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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose no Acre

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Pesquisa sobre a leishmaniose foi desenvolvida em Sena Madureira. Foto: Divulgação/ Ufac

A Universidade Federal do Acre (Ufac) tem parceria em uma pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), que identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título ‘Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas’. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

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A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse Leandro Siqueira de Souza, autor do artigo como parte de sua tese de doutorado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

Leia també: Acre reduz em 18% os casos de leishmaniose

Imagem colorida mostra pessoas pousando para foto em sala em Sena Madureira. Pesquisa é sobre Leishmaniose
Foto: Divulgação/ Ufac

Casos de leishmaniose são maiores no Norte

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

*Com informações da Ufac

Trabalhar melhor começa pelo carro certo: conheça o Move Brasil na Murano

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Fotos: Divulgação/Murano Veículos

Em um momento em que mobilidade e geração de renda caminham lado a lado, programas de incentivo para renovação do seu automóvel ganham protagonismo.

É justamente nessa direção que surge o Move Brasil, iniciativa do Governo Federal que busca facilitar o acesso de taxistas e motoristas de aplicativo a veículos novos por meio de condições especiais de financiamento, conforme MP 1.362/2026 (Agência Senado), publicada no Diário Oficial da União.

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O programa conta com até R$ 30 bilhões em crédito operacionalizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e a Fiat vem condições especiais alinhadas ao programa e uma seleção de veículos pensada para cada cenário.

Em Manaus (AM), quem conecta esses profissionais à oportunidade é a Murano Veículos, concessionária Fiat que faz parte do Grupo Simões e está presente em Manaus há mais de 30 anos.

Quem pode participar do programa?

O Move Brasil foi pensado para dois perfis de motorista profissional, cada um com requisitos específicos. Prevê financiamento com possibilidade de entrada zero e juros reduzidos. Porém, a aprovação do crédito e as condições finais da operação variam conforme a análise de cada instituição financeira e o perfil do cliente.

Para taxistas, a participação exige:

  • Licença ativa de taxista
  • Regularidade fiscal
  • Cadastro atualizado nos órgãos competentes

Para motoristas de aplicativo, os critérios incluem:

  • Cadastro ativo em uma plataforma há pelo menos 12 meses
  • Mínimo de 100 corridas realizadas nesse período
  • Permanência na mesma plataforma durante o histórico

O enquadramento nesses critérios é o primeiro passo para acessar as condições especiais de financiamento com juros reduzidos e prazos ampliados que o programa oferece.

Os modelos que mais despertam interesse entre motoristas profissionais

O Fiat Cronos é o sedan mais procurado por motoristas profissionais. Com porta-malas de 525 litros, espaço interno generoso e consumo eficiente, ele atende quem precisa de conforto para os passageiros e economia no dia a dia.

Para quem busca mais tecnologia e presença visual, o Fiat Pulse e o Fiat Fastback são as opções que combinam design atual com conectividade e desempenho. Ambos se destacam no trânsito e agregam percepção de valor ao serviço prestado.

Programa Move Brasil facilita o acesso a veículos novos com condições especiais, e a Murano conecta taxistas e motoristas de aplicativo às oportunidades da Fiat em Manaus. Fotos: Divulgação/Murano Veículos

Qual carro combina com cada perfil?

Cadastro aprovado? Veja como a Murano pode ajudar.

A Murano Veículos é revendedora oficial da Fiat em Manaus há 32 anos. A concessionária tem experiência consolidada em vendas diretas para taxistas, motoristas de aplicativo, autoescola e empresas com CNPJ, o que significa que a adesão ao Move Brasil passa por uma equipe que já conhece a documentação, os trâmites e as particularidades desse tipo de negociação.

O atendimento pode ser feito presencialmente na unidade do Aleixo ou no espaço do Manauara Shopping. Para quem prefere iniciar pelo digital, a equipe comercial atende peloWhatsApp com agilidade.

O momento é de oportunidade. O programa tem prazo, o estoque de veículos tem limite e as condições especiais da Fiat não vão durar indefinidamente. Se você cumpre os requisitos, o próximo passo é conversar com a Murano e entender como seguir com a venda direta.

Fale com a equipe da Murano através do contato (92) 98400-1422 ou site: www.fiatmurano.com.br.

Vai a Parintins? Especialistas do HUGV-Ufam orientam sobre cuidados com a saúde no período do Festival

Brincantes devem ficar atentos aos problemas de saúde antes e após o Festival de Parintins. Foto: Michael Dantas/Governo do Amazonas

Com a aproximação do Festival Folclórico de Parintins, especialistas do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV-Ufam), administrado pela Rede HU Brasil, reforçam orientações para que os brincantes aproveitem os dias de festa com saúde. A combinação de calor intenso, chuvas frequentes, grandes aglomerações e consumo de bebidas alcoólicas pode aumentar o risco de desidratação, queimaduras solares e infecções respiratórias.

