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Nova atração para aventureiros: Parque do Utinga, no Pará, oferece passeio de canoagem

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Uma nova atração chegou ao Parque Estadual do Utinga ‘Camillo Vianna’, em Belém (PA). Como parte das atrações de ecoturismo, o espaço para a contar com a canoagem. Autorizada pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), a atividade tem atraído visitantes de todas as idades, oferecendo uma experiência única de contato com a natureza em meio à paisagem amazônica.

Disponível todos os dias do mês de julho, das 8h às 16h, a canoagem tem um custo de R$ 30,00 por pessoa. O percurso começa no Centro de Acolhimento do Parque e segue até a base da Amazônia Aventura, totalizando 2 km (ida e volta), com duração média de 30 a 45 minutos. A atividade é aberta a crianças a partir dos 8 anos, tornando-se uma opção inclusiva para famílias.

Raimundo Vieira aproveitou para levar o seu filho, Lucas, e os dois puderam conhecer a nova atividade ecoturística em primeira mão. Ele avaliou a experiência como “fantástica” e parabenizou pelo serviço já contar com acessibilidade.

Quem também não perdeu tempo foi a influenciadora digital Kateryne Jesus que achou a atividade muito divertida. “No começo eu senti um pouco de dificuldade, mas depois foi tranquilo. Gosto muito de rolês que possibilitem um maior contato com a natureza e recomendo muito. Sempre venho aqui no Utinga para pedalar, para correr e fazer atividades físicas. Agora tem outras atividades para quem gosta de aventura e não só a canoagem, mas o arvorismo, o rapel e com certeza quero fazer todos eles porque acho super divertido”, enfatizou.

Foto: João Vitor Santos/Ideflor-Bio

Cuidados

Para garantir a segurança dos participantes e a preservação ambiental, o Ideflor-Bio estabeleceu algumas regras. Cada grupo de visitantes deve ser acompanhado por pelo menos dois condutores habilitados, e a capacidade máxima é de 12 pessoas por grupo, incluindo os condutores. A atividade será suspensa em caso de risco de chuva, garantindo a segurança de todos.

A instalação de acessos sinalizados ao Igarapé do Yuna facilita a entrada e saída dos visitantes de forma controlada e segura. Todos os condutores que operam na trilha aquática passaram por treinamento rigoroso em resgate e primeiros socorros em ambiente aquático, assegurando que estão preparados para lidar com emergências.

O diretor da Amazônica Aventura, Bruno Borges, conta que a empresa sempre tem procurado inovar nos serviços que disponibiliza no Parque Estadual do Utinga. “Agora a proposta é exatamente a canoagem, por conta dessa relação nossa com a Amazônia e com a água, e que não deixa de ser uma excelente ferramenta de educação ambiental, para que possamos sensibilizar cada vez mais as pessoas sobre esse recurso natural tão importante. Portanto, esse é um passeio voltado para família, para pessoas leigas, até porque é uma trilha aquática em que um condutor devidamente habilitado acompanha o visitante”, detalhou o concessionário.

*Com informações da Agência Pará

‘Avião Solidário’ transporta três primatas entre Manaus e São Paulo para reprodução e conservação da espécie

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Graças ao transporte gratuito realizado pelo programa Avião Solidário da LATAM no dia (11), três macacos-barrigudos (Lagothrix cana), espécie ameaçada de extinção, receberam novos lares para reprodução e conservação da espécie.

Os primatas, sendo duas fêmeas juvenis e um macho adulto, estavam sendo criados ilegalmente como animais de estimação em diferentes localidades do Amazonas, o que é considerado crime ambiental. Após o resgate, ficaram sob os cuidados do Centro de Triagem (CETAS) – IBAMA de Manaus e foram designados pelos membros do Grupo de Assessoramento Técnico do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas Amazônicos (PAN Primatas Amazônicos) para duas instituições no interior de São Paulo, sendo o Parque Ecológico de São Carlos e o Parque Zoológico Municipal de Bauru.

Ambas as instituições possuem primatas da mesma espécie, mantidos em ambientes adequados e com expertise no manejo da espécie, e as recomendações de manejo visam promover a formação de grupos sociais, incrementando a viabilidade genética da população ex-situ (fora do ambiente natural), associada à estratégia para sua conservação in-situ (no ambiente natural), conforme diretrizes do PAN Primatas Amazônicos, sob coordenação do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (CPB/ICMBio).

