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Presidente da Fecomércio-AM analisa impactos do fim da escala 6×1 no comércio e nos serviços

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O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Amazonas (Fecomércio-AM), Aderson Frota, participa do programa Tarde de Notícias para comentar o tema “O fim da escala 6×1” e analisar os possíveis impactos da proposta sobre o setor de comércio e serviços. Durante a entrevista, o dirigente ressalta que qualquer mudança na jornada de trabalho precisa considerar a realidade econômica das empresas, especialmente em segmentos que operam com horários estendidos e elevada demanda por mão de obra.

Segundo Frota, o debate exige análise técnica e equilíbrio entre direitos trabalhistas e viabilidade econômica. Para ele, alterações estruturais na jornada podem impactar diretamente os custos operacionais, a manutenção dos postos de trabalho e a competitividade das empresas — sobretudo em estados como o Amazonas, onde o comércio exerce papel estratégico na economia regional.

“O comércio e os serviços funcionam com dinâmica própria e forte dependência de equipes operando em turnos contínuos. Qualquer mudança na jornada precisa considerar o impacto nos custos e na capacidade das empresas de manter empregos”, afirma.

Empregabilidade e sustentabilidade empresarial

Durante a entrevista, o presidente da Fecomércio-AM destaca que o setor é um dos maiores geradores de emprego do país e que medidas que elevem significativamente os custos podem provocar reflexos na contratação de trabalhadores ou no repasse de despesas ao consumidor.

Para Frota, o debate precisa envolver diálogo entre empresários, trabalhadores e poder público, sempre com base em dados econômicos consistentes e projeções responsáveis.

“A geração de empregos depende diretamente da sustentabilidade das empresas. Se os custos aumentam de forma abrupta, isso pode comprometer a capacidade de contratação e de manutenção dos postos de trabalho”, pontua.

Comércio como motor da economia regional

Aderson Frota enfatiza a importância do comércio e dos serviços para o desenvolvimento econômico do Amazonas, setor responsável por movimentar cadeias produtivas, gerar renda e sustentar milhares de famílias.

A Fecomércio-AM atua na defesa de um ambiente de negócios equilibrado, que estimule crescimento, segurança jurídica e estabilidade nas relações de trabalho. A entidade também participa de iniciativas voltadas ao fortalecimento empresarial e à qualificação profissional, contribuindo para a competitividade do setor no estado.

Ao abordar o fim da escala 6×1, Frota reforça que o tema precisa ser tratado com responsabilidade e visão econômica ampla, considerando seus impactos diretos sobre empresas, trabalhadores e consumidores.

Poeira do Saara na Amazônia não é novidade, mas ainda surpreende; entenda como ocorre

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Satélites captam poeira do Saara atravessando o Oceano Atlântico. Foto: Reprodução/Youtube-NASA Goddard

Para muitas pessoas tem sido uma novidade descobrir que a poeira do deserto do Saara chega até a Amazônia. Mas desde 2019 estudos apontam que aproximadamente 182.000 toneladas de poeira do Saara atravessam o oceano Atlântico até chegar à América e, consequentemente, à Amazônia.

Um estudo da NASA, divulgado pelo Portal Amazônia em 2021, feito pelo Goddard Space Flight Center, mediu a quantidade de areia que viaja pelo oceano Atlântico. Segundo os satélites da agência espacial, mais de 27 milhões de toneladas por ano, com cerca de 22 mil toneladas de fósforo, o que beneficia a Amazônia na nutrição das plantas.

“Todo o ecossistema da Amazônia depende do pó do Saara para reabastecer suas reservas de nutrientes perdidos”, afirmou o coordenador do estudo, Dr. Hongbin Yu, que coletou dados entre 2007 e 2013, na matéria divulgada na época. 

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Poeira do Saara na Amazônia não pode ser vista a olho nu

Esse fenômeno ocorre todos os anos e é detectado apenas por sensores, não sendo possível perceber a olho nu. Por conta disso, moradores de cidades como Macapá (AP), confundiram a neblina causada por umidade e baixa temperatura com poeira do deserto.