O festival acontece nos dias 26, 27 e 28 de junho, em Parintins (a 369 km de Manaus), com a disputa dos bois Caprichoso e Garantido e a expectativa de receber 120 mil turistas, número que praticamente dobra a população da ilha.

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Segundo o pneumologista do HUGV-Ufam, Mário Sérgio Fonseca, os quadros respiratórios frequentemente observados após o festival estão associados a diversos fatores.

“O que acontece é que a programação reúne milhares de pessoas em contato próximo, favorecendo a circulação de vírus respiratórios. Além disso, muitas pessoas passam dias enfrentando mudanças de temperatura e uma rotina muito diferente da habitual. Esse conjunto de fatores pode deixar o organismo mais vulnerável ao adoecimento”, explica.

De acordo com o especialista, vírus como influenza, covid-19 e outros agentes causadores de infecções respiratórias encontram condições favoráveis para circular em eventos com grande concentração de pessoas, hospedagens compartilhadas, embarcações e longas filas, como ocorre em Parintins.

parintins
Foto: Reprodução/Amazon Sat

Preparação começa antes da viagem

Os cuidados com a saúde devem começar antes mesmo do embarque para a ilha. Entre as recomendações estão manter uma alimentação equilibrada, dormir adequadamente, hidratar-se regularmente, verificar se a vacinação está atualizada, especialmente contra influenza e covid-19, e não esquecer os medicamentos de uso contínuo durante a viagem.

Leia também: Você sabe qual a origem do Festival Folclórico de Parintins?

O médico também alerta para a falsa expectativa em torno do uso indiscriminado de vitaminas e suplementos antes da festa. “A suplementação não costuma trazer benefícios para a prevenção de doenças quando não existe deficiência comprovada dessas vitaminas. Não há respaldo médico para isso. Então, o mais importante continua sendo manter hábitos saudáveis, vacinação em dia, alimentação adequada, hidratação e sono de qualidade”, ressalta.

Sol forte exige proteção redobrada

A exposição prolongada ao sol é uma das marcas do festival. Além do desconforto, a radiação ultravioleta pode provocar queimaduras, envelhecimento precoce da pele e aumentar o risco de câncer de pele.

A dermatologista Luciana Mendes recomenda o uso correto do protetor solar. “O produto deve ser aplicado cerca de 20 minutos antes da exposição ao sol em todas as áreas descobertas do corpo. A reaplicação deve ocorrer a cada duas horas ou sempre após suor excessivo ou contato com água. O ideal é utilizar protetor com FPS igual ou superior a 30”, orienta.

Além do protetor solar, outras medidas ajudam a reduzir os danos provocados pela exposição solar. “Chapéus de aba larga, óculos com proteção ultravioleta e roupas com proteção solar contribuem para uma exposição mais segura. Sempre que possível, é importante evitar a permanência sob sol intenso entre 10h e 14h”, acrescenta.

Hidratação vai além de matar a sede

As altas temperaturas registradas em Parintins aumentam a perda de líquidos e sais minerais pelo suor, favorecendo quadros de desidratação durante os dias de festa. Quando a reposição de água não ocorre de forma adequada, podem surgir sintomas como dor de cabeça, tontura, fraqueza, fadiga, câimbras e sensação de mal-estar.

O risco aumenta com o consumo de bebidas alcoólicas. Por isso, os especialistas orientam alternar a ingestão de álcool com água durante a festa e evitar longos períodos sem consumir líquidos. A hidratação adequada também contribui para a manutenção da pressão arterial, melhora o desempenho físico e ajuda a preservar a voz, bastante exigida pelas torcidas durante as apresentações dos bois-bumbás.

Cuidados durante e após a festa

Embora seja impossível eliminar completamente os riscos em eventos de grande porte, algumas medidas ajudam a reduzir as chances de contaminação. Entre elas estão higienizar as mãos com frequência, utilizar álcool em gel, evitar compartilhar copos e garrafas, manter uma boa hidratação e respeitar os períodos de descanso.

Após o retorno para casa, alguns sintomas exigem atenção. “Febre persistente, falta de ar, dificuldade para respirar, queda do estado geral ou sintomas que se intensificam ao longo dos dias devem motivar uma avaliação médica”, afirma o pneumologista.

Para Mário Sérgio, embora o festival envolva situações que aumentam os riscos de adoecimento, a adoção de medidas preventivas pode contribuir para uma experiência mais segura e tranquila.

“A maioria das pessoas consegue aproveitar o festival sem intercorrências. O importante é adotar medidas preventivas para usufruir da festa com saúde e estar atento aos sinais do próprio corpo para buscar ajuda quando necessário”, conclui o especialista.

