Mais do que um passeio, a atividade também movimenta a economia local, gerando renda para diversas famílias que dependem diretamente do turismo no rio.
Debate sobre o protagonismo indígena destacou lideranças, juventude e o uso das telas como ferramenta de visibilidade e resistência cultural na Amazônia.
O livro surgiu de uma inquietação da infância, segundo o autor Mário Bentes, e se tornou "uma tentativa de releitura antirracista" de uma lenda do sul do Brasil.