As dez unidades de conservação mais populosas do país concentram 4,2 milhões de habitantes. Isso quer dizer que abrigam mais de um terço (36%) do total de pessoas que vivem nessas regiões instituídas pelo poder público, com objetivos de conservação e limites definidos.
O Greenpeace Brasil realizou sobrevoo no sul do Amazonas e no norte de Rondônia em Unidades de Conservação. Foto: Greenpeace Brasil
Dentre estas dez unidades de conservação mais populosas, três estão no Maranhão, somando mais de um milhão e trezentos mil habitantes.
A constatação faz parte de um suplemento do Censo 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os recenseadores identificaram 11,8 milhões de habitantes (5,82% da população) em 1.138 unidades de preservação espalhadas por 1.375 municípios. Essas regiões delimitadas incluem áreas como reservas biológicas, extrativas, florestas, parques e Áreas de Proteção Ambiental (APA).
A região abriga uma biodiversidade única. Foto: Greenpeace Brasil
Confira a lista das dez unidades de conservação mais populosas – São Paulo e Maranhão se destacam:
APA do Planalto Central (DF/GO): 601.773 habitantes
APA da Baixada Maranhense (MA): 583.882 habitantes
APA de Upaon-Açu / Miritiba / Alto Preguiças (MA): 509.977 habitantes
APA Sistema Cantareira (SP): 495.859 habitantes
APA Jundiaí (SP): 449.143 habitantes
APA Piracicaba Juquerí-Mirim Área II (SP): 430.934 habitantes
APA da Bacia do Rio São Bartolomeu (DF): 360.760 habitantes
APA Serra da Ibiapaba (CE): 352.779 habitantes
APA de Petrópolis (RJ): 242.034 habitantes
APA das Reentrâncias Maranhenses (MA): 240.498 habitantes
Unidades de conservação por estado
O suplemento do Censo 2022 classificou o número de habitantes por unidades da federal (UF). São Paulo é o estado com maior quantidade de pessoas vivendo em unidades de conservação.
Imagem: Acervo IBGE
Confira a lista das cinco UFs com maior número de pessoas em regiões de preservação:
São Paulo: 2.483.199 habitantes
Maranhão: 1.555.668 habitantes
Bahia: 1.354.144 habitantes
Rio de Janeiro: 1.118.507 habitantes
Distrito Federal: 1.103.325 habitantes
Em relação à proporção da população, o Distrito Federal ocupa o topo, seguido pelo Maranhão. Das dez UFs que lideram o ranking, nove se situam acima da proporção do Brasil (5,82%):
As florestas do estado do Amapá podem ser fundamentais para diminuir as consequências das mudanças climáticas na região amazônica por possuírem os maiores estoques de biomassa por área – incluindo carbono – em toda a bacia Amazônica. A descoberta inédita foi divulgada recentemente na revista científica Sustainability.
Os dados da pesquisa apontam que as florestas amapaenses, em grande parte localizadas em áreas protegidas, alcançam valores de biomassa substancialmente acima da média amazônica. A biomassa florestal é constituída de toda matéria vegetal proveniente de áreas florestais, como madeira, galhos, folhas, carbono.
Segundo o estudo, a concentração de biomassa nas florestas do Amapá está em torno de 537 toneladas por hectare. Cada hectare equivale a 10 mil metros quadrados, quase do tamanho de 1 campo e meio de futebol. A pesquisa identificou que cerca de 48.5% da biomassa é composta de carbono, essas florestas estocam 260 toneladas do elemento por hectare. Isso é mais que o dobro (124%) da média para a região amazônica, que é de apenas 116 toneladas por hectare de carbono.
“Essa maior biomassa aqui no Amapá está associada a florestas bem estruturadas e a maior densidade de árvores de grande porte – eu acho que todo mundo já ouviu falar das nossas árvores gigantes. Com isso, esses resultados só reforçam o papel estratégico do Amapá como uma importante reserva de carbono no mundo, elemento fundamental para regulação climática global”, observa José Douglas Costa.
José Douglas Costa, ex-aluno do Mestrado em Ciências Ambientais e autor do artigo. Foto: Arquivo pessoal.
Além de José Douglas Costa, a pesquisa é fruto do envolvimento de outros 11 pesquisadores da Unifap, do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa), da Embrapa-AP, da Universidade do Estado do Amapá (Ueap), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (AM e RR), da Universidade Estadual de Roraima (UERR) e da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa). A coordenação geral do estudo é do docente do Mestrado em Ciências Ambientais, Prof. Dr. José Júlio de Toledo.
A intenção da pesquisa foi criar um banco de dados mais amplo de inventários florísticos (estudo detalhado das espécies de plantas presentes em uma determinada área) para toda a floresta densa do Amapá.