*Com informações da Ufam

Ufopa obtém patente para produção de painéis a partir do caule do açaí

Além do fruto, tecnologia abre perspectiva para que produtores comercializem o produto caule do açaí com o setor industrial. Foto: Divulgação/Acervo da pesquisa

Da floresta para a inovação: um resíduo do manejo do açaí, até então sem aproveitamento tecnológico em larga escala, acaba de se transformar em mais um ativo de propriedade intelectual da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa). A instituição conquistou nova carta-patente concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) com a invenção “Painéis de caule do Açaizeiro (Euterpe sp.)”, tecnologia que converte o caule excedente do açaizeiro em um material de alta resistência com potencial de aplicação na construção civil, mobiliário e produção de objetos.

A invenção utiliza a porção mais densa e fibrosa do caule do açaizeiro para a produção de painéis colados de alta resistência mecânica, com características semelhantes às de madeiras de alta densidade e madeiras laminadas. Além de agregar valor a um resíduo que normalmente é descartado, a solução apresenta potencial para estimular cadeias produtivas ligadas à bioeconomia amazônica e ao uso sustentável dos recursos regionais.

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Com depósito realizado em maio de 2020, a patente foi expedida em 16 de junho de 2026 e tem validade de 20 anos. O desenvolvimento é assinado pelos docentes e pesquisadores João Thiago Rodrigues de Sousa e Victor Hugo Pereira Moutinho, ambos vinculados ao Instituto de Biodiversidade e Florestas (Ibef/Ufopa) e por Bruno Monteiro Balboni, docente da Universidade de São Paulo (USP).

Para um dos pesquisadores, João Thiago Rodrigues de Sousa, “a patente proposta representa  inovação de imenso valor científico, ecológico e socioeconômico para a região amazônica. Para além do reconhecimento do nosso trabalho, ela consolida o trabalho das populações rurais que manejam o açaí para abastecer o mercado com os frutos. Agora podem obter um outro produto de altíssimo valor agregado, aumentar sua renda, dinamizar a cadeia e coloca a atividade no mapa de benefícios sociais importantes, como previdência, ergonomia, profissão, etc., a partir de um resíduo do manejo.”

O pesquisador Bruno Balboni reforça que “a madeira de açaí é uma forma de fornecer uma fonte de renda extra para o produtor de açaí, agregando valor ao resíduo do manejo do açaizeiro, estimulando a prática que possui o benefício de aumentar a produção dos frutos”.

Antes mesmo da concessão da carta-patente, a tecnologia já começou a ganhar visibilidade em espaços estratégicos de divulgação e inovação. O material desenvolvido foi apresentado durante a COP 30, realizada em Belém (PA), cidade-sede da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, e na XVII Feira da Indústria do Pará (Fipa) 2026, também realizada em Belém, ampliando o alcance da pesquisa e aproximando o projeto de potenciais conexões institucionais e de mercado.

Leia também: Açaí é reconhecido por lei como fruta nacional

Ufopa obtém patente para produção de painéis a partir do caule do açaí
Foto: Divulgação/Acervo da pesquisa

Próximo passo

A próxima etapa dos pesquisadores concentra-se no avanço dos estudos voltados à viabilidade de comercialização e inserção do produto no mercado, com potencial de abrir uma nova oportunidade econômica para produtores que atuam no cultivo do açaí, que poderão agregar valor ao manejo e comercializar também o caule excedente para o setor industrial, além da produção tradicional voltada ao fruto.

Leia também: Portal Amazônia responde: o que são Patentes Verdes?

Patentes na Ufopa 

Com a nova carta-patente, a Ufopa passa a contabilizar 11 pedidos de patentes depositados, dos quais três já obtiveram concessão e uma quarta tecnologia aguarda a conclusão do processo para concessão definitiva.

Entre as invenções já protegidas pelo INPI estão:

  • “Sistemas líquidos cristalinos baseados em gordura vegetal de murumuru (Astrocaryum murumuru Mart.) para liberação sustentada de fármacos em pele e cavidades revestidas por mucosa”, primeira carta-patente da Universidade;
  • “Produto cosmético para colorir os lábios baseado em pigmento extraído das cascas do fruto do jambeiro-vermelho (Syzygium malaccense)”;
  • e agora os “Painéis de caule do Açaizeiro (Euterpe sp.)”.

Além das patentes de invenção, a Universidade também conquistou recentemente o registro da marca Afroteca, tecnologia educacional antirracista desenvolvida na instituição, ampliando seu portfólio de ativos de propriedade intelectual e de soluções geradas a partir da Amazônia.

Com a nova patente recém concedida, a Ufopa segue consolidando sua contribuição para o desenvolvimento de soluções científicas conectadas aos desafios amazônicos e para a valorização do conhecimento produzido na região.

