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Tacacá doce ou salgado? Em Parintins, banca conquista rivais dos bois com receita ‘neutra’

Entre o vermelho e o azul, tradição familiar mantém receita que agrada todos os gostos. Foto: Matheus Castro, Rede Amazônica AM

Em Parintins, a rivalidade não fica só entre os bois Caprichoso e Garantido. Ela ultrapassa o Bumbódromo e invade a feira, o porto, as conversas de calçada — e até a cuia de tacacá. Por lá, a tradicional iguaria amazônica — que leva jambu, camarão, goma e tucupi — ganha versões que despertam debates: tem quem prefira o tacacá salgado, puxado no alho e no tucupi concentrado, e quem defenda com fervor o tacacá mais adocicado.

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No meio dessa disputa culinária, há quem prefira não tomar partido. É o caso do seu Manoel Garcia, servidor público e vendedor de tacacá no porto da cidade. Há mais de 40 anos, ele serve o caldo quente, acompanhado de goma e jambu, com uma receita que resiste ao tempo — e aos gostos variados.

“Meu tacacá é neutro. Não puxa pra doce, nem pra salgado. Vai bem com todo mundo”, diz seu Manoel, entre uma cuia e outra, sob o olhar atento de uma das filhas, que já aprende o ofício. A tradição, ali, é passada de pai para filho, como uma herança viva da cidade.

“Nós começamos aqui com a minha mãe e estamos aqui há muito tempo. Hoje, tenho minha esposa ao meu lado, além da minha filha e netos. O nosso segredo é tratar o nosso cliente com respeito e atender a todos sem distinção nenhuma — seja Caprichoso ou Garantido, seja quem gosta de tacacá doce ou salgado”.

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Entre cuias, histórias e gerações, banca de tacacá conquista paladares sem entrar na disputa dos bois. Foto: Matheus Castro/Rede Amazônica AM

A neutralidade no tempero não significa falta de sabor. Pelo contrário: o equilíbrio conquistado ao longo das décadas atrai moradores e turistas que querem provar um tacacá raiz, feito com respeito aos ingredientes e à história local.

“O segredo está no tucupi, sumo extraído da mandioca. Aqui, ele não é azedo nem adocicado. E isso também vem do fornecedor. Temos o mesmo fornecedor há muito tempo, o que colabora para mantermos a nossa tradição. Mas, para quem quer algo mais adocicado, nós também fornecemos adoçante. E tem muita gente que pede”, ressaltou.

Em tempos de festival, quando Parintins pulsa em ritmo acelerado e tudo parece ser azul ou vermelho, é na banca do seu Manoel que muita gente encontra um ponto de paz — e um tacacá que une, em vez de dividir. Ele até tem cadeiras para ambos os públicos.

E, olha, tem gente que chega na ilha e já desembarca pensando no caldo. A aposentada Luzia Araújo chegou na ilha nesta segunda (23) e já visitou a banca do seu Manoel.

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“Eu vinha no barco pensando nisso, pensando nesse tacacá maravilhoso. E assim que desembarcamos, deixei a mala no hotel e vim tomar. Eu amo isso aqui”, falou.

O pensamento foi o mesmo do funcionário público Sandro Teixeira. “Eu já conhecia esse tacacá porque já tomei outras vezes quando vim à cidade, e cheguei pensando nele. Descemos da lancha e já viemos tomar”, finalizou.

Por Matheus Castro, da Rede Amazônica AM

Milton Cunha celebra cultura popular amazonense durante o Festival de Parintins

Foto: Divulgação/UEA

Pela primeira vez, o Festival Folclórico de Parintins, conhecido como a maior festa a céu aberto, conta com um programa exclusivo comandado por um dos nomes mais emblemáticos da cultura brasileira: Milton Cunha. Intitulado ‘Toada do Milton’, o programa é exibido ao vivo diretamente da praça da Catedral de Parintins, com transmissão pelo canal oficial da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) no YouTube e pelo canal Amazon Sat.