“Pensamos em criar uma estimativa para uma área maior do estado, pois essa quantificação era feita apenas fragmentada (em áreas pequenas), com dados apenas de um pesquisador. Assim, veio a ideia do esforço conjunto de 12 pesquisadores de diferentes instituições”, explica Costa.
Os pesquisadores utilizaram dados de levantamentos florísticos e técnicas de modelagem espacial avançada. “Depois aplicamos técnicas de geoestatística correlacionadas com variáveis ambientais como a tipologia florestal, a precipitação, e com isso conseguimos modelar a biomassa florestal, resultando em um mapa de biomassa com resolução de hectare”, detalha o autor do artigo.
Floresta em pé
Os resultados da pesquisa demonstram a importância de desenvolver ações e políticas públicas de desenvolvimento sustentável no estado que possam prever alternativas econômicas que agreguem valor às florestas amapaenses que têm sido preservadas – o Amapá é o estado brasileiro com maior cobertura florestal preservada do país, com 21 unidades de conservação, segundo o recém-lançado Atlas Geográfico Escolar do Amapá.
“Apesar do manejo florestal madeireiro ser considerado de baixo impacto, a atividade reduz drasticamente o reservatório de carbono porque retira principalmente as árvores grandes (acima de 1 metro de diâmetro) que possuem maior densidade de carbono”, afirma o coordenador da pesquisa, Prof. Dr. José Júlio de Toledo.
Prof. Dr. José Júlio de Toledo. Foto: Arquivo pessoal
Toledo destaca a urgência de promover uma transição na economia local, substituindo a exploração madeireira por esquemas de pagamento por serviços ambientais, créditos de carbono e produtos florestais não madeireiros (PFNM). “Essas alternativas econômicas não apenas agregam valor à floresta em pé, como também incentivam sua conservação, mantendo a biodiversidade, as comunidades locais e os serviços ecossistêmicos, em especial a regulação climática”, adita o pesquisador.
José Douglas Costa ressalta que a conservação dos estoques de carbono deve ir além da manutenção de áreas protegidas.
“[Devemos] fortalecer a proteção de reservas, restringindo a exploração madeireira em áreas de uso sustentável, promovendo uma forte fiscalização contra o desmatamento ilegal e apoiando a implementação de projetos de REDD+ [sigla para Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação florestal, mecanismo que permite a remuneração dos países que mantêm suas florestas em pé]. Essas ações são cruciais para evitar perdas substanciais de estoque de carbono e para reduzir as emissões de gases de efeito estufa desta região”, conclui Costa.
Sementes ingeridas por antas (Tapirus terrestris) podem germinar com taxas mais altas e em menos tempo do que aquelas que simplesmente caem no solo sob as árvores-mãe. A constatação é de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade do Vale do Taquari – Univates e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, publicado na revista científica Acta Amazonica em junho de 2025.
O trabalho ressalta a importância ecológica da anta — o maior mamífero terrestre da América do Sul — como agente natural de regeneração florestal, especialmente em contextos de degradação ambiental.
O estudo representa no campo da ecologia da restauração, ao quantificar de forma precisa o impacto do processo de endozoocoria, a dispersão de sementes por meio da ingestão por animais, sobre o tempo e a taxa de germinação. Além de confirmar que as sementes sobrevivem à passagem pelo intestino das antas, os pesquisadores demonstraram que esse processo natural pode aumentar a eficiência germinativa de várias espécies nativas.
Anta: a jardineira das florestas
A anta é um mamífero de hábitos solitários e noturnos, amplamente distribuído na América do Sul, mas ameaçado em diversas regiões devido à perda de habitat, caça e atropelamentos. Por se alimentar principalmente de frutos, folhas e brotos, ela é importante como frugívoro e dispersor de sementes. Cada indivíduo pode consumir centenas de frutos por dia e defecar em locais distantes das árvores de origem, o que ajuda a quebrar o padrão de agregação de plântulas e a promover a diversidade vegetal.
“A anta é o último grande frugívoro terrestre da América Latina. Seu desaparecimento representaria a perda de um elo fundamental para o ciclo de regeneração de muitos ecossistemas tropicais”, afirma o biólogo Mateus Marques Pires, um dos coautores do artigo.
Pires integra o Programa de Pós-Graduação em Ambiente e Desenvolvimento da Univates e atua na interseção entre ecologia e conservação.
Embora a dispersão de sementes por antas já fosse conhecida desde os anos 1980, o novo estudo buscou aprofundar a análise da viabilidade germinativa e da velocidade de brotação das sementes submetidas à digestão.