Espécie macacos-barrigudos (Lagothrix cana). Foto: divulgação

O transporte gratuito foi realizado por meio da LATAM Cargo em voo que partiu de Manaus com destino a São Paulo/Guarulhos. De lá, as duas fêmeas seguiram para o Parque Ecológico de São Carlos e o macho para o Parque Zoológico Municipal de Bauru. O transporte aéreo foi realizado de forma gratuita pelo Avião Solidário da LATAM e evitou um deslocamento terrestre de quase 4 mil quilômetros entre as instituições, reduzindo para cinco horas um percurso que levaria mais de 55 horas exclusivamente via terrestre.

Cetas

O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) é um órgão do Ibama, gerenciado pelo governo federal, que abriga animais resgatados de, por exemplo, incêndio florestal, ou acidentados em ambiente urbano.

“Aqui é o lugar perfeito”, afirma CEO do XTERRA Brasil sobre a edição Amazônia 2024

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A escolha do Amazonas como local para realizar os desafios do XTERRA Amazônia tem uma razão. O município de Novo Airão prova ter o necessário para desafiar os atletas que buscam aventura, segundo o CEO da X3M, responsável pelo XTERRA Amazônia, Bernardo Fonseca.

“Aqui é o lugar perfeito para a gente realizar o XTERRA. Parece que o Amazonas está para o XTERRA como o XTERRA está para o Amazonas. O mote do nosso projeto aqui é realmente mostrar um lugar paradisíaco e que as pessoas precisam proteger. E a gente usa o esporte como a plataforma para realmente mostrar e educar as pessoas a conviverem com o esporte e essa linda natureza”, afirmou.

Na noite de sexta-feira (19), que antecedeu as provas, os participantes puderam aproveitar para confraternizar, retirarem os kits para as provas e também participar de uma palestra direcionada aos atletas amadores e profissionais que contou ainda com instruções e direcionamentos sobre a edição na Amazônia.

As provas foram divididas em corridas de 5km, 10km, 21km e 50 km, além de disputas de triathlon e ainda a Short Track, uma novidade para os atletas de alto nível de experiência convidados à participar nesta edição.

XTERRA Amazônia 2024

O XTERRA Amazônia 2024 é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM) e tem o apoio da Braga Veículos; Secretaria Municipal de Inovação, Indústria, Comércio e Turismo da Prefeitura de Novo Airão; Secretaria de Estado do Desporto e Lazer, do Governo do Amazonas.

Saiba quem são as atletas convidadas para o XTERRA Amazônia 2024

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As atletas convidadas à participar do XTERRA Amazônia 2024, em Novo Airão no Amazonas, também fazem parte de uma estrutura muito maior do evento. Em seus currículos diversas competições já foram vencidas e, agora, preparam-se para enfrentar os desafios que somente a floresta amazônica pode proporcionar. Conheça-as:

XTERRA Amazônia 2024

O XTERRA Amazônia 2024 é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM) e tem o apoio da Braga Veículos; Secretaria Municipal de Inovação, Indústria, Comércio e Turismo da Prefeitura de Novo Airão; Secretaria de Estado do Desporto e Lazer, do Governo do Amazonas.

Saiba quem são os atletas convidados para o XTERRA Amazônia 2024

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Os atletas convidados à participar do XTERRA Amazônia 2024, em Novo Airão no Amazonas, também fazem parte de uma estrutura muito maior do evento. Em seus currículos diversos desafios já foram vencidos e, agora, preparam-se para enfrentar os desafios que somente a floresta amazônica pode proporcionar. Conheça-os:

XTERRA Amazônia 2024

O XTERRA Amazônia 2024 é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM) e tem o apoio da Braga Veículos; Secretaria Municipal de Inovação, Indústria, Comércio e Turismo da Prefeitura de Novo Airão; Secretaria de Estado do Desporto e Lazer, do Governo do Amazonas.

Vai participar do XTERRA Amazônia? Saiba como funciona o ranking nacional e o circuito mundial

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Os atletas amadores e profissionais que participam do XTERRA Amazônia 2024, em Novo Airão no Amazonas, também fazem parte de uma estrutura muito maior do evento. Saiba como funciona o ranking nacional e o circuito mundial:

XTERRA Amazônia 2024

O XTERRA Amazônia 2024 é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM) e tem o apoio da Braga Veículos; Secretaria Municipal de Inovação, Indústria, Comércio e Turismo da Prefeitura de Novo Airão; Secretaria de Estado do Desporto e Lazer, do Governo do Amazonas.

