Rodrigo Santoro e Tainá Muller visitam o Amazonas para gravação de filme

Na última semana os atores compartilharam relatos de experiências na região em suas redes sociais.

Com uma filmografia consagrada em filmes como: ‘300’, ‘Carandiru’, ‘O bicho de sete cabeças’ e ‘As panteras’, o ator Rodrigo Santoro possui uma carreira consolidada nacional e internacionalmente, além de já ter levado vários prêmios para casa.

Nesta semana, o ator postou um relato sobre sua vivência na Amazônia. O post, que passa das 130 mil curtidas (em 28/07), mostra alguns ‘spoilers’ de bastidores de gravação de um filme que se passa na região: ‘Outro lado do céu’. O filme é do cineasta Gabriel Mascaro, diretor de ‘Boi Neon’ (2015) e Divino Amor (2019).

“Nos últimos dias estive mergulhado no “Outro lado do céu”, novo filme de @gabrielmascaro. Além de ser um diretor que eu admiro e com quem sempre quis trabalhar, o convite pra mergulhar nesse Brasil da Amazônia, do Rio Negro, do coração da floresta foi um verdadeiro presente”,

afirmou Santoro.

O ator mostrou imagens se refrescando no Rio Negro, no Amazonas, passeando de barco e alguns detalhes por onde passaram. Internautas comentaram sobre sua passagem pela região amazônica, uma vez que o ator vive entre Brasil e Estados Unidos.

“Rodrigo, vc é um ser humanos 10, um brasileiro que apesar de viver fora ser conhecido e reconhecido na sua profissão de ator lá fora , não despreza o Brasil não se afastou dele nem das suas origens. Por isso que eu te admiro ????” , ressaltou uma fã.

Mas Santoro não estava sozinho, é claro. A protagonista da série ‘Bom dia, Verônica’, Tainá Muller, também faz parte da produção e postou imagens de comunidades ribeirinhas nos stories do Instagram, exaltando a beleza amazônica, mas também dando destaque para projetos regiões e uma experiência gastronômica em restaurante indígena no Amazonas.

Sinopse

Com produção da Globo Filmes, o longa deve ter estreia mundial em 2024. Confira a sinopse fornecida pelo Filmow:

“Em nome da retomada econômica, o Governo Brasileiro criou um sistema perene de isolamento vertical compulsório de idosos acima de 80 anos para serem confinados numa colônia. Teca tem 77 e vive no vilarejo de Muriti, na Amazônia, quando é surpreendida com o anúncio da redução da idade, incluindo sua faixa etária. Acuada, Teca faz uma intrigante jornada escondida dos oficiais em meio a rios, barcos e ao submundo para tentar de maneira clandestina realizar seu último sonho, passear de avião”.

Publicidade
Publicidade

Relacionadas:

Mais acessadas:

Instituto Bicho D’Água fortalece atuação na costa amazônica com foco em crescimento sustentável

Organização paraense participa da etapa intermediária do Impulso PRIO, programa de aceleração voltado ao desenvolvimento de organizações socioambientais.

Leia também

Publicidade