Imagem: Charles Sharp – Wikimedia Commons
O experimento
A coleta de dados foi realizada entre janeiro de 2021 e dezembro de 2022, em uma área de preservação permanente na zona de transição entre os biomas Amazônia e Cerrado, no estado do Mato Grosso. A bióloga Lucirene Pinto, doutoranda da Univates, visitou periodicamente 140 latrinas utilizadas por antas — locais que esses animais usam repetidamente como “banheiros naturais”. Em 88% das amostras fecais coletadas havia sementes intactas.
No laboratório, foram selecionadas sementes de seis espécies nativas da região:
Spondias mombin (cajá-da-mata),
Terminalia corrugata (mirindibá-do-cerrado),
Enterolobium schomburgkii (angelim-favela),
Samanea tubulosa (sete-cascas),
Psidium sp. (goiabinha-do-mato),
Genipa americana (jenipapo).
Para cada espécie, os cientistas aplicaram três tratamentos: sementes retiradas diretamente das fezes de antas, sementes despolpadas manualmente (grupo controle) e sementes escarificadas mecanicamente — método que simula a abrasão sofrida no sistema digestivo.
O desempenho das sementes foi analisado em condições controladas, com 100 sementes por cada tipo de tratamento. Os dados foram processados estatisticamente, comparando tanto a taxa de germinação quanto o número de dias até a emergência das plântulas.
Os resultados foram contundentes:
A taxa média de germinação das sementes defecadas foi de cerca de 60%, alcançando até 89% em algumas espécies.
O tempo médio de germinação foi significativamente reduzido. No caso da Psidium sp., por exemplo, as sementes ingeridas germinaram em 15 dias, enquanto as do grupo controle levaram 38 dias. Para o jenipapo, o tempo caiu de 40 para 17 dias.
A escarificação manual produziu resultados similares ou ligeiramente superiores em algumas espécies, mas a endozoocoria natural se destacou por ser um processo espontâneo e contínuo na natureza.
“Isso mostra que a anta combina dois mecanismos: despolpação e escarificação, algo que nem sempre conseguimos replicar artificialmente com a mesma eficiência”, afirma Pires.
Área de estudo analisada pelos cientistas.
Implicações para a restauração ecológica
A pesquisa aponta que a atuação das antas pode ser incorporada em estratégias de recuperação de áreas degradadas, especialmente em regiões onde a vegetação foi comprometida por queimadas, mineração, agricultura extensiva ou construção de barragens.
A restauração florestal demanda tempo, recursos e um bom conhecimento do ecossistema. Se a fauna local puder colaborar com esse processo, tanto melhor. Nesse sentido, proteger as antas é também proteger a regeneração natural, destacam os pesquisadores. A ciência já vem mostrando que métodos passivos de recuperação, que contam com a dinâmica natural dos ecossistemas, podem ser mais sustentáveis. Incluir a anta como agente restaurador é uma inovação dentro dessa abordagem.
Desafios e próximos passos
Apesar dos resultados promissores, os pesquisadores alertam que a atuação das antas como restauradoras depende da conservação de seus habitats e da conectividade das paisagens. Em muitas regiões do Brasil, a fragmentação florestal e as barreiras impostas por rodovias e monoculturas reduzem o deslocamento desses animais, limitando sua capacidade de dispersar sementes.
Outro desafio está na escassez de dados sobre o comportamento das antas em diferentes biomas e épocas do ano. A ideia é expandir o estudo para outras regiões e avaliar se o mesmo padrão se repete em escalas maiores.
Também estão previstos experimentos de campo para monitorar o estabelecimento das plântulas germinadas a partir das sementes defecadas, verificando sua sobrevivência e crescimento ao longo do tempo, uma vez que a germinação é apenas o primeiro passo do processo de crescimento da planta.
Os impactos das mudanças climáticas. Foto: Freepik
Se você tem a sensação de que o tempo está cada vez mais quente, não é só uma sensação, é uma realidade. Uma pesquisa liderada pelos docentes Juarez Mota Pinheiro e Irecer Portela e desenvolvida no Laboratório de Climatologia (Laboclima) e no Núcleo de Estudos e Pesquisa em Ensino de Geografia e Assuntos Ambientais (NEGEAM), revelou os impactos das mudanças climáticas na temperatura e pluviosidade no Estado do Maranhão.
A região Norte e Nordeste do Brasil passam por um intenso processo de desmatamento, queimadas e de expansão agrícola acelerada, exigindo estudos que revelem a proporcionalidade de suas alterações climáticas e projeção de cenários futuros que auxiliem na tomada de decisões.
Maranhão. Foto: Dvulgação
No Maranhão, em função da sua posição geográfica, extensão territorial, diversidade de biomas, de ecossistemas e de importância no contexto do MATOPIBA (principal fronteira agrícola do país que engloba partes do Maranhão, do Tocantins, do Piauí e da Bahia) torna-o um caso representativo e exemplificador de indicação do que está acontecendo em termos de mudanças climáticos no Norte e Nordeste do Brasil.