*Com informações da Ufopa

Barco Escola Tree Earth inicia atividades em Manaus e leva educação ambiental, tecnologia espacial e bioeconomia para comunidades ribeirinhas

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Foto: Divulgação

Educação, tecnologia e conservação ambiental estarão reunidas nesta quinta-feira (25) em Manaus. A capital amazonense recebe a aula inaugural do Barco Escola Tree Earth 2026, iniciativa que beneficiará estudantes das Escolas Municipais Santa Luzia e São Luiz de Gonzaga, no bairro Puraquequara, zona leste da cidade.

O projeto levará conhecimentos sobre meio ambiente, tecnologia, bioeconomia e monitoramento territorial a estudantes de comunidades ribeirinhas e escolas localizadas às margens dos rios amazônicos.

A iniciativa nasce da união de instituições comprometidas com o desenvolvimento sustentável da Amazônia, entre elas a Fundação Rede Amazônica, ATEM Distribuidora, IMAGEM Geosistemas, FLEX, Harman JBL, Instituto Dossel da Amazônia, Tree Earth e a Academia Brasileira de Direito do Trabalho (ABDT).

A embarcação funcionará como uma sala de aula flutuante, conectando educação, ciência, tecnologia e conservação ambiental. A proposta é ampliar o acesso de estudantes ribeirinhos a conteúdos e experiências que, muitas vezes, estão concentrados nos grandes centros urbanos.

Durante as atividades, os alunos participarão de ações de plantio de árvores nativas, oficinas de educação ambiental, treinamentos em geotecnologias e demonstrações práticas sobre o uso de satélites no monitoramento da floresta, das mudanças climáticas e da gestão territorial.

“Queremos mostrar aos jovens da Amazônia que eles podem ser protagonistas da conservação da floresta utilizando ciência, inovação e tecnologia. O Barco Escola tem, desde 2024, a missão de levar oportunidades onde elas normalmente não chegam, conectando a realidade amazônica com as profissões e os desafios do futuro”, destaca Vicente Tino, fundador da Tree Earth.

A aula inaugural contará com a participação de especialistas da IMAGEM Geosistemas, referência nacional em sistemas de informação geográfica e inteligência geoespacial. Os estudantes terão contato com conceitos de geoprocessamento, monitoramento por satélites e aplicações práticas dessas tecnologias em áreas como proteção ambiental, planejamento territorial, agricultura e combate ao desmatamento.

Além das atividades tecnológicas, a programação inclui o plantio de espécies arbóreas nativas e a distribuição de brindes educativos aos participantes.

Segundo os organizadores, a expectativa é que o Barco Escola Tree Earth percorra diferentes municípios e comunidades da Amazônia nos próximos anos, consolidando-se como uma plataforma itinerante de educação ambiental, formação tecnológica e promoção da bioeconomia.

Além da capacitação de estudantes e professores, a iniciativa também pretende apoiar ações de reflorestamento, monitoramento ambiental, empreendedorismo sustentável e inclusão digital, fortalecendo o papel da Amazônia como protagonista das soluções globais para os desafios climáticos.

Com o apoio de parceiros institucionais e da iniciativa privada, o Barco Escola representa um novo modelo de integração entre educação, tecnologia e conservação ambiental, navegando pelos rios amazônicos para levar conhecimento, oportunidades e esperança às futuras gerações.

Serviço

Evento: Aula Inaugural do Barco Escola Tree Earth 2026
Data: Quinta-feira –  25 de junho de 2026
Ponto de encontro: Viveiro Tree Earth – Comunidade Puraquequara, Lago do Puraquequara, bairro Puraquequara, zona leste de Manaus (AM)

Programação

Escola Municipal Santa Luzia – Comunidade Puraquequara

  • 8h – Saída do Viveiro Tree Earth (Puraquequara)
  • 8h30 – Chegada à escola
  • 9h – Recepção dos alunos, gestores e professores
  • 9h30 – Plantio de mudas e deslocamento para o Barco Escola
  • 10h – Treinamento sobre Geotecnologias e Satélites com a IMAGEM Geosistemas
  • 12h – Lanche e entrega de brindes
  • 12h30 – Encerramento

Escola Municipal São Luiz de Gonzaga

  • 12h30 – Deslocamento da equipe
  • 13h – Chegada à escola
  • 13h30 – Recepção dos alunos, gestores e professores
  • 14h – Plantio de mudas e atividades no Barco Escola
  • 14h30 – Treinamento sobre Geotecnologias e Satélites
  • 16h30 – Lanche e entrega de brindes
  • 17h – Encerramento

O Barco Escola Tree Earth é uma iniciativa da Tree Earth e do Instituto Dossel da Amazônia, com apoio da Fundação Rede Amazônica, ATEM Distribuidora, IMAGEM Geosistemas, FLEX, Harman JBL, Academia Brasileira de Direito do Trabalho (ABDT) e demais parceiros institucionais.

