidades abre inscrições para indígenas e negros

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Programa Ancestralidades de Valorização à Pesquisa lançou edital para apoiar trabalhos produzidos por pessoas pretas, pardas e indígenas. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O Programa Ancestralidades de Valorização à Pesquisa, das fundações Itaú e Tide Setubal, lançou edital para apoiar trabalhos produzidos por pessoas pretas, pardas e indígenas. A partir da temática Arte e Cultura na Educação Integral em Perspectivas com Saberes Afrodiaspóricos e Indígenas, serão selecionadas até 12 pesquisas.

Os trabalhos devem contemplar um dos quatro eixos temáticos: Expressões Artísticas e Linguagens; Identidade, Memória e Patrimônio; Diversidade e Direitos Humanos; e Sustentabilidade e Território.

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Além de se adequar aos eixos, todas as inscrições precisam estar inseridas no contexto educacional, no sentido de promover o desenvolvimento pleno dos indivíduos em suas dimensões cognitiva, física, emocional, social e cultural.

Serão aceitas inscrições de monografias e produções em formatos digitais e audiovisuais, como registros fotográficos, sonoros, documentários, sites e aplicativos. As inscrições podem ser feitas nas categorias Pesquisa e Estudos em Andamento ou Pesquisa e Estudos Concluídos.

Leia também: Conheça 20 livros de escritores indígenas de diferentes povos originários no Brasil

Quem pode participar do Programa

Estão aptos a participar do programa pesquisadores vinculados a universidades, centros de pesquisa, organizações da sociedade civil, coletivos e observatórios.

Todos os inscritos devem ser maiores de 18 anos, nascidos ou naturalizados no Brasil, e se autodeclararem pretos, pardos ou indígenas. Pessoas estrangeiras também podem participar da seleção, desde que residam no país há mais de dois anos e de forma fixa.

As inscrições podem ser feitas até dia 19 de maio, no site Ancestralidades. O processo seletivo ocorre entre junho e outubro deste ano. Os inscritos serão avaliados por duas comissões, que analisarão os projetos em relação aos critérios do programa e às temáticas propostas e definirão os trabalhos contemplados.

*Com informações da Agência Brasil

Praça das Três Caixas d’Água guarda história, memória e identidade de Porto Velho

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Símbolo da capital, a Praça das Três Caixas d’Água reúne patrimônio, turismo e convivência no coração da cidade. Foto: Hellon Luiz/ Prefeitura de Porto Velho

Quem passa pelo centro de Porto Velho (RO) logo avista, de longe, as estruturas de ferro que atravessam gerações. As Três Caixas d’Água, conhecidas como “Três Marias”, fazem parte da rotina da cidade e também da história de quem vive na cidade.

Vindas dos Estados Unidos entre 1910 e 1912, as estruturas foram instaladas para atender tanto a população quanto às obras da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. 

Saiba mais: Você sabia que as três marias de Porto Velho “nasceram” nos EUA?

Durante décadas, garantiram o abastecimento de água em um período de crescimento e transformação da região, permanecendo em funcionamento até meados dos anos 50. Projetadas pela empresa Chicago Bridge & Iron Works, as caixas marcam um tempo em que Porto Velho se formava a partir da ferrovia e das pessoas que chegaram para construir essa história.

Símbolo de Porto Velho

Com o passar dos anos, as Três Caixas d’Água deixaram de ser apenas estruturas de abastecimento e passaram a representar a memória da cidade. Em 1988, foram reconhecidas como patrimônio histórico e hoje ocupam lugar de destaque na identidade cultural de Porto Velho.

Estão na bandeira do município e inspiram artesãos, sendo reproduzidas em peças que circulam pelas feiras e espaços turísticos. O local também desperta o interesse de visitantes e estudantes que buscam conhecer mais sobre as raízes da região.

