A falta de informação, acesso à internet e equipamentos digitais estão entre as principais barreiras para que povos e comunidades tradicionais avancem no cadastramento de seus territórios na Plataforma Territórios Tradicionais, iniciativa do Ministério Público Federal (MPF).
Recurso apresentado pelo MPF aponta risco de danos irreversíveis, falhas em simulações de vazamento e falta de consulta a povos e comunidades impactados.