A produção de petróleo e de gás na Amazônia brasileira teve início a partir do primeiro poço que jorrou petróleo em 13 de março de 1955, no município de Nova Olinda do Norte.
Desde 1994, antes das eleições gerais, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresenta à sociedade e aos candidatos sugestões para melhorar o desempenho da economia.
Ingredientes amazônicos usados em cosméticos mostram como bioeconomia, tecnologia e conhecimento local transformam sementes, resinas e frutos em produtos de alto valor agregado.
O resultado evidencia contundentes desafios enfrentados pelo Amazonas e a ZFM no cumprimento das metas da Agenda ODS 2030, da ONU, especialmente em setores relacionados a serviços públicos e infraestrutura.
A capital amazonense, de acordo com dados do IBGE, concentra seis dentre as 20 maiores favelas do Brasil. É falso, por conseguinte, certo entendimento de que as florestas preservadas são uma conquista da ZFM.
A TranspoAmazônia reuniu lideranças empresariais, autoridades, especialistas, investidores e representantes nacionais e internacionais para discutir os rumos da logística brasileira.
Se, de um lado, ações planejadas desde a Rio 92 arrimadas nos ODS não avançam, novos planos são elaborados, mesmo havendo em estoque outros na mesma direção, que não decolam na Amazônia.
Com investimento inicial de R$ 18,7 milhões da Shell Brasil, via cláusula de PD & I da ANP, o objetivo é acelerar o desenvolvimento de tecnologias sobre soluções baseadas na natureza.