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Convivência na Praça das Três Caixas d’Água

Ao redor do monumento, a praça se tornou ponto de encontro para moradores e visitantes. O espaço é utilizado para passeios, atividades culturais, aulas ao ar livre e momentos de lazer. A Prefeitura de Porto Velho realiza ações contínuas de manutenção, limpeza e organização, garantindo que o ambiente permaneça acessível e agradável para a população.

O prefeito Léo Moraes ressalta o valor do local para a cidade: “As Três Caixas d’Água fazem parte da nossa história e da nossa identidade. Cuidar desse espaço é respeitar o passado e manter viva a memória de Porto Velho. A gente quer que as pessoas ocupem a praça, que convivam e se reconheçam nesse lugar”.

Leia também: Três Caixas d’Água e a praça no entorno são símbolos culturais e patrimônio do Estado de Rondônia

Três Caixas D'Água - as três marias - em Porto Velho
Foto: Reprodução

O secretário executivo de Turismo, Aleks Palitot, também comentou sobre a importância do espaço: “É um ponto que chama a atenção de quem chega e também de quem vive aqui. As Três Marias ajudam a contar a história da cidade e aproximam as pessoas da cultura local, além de fortalecer o turismo”.

No final da tarde, a praça se transforma em um convite à contemplação: basta sentar em um dos bancos e apreciar o pôr do sol. A Praça das Três Caixas d’Água fica localizada na Avenida Carlos Gomes, esquina com a Avenida Rogério Weber. 

*Com informações da Prefeitura de Porto Velho

Lago Caracaranã (RR): guia completo com dicas, preços, regras e onde dormir

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Foto: Gildo Júnior/Bora de Trip

Por Gildo Júnior

Se você está procurando um dos lugares mais bonitos de Roraima para relaxar, acampar e curtir a natureza, o Lago Caracaranã pode ser exatamente o destino perfeito.

Com águas tranquilas, clima agradável e uma paisagem que mistura praia de água doce com cultura indígena viva, o lago é um dos roteiros mais procurados por quem quer descansar longe da correria e viver uma experiência autêntica na Amazônia.

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Neste guia atualizado você vai descobrir:

  • onde fica o Lago Caracaranã
  • quanto custa entrar
  • onde dormir (rede, barraca ou chalé)
  • regras importantes do local
  • o que pode e o que não pode levar
  • dicas práticas antes de ir
  • contatos

Onde fica o Lago Caracaranã 

O Lago Caracaranã fica no município de Normandia, dentro da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, a cerca de 190 km de Boa Vista.

A viagem dura de três a quatro horas de carro. O acesso é feito por estrada terrestre e, apesar de simples, vale cada minuto da jornada.

lago caracarana gildo junior
BR-401. Foto: Gildo Júnior/Bora de Trip

Por que visitar o Lago Caracaranã?

O Caracaranã é diferente de outros balneários porque reúne:

  • água limpa e tranquila
  • pôr do sol inesquecível
  • clima perfeito para camping
  • contato real com a natureza
  • experiência cultural indígena
Cavalos lavradeiros (selvagens), podem ser vistos na estrada para o lago. Foto: Gildo Júnior/Bora de Trip

É um destino ideal para:

  • famílias
  • grupos de amigos
  • casais
  • aventureiros
  • criadores de conteúdo
  • quem quer descansar de verdade

Quanto custa entrar no Lago Caracaranã 

Segundo as informações atuais do local, a entrada diurna (7h às 19h) custa R$ 15 por pessoa e crianças acima de 10 anos pagam.

Foto: Gildo Júnior/Bora de Trip

Valores para dormir no Lago Caracaranã

Se a ideia é viver a experiência completa (e vale muito a pena), existem várias opções:

Dormir em rede: R$ 25 por rede (por noite). Ideal para quem quer algo simples e tradicional.

Dormir em barraca: R$ 50 por barraca (por noite). Perfeito para quem já gosta de camping.

Chalés: R$ 100 por noite (chalés 1, 2 e 3). Limite de 5 pessoas; R$ 150 por noite (chalé 4). Limite de 5 pessoas.

Importante saber: os chalés não possuem cama, ar-condicionado ou ventilador. Eles são usados principalmente para armar redes, ter banheiro privativo e maior conforto para grupos e famílias.