O meteorologista Jeferson Vilhena, do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa), explicou que o fenômeno visto pelos moradores não se trata da poeira, mas sim de neblina.

“A neblina ocorre por causa da alta umidade relativa do ar e da baixa temperatura. A poeira do Saara sempre chega, mas em quantidade muito pequena, imperceptível ao ser humano”, explicou.

Segundo Vilhena, o transporte dessas partículas é mais intenso durante o verão do hemisfério sul, quando a zona de convergência intertropical se desloca para o sul da linha do Equador. Esse movimento facilita a chegada até a Amazônia.

“Essas partículas são chamadas de higroscópicas, porque ajudam na formação de nuvens de chuva. Mas não formam uma nuvem visível, como se vê em imagens de desertos. O que aparece no céu do Amapá é neblina, não poeira”, reforçou.

De acordo com o Iepa, o transporte é feito por meio das nuvens e pode alcançar países da América do Sul, como Brasil, Guiana Francesa e Suriname. No entanto, o fenômeno só pode ser identificado por sensores específicos.

Leia também: Poeira do Saara cruzou 5 mil km até a Amazônia e ajuda a repor minerais perdidos em queimadas, dizem pesquisadores

Meteorologista explicou que a poeira do deserto do Saara passa todo os anos pela América do Sul. Foto: Jeferson Vilhena
Meteorologista explicou que a poeira do deserto do Saara passa todo os anos pela América do Sul. Foto: Jeferson Vilhena

Transporte da poeira

Uma vez no ar, ela é capturada pelos Ventos Alísios, que sopram de leste para oeste, cruzando o Oceano Atlântico. Essa ‘pluma’ viaja a grandes altitudes, formando rios atmosféricos de sedimentos que podem ser vistos até do espaço.

Quando a poeira chega à bacia amazônica, ocorre um processo de deposição. Isso acontece de duas formas:

  • Deposição Seca: A poeira simplesmente assenta sobre as copas das árvores.
  • Deposição Úmida: As chuvas frequentes da região “lavam” o ar, trazendo a poeira para o solo.

As partículas viajam mais de 5 mil quilômetros do deserto africano até a floresta amazônica. Em episódios mais intensos, o céu na região Norte do Brasil pode ganhar tons mais opacos ou alaranjados.

A poeira que vem do Saara é rica em fósforo e ferro, o que contribui para a adubação da terra. No entanto, as partículas podem piorar a qualidade do ar em pequena escala.

Em 2015, a NASA divulgou um material já explicando o fenômeno:

*Com informações do Portal Amazônia; Inpa; e de Isadora Pereira, da Rede Amazônica AP

Rede Educa destaca Pilar Social como diferencial competitivo para empresas do Polo Industrial de Manaus

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A Fundação Rede Amazônica (FRAM), em parceria com o Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM), disponibiliza a quinta videoaula do projeto Rede Educa com o tema “Pilar Social”. Ministrada por Jonivaldo Miranda, psicanalista e especialista em gestão de projetos e pessoas, com atuação em Governança Corporativa e ESG, a aula evidencia a dimensão estratégica das práticas sociais na consolidação de organizações mais responsáveis, resilientes e alinhadas às exigências contemporâneas do ambiente de negócios.

O conteúdo ressalta que o Pilar Social do ESG deve ser incorporado de forma sistêmica ao planejamento empresarial, especialmente no contexto do Polo Industrial de Manaus (PIM), onde competitividade, responsabilidade social e desenvolvimento regional se apresentam como agendas indissociáveis.

Pilar Social como vetor de posicionamento estratégico

Durante a exposição, Jonivaldo Miranda ressalta que o Pilar Social ultrapassa o cumprimento de obrigações legais e deve ser compreendido como instrumento estruturante de geração de valor e fortalecimento institucional.

