Registro integra os resultados do projeto Café Ancestral Agroecológico no Nordeste Paraense, que une pesquisa botânica, memória das famílias agricultoras e práticas de manejo.
A tecnologia consiste em um sistema de propulsão elétrica para pequenas embarcações, equipado com caixa de redução e alimentação por bateria recarregável em estação solar fotovoltaica.
Coordenado pela professora Mayara Guedes, o laboratório transforma matérias-primas abundantes da região – como cacau, banana e frutas amazônicas – em inovação, sustentabilidade e oportunidade.
A expectativa é que as discussões da Rede fortaleçam a articulação entre universidades e estabeleçam bases para a atuação conjunta ao longo dos próximos anos, ampliando a presença internacional da ciência produzida na Amazônia.