Apartamento: R$ 100 por noite. Limite de 5 pessoas.

Barracão coletivo: R$ 500 por noite. Limite de até 30 pessoas. Possui banheiro e é ideal para excursões e grupos grandes.

Vários cupinzeiros são vistos pela BR-401. Foto: Gildo Júnior/Bora de Trip

Onde dormir no Lago Caracaranã: qual opção escolher?

Aqui vão algumas dicas práticas baseadas na experiência de quem visita:

  1. Quer economizar? Rede!
  2. Quer conforto simples? Barraca! 
  3. Vai em grupo ou família? Chalé!
  4. Excursão grande? Barracão!

A maioria dos visitantes prefere chalé + rede, que vira a combinação perfeita.

Foto: Gildo Júnior/Bora de Trip

Regras do Lago Caracaranã (importante ler antes de ir) 

Para preservar o lago e garantir uma boa convivência, existem regras claras:

O que é permitido: levar churrasqueira, levar saco de lixo e recolher seus resíduos, usar caixas térmicas e levar garrafas plásticas.

O que é proibido: som em alto volume, bebidas em garrafas de vidro, copos e pratos de vidro, fazer fogo na praia ou perto da vegetação, jogar lixo nas áreas comuns, prejudicar a natureza.

Seguir essas regras ajuda a manter o lago bonito para todos.

Para preservar o lago e garantir uma boa convivência, existem regras claras.. Foto: Gildo Júnior/Bora de Trip

Melhor época para visitar o Lago Caracaranã 

Você pode visitar o ano inteiro, mas o melhor período costuma ser de setembro a março. Nessa época o nível da água fica ideal, o clima fica mais agradável e o pôr do sol é mais bonito. Mesmo assim, o lago é visitável o ano inteiro.

Foto: Gildo Júnior/Bora de Trip

Dicas importantes antes de ir ao Lago Caracaranã 

Anota essas dicas:

  • leve dinheiro em espécie
  • leve repelente
  • leve protetor solar
  • leve saco de lixo
  • leve lanterna se for pernoitar 
  • leve rede (mesmo se alugar chalé)

Esses detalhes fazem muita diferença na experiência.

Vale a pena dormir no Lago Caracaranã?

Sim, e muito. Quem visita só durante o dia gosta. Quem dorme, se apaixona pelo lugar. A experiência da noite no lago tem: céu estrelado, clima de camping, som da água e silêncio da natureza. É uma vivência difícil de esquecer!

Foto: Gildo Júnior/Bora de Trip

Lago Caracaranã é seguro para visitar?

Sim. O local é organizado pela comunidade indígena e segue regras próprias de convivência.

Mas como todo destino natural:

  • respeite as orientações locais
  • preserve o ambiente
  • evite levar vidro recolha seu lixo

Turismo consciente mantém o lago vivo.

Contatos para obter mais informações

Julieth: 95 98409-7533
Rebeca: 95 98430-9202

Lago Caracaranã: um dos lugares mais bonitos de Roraima

Se você quer conhecer um destino diferente, acessível e cheio de natureza, o Lago Caracaranã precisa entrar no seu roteiro.

  • É o tipo de lugar que não é só passeio.
  • É experiência.
  • É conexão.
  • É memória para a vida inteira.

Leia também: 10 dicas para tirar boas fotos pelo celular durante viagens

Sobre o autor

Gildo Júnior é fotógrafo, videomaker, aventureiro e colecionador de roteiros no Bora de Trip e colunista no Portal Amazônia. Para o servidor público federal, “o mundo é imenso, repleto de lugares para conhecer, de coisas para fazer, de culturas para admirar, comidas para provar e pessoas para conhecer”.

