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Garimpo ilegal provoca aumento nos casos de malária na Amazônia em quatro anos, afirma estudo

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A malária avança na região amazônica principalmente devido ao garimpo ilegal associado ao desmatamento. Um estudo da Universidade de Brasília (UnB) reúne constatações científicas anteriores e aponta que a área de garimpo em terras indígenas aumentou 102% entre 2018 e 2021. Esse fato impactou, possivelmente, no aumento de casos de malária nas terras indígenas Yanomami, em Roraima, e Munduruku, e no Pará, de acordo com a análise publicada na segunda (24) na “Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical”.

O trabalho traça o cenário epidemiológico da malária em áreas de garimpo no Norte do país em um período maior de tempo, de 2011 a 2023, e propõe estratégias para o controle da incidência da doença na região, a partir da revisão da literatura dos principais estudos sobre o tema. Foram usados dados de casos da doença registrados nestes 13 anos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica (Sivep-Malária) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.

Segundo o pesquisador Pablo Sebastian Tavares Amaral, de 2018 a 2021, foi registrado um aumento de 108% nos casos de malária em pacientes das áreas de garimpo da região Amazônica. “Esses números podem ser subestimados, uma vez que, devido à atividade do garimpo ser ilegal, muitos omitem a informação de que são garimpeiros”, salienta Amaral, que é coautor do estudo e doutorando no Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical da UnB.

Em 13 anos, mais de 253 mil casos de malária foram registrados em áreas de garimpo. Os registros começam a subir, principalmente, a partir de 2020. Dentre as regiões mais afetadas, estão os estados do Mato Grosso e de Roraima, com aumento de casos entre 2017 e 2022, principalmente em áreas de garimpo ilegal. Em 2020, 59% dos garimpos brasileiros eram ilegais, segundo dados da pesquisa.

Ao mapear as áreas de garimpo impactadas pela malária, a pesquisa traz resultados que podem orientar ações de vigilância e de controle da doença na Amazônia. “Conhecer as áreas prioritárias e a dinâmica da doença é essencial para direcionar melhor as ações”, explica Amaral. Ele ressalta que, por serem ilegais, as áreas de garimpo têm pouca estrutura de saúde, o que dificulta o tratamento para a doença.

O grande número de garimpos ilegais impõe desafios para o seu monitoramento, segundo o trabalho. Essas áreas acabam virando criadouros de mosquitos que transmitem a malária. Por isso, como estratégia, o estudo identifica a necessidade de revisar a legislação para aumentar o controle sobre o desmatamento e as atividades de garimpo, principalmente em terras indígenas.

Além dela, outras estratégias citadas são expandir a vigilância da malária, por meio da ação de agentes comunitários, e de ações multissetoriais para fornecer assistência imediata às populações indígenas. Outra proposição do estudo é de conectar dados de desmatamento e malária, inserindo alertas sobre desmatamento no Programa Nacional de Prevenção e Controle da Malária. Essas ações podem ter impacto na melhoria do diagnóstico e do tratamento da malária nas terras indígenas e outras regiões mais afetadas pela doença.

O grupo de pesquisa continua a fazer estudos sobre malária na Amazônia, procurando entender o impacto das grandes obras hidrelétricas na dispersão da doença. “Esses empreendimentos passam por um processo de licenciamento ambiental que insere a malária em um plano específico, diferente dos garimpos ilegais”, explica Amaral. O pesquisador procura entender se essas ações direcionadas podem ter efeito no controle da doença na região.

*O conteúdo foi originalmente publicado pela Agência Bori

Conservação da floresta e sociobioeconomia: fortalecimento da vocação firmada em práticas ancestrais

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O modo de vida baseado na agricultura familiar e no extrativismo sustentável, pode se constituir em uma sólida fonte de renda para as populações indígenas e ribeirinhas que vivem em territórios abrangidos por áreas protegidas no município de Tapauá (a 448 quilômetros de Manaus), no Amazonas.

Um diagnóstico participativo realizado pelo Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) por meio do projeto Governança Socioambiental Tapauá, aponta que a pesca, a produção agrícola familiar e o extrativismo são importantes fontes de sustento e economia local para estas comunidades.

