Um relatório feito após missão institucional no fim de 2025 aponta que dragas e balsas usadas no garimpo de minérios mudaram a coloração do rio e colocam em risco a saúde da população.
Medidas incluem proteção dos sítios arqueológicos conhecidos como geoglifos e cadastramento de 400 áreas no estado. Fiscalização contou com apoio do MPAC.
Para procuradores no Pará e no Amapá, a forma como os processos estão sendo conduzidos esconde os verdadeiros riscos socioambientais da exploração de petróleo na Foz do Amazonas.
Órgão investiga se organização e o diretor da mesma promoveram pesquisas científicas, coleta de dados e acesso à área indígena Yanomami sem autorização.