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Quinta, 01 Dezembro 2022

Nova expedição do projeto Árvores Gigantes no Amapá busca por mais exemplares recordistas

Uma nova expedição do projeto Árvores Gigantes da Amazônia acontecerá entre os 11 a 25 de setembro no Amapá. Uma equipe de pesquisadores buscará encontrar a maior árvore da Amazônia. A expedição partirá do município de Laranjal do Jari (distante a 275 km da capital Macapá, sul do Estado).

O grupo percorrerá 250 km pelo Rio Jari com destino à Floresta Estadual do Paru (Flota) e, posteriormente, mais 12 km pela mata até a árvore destino dos expedicionários, onde serão desenvolvidas as atividades de pesquisa. A equipe conta com o apoio de moradores da comunidade São Francisco do Iratapuru.

Castanheira (Berthollhetia excelsa). Foto: Reprodução/Acervo Ifap

O projeto Árvores Gigantes da Amazônia é coordenado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá (Ifap), Campus Laranjal do Jari, e já realizou quatro expedições que resultaram na descoberta de um novo santuário de árvores de grande porte, localizado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Iratapuru. Na região está localizada a comunidade de São Francisco do Iratapuru, que tem como atividade econômica a exploração sustentável da castanha-do-Brasil.

Além do santuário, as expedições também possibilitaram encontrar a maior castanheira (Berthollhetia excelsa) já registrada na Amazônia, com 66,66 metros de altura, também localizada na RDS do Rio Iratapuru. Na ocasião, também foi encontrado um angelim vermelho de 79,19 metros de altura e 6,8 de diâmetro.

Equipe expedicionária da última excursão cientifica do projeto Árvores Gigantes. Foto: Acervo Ifap

A nova expedição é a quinta excursão científica do projeto e conta com participação das seguintes instituições: Instituto Federal do Amapá (Ifap), Universidade de Swansea (Reino Unido), Comunidade São Francisco do Iratapuru, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), Instituto de Extensão, Assistência e Desenvolvimento Rural do Amapá (RURAP), Universidade Estadual do Amapá (Ueap), Promotoria de Meio Ambiente de Macapá e o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor). A expedição conta com financiamento da Fundação Jari, Universidade de Swansea, Norte Solar e Imazon.


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