Saiba mais: Milton Cunha comanda programa em parceria com a UEA no Festival de Parintins 2025

A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Governo do Amazonas, por meio da UEA, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado e da Amazonastur, e faz parte de um projeto de extensão universitária da UEA.

Com dois pós-doutorados em cultura, arte e literatura pela UFRJ, Milton Cunha é extensionista bolsista da universidade, na categoria visitante, e foi escolhido para comandar a atração por sua expertise e paixão pelas manifestações culturais brasileiras.

Leia também: Projeto ‘Parintins para o mundo ver’ conta com transmissão do Amazon Sat; veja a programação

Estreia com a cara de Parintins

O programa será exibido até o dia 29 de junho, sempre das 14h30 às 18h30, oferecendo quatro horas diárias de conteúdo dinâmico, informativo e bem-humorado. “É uma revista eletrônica, variedade. Muito bom humor, divertimento, informação. Cultura, arte, fofoca. Vai ser ótimo”, assegurou Milton Cunha à equipe do Portal Amazônia.

A programação do programa foi cuidadosamente elaborada para refletir o espírito da festa dos bois-bumbás Garantido e Caprichoso. Os quadros têm nomes criativos e temáticas diretamente ligadas à cultura amazônica e ao universo do festival: “Estouro da Boiada”, “Miolo dos Bois”, “Tô Brocado”, “Berrante Histórico”, “Mugido do Boi”, “Mecenas”, “Acredite Se Quiser”, “Criador e Criatura” e “Universidade Cabocla”.

Milton vai apresentar o programa direto de Parintins. Foto: Divulgação/UEA

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Raízes profundas em Parintins

Se engana quem pensa que Milton Cunha chegou agora ao Festival de Parintins. A relação do artista com a Ilha Tupinambarana remonta ao ano de 1972, quando, aos 10 anos de idade, fez sua primeira viagem à cidade a bordo de um navio que saiu de Belém com sua família. Desde então, construiu uma trajetória de amor e dedicação à cultura local.

“Eu já venho nessa terra há 50 e tantos anos, então eu sou, eu pertenço, eu sou das lendas, sou dos estudos, sou da pesquisa, sou da voz, da floresta”, relembra, emocionado. “Agora que os bois me dão esse reconhecimento. Porque o que eu gosto é que os bois, o folclore, dizem: ‘Ele merece’. Então vai prefeito, vai vereador, mas é dos bois, é do folclore. Estou muito feliz de ter conseguido isso”, afirmou o artista.

Cidadão parintinense

Por esse motivo que no dia 24 de junho, Cunha recebeu o título de cidadão de Parintins, em cerimônia realizada na Câmara Municipal. Apaixonado pela cultura da Ilha Tupinambarana, Cunha tem se destacado ao longo dos anos por sua atuação acadêmica e artística em prol do Festival Folclórico de Parintins, se tornando uma das principais vozes na divulgação nacional do evento.

O Projeto de Decreto Legislativo que concede o título é de autoria da vice-presidente da Câmara, vereadora Márcia Baranda. Ela atendeu a uma sugestão do presidente do Boi Caprichoso, Rossy Amoedo, feita durante uma visita de Milton aos galpões do boi.

Leia também: Milton Cunha recebe Título de Cidadão Parintinense

Foto: Divulgação/UEA

A voz da floresta

Para Milton, o grande diferencial do Festival de Parintins está na autenticidade da expressão amazônica. “O festival tem o tambor indígena. Então eu sempre estou muito interessado em lenda amazônica, em celebração folclórica. Se tem um lugar de fala da floresta, é Parintins”, destacou.

O artista ainda faz um chamado à valorização do conhecimento local: “Escutem Parintins, porque quem sabe da Amazônia é o amazonida. Então não vem querer, estrangeiro, impor nada. Escuta o caboclo, o ribeirinho, o indígena, o originário. Porque deles virá toda a solução”, disse.