Vídeo educativo mostra como é a produção leiteira no Acre

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Produção de leite na Amazônia revela potencial. Foto: Reprodução/Youtube-Grupo de Pesquisa “Trópicos” – Brasil

O curta-metragem “Produção de Leite na Amazônia” (4min46), produzido no Acre, visa divulgar uma experiência de destaque na produção de alimentos, com aplicabilidade na região amazônica.

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O filme destaca a propriedade Rey Leche, localizada na Amazônia equatoriana, e aborda a criação de gado semiconfinado com adoção de piquetes rotacionados de amendoim forrageiro (Arachis pintoi).

Também trata do uso de bancos forrageiros com quiebra-barrigo (Trichanthera gigantea), amoreira tropical (Morus alba) e capim-elefante ou capim-napiê (Pennisetum purpureum). A propriedade foi recomendada pela equipe do Instituto Nacional de Pesquisa Agrícola, do Equador, durante uma visita técnica realizada pelo NAV-Juruá.

Vídeo educativo mostra como é a produção de leite no Acre
O filme destaca a propriedade produtora de leite Rey Leche, localizada na Amazônia equatoriana. Foto: Reprodução/Youtube-Grupo de Pesquisa “Trópicos” – Brasil

O Núcleo de Agroecologia do Vale do Juruá (NAV-Juruá), o Programa de Educação Tutorial (PET) de Agronomia e a equipe do projeto Agricultura Tropical e Subtropical, Pecuária e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França (Capes/Cofecub, o Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil), vinculados ao Centro de Ciências Biológicas e da Natureza da Universidade Federal do Acre (Ufac).

Leia também: Vacas com genética adaptada produzem o triplo da média de leite em Mato Grosso

Produção de leite mostra potencial da região

Alunos do PET-Agronomia, doutorandas do programa de pós-graduação em Produção Vegetal, integrantes do projeto Capes/Cofecub e pesquisadores da Ufac, das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa e do Instituto Agrícola de Dijon (França) foram responsáveis pela produção do filme.

O curta foi produzido pelo Núcleo de Agroecologia do Vale do Juruá (NAV-Juruá), o Programa de Educação Tutorial (PET) de Agronomia e a equipe do projeto Agricultura Tropical e Subtropical, Pecuária e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França (Capes/Cofecub, o Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil), vinculados ao Centro de Ciências Biológicas e da Natureza da Universidade Federal do Acre (Ufac). A produção conta com uma versão em inglês e outra em português. Confira:

“O Amapá pode se tornar referência nacional em inovação amazônica”, afirma Lindomar Ferreira, convidado da Glocal Macapá 2026

Foto: Divulgação

O presidente da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), do Tucuju Valley e fundador da Proesc.com, Lindomar Ferreira, será um dos convidados da primeira edição da Glocal Macapá 2026, que acontece nesta sexta-feira (26) e sábado (27), no Parque Residência e na OAB Amapá. Reconhecido como uma das principais lideranças do ecossistema de inovação da região Norte, Lindomar será o mediador do painel “Inovação Tucuju – Ciência, Tecnologia e o Boom do Açaí”, que acontece na sexta-feira (26), das 15h às 15h50.

O debate reunirá representantes do setor produtivo para discutir como ciência, tecnologia e uma das cadeias econômicas mais importantes do estado podem impulsionar o desenvolvimento sustentável do Amapá.

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À frente de iniciativas voltadas ao empreendedorismo e à inovação, Lindomar tem atuado diretamente no fortalecimento do ecossistema amapaense, estimulando a criação de startups, a formação de empreendedores e a conexão entre empresas, universidades e instituições públicas.

Para ele, a realização de eventos como a Glocal Macapá é fundamental para ampliar oportunidades e fortalecer o ambiente de inovação no estado.

“A Glocal Macapá é muito mais do que um evento. Ela é um espaço de conexão entre empreendedores, pesquisadores, investidores, estudantes e instituições que acreditam no potencial da Amazônia como fonte de inovação para o Brasil e para o mundo”, afirma.

Segundo Lindomar, iniciativas como a Glocal contribuem para inspirar novos empreendedores, fortalecer redes de colaboração e ampliar a visibilidade do estado no cenário nacional.

“Eventos como esse ajudam a gerar oportunidades, inspiram novos empreendedores, fortalecem redes de colaboração e mostram que é possível criar negócios inovadores a partir dos desafios e das riquezas da nossa região. Além disso, colocam o Amapá no mapa nacional da inovação, atraindo visibilidade, parcerias e investimentos”, destaca.