Segundo Juarez Mota Pinheiro, a pesquisa “identifica quais os níveis de mudanças climáticas e seus impactos no Maranhão, o que permite aos gestores públicos municipais e estaduais na tomada de decisões diante desse grave momento climático global”.
Segundo os resultados da pesquisa, nos últimos sessenta anos, no Maranhão, já houve um aumento de sua temperatura média em +0,9 °C e uma redução em seus volumes de chuvas anuais que variaram de -250 mm a -600 mm, a depender de sua localização territorial.
Até chegar a essa conclusão, foram realizadas pesquisas bibliográficas e de coleta de dados nos institutos de pesquisas INMET, FIOCRUZ e INPE/CPTEC, produzindo mapas e gráficos estatísticos que identificaram as alterações que estão se processando.
Foto: Reprodução/ UFMA
A pesquisa também revelou cenários futuros tão preocupantes quanto a evolução ocorrida nas últimas seis décadas, indicando realidades climáticas sérias, que vão provocar repercussões muito negativas para diversas atividades agrícolas e econômicas com consequências diretas no desenvolvimento social.
Utilizando dados de estudos produzidos por modelos desenvolvidos pela FIOCRUZ e do INPE/CPTEC, para os próximos 25 e 50 anos, a temperatura continuará a aumentar de forma significativa, podendo chegar a +5,4°C e uma redução de até -32% do volume de suas chuvas anuais.
Foto: Reprodução/ UFMA
Para o pesquisador, reverter ou amenizar a previsão para os próximos anos depende de uma mudança de atitude.
“Primeiramente, a população maranhense precisa tomar consciência de que as mudanças climáticas já são uma realidade em nosso território e que é urgente a domada de decisões diante dos impactos climáticos, que serão cada vez maiores. Todos serão impactados por temperaturas mais altas e menores volumes de chuvas, principalmente, a agricultura”, alertou Juarez Mota Pinheiro.
A relevância da pesquisa culminou na publicação do artigo “MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO MARANHÃO: EVOLUÇÃO, TENDÊNCIAS E PROJEÇÕES FUTURAS” na conceituada Revista Brasileira de Climatologia.
Identificar as mudanças nos padrões climáticos locais é fundamental para subsidiar estudos sobre seus impactos na biodiversidade, nos recursos hídricos e na produtividade agrícola. Essas análises podem apoiar o desenvolvimento de estratégias adaptativas que promovam a sustentabilidade e fortaleçam a resiliência socioambiental do estado.
Com o apoio institucional à pesquisa, a UFMA fortalece seu compromisso com a preservação dos ecossistemas locais e a promoção de uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável, contribuindo ativamente para o desenvolvimento social e ambiental do Maranhão e do Brasil.
Jornalistas vivenciaram em junho de 2025 roteiros acessíveis e enriquecedores para turistas da melhor idade. Foto: Ascom Secult
A revista Melhor Viagem 60+ publicou uma matéria especial que destaca as experiências únicas que Roraima oferece ao público acima de 60 anos. A publicação é resultado de uma press trip organizada pelo Detur (Departamento de Turismo) da Secult (Secretaria de Cultura e Turismo) em junho, que convidou jornalistas para vivenciar roteiros acessíveis e enriquecedores para turistas da melhor idade.
Jornalistas vivenciaram em junho de 2025 roteiros acessíveis e enriquecedores para turistas da melhor idade. Foto: Ascom Secult
O diretor do Departamento de Turismo da Secult, Bruno Muniz de Brito, ressaltou o impacto positivo da iniciativa: “O press trip apresentou o Monte Roraima e o etnoturismo na comunidade Kauwê e da nossa capital Boa Vista para esse público”. Segundo Brito, a divulgação na revista contribui para que mais pessoas conheçam as belezas e a cultura do Estado.
A viagem envolveu colaboração entre os governos de Roraima e do município de Gran Sabana, na Venezuela, empresários locais e venezuelanos, a Comunidade Indígena Kauwê e o Hotel Ibis Styles. O grupo de jornalistas visitou a Comunidade São Francisco, dentro do Parque Nacional Canaima, e o Mirante do Povo Pemon, além da Comunidade Paraitepuy, onde contemplaram o Monte Roraima.
Jornalistas vivenciaram em junho de 2025 roteiros acessíveis e enriquecedores para turistas da melhor idade. Foto: Ascom Secult
Na sequência, conheceram outras atrações da Gran Sabana e a Comunidade Kauwê, referência em etnoturismo. Em Boa Vista, o roteiro incluiu um city tour pelo centro histórico, Museu Integrado, Centro de Memória do Tribunal de Justiça, Bosque dos Papagaios e o Mirante Edileuza Lóz.