Lei determina governo de Rondônia ‘priorizar’ café robusta para consumo na administração pública

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Uma lei publicada no Diário Oficial de Rondônia determina que o estado priorize a compra do Café Robusta para consumo em setores da administração pública. A norma publicada em junho já está em vigor e, segundo o governo, a Secretaria de Estado da Agricultura já está cumprindo essa determinação.

O texto beneficia a agricultura familiar e empreendedores rurais no estado. Confira um trecho:

“Prioriza a aquisição de café torrado em grão e café torrado moído da espécie Café Robusta Amazônico provenientes da agricultura familiar, do empreendedor familiar rural ou de produtores rurais e afins no âmbito do Estado de Rondônia”.

A Seagri informou que “vem priorizando a aquisição do café Robusta Amazônico produzido em Rondônia para consumo dos servidores e visitantes da unidade”.

Na mesma nota, a Seagri ressalta que a determinação não é opcional. Ou seja, caso a compra do café robusta não seja priorizada, é necessário explicar e fundamentar a decisão.

O que é café robusta?

Os robustas amazônicos são resultado do cruzamento dos cafés Conilon e Robusta especialmente selecionados. A qualidade da bebida extraída a partir dessa junção rendeu a ele a primeira Indicação Geográfica com Denominação de Origem (DO) para café canéfora sustentável.

Em janeiro deste ano, o café também foi reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial do estado de Rondônia.

*Com informações da Rede Amazônica RO

Atenção às mudança do clima e proteção à biodiversidade são incluídas em lei da Política Nacional de Educação Ambiental

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou no dia 17 de julho o projeto de lei nº 6.230/2023. O texto altera a lei nº 9.795/1999 e passa a assegurar atenção às mudanças do clima, à proteção da biodiversidade e aos riscos e vulnerabilidades a desastres socioambientais na Política Nacional de Educação Ambiental. 

A sanção fortalece a Política Nacional de Educação Ambiental, integrando questões contemporâneas e urgentes ao currículo educacional. Com a crescente preocupação global em relação às mudanças climáticas e à perda de biodiversidade, a implementação dessas alterações na legislação educacional se torna fundamental para preparar as futuras gerações para enfrentar esses desafios.

“Educar para o meio ambiente é uma tarefa deste século. Sem isso, a gente vai continuar achando que é possível viver em oposição à ecologia. Economia e ecologia não têm que ser algo que vai ser compatibilizado, é algo que tem que ser integrado, e cada vez mais isso é uma mesma equação”, afirmou a ministra Marina Silva Meio Ambiente e Mudança do Clima. 

Consctientização

Autor do projeto de lei, o deputado federal Luciano Ducci destacou que o propósito da promoção de inclusão dessas temáticas na Política Nacional de Educação Ambiental é mobilizar a sociedade como um todo. 

“É um projeto que, por incrível que pareça, é mais atual agora do que quando foi apresentado. Tem a grande motivação de buscar uma transformação da sociedade através da educação”, afirmou.

Alterações

As mudanças visam promover uma política educacional focada na conscientização ambiental, incentivando a participação ativa de indivíduos e coletivos, incluindo escolas em todos os níveis de ensino nas ações ambientais. A lei busca, ainda, alinhar os objetivos da educação ambiental às diversas políticas nacionais relacionadas ao meio ambiente, mudanças climáticas, biodiversidade e defesa civil.

17.07.2024 - Sanção do Projeto de Lei n° 1741/2022
Foto: Divulgação/Agência Gov/Via Planalto

Entre as principais diretrizes propostas, está o desenvolvimento de instrumentos e metodologias para garantir a eficácia das ações educadoras relacionadas às questões ambientais, às mudanças climáticas, desastres socioambientais e à perda de biodiversidade, além da inserção obrigatória desses temas nos projetos institucionais e pedagógicos das instituições de ensino da educação básica e superior.

*Com informações do Planalto

Censo Demográfico: quilombolas rondonienses tem idade mediana um ano a mais que população total

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A divulgação do Censo Demográfico 2022 a respeito da população quilombola mostra que, em Rondônia, a idade mediana deste povo é um ano maior que da população total. Considerando toda as pessoas residentes no Estado, a idade mediana é de 32 anos; já a dos quilombolas é de 33 anos. Idade mediana quer dizer que metade da população tem até aquela idade e a outra metade é mais velha.

Rondônia, que tem 2.925 pessoas que se consideram quilombolas, é um dos três estados em que a idade mediana dos quilombolas é maior que da população total. No Mato Grosso, a diferença é três anos (35 anos para os quilombolas e 32 para a população total) e, no Mato Grosso do Sul, os quilombolas têm idade mediana de 35 anos e a população total de 33 anos. Ponderando todo o Brasil, a idade mediana dos quilombolas é de 31 anos enquanto que da população total é de 35 anos.

