Com mais de 100 doações de sangue, servidor público se torna recordista em Rondônia

Ao relembrar o início de sua trajetória como voluntário, ele ressaltou a importância de incentivar novas pessoas a se tornarem doadoras.

Foto: Divulgação/Fhemeron

Quando se trata de solidariedade e generosidade, Roberto Redondo Souza é uma inspiração para muitos. O servidor público é recordista em doações de sangue registradas na Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron), com 93 doações documentadas.

A primeira doação de Roberto foi feita em 1994, mas o sistema eletrônico da Fhemeron só começou a contabilizar os dados em 2008. De acordo com a Fundação, o recordista acumula mais de 100 doações ao longo dos anos, considerando também os registros feitos anteriormente em fichas manuais.

Leia também: Mitos e verdades sobre a doação de sangue: você sabe o que é necessário para ser doador?

Ao Grupo Rede Amazônica, Roberto informou que é doador de plaquetas e faz de 8 a 10 doações por ano. A decisão de se tornar doador foi tomada com o objetivo de ajudar o próximo.

“Resolvi ser doador pra fazer o bem ao próximo, e por saber que mesmo com o avanço tecnológico não inventaram nada que substitua o sangue. Há muita gente precisando de sangue, quer seja para realizar uma cirurgia ou para repor as plaquetas, no caso da câncer por exemplo”, disse.

O espírito solidário de Roberto já ajudou a salvar várias vidas. Ao relembrar o início de sua trajetória como voluntário, ele ressaltou a importância de incentivar novas pessoas a se tornarem doadoras.

“Que elas se sintam inspiradas com meu exemplo e que passem a doar, pois é um ato de amor ao próximo e muito gratificante saber que um simples gesto como esse podem salvar muitas vidas”, disse.

Estoque baixo de sangue O+

De acordo com a Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron), o estoque de sangue do tipo sanguíneo O+ é considerado abaixo da média e pra reverter a situação, a instituição convida a população para fazer doações.

A Fhemeron fornece bolsas de sangue para hospitais de toda a rede pública de saúde, garantindo a realização de cirurgias e o tratamento adequado para pacientes com doenças crônicas.

Leia também: Caminhos do sangue: da doação à transfusão

Quem pode doar?

De acordo com a Fhemeron, para ser um doador é necessário ter entre 16 e 69 anos, pesar acima de 50 quilos, estar em boas condições de saúde e apresentar um documento oficial com foto. A recomendação é estar bem alimentado e evitar alimentos gordurosos antes da doação.

Impedimentos temporários:

  • Estar gripado ou com febre;
  • Estar grávida ou amamentando;
  • Estar em tratamento médico;
  • Ter ingerido bebida alcoólica no dia da doação (12 horas);
  • Ter tatuagem feita há menos de um ano;
  • Ter feito endoscopia digestiva nos últimos seis meses; e
  • Ter tido malária nos últimos 12 meses.
  • Impedimentos definitivos
  • Ter tido doença de Chagas;
  • Ter tido hepatite após os 11 anos de idade;
  • Ter sido exposto à situação ou comportamentos que levem a risco, acrescido para infecções sexualmente transmissíveis (IST).

Onde doar?

Os hemocentros estaduais estão em funcionamento em seis municípios do estado: Porto Velho, Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná, Rolim de Moura e Vilhena.

Em Porto Velho, a unidade de coordenação de coleta funciona de segunda a sexta-feira, das 7h15 às 18h, e aos sábados, das 7h15 às 12h, localizada na Avenida Jorge Teixeira, nº 3.766, Bairro Industrial. Os endereços dos demais municípios estão disponíveis no Portal da Fhemeron.

*Por Amanda Oliveira, da Rede Amazônica RO

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