O diagnóstico mostrou, entre outras coisas, que as comunidades produzem, por meio da agricultura familiar: banana, macaxeira, farinha e pupunha. Já o extrativismo se dá na produção de açaí, castanha-da-amazônia e copaíba. As informações foram apresentadas durante o 1º Seminário de Sociobioeconomia de Tapauá, realizado pelo Idesam entre 27 e 29 de maio, na unidade da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) do município.

O evento mostrou, ainda, que as comunidades têm potencial de exploração sustentável da cadeia de valor do breu, do cumaru e até meliponicultura (criação de espécies de nativas abelhas sem ferrão).

O diagnóstico também apresentou às lideranças indígenas e comunitárias, que o fortalecimento e promoção das cadeias de valor já existentes reduzem a vulnerabilidade financeira, e promovem a conservação ambiental nas áreas protegidas de Tapauá.

Conservação da floresta

Indígena do povo Paumari, residente da Aldeia Sabazinho, Maria Helena Silva Soares afirma que a conservação da floresta é prioridade para seu povo. “Nós somos indígenas, nós preservamos a nossa terra. Quando as pessoas vêm de fora, que são os grileiros, que são os fazendeiros, eles desmatam a nossa terra, a nossa floresta. E nós, que ficamos protegendo, ficamos com pena daquela floresta, porque é de lá que recebemos o ar. É de lá que comemos as nossas frutas que são diferenciadas”, afirmou.

Maria Helena cita como “frutas do mato” o açaí, o cacau e o uchi. “Vocês nunca viram cacau da beira do igarapé”, disse.

“O uchi, tem uns compridos, tem uns redondos, que a gente toma com café pela manhã. Então, quando vem esse desmatamento, já é uma tristeza para nós indígenas”, declarou.

Participante do 1º Seminário de Sociobioeconomia de Tapauá, a líder indígena se diz agradecida pelas informações divulgadas durante o evento. “É muito bom para conseguir um benefício para nós, porque a mãe natureza deixou muito açaí para fazermos, mas precisamos de informação”, afirmou.

Venda da produção

O vice-presidente da Associação Agroextrativista dos Moradores da Floresta Estadual de Tapauá (Aamfet), Raimundo Firmeano, ficou otimista com as possibilidades de comercialização da produção das comunidades.

“Tudo que a gente quer é que tenha um comprador, porque nós temos uma floresta rica de produtos, mas o mercado para nós não tem. Isso aí eu gostei muito e sempre me interessa algo nessa área aí para que venha um mercado para cá, para que compre os produtos que temos na floresta”, disse.

Altanário Ferreira Pires, mais conhecido como Tana, mora na comunidade Itaparanã e é membro associado da Aamfet. Tana gostou da possibilidade anunciada durante o Seminário pelo representante do Idam sobre a realização de um curso de boas práticas na produção de castanha. “O curso de capacitação da castanha é um negócio que a gente já tem prática e aprendemos muito mais. Isso aí vai ajudar muito, porque muitas coisas que não sabíamos, a gente vai levar para a comunidade”, avaliou.

Já o secretário-geral da Associação da União das Comunidades Indígenas do Trevo de Tapauá (Aucitt), Dieno Fonseca Braga, participou do seminário e se identificou com o conteúdo sobre as associações. “O que mais gostei foi a parte que falaram sobre a associação. Da importância de a gente ter uma associação. É muito bom a gente ter esse conhecimento, ter esse aprendizado. Eu fico muito alegre e feliz por isso”, disse.

Morador da Aldeia Trevo e do povo Apurinã, Dieno quer levar conhecimento para sua comunidade. “Nesse seminário, aprendemos de que maneira vamos melhorar nossa vida e a vida do pessoal que está lá na comunidade. A maneira que eu vou melhorar, através desse seminário, desse conhecimento que estou tendo hoje, eu vou repassar para a comunidade, paraa aldeia que moro”, afirmou.