Ao analisar o cenário local, o presidente da ABStartups avalia que o Amapá possui condições para se tornar referência nacional em inovação amazônica.

“Eu acredito que o Amapá pode se tornar referência nacional em inovação amazônica. Somos um estado com uma biodiversidade única, uma riqueza cultural extraordinária e enormes oportunidades ligadas à bioeconomia, tecnologia, energia renovável, economia criativa e soluções para a Amazônia”, ressalta.

Lindomar também destaca os avanços registrados pelo ecossistema local nos últimos anos.

“O Amapá já é o 16º estado mais inovador do Brasil. Nos últimos três anos, o número de startups cresceu cerca de 500%, passando de 41 para 224 empreendimentos. Nossa meta é alcançar mil startups nos próximos anos”, afirma.

Apesar dos avanços, ele observa que ainda existem desafios importantes para os empreendedores da região Norte.

“Ainda enfrentamos desafios relacionados ao acesso a capital, financiamento, formação de talentos especializados, conectividade em algumas regiões e à distância dos grandes centros econômicos do país”, explica.

No entanto, Lindomar acredita que o cenário vem evoluindo a partir do fortalecimento das redes locais e das parcerias institucionais.

“Hoje, um empreendedor da Amazônia pode criar uma startup global sem sair da região, desde que tenha acesso a conhecimento, conexões e oportunidades”, pontua.

Para os jovens que desejam empreender, o especialista deixa uma mensagem de incentivo e valorização das potencialidades regionais.

“Se você tem uma ideia, o Amapá tem um dos melhores ecossistemas de inovação para ajudar a colocá-la em prática e transformá-la em um sucesso. Empreender é resolver problemas. As grandes oportunidades do futuro não estão apenas nos grandes centros urbanos. Muitas delas estão aqui, na Amazônia”, destaca.

Ele reforça ainda que grandes negócios podem surgir a partir de soluções desenvolvidas no próprio território amazônico.

“Toda grande empresa começou com uma ideia, uma equipe determinada e muita persistência. O próximo negócio inovador capaz de transformar a Amazônia pode nascer em uma sala de aula, em uma comunidade ou até mesmo na sua casa. O importante é dar o primeiro passo e nunca parar de aprender”, conclui.

"O Amapá pode se tornar referência nacional em inovação amazônica", afirma Lindomar Ferreira, convidado da Glocal Macapá 2026

Painel debaterá ciência, tecnologia e o potencial do açaí

Durante a programação da Glocal Macapá, Lindomar Ferreira mediará o painel “Inovação Tucuju – Ciência, Tecnologia e o Boom do Açaí”, que contará com a participação de Amiraldo Picanço, presidente da AmazonBai; Valda Gonçalves, CEO do Engenho de Açaí; e Wesley Resplande, presidente da Amazon BioFert. O debate abordará os desafios e oportunidades relacionados à inovação e ao fortalecimento de uma das cadeias produtivas mais relevantes para a economia amapaense.

Com uma programação gratuita, o evento reunirá especialistas, empreendedores, estudantes, investidores e lideranças para debater temas ligados à inovação, tecnologia, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

A Glocal Macapá é realizada pela Fundação Rede Amazônica, com idealização e operação da Dream Factory e apoio da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia do Amapá (Setec/AP), do Governo do Amapá e da Tratalyx.

Serviço

Evento: Glocal Macapá 2026
Data:
nesta sexta-feira (26) e sábado (27)
Locais:
Parque Residência e OAB Amapá – Macapá (AP)
Entrada:
Gratuita

A programação completa está disponível nas redes sociais da Glocal e da Fundação Rede Amazônica: www.instagram.com/glocalexp e www.instagram.com/fundacaoredeamazonica

Glocal Amazônia – Macapá

A Glocal Macapá é realizada pela Fundação Rede Amazônica (FRAM), com idealização e operação da Dream Factory e apoio da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia do Amapá (Setec/AP), do Governo do Amapá e da Tratalyx.

Roraima tem menor taxa de analfabetismo da Região Norte em 2025

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Foto: Diane Sampaio/ Prefeitura de Boa Vista

Roraima apresentou a menor taxa de analfabetismo da Região Norte em 2025, com 3,4% entre pessoas de 15 anos ou mais, segundo dados divulgados no dia 19 de junho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

De acordo com o levantamento, registrou-se um total de 16 mil pessoas analfabetas, o que corresponde a menor taxa histórica. Desse total, 10 mil pessoas têm 60 anos ou mais, o que representa 62,5% de analfabetos do estado. 

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Em comparação regional, Roraima ficou na frente do Amazonas (4,3%) e do Amapá (4,5%), enquanto o Acre registra a taxa mais elevada da região, com 8,9%. 

Os dados fazem parte do módulo Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), com série histórica (2016–2025) reponderada a partir dos resultados do Censo Demográfico 2022. 