Canais oficiais do Amazon Sat

A cobertura completa da festa em Parintins pode ser acompanhada pelas redes sociais do Amazon Sat e do Portal Amazônia, além dos canais oficiais do Amazon Sat: 

Manaus/AM: 44.1
Porto Velho/RO: 22.1
Rio Branco/AC: 31.1
Macapá/AP: 29.1
Boa Vista/RR: 23.1
Parintins/AM: 46.1

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Boi Caprichoso recebe manto sagrado em cerimônia com representantes indígenas

Foto: Reprodução/Facebook-Boi Caprichoso

O Boi Caprichoso recebeu na noite da última terça-feira (25), em Parintins (AM), o Manto Tupinambá, objeto de profundo valor simbólico e espiritual para os povos indígenas que se organizavam no litoral brasileiro, antes da chegada dos portugueses. A entrega da peça ocorreu em cerimônia oficial, conduzida por representantes do Conselho de Arte do bumbá azul e branco, com a presença de membros do povo Tupinambá. A ocasião marcou um momento de conexão entre tradição, espiritualidade e reconhecimento cultural.

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A entrega do Manto Tupinambá foi realizada com rituais e reverência à ancestralidade indígena. Segundo os organizadores, o momento foi precedido por práticas tradicionais que asseguraram a chegada respeitosa do objeto ao Boi Caprichoso, que o integrará ao espetáculo “É Tempo de Retomada” no Bumbódromo de Parintins durante o Festival Folclórico.

O presidente do Conselho de Arte do Caprichoso, Erick Nakanome, explicou que o manto, anteriormente interpretado apenas como uma peça de vestuário cerimonial, passou a ser compreendido como uma entidade sagrada. “Muito recentemente a gente compreende que não é isso. Trata-se de um ser com opinião e vida própria”, declarou Nakanome durante coletiva de imprensa.

O que é o Manto Tupinambá

O Manto Tupinambá é uma peça confeccionada com penas de aves como o guará, historicamente utilizada por lideranças indígenas do povo Tupinambá, que habitava originalmente a região do litoral atlântico brasileiro. Mais do que um elemento estético, o manto possui significados espirituais e sociais profundos: representa liderança, autoridade e conexão com os ancestrais.

Durante o período colonial, diversos mantos foram levados para a Europa, onde ainda hoje permanecem em museus e coleções. Atualmente, o povo Tupinambá e outras lideranças indígenas lutam pela repatriação dessas peças, que são consideradas sagradas. A utilização simbólica de um manto como esse em um espetáculo cultural requer autorização e realização de rituais específicos, conforme os protocolos tradicionais dos povos originários.

Participação e autorização indígena

A cerimônia de entrega do manto ao Boi Caprichoso contou com a presença de lideranças indígenas. Entre elas, estiveram a cacica Paula Denício, a Senhora Iacuí e Naya, representantes do povo Tupinambá. Também participaram Vanda Witoto, Adam e Gilvana Borari. Esta última foi a única pessoa autorizada pelos protocolos tradicionais a tocar e defumar o manto antes de sua entrega.

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Nakanome agradeceu às lideranças indígenas pelo envio da peça e destacou que a aproximação entre o boi-bumbá e os povos originários foi feita de maneira cuidadosa, com escuta e respeito às tradições.

“Foi feita uma escuta verdadeira com os povos. Houve cuidado, respeito e rituais para garantir que essa presença sagrada chegasse até nós”, afirmou.

Foto: Reprodução/Facebook-Boi Caprichoso

Segundo o Conselho de Arte, o Manto Tupinambá será utilizado no contexto do espetáculo como uma forma de homenagear e reconhecer a presença ancestral indígena na formação cultural da Amazônia. O uso foi autorizado diretamente pelas lideranças responsáveis, seguindo os protocolos estabelecidos pelos próprios povos indígenas.