O evento

A realização do 1º Seminário de Sociobioeconomia de Tapauá é uma construção coletiva articulada pelo Idesam, por meio do projeto Governança Socioambiental Tapauá, em parceria com a Prefeitura Municipal de Tapauá; Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (Sedecti-AM); Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-AM); Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam); e Universidade do Estado do Amazonas (UEA); além disso, conta com o apoio da AAMFET, Associação das Mulheres Indígenas Artesãs de Tapauá (Amiata), Associação da União das Comunidades Indígenas do Trevo de Tapauá (Aucitt) e Federação das Organizações e Comunidades Indígenas do Médio Purus (Focimp).

Sobre o projeto

O projeto Governança Socioambiental Tapauá teve início em abril de 2022 por meio da iniciativa estratégica Governança Territorial do Idesam, com recursos da Rainforest Association e Embaixada da Nova Zelândia. O projeto tem como prioridade a realização de atividades para o fortalecimento de comunidades em Áreas Protegidas de Tapauá, como a Floresta Estadual (FES) Tapauá, uma Unidade de Conservação estadual; e as Terras Indígenas Apurinã do Igarapé São João e Apurinã do Igarapé Tawamirim. O projeto conta com a parceria da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amazonas (Sema-AM) para avaliação e aprovação da execução por meio do Acordo de Cooperação Técnica N.º 003/2023.

Polo Industrial de Manaus apresenta crescimento de faturamento entre janeiro e abril: 10,46%

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No período de janeiro a abril deste ano, o Polo Industrial de Manaus (PIM) faturou o montante de R$ 63,86 bilhões, o que representa crescimento de 10,46% em relação ao mesmo intervalo do ano passado (R$ 57,81 bilhões). Em dólar, o resultado de faturamento no primeiro quadrimestre atingiu US$ 12.7 bilhões, indicando aumento de 12,01% em relação ao mesmo intervalo de 2023 (US$ 11.34 bilhões).

“Os números refletem aquilo que já prevíamos no início do ano, quando falávamos na tendência de redução da taxa básica de juros por parte do Copom (Comitê de Política Monetária), além da estabilização dos níveis dos rios no período. São fatores que contribuíram positivamente com a normalização da produção no PIM e, consequentemente, com o crescimento no faturamento de 10,46% em relação ao mesmo intervalo de 2023”, avaliou o superintendente da Suframa, Bosco Saraiva.

As exportações do PIM totalizaram US$ 227.46 milhões até abril, o que indica crescimento de 16,47% na comparação com o mesmo período de 2023 (US$ 195.29 milhões).

No tocante à mão de obra, o Polo Industrial de Manaus empregou, no mês de abril, o quantitativo de 116.450 trabalhadores, entre temporários, terceirizados e efetivos. Com os resultados apurados até abril, a média mensal de mão de obra do PIM, em 2024, está estabelecida em 116.966 trabalhadores – crescimento de 4,6% em relação à média mensal de igual período de 2023 (111.818 trabalhadores).

Bens de Informática (23,37%), Eletroeletrônico (17,37%), Duas Rodas (19,25%), Químico (10%) e Termoplástico (8,53%) foram, até abril, os segmentos com maior participação no faturamento global do PIM. Destes, Duas Rodas, com faturamento de R$ 12,29 bilhões e crescimento de 22,65%, e Termoplástico, com faturamento de R$ 5,44 bilhões e crescimento de 10,55%, representaram os subsetores mais aquecidos no período.

Receptores de sinal de televisão, com 2.284.338 unidades fabricadas e crescimento de 106,58%, e condicionadores de ar do tipo janela ou de parede, com 152.957 unidades e aumento de 197,86%, estão entre os principais produtos fabricados pelo PIM com maior aumento de produção no período de janeiro a abril deste ano.