“O pilar social é determinante para a construção de um modelo de desenvolvimento sustentável na Amazônia, porque coloca as pessoas no centro das estratégias empresariais. Ele envolve investimento em educação, qualificação profissional, inclusão produtiva e fortalecimento das comunidades locais. Quando integrado ao planejamento de longo prazo e às metas de ESG, deixa de ser apenas uma obrigação e passa a gerar impacto estruturante, contribuindo para reduzir desigualdades, fortalecer o ambiente de negócios e promover um crescimento mais equilibrado e duradouro na região”, destaca.

A aula evidencia que empresas que estruturam políticas sociais consistentes ampliam sua credibilidade institucional, fortalecem a confiança de investidores e parceiros estratégicos e consolidam diferenciais competitivos em mercados cada vez mais orientados por critérios ESG e responsabilidade corporativa.

Desenvolvimento regional e vantagem competitiva sustentável

A quinta videoaula reforça que o desenvolvimento sustentável da Amazônia exige a integração entre desempenho econômico e responsabilidade social. No âmbito do Polo Industrial de Manaus, isso implica estruturar políticas voltadas à valorização de talentos locais, à promoção da diversidade, à inclusão produtiva e ao fortalecimento das cadeias regionais de valor.

Ao integrar o Pilar Social às estratégias corporativas de longo prazo, as empresas ampliam sua capacidade de gerar impacto positivo nas comunidades onde atuam e, simultaneamente, fortalecem sua posição competitiva nos mercados nacional e internacional.

A quinta videoaula está disponível no canal oficial da Fundação Rede Amazônica no YouTube:
https://youtu.be/BDwwaqXDiPA?si=mn_ddRJ5j_1AzF1m

O projeto Rede Educa é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM), com apoio do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM).

Oito das 10 terras indígenas mais desmatadas em 2025 são no Amazonas

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Foto: Marizilda Cruppe/Greenpeace

O Amazonas concentra algumas das terras indígenas mais pressionadas pelo desmatamento na Amazônia em 2025. O relatório ‘Ameaça em Áreas Protegidas’, divulgado pelo Imazon nesta semana, mostra que oito das dez terras indígenas mais impactadas estão total ou parcialmente no estado, revelando a gravidade da situação e a vulnerabilidade desses territórios.

Leia também: Saiba quantas terras indígenas existem na Amazônia Legal

Segundo o estudo, essas áreas registraram desmatamento dentro de seus limites, o que compromete a biodiversidade e ameaça diretamente os modos de vida das populações indígenas.

As Terras Indígenas com mais pressão no Amazonas são:

  • Andirá-Marau (AM/PA);
  • Vale do Javari (AM);
  • Waimiri Atroari (AM/RR);
  • Yanomami (AM/RR);
  • Kaxuyana-Tunayana (AM/PA);
  • Trombetas/Mapuera (AM/PA/RR);
  • Alto Rio Negro (AM);
  • Nhamundá-Mapuera (AM/PA);

“É urgente integrar esforços institucionais e garantir que as comunidades estejam no centro das estratégias de proteção. A gestão compartilhada e a atuação coordenada são fundamentais para conter o avanço da perda”, afirma o pesquisador Carlos Souza Jr., do Imazon.

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Aldeia São Luiz, na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas
Foto: Reprodução/ Acervo Coordenação Regional da FUNAI – Vale do Javari

Áreas sob ameaça de desmatamento no entorno

Além da ameaça interna, Terras Indígenas no Amazonas também aparecem entre as áreas mais ameaçadas pelo desmatamento em seu entorno.

O Parque Nacional Mapinguari (AM/RO) ocupa a 2ª posição no ranking, enquanto a TI Kulina do Médio Juruá (AC/AM) está em 3º lugar. A TI Jacareúba/Katawixi (AM) também figura entre as dez mais ameaçadas.

“Sem ações estruturadas e contínuas, a tendência é de que a ameaça se torne perda efetiva de floresta, comprometendo a integridade do meio ambiente e os direitos das populações tradicionais”, explicou a pesquisadora do Imazon Bianca Santos

A recorrência desses territórios nos rankings reforça a necessidade de políticas específicas para o estado, com foco na proteção territorial e no fortalecimento da participação das comunidades locais.