Tempo de retomada

O espetáculo “É Tempo de Retomada”, apresentado pelo Boi Caprichoso em 2025, terá o manto como um de seus elementos centrais. A proposta artística busca valorizar a resistência indígena e a reafirmação das identidades tradicionais no contexto da cultura popular amazônica.

O Festival de Parintins é considerado uma das maiores manifestações culturais do Brasil. Realizado anualmente na cidade de Parintins, no Amazonas, o evento reúne os bois Caprichoso e Garantido em uma disputa de apresentações que mesclam folclore, música, dança e narrativas sobre a história e cultura da região.

A inserção do Manto Tupinambá no espetáculo do Caprichoso representa um marco simbólico dentro do festival. A peça estará presente no Bumbódromo sob orientação e conforme os rituais autorizados pelos povos originários envolvidos.

Continuidade e preservação cultural

O Conselho de Arte do Caprichoso informou que outras ações de aproximação com comunidades indígenas estão sendo desenvolvidas como parte de um processo contínuo de valorização das raízes amazônicas. O Manto Tupinambá, nesse contexto, simboliza um elo entre passado, presente e futuro das culturas originárias.

O uso e a exibição da peça seguem acordos e diretrizes definidos coletivamente com os povos indígenas, reforçando a importância do reconhecimento de seus patrimônios simbólicos e espirituais.

Pesquisa aponta empate técnico entre torcidas dos Bois Caprichoso e Garantido em Manaus

Bois-bumbás de Parintins. Fotos: Reprodução/Arquivo Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Uma pesquisa de opinião realizada em junho de 2025 pela empresa Action Pesquisas revelou um cenário de empate técnico entre as torcidas dos bois-bumbás Caprichoso e Garantido entre os moradores da cidade de Manaus (AM). O levantamento, de caráter quantitativo, entrevistou 1.646 pessoas com 16 anos ou mais residentes na zona urbana da capital amazonense, e apresenta margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Leia também: Nos dois lados? Parintinense conta como é participar das duas galeras no Festival Folclórico

Segundo os dados da pesquisa, 29,9% dos entrevistados se declararam torcedores do Boi Garantido, enquanto 26,5% disseram torcer pelo Boi Caprichoso. Considerando a margem de erro, os percentuais apontam para uma situação de equilíbrio estatístico entre os dois bois, sem possibilidade de afirmar com segurança qual possui a maior torcida na capital.

Além dos torcedores declarados de Garantido e Caprichoso, 6,2% afirmaram gostar dos dois bois, enquanto 37,2% declararam não torcer para nenhum deles ou não acompanhar o Festival de Parintins. Apenas 0,2% preferiram não responder à pergunta.

Perfil dos torcedores

A pesquisa também traçou o perfil demográfico e socioeconômico dos torcedores de cada boi. Os dados mostram que a torcida do Garantido é predominantemente feminina (60,2%), com maior concentração na faixa etária de 35 a 49 anos (40,7%).

Em relação à escolaridade, 61,0% têm ensino médio completo ou incompleto, e 20,3% possuem nível superior. A maior parte (53,3%) possui renda familiar de até dois salários mínimos.

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Já a torcida do Caprichoso também é composta majoritariamente por mulheres (53,7%), com destaque para as faixas etárias de 35 a 49 anos (31,7%) e de 16 a 24 anos (22,0%).

Em termos de escolaridade, 65,1% têm ensino médio completo ou incompleto, e 20,6% concluíram o ensino superior.

Quanto à renda, 50,5% dos torcedores possuem renda familiar de até dois salários mínimos, enquanto 35,8% recebem entre dois e cinco salários.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi realizada de forma presencial entre os dias 20 e 24 de junho de 2025, por meio de questionário estruturado aplicado face a face. O processo de amostragem seguiu três etapas: escolha de setores censitários com base no tamanho da população (IBGE, 2022), sorteio de logradouros e abordagem aleatória de domicílios em quarteirões. A tabulação dos dados foi feita com o software Sphinx 5.0®, utilizando métodos de estatística descritiva e análises complementares.