Outros produtos de destaque incluem:

  • condicionadores de ar do tipo split system, com 1.875.633 unidades e aumento de 84,41%;
  • rádios aparelhos reprodutores e gravadores de áudio (não portáteis), inclusive, toca discos digitais a laser, com 298.803 unidades e aumento de 43,52%;
  • monitores com tela de LCD (para uso em informática), com 954.869 unidades e aumento de 20,62%;
  • fornos microondas, com 1.802.247 unidades e aumento de 59,09%;
  • motocicletas, motonetas e ciclomotos, com 625.294 unidades e aumento de 17,84%;
  • televisores com tela de LCD e OLED, com 4.462.591 unidades e aumento de 4,31%;
  • e microcomputadores portáteis, com 197.189 unidades e aumento de 34,78%.
Quadro com números desde 2019 também mostra evolução nas Exportações do PIM, que totalizaram US$ 227.46 milhões entre janeiro e abril de 2024, um incremento de 16,47% em relação ao mesmo período de 2023. Arte: Fábio Alencar/Suframa

Caprichoso e Garantido: confira tutoriais de maquiagem para arrasar no Festival de Parintins

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Você gosta de maquiagem? Sabia que ela se torna um item importante na Ilha Tupinambarana? Além de movimentar a rivalidade entre Caprichoso e Garantido dentro do Bumbódromo, o Festival Folclórico de Parintins também desperta uma disputa secreta: o de melhor maquiagem.

Afinal, quem não quer demonstrar o amor ao seu bumbá? Confira maquiagens inspiradas nas cores azul e vermelho, em homenagem aos bois:

Lei que regulamenta criação de abelhas sem ferrão na área urbana de Porto Velho é sancionada

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O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, sancionou a lei complementar 990/2024, aprovada pela Câmara Municipal, que dispõe sobre a Política Municipal para o Desenvolvimento e Expansão da Apicultura e da Meliponicultura. A lei estabelece a regulamentação da criação de abelhas sem ferrão na área urbana da capital, além de manter a proibição da criação da espécie Apis mellifera (com ferrão), em perímetro urbano.

“Essa regulamentação era esperada por meliponicultores e agora estão definidas as regras para essa importante atividade econômica, com ganhos sociais e ambientais enormes. Nosso mel é especial, tem muita qualidade e estamos vendo um crescimento no interesse dos criadores nessa produção, com a lei sendo importante nesse momento de expansão da atividade”, disse o prefeito.

Saiba mais: Meliponicultura: entenda o universo das abelhas sem ferrão na Amazônia

A lei foi criada com o objetivo de instituir, normatizar e disciplinar procedimentos, nos limites do município de Porto Velho/RO, visando o resgate, captura, criação, reprodução, conservação, exposição, transporte, remoção, manejo e conservação de abelhas nativas sem ferrão – ANSF (meliponíneos) e Apis mellifera, com objetivos educacionais, socioculturais, de conservação ambiental, de pesquisa científica e econômicos, utilizando-se das colônias ou partes delas e de seus produtos e subprodutos e serviços de polinização, aos quais obedecerão aos princípios dispostos nesta Lei.

Expansão

A produção de mel em Porto Velho vive uma crescente e a Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric) tem apoiado a atividade, promovendo encontros e ações como compartilhar informações entre os apicultores e estimular o desenvolvimento da apicultura, uma alternativa sustentável de renda.

Nos últimos anos, a produção de mel em Porto Velho tem apresentado um crescimento expressivo, passando de cerca de oito a 12 toneladas por ano em 2019 para mais de 30 toneladas em 2023.

A implantação, pela Prefeitura, do programa Mel do Porto em 2019, com iniciativas como distribuição de caixas para criação, capacitação técnica e apoio à comercialização, tem sido um catalisador para o crescimento e a profissionalização dos produtores locais.

*Com informações da Prefeitura de Porto Velho

Comunidades ribeirinhas de Belém receberão investimento de R$ 6 milhões em projeto turístico

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A Embratur assinou um protocolo de intenções com o Ministério do Turismo (MTur) e a Caixa Econômica Federal para elaborar projetos e ações em conjunto e trazer protagonismo para o turismo de base comunitária de ribeirinhos de Belém (PA). A parceria entre as instituições faz parte de um conjunto de iniciativas voltadas para a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que vai acontecer na capital paraense em novembro do ano que vem.

Entre as iniciativas está o projeto Belém Ribeirinha, que será submetido ao Fundo Socioambiental da Caixa e prevê o investimento de R$ 6 milhões para fortalecer o turismo de base comunitária da região e preparar essas populações para receberem turistas internacionais e oferecerem experiências autênticas a esses visitantes.