*Por Lucas Macedo, da Rede Amazônica AM

‘Amazônia Que Eu Quero’: projeto é lançado pela primeira vez em Brasília

Foto: Divulgação

O projeto ‘Amazônia Que Eu Quero (AMQQ)’ chega à sua 5ª edição e, pela primeira vez, será lançado na capital federal. O evento acontece no dia 4 de março, às 14h30, no Salão Negro do Congresso Nacional, em Brasília.

Com o tema ‘Democracia na Era Digital: O uso das novas tecnologias no processo eleitoral’, a edição 2026 vai discutir os impactos da tecnologia nas eleições, os desafios da regulação das plataformas digitais e o fortalecimento das instituições democráticas.

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Realizado pela Fundação Rede Amazônica (FRAM) e iniciativa do Grupo Rede Amazônica, o projeto reúne especialistas, representantes institucionais e sociedade civil para debater propostas construídas a partir da realidade da Região Norte.

As discussões resultam na elaboração do Caderno de Soluções, documento que reúne contribuições voltadas à formulação de políticas públicas.

Conheça o projeto AQUI.

'Amazônia Que Eu Quero' em Roraima
O projeto já teve edições em vários estados da Amazônia. Foto: Divulgação

Amazônia Que Eu Quero 2026: Democracia na Era Digital

A programação contará com palestra magna de Marcelo Bechara, Diretor de Relações Institucionais em Mídias e Regulação do Grupo Globo e membro do Conselho Superior da Abert.

A transmissão ao vivo será às 15h (horário de Brasília) pelo G1 Amazonas, G1 Acre, G1 Amapá, G1 Roraima, G1 Rondônia, Portal Amazônia e Amazon Sat.

Sobre o projeto

Criado em 2019, o Amazônia Que Eu Quero é uma iniciativa da Fundação Rede Amazônica, em parceria com o Grupo Rede Amazônica. O projeto promove a educação política e socioambiental, incentivando a participação da população e o diálogo com diferentes setores da sociedade. Também realiza o levantamento de propostas junto a gestores públicos, com foco no desenvolvimento sustentável da região.

Descoberta de palmeiras albinas reflete alto grau de preservação em Estação Ecológica no Acre

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Exemplares de palmeira-urucuri albina, sem clorofila, são fenômenos raros na natureza e reforçam a importância da proteção integral para a variabilidade genética das espécies. Foto: Rita Portela

A descoberta de dois exemplares de palmeira ouricuri albinas na Estação Ecológica (Esec) Rio Acre, no interior do Acre, revela o elevado nível de preservação da unidade de conservação (UC) federal de proteção integral. O achado é considerado um fenômeno raro: sem clorofila, as plantas dependem de um ecossistema extremamente equilibrado para existir. 

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Para a pesquisadora Rita Portela, professora do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a integridade da área é o que permite tal excentricidade biológica. 

“Nunca estive em uma unidade tão bem conservada. Isso propicia uma maior variabilidade de metabolismo e de fisiologia dos indivíduos de uma espécie”, afirma.

Segundo ela, a Esec é uma referência de proteção na Amazônia e um laboratório vivo essencial para entender espécies que podem enfrentar riscos existenciais devido à mudança do clima. 

Palmeira albina indica estado de conservação

Diferente dos parques nacionais, as estações ecológicas possuem regras restritas: a visitação é exclusiva para fins educacionais e científicos. Foi justamente durante uma expedição de campo, parceria entre UFRJ e a Universidade Federal do Acre (UFAC), com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que as palmeiras foram identificadas. 

A ouricuri é considerada um recurso-chave no ecossistema local, servindo de alimento para grande parte da fauna, como araras e macacos; entretanto, o albinismo em plantas é um desafio à sobrevivência, já que a falta de clorofila impede a fotossíntese, pontua a professora. 

“Os únicos relatos existentes de albinismo em plantas eram relacionados a cultivos, como tabaco e cacau, ou espécies de laboratório”, explica Portela, que estuda palmeiras há 20 anos. 