A matéria, assinada pela jornalista Patrícia de Campos, apresenta Roraima como destino para o público 60+ aventureiro, apaixonado por turismo de natureza e cultura indígena. Além disso, traz informações sobre a formação histórica do estado, seus povos originários e a culinária local, ressaltando também nichos como etnoturismo, turismo de pesca e turismo de natureza
Alunos participando de aula de robótica. Foto: Arquivo pessoal/ Sandra de Oliveira Botelho.
Ensinar robótica com o uso de metodologia Problem-based Learning (PBL), que estimula os alunos à resolução de problemas e ao trabalho colaborativo foram a base de um projeto apoiado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), realizado na Escola Estadual Tiradentes, localizada na Zona Centro-Sul de Manaus.
Trabalhos desenvolvidos pelos alunos. Foto: Arquivo pessoal/ Sandra de Oliveira Botelho.
Desenvolvido por pesquisadores da Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar e coordenado pela mestra em Ensino de Ciência na Amazônia, Sandra de Oliveira Botelho, a pesquisa “Robótica uma proposta interdisciplinar na educação básica, como facilitadora do processo ensino-aprendizagem”.
O projeto mobilizou professores e alunos dos anos finais do Ensino Fundamental, que utilizaram kits de Arduino, sucata eletrônica e práticas pedagógicas para encorajar o protagonismo estudantil, o pensamento crítico, a interdisciplinaridade e a pesquisa científica.
No decorrer do projeto, os estudantes construíram protótipos funcionais como robôs e carrinhos, aplicando conceitos de Física, Matemática, Computação e Meio Ambiente. Todo o método de ensino os ajudou a ter competências cognitivas, socioemocionais e colaborativas.
O projeto foi realizado ao longo de dez meses. Cada etapa envolveu pesquisa, experimentação, erro e reconstrução. Os estudantes foram desafiados a propor soluções sustentáveis para problemas do cotidiano, como o descarte inadequado de lixo eletrônico.
“Das cinco equipes, duas mudaram seu protótipo inicial duas vezes, melhorando e mudando em alguns aspectos, visto que ao serem testados não davam certo. Esse momento de reconstrução do conhecimento foi fundamental para o crescimento intelectual desses alunos”, comentou a coordenadora do projeto Sandra de Oliveira.
Para alguns estudantes, o projeto foi o primeiro contato com um notebook e a primeira experiência com pesquisa científica. Os efeitos do projeto ultrapassaram os muros da escola. A comunidade local participou ativamente, doando materiais e prestigiando as feiras e mostras científicas escolares.
O projeto deu origem a artigos que foram enviados para revistas científicas, a participação em Congressos e Seminários, além de ser enviado para inclusão no livro “Professor Inovador” da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).
A expectativa para o futuro é que o material gerado como questionários, roteiros de oficinas e os próprios protótipos, possam ser replicados em outras escolas públicas.
Prodeb/Fapeam
O Programa tem como objetivo fomentar a concessão de auxílio-pesquisa para apoiar projetos de pesquisa e de inovação, visando à valorização dos mestres e doutores que atuam na Rede Pública de Ensino, no âmbito da educação básica, com vistas ao desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação da educação no estado do Amazonas.
*O conteúdo foi originalmente publicado pela Fapeam, escrito por Ana Kelly Franco, com fotos de Sandra de Oliveira Botelho.
A ferrovia prevista a partir de um acordo entre Brasil e China, que vai ligar o território brasileiro ao porto de Chancay, no Peru, deve contribuir para a expansão da produção de alguns itens agrícolas e pecuários em Rondônia, de acordo com o economista Otacílio Moreira.
Os governos do Brasil e da China assinaram uma parceria para permitir a ligação entre o território brasileiro e o porto de Chancay, no Peru, a fim de facilitar as exportações para a Ásia. O projeto inicial prevê que a ferrovia vai sair da Bahia e passará pelos estados de Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre, até chegar ao Peru.
Otacílio informou que essa ligação deve provocar um impacto significativo na economia do estado, e a expectativa é de que com a nova rota de escoamento, produtos como soja, milho, algodão, couro, peixe e carne bovina ganhem competitividade no mercado internacional.
“Vai ajudar a contribuir bastante para a expansão da produção de alguns itens agrícolas e pecuários. Estamos falando aí de soja, de milho, o algodão agora que Rondônia também já está produzindo, do couro nosso que vai para outras regiões e de outros itens, do pescado, da nossa carne bovina”, afirmou o economista.
