Livro de coletivo do Amapá reúne histórias de visagens da Amazônia

Livro “Visagens no Meio do Mundo” foi escrito por dez autores e é inspirado nos traços da cultura amazônica e no imaginário popular que resiste ao tempo.

Coletivo Ventos do Norte são os autores do livro “Visagens do Meio do Mundo”. Foto: Reprodução/Coletivo Ventos do Norte

Histórias de assombrações, mistérios e causos que atravessam gerações ganham forma no livro “Visagens no Meio do Mundo”, escrito pelo coletivo Ventos do Norte, formado por autores do Amapá. A obra é inspirada nos traços da cultura amazônica e no imaginário popular que resiste ao tempo. O lançamento é na sexta-feira (26), às 19h, no auditório da Biblioteca Pública Elcy Lacerda, no Centro de Macapá.

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O livro reúne narrativas de dez jovens autores nortistas que transformaram memórias da infância, relatos familiares e experiências pessoais em contos marcados por drama, suspense, terror e horror. O projeto valoriza a literatura feita na Amazônia e busca dar visibilidade às obras artesanais no cenário cultural amapaense.

Livro de coletivo do Amapá reúne histórias de visagens da Amazônia

Entre os autores estão Luana Tainá, Sarah Gantúss, Felipe Raiol, Elizama Costa, Matukuse Greice, Daniela R., Dauan Lopez, Raylane Benjó, Jaqueline P. e Maria E. As ilustrações ficaram a cargo de Yuri Miguel, Sarah Gantúss e Luana Góes.

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Livro celebra histórias e memórias

A obra é um convite para mergulhar em histórias que atravessam gerações e fazem parte dos costumes amazônicos. É uma visita ao imaginário popular, guiada pelos saberes tradicionais.

A professora doutora Jeniffer Yara, coordenadora do coletivo, explica que o grupo nasceu para incentivar novos escritores a ocupar espaços literários com formatos acessíveis e independentes.

“O Coletivo Ventos do Norte nasceu do desejo de jovens escritores de fazer suas vozes circularem. Visagens no Meio do Mundo é mais que um livro artesanal: é um registro da memória afetiva amazônica, das histórias que atravessam gerações e ecoam no imaginário popular. Cada texto carrega a força autoral desses jovens e reafirma que a literatura produzida na Amazônia tem identidade própria, merece ser lida e difundida”, disse Jeniffer Yara.

*Por Mariana Ferreira, da Rede Amazônica Amapá

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