Apoio e Monitoramento 

O financiamento da missão foi viabilizado pelo Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e da Mudança do Clima (MMA), com gestão financeira do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio).

O Arpa é reconhecido como a maior iniciativa de conservação de florestas tropicais do mundo, apoiando atualmente 120 UCs federais e estaduais na Amazônia brasileira. Além do fomento a pesquisas, o programa é fundamental para fortalecer o ICMBio na gestão, fiscalização e infraestrutura das áreas protegidas. 

Após a descoberta, os agentes temporários da Esec Rio Acre irão monitorar a evolução das palmeiras albinas, que enfrentam o desafio biológico de sobreviver sem o processo natural de fotossíntese. 

Estação Ecológica Rio Acre 

Criada em 1981, a unidade protege uma área de quase 80 mil hectares, equivalente ao território de Santa Catarina. Caracterizada como uma floresta ombrófila aberta, com forte presença de palmeiras e bambus, a Esec é um reduto de biodiversidade.

Estação Ecológica Rio Acre esconde palmeiras albinas
Estação Ecológica Rio Acre. Foto: Reprodução/Arquivo ESEC AC

Recentemente, registros de onças-pintadas em comportamento de caça reforçaram a posição da UC como um ambiente de equilíbrio ecológico, com mínima interferência humana, restrita a medidas de restauração, preservação ecológica e coleta de componentes com finalidades científicas.

*Com informações do ICMBio

Sete dicas de consumo consciente para evitar desperdício e preservar o meio ambiente

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Reduzir o desperdício. Incentivar cadeias produtivas sustentáveis. Educação ambiental. Ensinar sobre o consumo eficiente de recursos. Atualmente esses tópicos tem sido cada vez mais enfatizados mundo à fora em função da busca pelo consumo consciente e responsável como objetivo de preservar o planeta criando um ambiente propício para as próximas gerações.

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Um exemplo é o uso dos “3 R’s” para incentivar essa consciência:

  • Reutilizar o que for possível,
  • Recusar o que for desnecessário
  • e Reduzir para evitar desperdícios.

Para saber usar essas propostas, pense antes de qualquer decisão: “Eu realmente preciso disso?”. A sustentabilidade, que tanto se busca e cobra, parte de cada indivíduo, que deve aprender e considerar os impactos de suas escolhas tanto no meio ambiente quanto na sociedade como um todo. Por isso essa pergunta possui um peso tão relevante.  

Assim, priorizar necessidades ao invés dos desejos, aprender a reutilizar e reciclar o que for possível, além de escolher empresas éticas para promover a sustentabilidade, o bem-estar social e a economia de recursos, são atos básicos de consumo consciente.

Leia também: DIA D: Consciência Limpa terá dia dedicado à serviços, educação ambiental e descarte sustentável no Acre

Sete dicas de consumo consciente para evitar desperdício e preservar o meio ambiente

Leia também: Projeto Consciência Limpa promove educação ambiental e sustentabilidade no Acre

Consciência Limpa

O Consciência Limpa é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM), com apoio da Energisa, Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA AC), Governo do Acre e apoio institucional daOrganização em Centros de Atendimento (OCA), Secretaria de Estado de Administração do Acre (SEAD AC), Life Show Produções e Eventos, Instituto Descarte Correto e Duque Sustentabilidade.

Saiba quais serviços fazem parte do Consciência Limpa 2026 em Rio Branco

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Foto: Ludymila Maia/OCA AC

O Projeto Consciência Limpa busca mudar hábitos na Amazônia por meio de educação, ações práticas e comunicação. Realizado pela Fundação Rede Amazônica (FRAM), o objetivo é reforçar o compromisso com a sustentabilidade e com a melhoria da qualidade de vida da população.

Em 2026, o projeto retorna ao Acre, com uma agenda extensa de atividades e disponibiliza serviços como imunização, negociação de dívidas e emissão de documentos, além de coleta de resíduos eletrônicos e óleo de cozinha com o apoio de parceiros no estado.