Estacao ferroviaria do Amapa. Foto: Setrap
Com o novo modal, o transporte de cargas deve ficar mais barato em comparação ao sistema atual, que depende principalmente da BR-364. Para Otacílio, a ferrovia ajudaria a reduzir o chamado “custo Brasil”, um dos principais dificuldades para a competitividade dos produtos da região Norte.
“Essa malha ferroviária chegando aqui nessa porção amazônica contribuirá bastante com a redução de custo”, explicou.
Além do barateamento no transporte, a obra também é vista como um caminho para abrir novos mercados consumidores, tanto na Ásia quanto na América do Sul. Hoje, por exemplo, Rondônia já exporta tambaqui para o Peru, país que deve ser um dos principais pontos de conexão da ferrovia com o Pacífico.
“Rondônia, por exemplo, já está exportando peixe, o nosso tambaqui, para o país peruano. E isso poderá aumentar mais ainda nos próximos anos com a vinda dessa ferrovia”, afirmou o economista.
Segundo Otacílio, outro impacto direto da obra deve ser a geração de empregos em municípios estratégicos ao longo do trajeto da ferrovia. Cidades como Vilhena (RO), Cacoal (RO), Jaru (RO), Ariquemes (RO) e Porto Velho podem ser beneficiadas com pontos de parada e logística de carga e descarga.
“Haverá vários pontos de parada e isso propiciará vários empregos, principalmente da área logística, que estará fazendo aquele trabalho de carga e descarga desse trem.”
A longo prazo, a presença da ferrovia também pode contribuir para o surgimento de novos centros urbanos em Rondônia. Esse fenômeno já foi observado em outros estados brasileiros, como São Paulo e Paraná.
“Estamos falando de novas possibilidades que o estado de Rondônia poderá ter a partir dessa ferrovia… o surgimento de novos municípios ao longo dessa ferrovia. Isso é muito possível. Já vimos isso acontecer em São Paulo, no Paraná, é muito comum.”
Brasil e China assinam parceria para construir rodovia que liga os oceanos Atlântico e Pacífico. Foto: Arte/g1
Os governos do Brasil e da China assinaram na última segunda-feira (7) uma parceria para permitir a ligação entre o território brasileiro e o porto de Chancay, no Peru, a fim de facilitar as exportações para a Ásia, especialmente para a China, reduzindo o tempo de transporte e os custos.
O acordo assinado prevê a parceria entre equipes brasileira e chinesa para aprofundar uma pesquisa sobre a estrutura logística nacional, com foco na intermodalidade e na sustentabilidade econômica, social e ambiental. Sendo assim, o estudo vai incluir além das ferrovias, hidrovias e rodovias.
Para Leonardo Ribeiro, secretário Nacional de Transporte Ferroviário, a parceria representa “um passo estratégico para o setor de transporte no Brasil, especialmente na área ferroviária”.
“É o primeiro passo de jornada técnica e diplomática para aproximar continentes, reduzir distâncias e reforçar a relação de longo prazo”, disse o secretário.
Segundo o secretário, o acordo tem prazo inicial de cinco anos e pode ser prorrogado. Ele relembra, ainda, entre 2015 e 2016 foram feitos estudos sobre o tema, mas não foram adiante porque o Brasil “estava em outro contexto”.
Agora, ele acredita que vai ser possível porque o país se desenvolveu mais em termos de infraestrutura, como nas ferrovias, e que pode ser possível utilizar as já existentes no plano.
*O conteúdo foi originalmente publicado pelo G1 Rondônia.
A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), por meio da Escola do Legislativo Senador José Lindoso, apresentou um balanço positivo das atividades pedagógicas, projetos e programas realizados durante o primeiro semestre de 2025. No total, mais de 4.277 pessoas foram atendidas, entre alunos de escolas estaduais, servidores da Aleam e moradores de comunidades da capital e do interior do Estado.
As atividades em 2025 começaram com a Jornada Pedagógica, realizada entre os dias 28 e 30 de janeiro. O evento teve como objetivo promover um momento de interação e integração entre as gerências da Escola do Legislativo, ocasião em que cada setor apresentou um resumo dos resultados de 2024 e expôs as ações planejadas para 2025, como projetos, cursos, palestras e outras atividades de cunho formativo.
A abertura do ano letivo, que teve como tema “Educação Legislativa, Democracia e Participação Popular”, ocorreu no dia 12 de março e contou com palestrantes como o juiz de direito, Cássio Borges; a juíza substituta do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), Maria Benigno; e a diretora de Relações Institucionais da Aleam, Jaqueline Ferretti, que é a primeira diretora da Escola do Legislativo.
Feclam
No primeiro semestre, também foi realizada, nos dias 3 e 4 de abril, com o apoio da Escola do Legislativo, a 5ª edição do Fórum Estadual das Casas Legislativas do Amazonas (Feclam).