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O protocolo de intenções foi assinado em 17 de junho com a presença do ministro do Turismo, Celso Sabino, da gerente de Orçamento, Finanças e Contabilidade da Embratur, Caroline Teixeira Jorge, do representante da Caixa, Tarso Duarte de Tassis, e do secretário de Turismo do Pará, José Eduardo da Costa.

“São três instituições robustas para a agenda socioeconômica brasileira. Essa parceria é fundamental e muito frutífera. Estamos otimistas com os projetos que devem vir a partir desse protocolo. O turismo de base comunitária é uma atividade muito importante na região ribeirinha de Belém, com pequenos empreendedores, e é gerador de emprego e renda da região”, destacou Caroline Jorge.

Três eixos

A gerente explicou que o projeto Belém Ribeirinha terá três eixos: um voltado para a capacitação, que inclui empreendedorismo, inclusão digital e ensino de inglês e espanhol; outro de criação de indicadores de sustentabilidade, para automonitoramento da região, que vai envolver a área de dados da Embratur; e o terceiro é a realização de viagens de familiarização com operadores de turismo internacionais (famtours).

“A importância é a geração de emprego e renda para a região e todo o desenvolvimento é preocupado com a sustentabilidade. Todas as capacitações incluem esse eixo. Entendemos que o turismo sustentável, que preserva o meio ambiente, é o que mais pode ter um multiplicador econômico. Por isso [o projeto] está sendo submetido ao fundo socioambiental da Caixa. Tem um aspecto social e um aspecto ambiental de uma região que é muito rica, que fica ao lado da Floresta Amazônica, então a sustentabilidade é um tema transversal”, acrescentou Caroline.

Na data da assinatura, o ministro elogiou a iniciativa. “Pela primeira vez na história, nós vamos investir um valor tão significativo para desenvolver uma modelagem de turismo que aproxima as pessoas que mais precisam de uma fonte de renda sustentável e ainda proporciona experiências turísticas memoráveis”, declarou Sabino.

*Com informações da Embratur

Após primeira edição bem-sucedida, Prêmio Missão Empreendedora volta com novidades

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A Pluxee, líder mundial em benefícios e engajamento para colaboradores, em conjunto com a ONG Aliança Empreendedora traz a segunda edição do Missão Empreendedora, programa que visa capacitar mulheres empreendedoras do ramo da alimentação. Após uma primeira edição exclusiva para mulheres pretas e pardas da Grande São Paulo, agora será oferecida uma gama de cursos online sobre empreendedorismo, gestão, educação financeira, marketing, vendas e diversos outros temas, disponíveis para todas as mulheres do Brasil.

As inscrições serão gratuitas e estarão disponíveis a partir do dia 13 de maio na plataforma e toda mulher que possui a produção de alimentos como renda, ou parte dela, poderá participar. As interessadas podem se inscrever ao longo dos meses de duração do programa que deverá se encerrar em 31 de agosto de 2024, porém, para concorrer aos prêmios do programa, as inscrições devem ser feitas até o dia 21 de julho de 2024 AQUI.

Por trazer cursos que possuem carga horária flexível e disponibilidade completa, o programa se apresenta ainda mais para mulheres que já vivem do seu próprio negócio e planejam alavancá-lo, atingindo pontos mais altos. Por isso, além dos certificados de conclusão dos cursos disponibilizados, as participantes do programa que finalizarem a formação também irão concorrer a uma capacitação exclusiva via WhatsApp, prevista para agosto, um capital semente no valor de R$3.000,00 e mentorias individuais com especialistas de diversas áreas. No total, dez vencedoras serão escolhidas.

“A Pluxee reafirma, por meio uma nova edição do Missão Empreendedora o seu compromisso em fomentar a inclusão produtiva de mulheres e aceleração de seus negócios. Depois da primeira ação, buscamos impactar cada vez mais mulheres que vivem da produção de alimentos e, por isso ampliamos o nosso público-alvo para todas as mulheres ao redor do País, independentemente de onde vivem, cor, etnia e afins. Com o sucesso da primeira edição, temos agora como foco para essa segunda potencializar as oportunidades para que as mulheres possam alavancar seus negócios, abrindo novos horizontes a elas. Esperamos que mais de 1.000 mulheres participem dessa segunda edição do programa”, declara Juliana Nobre, gerente de Sustentabilidade da Pluxee.