Em relação ao índice de envelhecimento (proporção de pessoas com 60 anos ou mais em relação ao número de pessoas com até 14 anos), o Censo Demográfico 2022 aponta que os quilombolas rondonienses têm indicador próximo ao brasileiro e maior que o da Região Norte. No Estado, o índice foi de 53,02, enquanto em todo o país foi de 54,98 e na Região Norte foi de 36,86.

Os maiores índices de envelhecimento dos quilombolas foram apresentados por Rio Grande do Sul (82,69), Minas Gerais (81,37) e Mato Grosso (76,93) e os menores foram no Amazonas (23,4), Amapá (28,96) e Distrito Federal (34,85).

Quilombolas em Rondônia se concentram no Vale do Guaporé. Foto: Divulgação/IBGE

Taxa rondoniense de alfabetização dos quilombolas é a quarta maior do país

Averiguando sobre alfabetização, o Censo Demográfico 2022 mostra que a taxa entre os quilombolas rondonienses com 15 anos ou mais é de 92,4%, ficando atrás dos índices do Distrito Federal (98,7%), Amazonas (92,9%) e Santa Catarina (92,4%). A taxa de alfabetização brasileira desse povo foi de 81%.

As menores taxas de alfabetização entre os quilombolas foram registradas nos estados de Alagoas (70,2%), Piauí (70,3%), Paraíba (73,1%), Ceará (73,6%) e Pernambuco (74,1%).

Alfabetizada é a pessoa com cinco anos ou mais que consegue, pelo menos, ler e escrever um bilhete simples ou uma lista de compras.

Você pode ver a pesquisa completa AQUI.

Atividades físicas no calor da Amazônia? Saiba quais cuidados são necessários com a pele

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As práticas esportivas tem ganhado meios mais fáceis e acessíveis de serem exercidas, seja uma caminhada, dança ou mesmo as tarefas domésticas – como jardinagem e até limpeza. Todas são consideradas atividades físicas que ajudam a manter o peso adequado, melhoram o humor e até a concentração. 

Na região amazônica todos os meses competições esportivas são promovidas e uma das mais populares é a corrida. Em trilhas, com obstáculos, diversas oportunidades que colocam a população em contato mais próximo com a natureza.

Priorizando a saúde de quem pratica atividades físicas, em especial ao ar livre na região amazônica, é importante cuidar da pele, por exemplo. A dermatologista Anne Amaral dá dicas de prevenção, cuidados e proteção.

Outro fator importante é a prevenção contra picadas de mosquitos transmissores de doenças, que podem também provocar alergias na pele de intensidades diferentes, desde casos mais leves, até outros mais graves que podem representar riscos.

Foto: Divulgação/XTERRA

“Quanto aos mosquitos é importante que o atleta utilize roupas adequadas. Hoje em dia nós já temos tecidos que tem substâncias para repelir a aproximação desses insetos e mosquitos, então a utilização de repelentes são importantes, tanto na região corporal quanto por cima das roupas”, afirma Anne.

Outra questão de extrema importância é a hidratação: água e bebidas isotônicas são sempre bem vindas, quando o assunto é manter-se hidratado.

Dica da especialista 

Calos e assaduras são sempre companhias indesejadas dos competidores ou daqueles que praticam qualquer exercício físico. A dermatologista também dá algumas dicas para ir aos treinos prevenido e sem medo: 

Prevenção de calos – ”É muito importante a utilização de meias adequadas, que deixem o ambiente do pé mais confortável, sapatos adequados para ambientes de corrida, existem vários tipos de tênis, deve ser escolhido um específico que seja para corrida. Detalhe importante: a utilização de hidratantes”.

Prevenção de assaduras – “O principal na hora de realizar atividades físicas é sempre ter os equipamentos necessários, então isso inclui as roupas adequadas. É sempre importante que os shorts tenham aqueles protetores mais apertados embaixo, isso evita possíveis assaduras. O ato de roçar uma perna com a outra, uso utilização de hidratantes também é importante, tanto na região da virilha quanto na região dos pés, é uma forma de prevenir as possíveis assaduras ou até mesmo a formação de calosidade”. 

XTERRA Amazônia 2024

O XTERRA Amazônia 2024 é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM) e tem o apoio da Braga Veículos; Secretaria Municipal de Inovação, Indústria, Comércio e Turismo da Prefeitura de Novo Airão; Secretaria de Estado do Desporto e Lazer, do Governo do Amazonas.