A Gerência Didático-Pedagógica atuou na elaboração da programação do evento, que incluiu oficinas e palestras, além da organização das equipes de trabalho e produção de material para os professores, entre outros.
O evento contou com a participação de mais de 800 pessoas, entre deputados, vereadores de todos os municípios do estado e presidentes de câmaras municipais da capital e do interior.
Foto: Alberto César Araújo / Aleam
Programa Cidadão de Berço
A jornada do programa “Cidadão de Berço” ocorreu no formato de imersão no dia 30 de abril de 2025, com a participação das escolas estaduais de Tempo Integral Maria Arminda e General Sampaio.
Foi finalizada no dia 27 de maio, em dois momentos: no Auditório Senador João Bosco, onde foi realizada uma retomada dos temas vivenciados durante o programa, e no Plenário Ruy Araújo, onde as crianças apresentaram músicas do projeto e entregaram a carta “Mais amor aqui”.
Segundo a gerente didático-pedagógica da Escola do Legislativo, Paloma Cavalcante, o objetivo do programa é apresentar noções de política às crianças, abordando temas como direitos e deveres, o funcionamento dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, além de mostrar as atividades desenvolvidas pelos deputados estaduais.
“Falamos com as crianças de forma lúdica, usando fantoches, colagens e teatro. Neste ano, atendemos apenas escolas estaduais. No primeiro semestre, realizamos cinco encontros presenciais. Primeiro, fazemos uma reunião com a Secretaria de Educação e Desporto Escolar, que convoca os coordenadores distritais. Em seguida, é feito um sorteio para definir as escolas participantes”, esclareceu.
Cursos e formação da Aleam
Também foram realizados cursos no mês de fevereiro sobre o Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (SAPL), nos dias 5 e 6. Além disso, ocorreram capacitações sobre o Regimento Interno da Aleam (10 a 14 de fevereiro), Processo Legislativo (17 a 21), Técnica Legislativa (24 a 26) e Licitações e Contratos (22 a 24). O curso de Informática Básica foi realizado de 10 a 21 de fevereiro, enquanto o de Normas Gramaticais Aplicadas ao Contexto Legislativo ocorreu de 26 a 29 de maio.
De acordo com Paloma, os cursos alcançaram tanto servidores da Aleam quanto membros da comunidade de Manaus.
“Os cursos voltados às atividades da Casa, como SAPL e Regimento Interno, são exclusivos para os servidores. Já no caso de Licitações e Contratos, tivemos participantes do Estado e da Prefeitura de Manaus. Para a comunidade em geral, oferecemos cursos como Informática Básica, sempre que não estão diretamente vinculados às atividades da Aleam. Os cursos de Informática e Português são os mais procurados e bem avaliados”, explicou Paloma.
Ela também avaliou de forma positiva o balanço do primeiro semestre. “Tivemos dez cursos promovidos pela Escola do Legislativo. Também realizamos os projetos Educando pelo Amazonas e Cidadão de Berço, este último concorrendo ao Prêmio Abel em 2025. Atendemos duas escolas, somando 60 alunos do primeiro segmento do Ensino Fundamental. Já o projeto Conhecendo o Legislativo recebeu 1.268 alunos, que participaram diariamente das atividades educativas”, analisou.
Semeadura ocorreu no centro das comunidades Canauanim, Malacacheta e Tabalascada. Foto: Fabrício Marinho
Indígenas na região da Serra da Lua realizaram o primeiro plantio de sementes voltado à recuperação de uma área degradada em Roraima. A iniciativa, inédita no estado, utilizou a técnica conhecida como “muvuca”, que consiste na mistura de sementes de diversas espécies para o plantio num mesmo espaço, e marcou o início das atividades da Rede de Sementes da Serra da Lua (Ressel).
Formada por 38 indígenas que atuam como coletores das sementes usadas para restaurar áreas degradadas, a Ressel começou os trabalhos no ano passado, quando indígenas aprenderam sobre o método da muvuca de sementes. Desde então, colocaram o conhecimento em prática e coletaram 270 kg de 32 espécies de sementes de espécies nativas de Roraima.
Trinta e duas espécies de sementes foram usadas na primeira muvuca em Roraima. Foto: Fabrício Marinho.
Na primeira semeadura, foram usados 20 kg de sementes plantadas em meio hectare numa região que abrange as comunidades Tabalascada, Canauanim e Malacacheta. A área era usada como pasto por uma antiga fazenda, que atualmente pertence à região.
O restante das sementes (250 kg) deve ser comprado pelo Instituto Socioambiental (ISA), instituição é parceira e apoiadora da Ressel, e utilizado na recuperação de outras áreas devastadas da mesma região.