A nova edição do programa reforça o compromisso da Pluxee em desenvolver os empreendedores, edificar pequenos negócios, acelerar a economia, ao mesmo tempo incluindo e capacitando cada vez mais mulheres envolvidas no setor.

Sobre a Pluxee

A Pluxee é a parceira líder mundial em benefícios e engajamento para trabalhadores que cria experiências significativas, envolventes e personalizadas para contribuir para o bem-estar dos colaboradores no trabalho e além. A empresa oferece um portfólio completo de soluções inovadoras e digitais em 31 países. De alimentação e refeição, cultura, presentes a bem-estar e mobilidade, seus produtos e serviços são projetados para trazer mais valor para as pessoas.

A Pluxee promove o bem-estar de mais de 36 milhões de consumidores, acompanha 500.000 clientes para desenvolver relacionamentos mais significativos com seus funcionários e melhorar seu engajamento, além de simplificar a vida e ajudar a impulsionar o negócio de 1,7 milhão de comerciantes todos os dias. Fortalecida por seus laços históricos com a Sodexo, a Pluxee, com seus 5.000 funcionários, está comprometida a aumentar sua influência como líder de CSR Responsabilidade Social Corporativa, dando a seus clientes, parceiros e consumidores os meios para fazer escolhas mais sustentáveis todos os dias.

Pesquisador do Inpa tem título de Doutor Honoris Causa aprovado em Roraima por contribuição com a ciência na Amazônia

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A Universidade Estadual de Roraima (UERR) aprovou a concessão do título de Doutor Honoris Causa ao pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) Reinaldo Imbrozio Barbosa, de 64 anos. A honraria é a maior concedida por instituições de ensino superior no país. A entrega deve ocorrer em cerimônia oficial ainda a ser definida.

Com 36 anos de atuação somente no Inpa, Reinaldo Imbrozio foi reconhecido pela contribuição com o avanço da ciência na Amazônia. Além disso, ele também é professor de mestrado e doutorado na Universidade Federal de Roraima (UFRR).

O currículo do pesquisador é extenso. Imbrozio é autor de 125 artigos completos publicados em periódicos de ciência, 10 livros ou capítulos de livros publicados ou organizados, além da orientação de 65 estudantes, da graduação ao pós-doutorado.

“É uma honra que ficará marcada para sempre em minha trajetória acadêmica. Aliás, trajetória que não se constrói isoladamente, mas sim com companheiros/as de lutas educacionais, que tem padrão profissional voltado à melhoria de vida da população através da formação humana baseada em fatos e dentro dos limites científicos. A esses/as colegas e suas respectivas instituições, meu muito obrigado também”, agradeceu o pesquisador.

Este ano, quando Roraima enfrentou umas das piores secas da história e registrou o pior índice de queimadas no país, Imbrozio atuou no monitoramento da qualidade do ar que chegou a atingir níveis mundiais de poluição atmosférica.

A concessão do título ao pesquisador ocorreu por meio de uma resolução do Conselho Universitário, órgão máximo da UERR. O texto do documento cita a “brilhante trajetória acadêmica e científica, relevantes pesquisas e trabalhos acadêmicos em prol da Ciência” de Imbrozio.

“Esta é uma honraria justa e merecida que a Universidade Estadual de Roraima destina ao pesquisador do núcleo do Inpa naquele estado, por sua contribuição à formação de recursos humanos, e também por suas relevantes e extensas contribuições para o conhecimento científico sobre a Amazônia setentrional”, destacou o diretor do Inpa, o professor Henrique Pereira.

O Inpa é ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Reinaldo também é professor nos cursos dourado e mestrado em Ecologia e Ciências Florestais do Inpa e membro Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Inpa Valor Ambiental da Amazônia, projeto que busca reduzir as incertezas na quantificação dos serviços ambientais da Amazônia e desenvolver ferramentas e cenários capazes de interpretar os custos e benefícios de diferentes políticas públicas em termos destes serviços.