O universo pesquisado corresponde à população manauara com 16 anos ou mais, estimada em 1.446.315 pessoas segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), consultado em junho de 2025.

Considerações sobre a pesquisa

Embora o Boi Garantido apresente um índice ligeiramente superior ao do Caprichoso no total de respostas, a margem de erro de 2,5% impede conclusões definitivas quanto à liderança das torcidas em Manaus. A pesquisa indica que ambos os bois possuem bases de apoio sólidas e representativas na capital, o que reforça a rivalidade histórica entre eles e a relevância cultural do Festival de Parintins no estado do Amazonas.

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58º Festival de Parintins

Este ano, o festival acontece nos dias 27, 28 e 29 de junho, último fim de semana do mês de junho. De acordo com o Governo do Amazonas, de 2022 a 2024, mais de 340 mil turistas passaram por Parintins durante o período da festa bovina, gerando emprego, renda e movimentando mais de R$ 438 milhões na economia amazonense.

“A expectativa que manteremos a mesma média de visitantes do ano passado e esperamos a geração de 184 mil reais na economia do estado e a geração de 20 mil empregos diretos e indiretos no festival desse ano”, declarou o governador Wilson Lima durante o evento.

A festa folclórica, que já é tradicional no calendário cultural amazonense, ocorre no Bumbódromo de Parintins, no interior do estado.

As duas agremiações defendem um tema. Este ano, o Boi Caprichoso vai defender o tema ‘Tempo de Retomada’. “A gente sempre faz um estudo pra ser maior e melhor , a régua esse ano está lá em cima”, destacou o presidente da agremiação, Rossy Amoedo. Já o Boi Garantido vai trabalhar esse ano, o tema ‘Boi do Povo, Boi do Povão’. “Fazemos um festival que mostra a humanidade, mostra a parte humana pela arte”, afirmou o presidente do Garantido, Fred Góes.

*Por Hector Muniz, do Portal Amazônia

Muito além do Bumbódromo: Centro Cultural de Parintins incentiva a arte e o legado de um povo

Foto: Acervo Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro – Parintins

O Centro Cultural de Parintins, mais conhecido como Bumbódromo, não é apenas a casa que recebe o embate anual entre Caprichoso e Garantido, mas também a casa em que muitos artistas se formam. Isso porque o Centro abriga o Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, a primeira unidade mantida pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, fora da capital Manaus.  

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Segundo o turismólogo do Liceu em Parintins, Jair Almeida, em pouco mais de uma década o liceu já transformou a realidade dos parintinenses, pois investe na formação de toda uma geração que mantém viva a chama dos bois-bumbás. “Nós temos uma procura anual satisfatória, nos mais de 30 cursos, com 124 turmas de aula em dois semestres”, conta.

Leia também: Projeto ‘Parintins para o mundo ver’ conta com transmissão no Amazon Sat; veja a programação

Centro Cultural de Parintins, mais conhecido como Bumbódromo
O Centro Cultural de Parintins, mais conhecido como Bumbódromo. Foto: Secom/AM

O volume de turmas mostra que o público que frequenta as aulas no liceu só cresce, uma vez que existem turmas para crianças e até para a terceira idade.

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Almeida afirma sem hesitar que um dos cursos mais procurados é o de artes visuais, principalmente para crianças. O turismólogo demonstra que toda a união desses elementos é o que ajuda a construir o legado artístico de Parintins para o mundo.

“O liceu não é apenas uma escola de arte. Nós trabalhamos aspectos técnicos dentro de um âmbito profissional, feito para os alunos não apenas no intuito de aprimorar o talento, mas também abrir a mentalidade. Para mim é um possível futuro profissional no ramo da arte. E já temos exemplo de vários alunos que já conseguiram passar na universidade. […] O liceu não esta abrindo apenas um leque de opções para a comunidade, mas também um leque de oportunidade profissional para os parintinenses”, assegura.

Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia

Leia também: Saiba como se inscrever para visita guiada ao Bumbódromo no Festival de Parintins

A festa atrai turistas do mundo todo para o município, localizado a 369 km de Manaus, mas é quem vive na cidade que constrói um dos maiores espetáculos folclóricos do mundo. Por isso, o Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, instalou uma unidade do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro no local.

Parintins foi a segunda cidade a receber a iniciativa que estimula e incentiva a veia artística da população amazonense. São cursos presenciais e virtuais, oficinas e programas de capacitação para crianças, jovens, adultos e também a Terceira Idade.

O liceu oferece oficinas de dança, teatro, artes visuais, audiovisual e música popular. O local conta com ‘Sala Multiuso’ e ‘Sala de Multimídia’; ‘Galerias de Artes Wandir Santos e Jair Mendes’; ‘Cineclube Odinéia Andrade’; ‘Biblioteca Fred Góes’ e ‘Teatro de Bonecos’; e com o ‘Memorial dos Bumbás Caprichoso e Garantido’, além de uma ‘Instrumentoteca’.

Jair Almeida. Foto: Diego Andreoletti/Amazon Sat

O calendário anual para as inscrições nos cursos gratuitos começa no início de fevereiro e as atividades ocorrem entre março a maio. Após o período do Festival, em junho, as inscrições reabrem, já no mês de julho, e as atividades ocorrem entre agosto e dezembro.

O Bumbódromo funciona de segunda a sexta, de 8h30 às 11h e 14h30 às 17h, e aos sábados de 14h30 às 18h. Já o Liceu, funciona de segunda a sexta das 8h às 11h e 14h às 20h, e aos sábados de 9h às 11h e das 14h às 18h. A arena bovina está localizada na Avenida Nações Unidas, s/nº, no Centro de Parintins.

Parintins para o mundo ver

O projeto ‘Parintins para o mundo ver’ é realizado pela Fundação Rede Amazônica (FRAM), correalizado pela Rede Amazônica e Amazon Sat, com o apoio de Amazônica Net, Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC), Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SEC-AM) e Governo do Amazonas.

Você sabe como a Catedral de Nossa Senhora do Carmo influenciou o Festival de Parintins?

Foto: Reprodução/Amazon Sat

A Catedral de Nossa Senhora do Carmo, em Parintins, é uma das grandes responsáveis pela criação do Festival Folclórico de Parintins. A santa é padroeira da cidade amazonense e sua igreja é a construção mais alta no município.

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Confira algumas curiosidades sobre a história da construção da catedral:

  • A primeira construção da paróquia foi em 1806, na Praça do Cristo Redentor, pelo Frei Carmelita José A. das Chagas, passando a ser denominada de São Benedito. Ela foi demolida em 1905 por ordem do superintendente Capitão Sarmento, após a imagem da Santa ter sido deslocada para a nova igreja instituída na Praça do Sagrado Coração de Jesus em 1895, no qual permaneceu com o nome da Padroeira até o ano de 1962

  • A obra iniciou em 1961 e a construção foi finalizada em 31/05/1981, com a finalização da torre da Catedral

  • Foi projetada na Itália, pelo engenheiro italiano Giovanni Butori e o Padre Jorge Frezzini;

  • Em 1965, por iniciativa do Sr. José da Preferida, realizou-se, na quadra paroquial, o Primeiro Festival Folclórico de Parintins cuja renda toda foi revertida em favor da construção da paróquia;

  • A construção da torre foi assinada por José Ribeiro e orientada pelo engenheiro parintinense Simão Assayag;

  • A obra tem 42 metros de altura, 176 degraus e no topo da estrutura se encontra a imagem da Padroeira;

Leia também: Nossa Senhora do Carmo: a fé em Parintins que se tornou patrimônio

Foto: Reprodução/Amazon Sat
  • A torre fica aberta para visitação durante a Festa da Padroeira, dia 6 de julho, e o Festival Folclórico de Parintins, no último final de semana de junho;