*O conteúdo é de responsabilidade do colunista

Banho quente: cientista do MT explica a física por trás do funcionamento do chuveiro elétrico

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Foto: Arquivo do pesquisador Mário Andrade com composição da assessoria de comunicação da UFMT

O funcionamento do banho quente, presente na rotina de milhões de brasileiros, é resultado direto de princípios da física aplicados à engenharia elétrica. A explicação foi detalhada em um artigo publicado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), por meio da Pró-reitoria de Pesquisa (PROPESQ), dentro da seção de divulgação científica “Leia 1 Cientista”.

O conteúdo, intitulado “A física por trás do seu banho quente”, foi produzido pelo professor Márcio de Andrade Batista, docente do curso de Engenharia de Alimentos do Câmpus do Araguaia. O texto completo pode ser acessado AQUI.

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A publicação integra uma iniciativa que reúne textos de pesquisadores, técnicos e estudantes da universidade, com o objetivo de tornar o conhecimento científico mais acessível ao público.

Origem do chuveiro elétrico

O artigo explica que o banho quente só se tornou comum no Brasil graças ao desenvolvimento do chuveiro elétrico, criado na década de 1930 pelo engenheiro Francisco Canhos Navarro. O sistema foi desenvolvido a partir da adaptação de uma resistência elétrica, semelhante à utilizada em ferros de passar roupa.

Leia também: Pesquisador de Mato Grosso publica estudo de física quântica na Scientific Reports

Além do aquecimento da água, o engenheiro também projetou um mecanismo capaz de acionar automaticamente o funcionamento do equipamento de acordo com a pressão da água, recurso que permanece presente nos modelos atuais.

Efeito Joule e aquecimento da água

O princípio físico que permite o funcionamento do banho quente é conhecido como Efeito Joule. Esse fenômeno ocorre quando a corrente elétrica atravessa um material condutor, transformando parte da energia elétrica em calor.

De acordo com o artigo, esse processo acontece porque os elétrons em movimento colidem com partículas do material condutor, liberando energia térmica. No caso do chuveiro elétrico, essa transformação ocorre na resistência metálica, geralmente feita de ligas condutoras.

O aquecimento é rápido e ocorre em poucos segundos, permitindo que a água seja aquecida quase instantaneamente ao passar pela resistência, garantindo o banho quente.

Aplicações do fenômeno na prática

O texto também apresenta exemplos práticos do efeito Joule em outras situações, como no funcionamento de lâmpadas incandescentes e em processos industriais, como a soldagem de metais.

Nesse tipo de aplicação, a passagem de corrente elétrica pode gerar temperaturas superiores a 1.000 °C, muito acima da temperatura de um banho quente. O calor intenso permite a fusão de materiais metálicos, sendo utilizado na fabricação de estruturas, equipamentos e reparos diversos.

Segurança durante o banho quente

Apesar da combinação entre água e eletricidade, o artigo explica por que o banho quente com chuveiro elétrico é considerado seguro quando o equipamento está em boas condições de uso.

Um dos fatores é a diferença de resistência elétrica entre os materiais. A corrente elétrica tende a circular pela resistência metálica do chuveiro, que conduz eletricidade com maior eficiência do que o corpo humano.

Outro ponto destacado é a condutividade da água, que, embora permita a passagem de corrente elétrica devido a partículas dissolvidas, possui menor capacidade de condução em comparação aos metais.

Além disso, quando a água sai pelos orifícios do chuveiro, ela se divide em pequenas gotas separadas por ar, que atua como isolante elétrico. Essa interrupção dificulta a passagem da corrente elétrica até o usuário.

Consumo de energia e uso cotidiano

O artigo também aponta que o banho quente exige grande consumo de energia elétrica, uma vez que o aquecimento ocorre de forma instantânea e contínua durante o uso do chuveiro.

Por esse motivo, o equipamento é frequentemente um dos principais responsáveis pelo aumento no consumo de eletricidade nas residências brasileiras.

Divulgação científica e acesso ao conhecimento

A seção “Leia 1 Cientista”, da PROPESQ da Universidade Federal de Mato Grosso, reúne conteúdos produzidos por pesquisadores de diferentes áreas, com linguagem acessível ao público em geral. A iniciativa conta com apoio da Rede Sucuri e integra ações de comunicação pública da ciência.