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Ações do Consciência Limpa no Lago do Amor

As ações do Consciência Limpa em Rio Branco (AC) ocorrem no sábado (28) no Lago do Amor, localizado na Rodovia BR 364 AC, n° 4464, no Jardim Primavera, a partir das 15h até as 19h.

Serviços de saúde, jurídicos, negociação de dívidas, imunização, Cadastro Ambiental Rural (CAR), atividades recreativas e emissão de documentos também estão na lista de serviços que serão disponibilizados aos visitantes. Mais de 20 expositores estarão presentes na ação de conscientização.

Lago do amor em rio branco terá serviços do  consciência limpa
Foto: Reprodução/Google Maps

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Entre os parceiros estão a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), que irá fazer a troca de mil mudas pelo descarte correto dos resíduos eletrônicos e de óleo de cozinha’; e a OCA Móvel, com dezenas de serviços voltados à cidadania. Confira alguns dos serviços:

  • Atendimento jurídico (cível e previdenciário) com a OAB-AC;
  • Emissão de documentos e serviços sociais (Cadastro Único, alistamento militar, entre outros) com a OCA;
  • Atendimento ao público, negociações e orientações de segurança elétrica com a Energisa;
  • Testes rápidos, clínico geral e vacinação com apoio de unidades parceiras;
  • Atividades recreativas e educativas para públicos de todas as idades;
  • Espaços de orientação e capacitação sobre temas relacionados à sustentabilidade e ao consumo responsável;
  • Serviços do INSS;
  • Título Eleitor;
  • Cadastro de Microempreendedor Individual (MEI);
  • Agendamentos para retirar passaportes, para Receita Federal e Previdência Social;
  • Carteira Interestadual;
  • Atendimento no Procon-AC;
  • Serviço do Instituto de Identificação
  • Atendimento a estrangeiros com autorização de residência;
  • entre outros.

Leia também: DIA D: Consciência Limpa terá dia dedicado à serviços, educação ambiental e descarte sustentável no Acre

Consciência Limpa

O Consciência Limpa é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM), com apoio da Energisa, Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA AC), Governo do Acre e apoio institucional daOrganização em Centros de Atendimento (OCA), Secretaria de Estado de Administração do Acre (SEAD AC), Life Show Produções e Eventos, Instituto Descarte Correto e Duque Sustentabilidade.

O que é sustentabilidade? Entenda como o termo surgiu e qual seu propósito

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O projeto Consciência Limpa, realizado pela Fundação Rede Amazônica (FRAM), que atua há mais de 20 anos na Região Norte, promove educação ambiental, sustentabilidade e a participação da comunidade em práticas responsáveis para a preservação dos recursos naturais.

No Acre, o projeto chega pela segunda vez com estratégias educativas e ações práticas para transformar conhecimento em atitudes sustentáveis.

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A destinação correta de resíduos, economia circular e consumo consciente são bases para promover o entendimento na população sobre seu papel, tanto individual quanto em conjunto.

No entanto, apesar do termo ‘sustentabilidade’ ser comum atualmente e representar um propósito para o futuro, é preciso retornar à sua origem em alguns momentos para compreender a profundidade e abrangência de seu significado.

Leia também: DIA D: Consciência Limpa terá dia dedicado à serviços, educação ambiental e descarte sustentável no Acre

Como surgiu? Ainda segue a ideia original? Algumas perguntas geraram dez pontos de curiosidade sobre a evolução da sustentabilidade não só na Amazônia, mas de modo global.

Confira algumas informações sobre a sustentabilidade:

Leia também: Projeto Consciência Limpa promove educação ambiental e sustentabilidade no Acre

Consciência Limpa

O Consciência Limpa é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM), com apoio da Energisa, Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA AC), Governo do Acre e apoio institucional daOrganização em Centros de Atendimento (OCA), Secretaria de Estado de Administração do Acre (SEAD AC), Life Show Produções e Eventos, Instituto Descarte Correto e Duque Sustentabilidade.