  • O interior da Catedral possui detalhes arquitetônicos que incluem vitrais e um altar de mármore, trazidos diretamente da Itália. Já nas paredes, há pinturas realizadas pelo religioso Miguel Pascale em parceria com artistas locais, como Juarez Lima e Augusto Simões;

  • A Catedral é considerada o maior templo católico do médio Amazonas;

  • Um dos pontos altos da festa em homenagem a Nossa Senhora do Carmo é a Romaria das Águas, uma procissão fluvial que sai de Manaus em direção à Parintins para celebrar o dia da Santa;

  • A Catedral de Parintins foi tombada como Patrimônio Cultural do Estado do Amazonas, em 2004, pela Lei Nº 618/2004, devido à sua importância histórica e cultural.

Bonde do Forró: atração nacional anima dia do quadrilheiro junino no Amapá

Foto: Divulgação

A atração nacional que vai animar o Dia do Quadrilheiro Junino no Amapá este ano é a Bonde do Forró. A banda foi confirmada para a abertura do ‘Arraiá do Povo’, que acontece nesta sexta-feira (27), através das redes sociais do governador do Amapá, Clécio Luís.

A programação junina segue até o dia 2 de julho, na unidade do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), na Zona Norte de Macapá.

Bonde do Forró

Bonde do Forró é uma banda fundada na cidade de São Paulo (SP), em 2003, que conta com Juliana Caetano e Miguelzinho na atual formação. Com um ritmo que mistura o forró tradicional e eletrônico, com sertanejo, arrocha e brega, a banda tem uma extensa discografia. Além disso, ficou conhecido por fazer covers de artistas consagrados no meio da música sertaneja.

Arraiá Amazônico

O Arraiá Amazônico é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM) em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA-Amapá), Associação Casa da Hospitalidade, Lar Betânia – Casa da acolhida Marcello Candia; e apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Amapá (Secult), Governo do Amapá e Tratalix Serviços Ambientais.

8 curiosidades sobre o Bumbódromo, a arena do Festival de Parintins

Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia

O Bumbódromo de Parintins é o palco do emocionante Festival Folclórico que transforma a cidade amazonense em um espetáculo de cores, sons e tradições amazônicas. Com arquitetura inspirada na cabeça de um boi e capacidade para mais de 20 mil pessoas, o espaço recebe os bois Caprichoso e Garantido em uma das maiores celebrações culturais do Brasil.

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Localizada a 369 km de Manaus, Parintins recebe turistas do mundo todo em junho, quando a cidade se pinta de azul e vermelho para acompanhar a intensa disputa pelo título do festival, que neste ano acontece nos dias 27, 28 e 29.

Antes da construção do Bumbódromo, a festa foi realizada em diversos locais da cidade, como a quadra da Catedral de Nossa Senhora do Carmo, a quadra da extinta CCE e o estádio Tupy Cantanhede.

Leia também: Fachada do Bumbódromo de Parintins ganha mais cores e vida há quatro anos; conheça as pinturas

Curiosidades sobre o Bumbódromo:

🐂 Nome popular, função cultural: Apesar de ser conhecido como Bumbódromo, o nome oficial do espaço é Centro Cultural de Parintins.

🎭 Formato único: Visto de cima, o Bumbódromo tem o formato de uma cabeça de boi estilizada, com direito a chifres e orelhas.

🎨 Dividido ao meio: O espaço é simetricamente dividido entre as cores azul (Caprichoso) e vermelho (Garantido), separando as torcidas com suas bandeiras, coreografias e cantos apaixonados.

🏟️ Inaugurado por Amazonino: O Bumbódromo foi inaugurado em 1988 por Amazonino Mendes, que decidiu construir o espaço após assistir pessoalmente ao festival.

👥 Capacidade atual: A arena comporta cerca de 25.566 pessoas, mas o projeto do novo Bumbódromo prevê ampliação para até 26 mil espectadores.

📚 Mais que arena: O Bumbódromo abriga o Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro, oferecendo oficinas de teatro, dança, artes visuais, audiovisual e música.