Segundo a universidade, os textos publicados são de responsabilidade dos autores e têm como objetivo ampliar o acesso ao conhecimento científico, aproximando a população de temas presentes no cotidiano, como o funcionamento do banho quente.

A explicação do fenômeno demonstra como conceitos da física estão diretamente ligados a atividades diárias, evidenciando a aplicação prática da ciência em soluções tecnológicas amplamente utilizadas no país.

*O texto foi produzido com base em informações da UFMT

Preço da castanha-da-Amazônia cai na região do Baixo Amazonas, no Pará, em abril

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Estudo aponta redução de até 16,67% no valor da saca da castanha-do-pará com avanço da safra. Foto: Reprodução/Acervo pesquisadores/Ufopa

Levantamento realizado nos dias 6 e 7 de abril deste ano mostra queda generalizada nos preços da saca de 60 kg da castanha-do-pará na região do Baixo Amazonas, no Pará, com reduções de até 16,67% em Santarém e 16,59% em Óbidos, na comparação com março. A principal explicação para a queda é o aumento da oferta, típico do período de safra.

“Esse movimento é percebido de forma ampla na região. Com a intensificação da coleta, há maior quantidade de castanha disponível no mercado, o que aumenta a concorrência entre os vendedores e pressiona os preços para baixo”, explica o professor Luiz Gonzaga Feijão da Silva, do curso de Ciências Econômicas da Ufopa.

Ele é coordenador do projeto ‘Bioeconomia do Baixo Amazonas: revelando a economia da castanha-do-pará e produtos extrativos com princípios fármacos e cosméticos’.

Leia também: Qual o termo certo: castanha do Pará, do Brasil ou da Amazônia?

Preço da castanha-da-Amazônia cai na região do Baixo Amazonas, no Pará, em abril
Imagem: Divulgação/Acervo pesquisadores/Ufopa

Segundo o professor, os dados coletados também indicam tendência de convergência dos preços entre os municípios em direção à média regional, que foi de R$ 300,97 por saca.

Municípios em que anteriormente se registravam valores mais altos, como Almeirim (R$ 337,50; -3,57%) e Oriximiná (R$ 330,00; -5,71%), passaram a se aproximar dessa média, ainda que com quedas menos intensas.

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Já cidades com preços mais baixos, como Santarém (R$ 275,00; -16,67%) e Monte Alegre (R$ 270,00; -10,00%), também acompanham esse movimento de ajuste.

“Essa dinâmica indica um processo de alinhamento regional dos preços, impulsionado principalmente pelo aumento da oferta no período de safra. Contudo, algumas diferenças entre os municípios devem permanecer em razão de fatores como o custo de transporte”, explica o pesquisador.

“Assim, o mercado da castanha-do-pará se mostra sensível à quantidade ofertada e apresenta comportamento típico de ajuste sazonal, em que o aumento da produção leva não apenas à queda dos preços, mas também a uma maior convergência dos valores praticados entre os municípios”.

Leia também: Entenda como a castanha-do-pará ganhou o mundo

Cotação de valores da castanha

O acompanhamento mensal da cotação da castanha-do-pará é realizado pelo projeto de pesquisa SBDiversidade Contas Regionais, da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa).

A iniciativa conta com apoio da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), por meio da Rede Pará de Contas Regionais e Bioeconomia.

*Com informações da Ufopa

Café transforma vidas de produtores reassentados em Porto Velho

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Foto: Mateus dos Santos/Prefeitura de Porto Velho

O dia ainda nem amanheceu na margem direita do rio Madeira, e o agricultor Artur Raposo já está de pé, iniciando mais uma jornada no campo. Após organizar suas ferramentas, ele prepara um café com sabor especial: plantado, colhido, torrado e moído pela própria associação de produtores do Reassentamento Santa Rita, localizado a cerca de 60 quilômetros do perímetro urbano de Porto Velho, na BR-364, km 54, em Rondônia.