Imagem aérea de Boa Vista, capital do estado de Roraima
Foto: Juliana Dama/Rede Amazônica RR

Leia também: Primeira escola de Roraima completa 100 anos de tradição e tem até histórias de fantasmas

Comparação histórica de Roraima

Na comparação histórica, em 2016, Roraima contabilizava 21 mil pessoas analfabetas, o equivalente a uma taxa de 6%, evidenciando uma redução significativa ao longo do período analisado. 

O levantamento também mostra diferenças por sexo. Entre a população com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das mulheres (15,9%) é menor que a dos homens (18,1%). Já na população com 15 anos ou mais, as mulheres apresentam taxa de 3,1%, inferior à dos homens (3,8%), mantendo a tendência observada nacionalmente. 

No recorte por cor ou raça, cerca de 2,7% dos brancos com 15 anos ou mais eram analfabetos, enquanto entre pretos ou pardos a taxa foi de 3,4%. Entre os idosos (60 anos ou mais), a desigualdade se amplia: a taxa entre pretos ou pardos (17,1%) é quase três vezes superior à observada entre brancos (13,9%). 

*Com informações do G1 Roraima

Lançamento de guia apoia pecuária na gestão de riscos relacionados a atividades ilegais em Terras Indígenas na Amazônia Legal

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Lançamento de guia apoia pecuária na gestão de riscos relacionados a atividades ilegais em Terras Indígenas na Amazônia Legal. Foto: Felipe Betim/Diálogo Chino

A pecuária ilegal em Terras Indígenas ainda representa um desafio para a cadeia da carne bovina na Amazônia Legal. Além dos impactos ambientais, sociais e econômicos para os povos indígenas, essa prática pode gerar riscos jurídicos e de reputação para empresas frigoríficas com operação na região, gerando reflexos em toda a cadeia pecuária.

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Com o objetivo de contribuir com o enfrentamento desse desafio, o Programa Boi na Linha, iniciativa criada em 2019 pelo Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), desenvolveu o Guia de Gestão de Risco de Pecuária Ilegal em Terras Indígenas na Amazônia Legal, que será lançado no próximo dia 25 de junho, em webinar on line e gratuito, das 14h às 16h, pelo Youtube do Imaflora. 

A publicação reúne recomendações para apoiar frigoríficos na criação e fortalecimento de políticas e procedimentos de devida diligência. “O Guia é voltado à identificação dos riscos e prevenção, mitigação e remediação de impactos relacionados à pecuária ilegal em Terras Indígenas”, analisa Mauricio Forlani, coordenador de Projetos do Imaflora.

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Webinar

O lançamento da publicação contará com a participação de representantes do Imaflora e da Tewá 225, consultoria responsável pelos estudos técnicos que subsidiaram a elaboração do material.

Durante o webinar, serão apresentados os principais pontos da publicação, o processo de construção do Guia e reflexões sobre os desafios e oportunidades para a implementação de práticas de gestão de riscos na cadeia da pecuária. O evento também abordará a importância da governança indígena, da sociobioeconomia e da atuação empresarial responsável para a proteção dos territórios indígenas. 

“Será um momento rico para detalharmos os pontos de riscos, como também para a troca de informações entre pessoas e iniciativas que atuam nessa agenda”, enfatiza Mauricio.

Lançamento de guia apoia pecuária na gestão de riscos relacionados a atividades ilegais em Terras Indígenas na Amazônia Legal
Foto: Reprodução/Imaflora

Guia em detalhes

Entre os destaques da publicação, estão recomendações para o monitoramento de fornecedores diretos e indiretos, aprimoramento da rastreabilidade, criação de políticas de gestão de risco, estabelecimento de canais de denúncia e mecanismos de relacionamento com povos indígenas.

Segundo Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, a proposta do material é oferecer um caminho prático para que frigoríficos fortaleçam processos relacionados à pecuária ilegal em Terras Indígenas. “O Guia apresenta ferramentas e recomendações que ajudam as empresas na criação de políticas e procedimentos em gestão da cadeia de fornecimento e de riscos, alinhando sua atuação às melhores práticas de devida diligência e responsabilidade corporativa”, observa.

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Mapa de Risco 

O Guia também apresenta um Mapa de Risco de Pecuária Ilegal em Terras Indígenas na Amazônia Legal, desenvolvido para apoiar empresas na identificação de territórios mais expostos a esse tipo de ocorrência e na priorização de tratativas.

Sua elaboração foi feita a partir da análise de referências nacionais e internacionais e de consultas a representantes do setor frigorífico, varejistas, órgãos públicos, setor financeiro, organizações da sociedade civil e entidades dos povos indígenas. 