Acesso à cultura e talento local marcam edição de fevereiro do Cine Paricá no Amazonas

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Exibição gratuita acontece às 18h30 com pipoca, refrigerante e homenagem à atriz Rosa Malagueta. Foto: Divulgação

A Vila de Paricatuba, no Amazonas, recebe neste sábado (28), mais uma edição do projeto Cine Paricá. A sessão acontecerá na Quadra Poliesportiva Francisco Barbosa de Souza, ao lado do campo de futebol, com entrada gratuita e distribuição de pipoca e refrigerante para o público. A exibição começa a partir das 18h30.

O destaque da noite é a estreia do longa-metragem ‘O Velho Fantástico’, produção da Branca3 Filmes, com roteiro e direção de Augustto Gomes. O filme, que possui classificação indicativa livre e duração de 90 minutos, foi gravado na própria Vila de Paricatuba e conta com a participação de moradores da comunidade.

A trama acompanha Ivan, um menino da cidade grande que, devido à grave doença da mãe, passa a morar com a avó em uma pequena vila no interior do Amazonas. No novo ambiente, ele faz amizades e é incentivado a buscar a cura da mãe por meio de um ser mítico que habita o coração da selva. Movido pela fé e pela esperança, o garoto inicia uma jornada pela floresta, enfrentando desafios e vivendo grandes aventuras.

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cine paricá
Foto: Divulgação

O elenco reúne nomes como José Gomes, Rosa Malagueta, Francy Junior, Liliane Machado e Fioravante Almeida, além de diversos talentos locais. Nesta edição do Cine Paricá, Rosa Malagueta será a atriz homenageada da noite, em reconhecimento à sua contribuição artística e participação no filme.

De acordo com o produtor executivo da obra, Jorgemar Monteiro, a experiência de filmar na vila foi determinante para a autenticidade da produção.

“O Velho Fantástico nasce do desejo de contar histórias da Amazônia com a própria Amazônia. Filmar em Paricatuba foi especial porque encontramos cenários naturais incríveis e, principalmente, pessoas talentosas e comprometidas. Trabalhar com moradores da vila trouxe verdade e emoção ao filme. Exibir essa produção aqui é devolver à comunidade uma história que também é dela”, destacou.

Leia também: Cine Paricá abre temporada 2026 com homenagem a Moacy Freitas na Vila de Paricatuba

Cine Paricá propõe acesso à cultura amazonense

Para a líder comunitária Jacqueline Lins, o projeto representa mais do que entretenimento. “O Cine Paricá é muito importante porque traz cultura gratuita para as famílias da vila. É uma oportunidade para crianças, jovens e idosos viverem uma experiência diferente, se verem na tela e se sentirem valorizados. Isso fortalece nossa identidade e mostra que Paricatuba é rica em talento e cultura”, afirmou.

Idealizador e gestor do Cine Paricá, Anderson Mendes ressalta que a proposta do projeto é democratizar o acesso ao cinema e valorizar produções regionais.

“O Cine Paricá nasceu do sonho de levar cinema gratuito para nossa comunidade e fortalecer as histórias da Amazônia. Estrear um filme gravado aqui na vila é motivo de orgulho coletivo. Convidamos todos os moradores e também os turistas que visitam Paricatuba a participarem dessa noite especial, trazendo suas famílias para viver essa experiência de cinema sob as estrelas”, convidou.

Foto: Divulgação

De acordo com os realizadores, o Cine Paricá transforma espaços públicos da vila em salas de cinema ao ar livre, promovendo encontros comunitários e ampliando o acesso à produção audiovisual amazônica. A iniciativa integra as ações de fomento cultural realizadas no estado.

O Projeto Cine Paricá é realizado por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, através do Fundo Estadual de Cultura, CONEC – Conselho Estadual de Cultura do Amazonas, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Governo do Amazonas, Sistema Nacional de Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Conta ainda com o apoio institucional de Viva Paricatuba, Centro Social de Paricatuba, Fundação Rede Amazônica, Ykamiabas Produções, MK Produções, Movimento das Mulheres Negras da Floresta – DANDARA, Branca3 Filmes e Feitoza Mídias.