Artur faz parte de uma comunidade com mais de cem famílias que viviam na margem esquerda do rio Madeira e precisaram ser removidas devido à construção da UHE Santo Antônio. Foi na nova terra que ele descobriu o potencial do café, que hoje se consolida como uma importante fonte de renda e um vetor de melhoria na qualidade de vida da população local.

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A associação criada para beneficiar e comercializar o produto já colhe bons resultados com sua marca própria, o Café Ajuri, um robusta amazônico produzido 100% na região. O produto já é consumido em diversas casas da capital e até no exterior, levando o nome da comunidade a eventos importantes, como a COP30, realizada no ano passado em Belém (PA), da qual Artur participou.

Para o produtor, o apoio da Prefeitura de Porto Velho tem sido fundamental para ampliar as perspectivas de crescimento. “Hoje conseguimos sonhar com uma produção maior, graças aos incentivos e melhorias que vêm sendo realizados”, destaca.

O agricultor Artur Raposo. Foto: Mateus dos Santos/Prefeitura de Porto Velho

Com mais de 50 hectares cultivados, Artur ressalta a importância de programas como o “Porteira Adentro”, que facilita o acesso às propriedades com a recuperação de estradas vicinais e garante melhores condições para o escoamento da produção e chegada de insumos.

“Nós enxergamos o café como a oportunidade de um futuro próspero para nossa comunidade. O valor agregado após o beneficiamento faz toda a diferença. Estamos aprendendo cada vez mais sobre a torra de qualidade e fortalecendo nossa marca, graças às parcerias, especialmente com a Prefeitura de Porto Velho”.

Leia também: Robusta Amazônico: conheça café produzido dentro de Terra Indígena em Rondônia

Foto: Mateus dos Santos/Prefeitura de Porto Velho

Café fortalece comunidades

O prefeito Léo Moraes reafirmou o compromisso da gestão com os produtores rurais da capital. Segundo ele, o fortalecimento dessas comunidades é essencial para o desenvolvimento do município.

“Em Porto Velho, o café vem mudando histórias e trazendo novas perspectivas. Nossa vocação natural contribui para a qualidade da produção, e a prefeitura seguirá parceira e atenta às necessidades dos nossos produtores”.

Instituições como o IFRO e a UNIR estão entre os principais compradores do café produzido pelos reassentados da comunidade Santa Rita.

*Com informações da Prefeitura de Porto Velho

Impactos do mercúrio mobilizam discussões sobre saúde na Amazônia

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FVS-RCP participa de evento e acompanha debates sobre contexto e proteção à saúde dos amazônidas contra impacto do mercúrio. Foto: Divulgação/ FVS-RCP

Estão abertas as inscrições para a oficina ‘Mercúrio e os Desafios na Amazônia‘. A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) participa acompanhando as discussões sobre os impactos ambientais na região, especialmente a presença de mercúrio e seus efeitos na saúde da população. As inscrições podem ser feitas pelo link: https://forms.gle/m3kVromKEgyrMwHQ8

A iniciativa é coordenada “pelo Programa de Extensão “Rios Online” da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em parceria com o Institut de Recherche pour le Développement (IRD), organização francesa dedicada à pesquisa científica voltada ao desenvolvimento sustentável, com forte atuação na Amazônia, e custeado pelo Programa FEFAccion do Ministério das Relações Exteriores da França”, e busca informar, conscientizar e capacitar alunos e profissionais que trabalham com o tema e pessoas que vivem em comunidades ribeirinhas.

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Segundo a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, acompanhar esse tipo de discussão fortalece as ações de saúde pública. “A participação da Fundação permite estar próxima da produção científica e das experiências em campo, contribuindo para o aprimoramento das estratégias de vigilância em saúde no estado”, destacou.

Leia também: Instituto reúne pesquisadores para combater contaminação por mercúrio na Amazônia

Na coordenação do encontro, a professora Tereza Cristina Oliveira (ICE/Ufam) reforça a importância da iniciativa para ampliar o acesso à informação.