Foto: Sara Leal/ IPAM

De acordo com Mauricio Forlani, “a gestão de riscos associados à pecuária ilegal em Terras Indígenas deve ser entendida como parte da devida diligência empresarial e da responsabilidade corporativa na prevenção de impactos sobre direitos humanos, meio ambiente e comunidades tradicionais”, conclui.

Guia de Gestão de Risco de Pecuária Ilegal em Terras Indígenas na Amazônia Legal estará disponível no site do Programa Boi na Linha após o webinar que acontece em 25 de junho.

*O conteúdo foi originalmente publicado pelo Imaflora

Fernando Seabra, autor de best-sellers sobre inovação, é uma das atrações da Glocal Macapá 2026

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O Investidor-anjo, palestrante internacional e especialista em inovação Fernando Seabra será uma das atrações da primeira edição da Glocal Macapá 2026, que acontece nesta sexta-feira (26) e sábado (27), no Parque Residência e na OAB Amapá. Reconhecido nacionalmente por sua atuação no ecossistema de startups, Seabra participará de workshops, mentorias, palestras e da avaliação de negócios inovadores durante a programação do evento.

Autor dos best-sellers ‘A Mandala da Inovação’ e ‘O Legado Vencedor’, Fernando Seabra é palestrante internacional, duas vezes TEDx Speaker, investidor-anjo e integrante do Board Advisor Pool I.A. da Bossa Invest. Também atua como conselheiro de inovação da Associação Brasileira de Inteligência Artificial (ABRIA) e é considerado o brasileiro que mais participou como mentor e avaliador de reality shows voltados ao empreendedorismo e startups no mundo.

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Para Seabra, participar da primeira edição da Glocal Macapá representa a oportunidade de fortalecer conexões com um ecossistema que já conhece e admira.

“O que mais me motivou foi a oportunidade de reencontrar um ecossistema que já conheço e admiro. O Amapá possui empreendedores com uma característica rara: conhecem profundamente os problemas que desejam resolver. Minha expectativa é contribuir com experiências práticas de inovação e, ao mesmo tempo, aprender com as soluções que estão surgindo na Amazônia”, afirma.

Durante a programação da Glocal, Fernando conduzirá o workshop “Prepare-se para Enfrentar Tubarões”, na sexta-feira (26), além de participar do Pitching: No Tanque com os Tubarões, no sábado (27), atividade em que empreendedores apresentarão seus negócios a especialistas do setor.

Segundo ele, a Amazônia reúne características únicas capazes de posicionar a região como protagonista no cenário nacional e internacional da inovação.

“Vejo um potencial extraordinário. A Amazônia reúne desafios únicos que podem se transformar em oportunidades globais de inovação. Quem vive a realidade local possui conhecimento, contexto e legitimidade para criar soluções escaláveis em áreas como sustentabilidade, bioeconomia, logística, educação e tecnologia”, destaca.

Ao falar sobre os desafios enfrentados por quem está começando a empreender, Seabra ressalta que uma boa ideia, sozinha, não garante o sucesso de um negócio.

“O maior desafio não é ter uma boa ideia, mas validar se ela resolve um problema real. Muitos empreendedores se apaixonam pela solução antes de entender profundamente a dor do cliente. Além disso, execução, acesso a mercado e capacidade de adaptação costumam ser fatores decisivos para o sucesso”, explica.

Para os jovens empreendedores amapaenses, o especialista deixa uma mensagem de incentivo e valorização das potencialidades locais.

“Não tentem copiar o Vale do Silício. Aproveitem a vantagem competitiva que já possuem: conhecer profundamente sua região, sua cultura e seus desafios. Grandes negócios nascem quando transformamos problemas reais em soluções relevantes. A próxima grande inovação brasileira pode surgir justamente da Amazônia”, ressalta.

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Ao longo dos dois dias de evento, a Glocal Macapá reunirá especialistas, empreendedores, estudantes, investidores e representantes de diferentes setores em uma programação gratuita voltada à inovação, sustentabilidade, empreendedorismo, tecnologia e desenvolvimento territorial.

A Glocal Macapá é realizada pela Fundação Rede Amazônica, com idealização e operação da Dream Factory e apoio da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia do Amapá (Setec/AP), do Governo do Amapá e da Tratalyx.

Serviço

Evento: Glocal Macapá 2026
Data: 26 e 27 de junho de 2026
Local: Parque Residência – Macapá (AP)
Entrada: Gratuita

A programação completa está disponível nas redes sociais da Glocal e da Fundação Rede Amazônica: www.instagram.com/glocalexp e www.instagram.com/fundacaoredeamazonica

Glocal Amazônia – Macapá

A Glocal Macapá é realizada pela Fundação Rede Amazônica (FRAM), com idealização e operação da Dream Factory e apoio da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia do Amapá (Setec/AP), do Governo do Amapá e da Tratalyx.