Onze clones alcançaram notas entre 81 e 82 pontos na escala da avaliação, sendo considerados de bebida com alto potencial para o mercado de cafés especiais.
Nova metodologia cruza dados geoespaciais, autorizações emitidas por órgãos competentes e registros de campo, permitindo uma leitura mais precisa e contextualizada dos focos registrados.
"Laboratórios vivos" vão promover trocas de experiências e conhecimentos em três territórios amazônicos. Iniciativa também vai reunir informações sobre as mudanças climáticas na região.
Dados são da produção dos últimos anos da empresa Engenho Café de Açaí, startup que viu no descarte dos resíduos do ‘ouro negro’ da Amazônia um negócio transformador.