“Serão apresentados dados sobre a presença de mercúrio em áreas como as Terras Yanomami e o Parque Nacional de Anavilhanas. A participação de diferentes instituições amplia o diálogo e fortalece a conscientização sobre essa problemática”, afirmou.

mpf recomenda combate uso de mercúrio Foto Divulgação Ibama
Foto: Divulgação/Ibama

Pesquisa científica sobre o mercúrio na prática

No dia 22 de abril, no auditório Vitória Régia do Centro de Ciências Ambientais – UFAM, setor Sul, o evento será aberto ao público e vai abordar o panorama atual da contaminação por mercúrio na Amazônia.

Nos dias 23 e 24, a programação segue com atividades práticas, com vagas limitadas. Os participantes terão acesso a técnicas de coleta e preservação de amostras para análise laboratorial, além de vivências de pesquisa participativa voltadas à construção conjunta de estratégias para reduzir a exposição ao mercúrio.

Quem acompanhar toda a programação receberá certificado com carga horária de 30 horas. Os participantes do primeiro dia terão certificação de 8 horas.

*Com informações da Agência Amazonas

FVS-RCP reforça orientações sobre Doença de Chagas na Amazônia

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Foto: Cândido Miranda / FVS-RCP

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), no dia 14 de abril, o Dia Mundial de Combate à Doença de Chagas, reforçou a importância da informação atualizada e da adoção de medidas de prevenção.

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No Amazonas, a realidade ambiental favorece a presença de diversos insetos que podem atuar como vetores de doenças. Entre essas doenças está a Doença de Chagas, cujos sintomas podem ser confundidos com outras doenças, mas se não tratadas podem trazer complicações sérias para a saúde ao longo do tempo.

A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, ressalta que o enfrentamento à doença exige ações integradas de vigilância e conscientização da população.

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FVS-RCP reforça orientações sobre Doença de Chagas na Amazônia
Insetor vetor da Doença de Chagas. Foto: Reprodução/ Centro de Vigilância em Saúde

“Nosso trabalho envolve tanto o monitoramento dos casos quanto a orientação da população, além de ações contínuas de vigilância em saúde em todo o estado. A informação é uma das principais ferramentas de prevenção, porque permite que as pessoas reconheçam os riscos e adotem cuidados no dia a dia”, destaca a diretora-presidente da FVS-RCP.

O diretor de vigilância sanitária da FVS-RCP, Jackson Alagoas, destaca que a segurança alimentar é uma das frentes importantes nesse processo. “Estamos na fase final de uma portaria voltada para os batedores de açaí, que vai orientar as vigilâncias sanitárias dos municípios e melhorar o monitoramento desse processo”, afirma.

De acordo com a fiscal sanitária da FVS-RCP, a nutricionista Thabata Padilha, o objetivo dessa portaria é reduzir riscos em alimentos amplamente consumidos na região. “A ideia é garantir mais segurança na produção, já que é um alimento muito consumido e que exige cuidados específicos”, frisa.

O que é a Doença de Chagas

Foto: Reprodução/ Fiocruz

A Doença de Chagas é uma infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi. No início, pode apresentar sintomas muito característicos de outras doenças e, sem o tratamento correto, pode evoluir para a fase crônica e causar complicações graves, principalmente no coração e no sistema digestivo. Por esse motivo, é importante conhecer as formas de transmissão dessa doença.

Transmissão por vetor: ocorre por meio dos insetos conhecidos como barbeiros, que vivem em áreas de mata e também próximos às residências. Ao picar, podem deixar resíduos contaminados na pele, e o parasita entra no organismo ao coçar ou tocar a região.

Transmissão oral: acontece pela ingestão de alimentos contaminados durante o preparo. No Amazonas, itens como açaí e cana-de-açúcar estão entre os mais associados a esse tipo de transmissão.

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Como se prevenir

Para evitar a transmissão pelo vetor, é importante impedir a presença do barbeiro nas residências, mantendo a casa limpa, vedando frestas em paredes, telhados e pisos, utilizando telas em janelas e evitando o acúmulo de entulhos. Também podem ser adotadas medidas como o uso de inseticidas, quando orientado pelos serviços de saúde.