Ele também é líder do Grupo de Pesquisas Ecologia e Manejo de Savanas e Florestas de Roraima (EcoSavFloRR), que atua exclusivamente nos ecossistemas do extremo norte da Amazônia.

Sob a liderança de Imbrozio foram realizados diversos estudos ecológicos que deram a base para os parâmetros e cálculos regionais de estoque de carbono e emissão de gases do efeito estufa oriundos das savanas amazônicas. O Grupo propiciou ainda diferentes estudos relacionados a inventários florísticos e florestais que ampliaram o conhecimento científico sobre a diversidade vegetal local.

Destaca-se ainda a proposta feita pelo Grupo de Pesquisa de criação de uma unidade de conservação federal na região de savanas de Roraima. A proposta ainda está em discussão no âmbito do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).

*Com informações do g1 Roraima

Justiça aceita denúncia contra 6 pescadores que usaram menor para ajudar a ocultar cadáveres de Bruno e Dom

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A Justiça Federal no Amazonas aceitou uma denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra seis pescadores que usaram um menor de idade para ajudar a ocultar os cadáveres de Bruno Pereira e Dom Phillips, mortos em junho de 2022 no Vale do Javari. Entre os denunciados estão Amarildo da Costa Oliveira e Jefferson da Silva Lima, suspeitos de serem os assassinos da dupla.

Bruno e Dom: dois anos após duplo homicídio acusados seguem presos aguardando julgamento
Bruno e Dom desapareceram quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia. Eles foram vistos pela última vez no dia 5 de junho de 2022, quando passavam em uma embarcação pela comunidade de São Rafael, em Atalaia do Norte, no Amazonas.

Agora, o Ministério Público Federal (MPF) quer que Eliclei Costa de Oliveira, Amarílio de Freitas Oliveira, Otávio da Costa de Oliveira, Edivaldo da Costa Oliveira, Amarildo da Costa Oliveira e Jefferson da Silva Lima respondam pelo crime de corrupção de menores.

Os procuradores também denunciaram Eliclei, Amarílio, Otávio, Edivaldo e Francisco Conceição de Freita pelo delito de ocultação de cadáveres.

“Com efeito, reputo demonstrada a plausibilidade das alegações contidas na denúncia em face da circunstanciada exposição dos fatos e descrições das condutas de cada denunciado, bem como em razão da juntada, dentre outros documentos, do laudo e do termo de arrecadação, e dos interrogatórios dos réus e oitivas das testemunhas em sede policial”, explicou.

“Ante o exposto, recebo a denúncia formulada em face de Eliclei Costa de Oliveira, Amarílio de Freitas Oliveira, Otávio da Costa de Oliveira, Edivaldo da Costa Oliveira (art. 244-B da Lei nº8.069/90 e, por duas vezes, no crime do art. 211, do Código Penal, na forma do art. 29 do CP); Francisco Conceição de Freita (art. 211 do Código Penal, em concurso material de crimes, na forma do art. 29, §1º, do Código Penal); Amarildo da Costa Oliveira e Jefferson da Silva Lima (art. 244-B, da Lei nº 8.069/90, na forma do art. 29, do Código Penal)”, finalizou.

Por fim, o magistrado determinou que os acusados sejam citados para responderem à acusação no prazo de 10 dias. Em seguida, será marcada a audiência de instrução e julgamento.

*Com informações do g1 Amazonas

Organização do Conjunto Folclórico (Festival Folclórico de Parintins)

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Fotos: Divulgação/Assessorias boi-bumbá Caprichoso e boi-bumbá Garantido

O último item do Festival Folclórico de Parintins é o 21 e representa o conjunto de itens individuais, artísticos e coletivos embasados no conteúdo da noite. Precisam ser dispostos de forma organizada na arena durante a apresentação. Durante a avaliação deste item, a agremiação precisa manter os brincantes livres de comandos de última hora ou improvisos visíveis, para conseguir a nota máxima. Disposição em que se encontram, harmonia, velocidade, liberdade de movimentos e tempo compatível são alguns tópicos avaliados.