A ideia é que esse primeiro plantio se torne um modelo da importância da Rede tanto para o reflorestamento com espécies nativas, quanto para a geração de renda, tendo em vista que os indígenas podem vender as sementes que coletam.
Preparando muvuca de sementes. Foto: Divulgação
“Vai servir como uma vitrine para os futuros compradores. Nossa ideia agora é começar a buscar compradores [para as sementes coletadas pelos indígenas]”, destacou Emerson Cadete, analista técnico ISA, que apoia os coletores da Ressel.
Entre as espécies plantadas nesta primeira fase estão árvores frutíferas como caju e taperebá, e espécies de uso tradicional, como o pau-rainha, usado na construção de casas pelos indígenas. Durante a ação, no fim de junho, lideranças reforçaram a importância de envolver a juventude e toda a comunidade no processo de reflorestamento e cuidado com o território.
“Gostaria que toda a juventude e as pessoas da comunidade Canauanim conhecessem mais deste projeto e da importância de reflorestar. Tenho certeza que daqui a 10 anos veremos um resultado excelente de combate às queimadas e derrubadas no nosso território”, destacou Helinilson Nicacio Cadete, tuxaua da comunidade Canauanim.
Alcinete Pinho Cadete, coletora e elo da comunidade Canauanim. Foto: Fabrício Marinho.
A agricultora familiar Alcineia Pinho Cadete participou do treinamento em maio do ano passado e se tornou uma das coletoras da rede. No dia do primeiro plantio, celebrou o início das atividades práticas, que também envolvem os conhecimentos tradicionais indígenas.
“Ser coletor, já somos há muito tempo por sermos indígenas, por ter vivência com a natureza e por desde a infância trabalharmos com as sementes para os nossos artesanatos e para medicina tradicional. E agora, existe este projeto de coleta das sementes para fazer reflorestamento de áreas degradadas”, frisou.
Agora, a Ressel de Roraima está em processo para se integrar ao Redário, uma articulação nacional que reúne 27 redes de coletores de sementes em diferentes estados do país. Segundo o ISA, são mais de 2.500 envolvidas no Redário, sendo mais da metade mulheres. Só em 2024, mais de 106 toneladas de sementes foram vendidas pelas redes do grupo.
O projeto que criou a Ressel faz parte leva o nome de “Produção de sementes nativas e restauração ecológica”, iniciativa do ISA e que tem como objetivo incentivar as comunidades indígenas a restaurar a vegetação de áreas consumidas por queimadas e pelo desmatamento.
*O conteúdo foi originalmente publicado pelo G1 Roraima.
A Diretoria de Saúde da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) apresentou, nesta semana, o balanço das atividades realizadas nos primeiros seis meses de 2025. Os dados reforçam o compromisso da Casa com o bem-estar dos seus servidores: foram realizados mais de 31 mil atendimentos entre janeiro e junho, além de intensas ações de prevenção e conscientização em saúde.
Com um calendário permanente de iniciativas, a Diretoria promoveu campanhas voltadas para a prevenção de doenças, com foco na ampliação do acesso à informação e aos serviços básicos de saúde. Em fevereiro, por exemplo, foi realizada uma campanha de vacinação em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).
A ação disponibilizou cerca de 200 doses de imunizantes contra Influenza, hepatite B, tétano e tríplice viral, com o apoio da equipe técnica da UBS Theomário Pinto da Costa, localizada no Parque Dez de Novembro, zona Centro-Sul de Manaus.
O diretor de Saúde da Aleam, médico Arnoldo Andrade, participou ativamente da campanha e, na ocasião, também se imunizou, incentivando a vacinação entre os servidores.
Andrade reforça a confiança na ciência e alerta sobre a importância da imunização, mesmo diante de dúvidas infundadas sobre sua eficácia.
“A ciência é categórica em afirmar que a vacina previne e salva vidas”, afirma.
Foto: Hudson Fonseca / Aleam
Também em fevereiro, antes do Carnaval, a Diretoria de Saúde organizou uma ação de prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids), promovendo a distribuição de preservativos masculinos e femininos.
O mesmo tipo de ação foi realizado em junho, às vésperas do tradicional Festival Folclórico de Parintins, com a distribuição de cerca de 720 preservativos e uma campanha de conscientização sobre doenças sexualmente transmissíveis.
Segundo Arnoldo Andrade, a promoção contínua de ações educativas em saúde é uma das prioridades da Diretoria.
“A prevenção precisa ser reforçada de forma constante, especialmente em épocas festivas, como o Festival de Parintins, quando o risco de exposição aumenta”, destacou.
Com iniciativas que unem informação, atendimento e conscientização, a Diretoria de Saúde da Aleam demonstra, segundo Andrade, que investir em saúde é garantir qualidade de vida, prevenção e cidadania dentro do ambiente legislativo.