Inseto barbeiro, causador da Doença de Chagas. Foto: Divulgação/ Saúde

Para prevenir a contaminação oral, é essencial garantir a segurança dos alimentos, com atenção à higienização, ao processamento adequado e à procedência. É importante redobrar os cuidados com alimentos como açaí e cana-de-açúcar, verificando as condições de preparo para reduzir o risco de contaminação.

*Com informações da Agência Amazonas.

Tocantins alcança 2ª posição nacional em potencial de mercado e reforça ambiente econômico competitivo

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No Ranking de Competitividade dos Estados, o Tocantins ocupa a 2ª posição nacional em Potencial de Mercado, indicador que avalia crescimento econômico, força de trabalho e acesso ao crédito. Foto: Divulgação

Com programas de fortalecimento da economia e geração de emprego, o Governo do Tocantins alcançou a 2ª colocação nacional no pilar Potencial de Mercado do Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP).

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O avanço no cenário econômico nacional evidencia a consolidação de políticas públicas voltadas à atração de investimentos, ao incentivo ao empreendedorismo e à ampliação das oportunidades de trabalho, posicionando o estado como um ambiente cada vez mais competitivo e favorável ao desenvolvimento sustentável.

O indicador avalia a capacidade de crescimento sustentável das economias estaduais, considerando fatores como dinamismo econômico, expansão da força de trabalho e condições do mercado de crédito. Na metodologia do ranking, também são analisadas variáveis como o tamanho do mercado, a taxa de crescimento econômico e indicadores do sistema financeiro, como volume de crédito, comprometimento de renda, qualidade do crédito para pessoa física e níveis de inadimplência, fatores que influenciam diretamente a atração de investimentos e a competitividade dos estados.

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Governador Wanderlei Barbosa destaca que o estado avança com trabalho, obras nos municípios e investimentos que fortalecem a economia e geram oportunidades. Foto: Adilvan Nogueira/Governo do Tocantins

O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, destaca que o reconhecimento reflete o planejamento adotado pela gestão estadual.

“O Tocantins vem avançando com trabalho, investimento e organização. Estamos fortalecendo a economia, gerando oportunidades e criando um ambiente melhor para quem quer investir e produzir. Esse resultado mostra que o estado está preparado para crescer de forma consistente nos próximos anos”, afirma o governador.

Investimentos fortalecem desenvolvimento regional

Entre os fatores que explicam o desempenho do Tocantins está o Programa de Fortalecimento da Economia e Geração de Emprego, que destina R$ 278 milhões em investimentos para obras de infraestrutura nos 139 municípios, com mais de 90% dos recursos já executados.

As ações contemplam pavimentação urbana, melhoria da infraestrutura viária e construção de espaços públicos, contribuindo diretamente para a geração de empregos, o fortalecimento da economia local e a ampliação da circulação de renda.

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Governo do Tocantins alcança 2ª posição nacional em potencial de mercado e reforça ambiente econômico competitivo
Programa de Fortalecimento da Economia e Geração de Emprego fortalece economia com investimentos nos 139 municípios tocantinenses. Foto: Adilvan Nogueira/Governo do Tocantins

Os investimentos também alcançam áreas estratégicas como logística, educação, saúde e segurança, criando condições mais favoráveis para o crescimento econômico e a atração de novos empreendimentos.

Para os próximos anos

O pilar Potencial de Mercado considera não apenas o cenário atual, mas também a capacidade de crescimento das economias no médio e longo prazo, especialmente a expansão da força de trabalho na próxima década.

Nesse contexto, o desempenho do Tocantins demonstra que as políticas adotadas pelo Governo do Estado estão alinhadas a uma estratégia de desenvolvimento sustentável, com foco na geração de oportunidades, no fortalecimento do ambiente de negócios e na preparação do estado para novos ciclos de crescimento.

*Com informações da Agência Tocantins.