💡 Obras futuras: A nova estrutura incluirá painéis de LED, rooftop, fan fest, camarotes e arquibancadas ampliadas, com previsão de entrega após 2026.

🌎 Destino internacional: O festival atrai turistas de várias partes do mundo, que se encantam com o espetáculo e a energia das torcidas.

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Novo bumbódromo

Durante o lançamento da 57ª edição do Festival Folclórico, em 2024, o governador Wilson Lima anunciou a construção de um novo Bumbódromo. A publicação da licitação marca o início do processo, e as obras estão previstas para começar no segundo semestre de 2026.

“Não estamos falando apenas de uma reforma ou ampliação, mas sim de um novo Bumbódromo. Nós vamos construir uma nova estrutura nesse lugar e isso vai dobrar a quantidade de espectadores. Estamos trabalhando em um projeto que não pare a realização das atividades do Bumbódromo e de Parintins”, afirmou o governador.

O projeto prevê arquibancadas ampliadas, áreas para pagantes, camarotes, painéis gigantes de LED, iluminação cênica, rooftop e espaço para fan fest.

A nova arena terá capacidade para até 26 mil pessoas. Segundo o governo, a proposta foi desenhada para oferecer mais conforto ao público e movimentar a economia do município.

*Com informações de Patrick Marques, da Rede Amazônica AM

Visita guiada no Bumbódromo: veja alguns pontos incluídos em uma das atrações mais aguardadas em Parintins

Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia

O Bumbódromo, arena em que os bois-bumbás Caprichoso e Garantido realizam o tradicional duelo no Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas, é sem dúvida uma das atrações turísticas mais procuradas da cidade. Pensando em oferecer ao público uma oportunidade de conhecer o local de um modo diferente, o Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, realiza visitas mediadas.

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No 58º Festival Folclórico de Parintins, em 2025, os dias de visita vão de 25 e 29 de junho, com agendamento prévio e vagas limitadas. O link para agendamento é aberto no dia anterior de cada visitação, sendo fechado após o preenchimento das vagas e reabrindo no dia seguinte, sempre às 9h.

A visitação guiada é dividida em grupos de 40 pessoas cada, nos horários das 9h às 9h40; 9h40 às 10h20; 10h20 às 11h; e 11h às 11h40. 

Saiba mais: Saiba como se inscrever para visita guiada ao Bumbódromo no Festival de Parintins

Dos 40, são divididos em grupos de 10 pessoas após assistirem uma breve apresentação teatral, ‘Parintins, Folclore em Festa!’, com os alunos do Núcleo de Teatro do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro de Parintins.

Logo depois, a depender do guia, cada grupo inicia de um ponto diferente a visita, partindo do hall de entrada. Entre os locais visitados estão o Camarote Tapiri (sétimo andar), com vista da Arena do Bumbódromo; um passeio pelos corredores internos, uma pausa dentro da Arena e, para fechar, um pulinho na área externa, bem na frente do mural.

Confira alguns momentos da visita:

Hall de entrada, onde os visitantes fazem o registro. Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia
Apresentação do Auto do boi. Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia
Apresentação é feita por alunos do Núcleo de Teatro do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro de Parintins. Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia
A figura de Parintins também é representada na peça. Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia
Subida pelas rampas que dão acesso ao mirante do bumbódromo. Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia
Guia explica várias informações sobre a história do bumbódromo. Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia
Turistas se impressionam com o tamanho da arena. Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia
E aproveitam para entender como funciona o Festival. Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia
Grupos são divididos em até 10 pessoas. Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia
Um dos pontos chave é a vista aérea da arena. Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia

Parintins para o mundo ver

O projeto ‘Parintins para o mundo ver’ é realizado pela Fundação Rede Amazônica (FRAM), correalizado pela Rede Amazônica e Amazon Sat, com o apoio de Amazônica Net, Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC), Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SEC-AM) e Governo do Amazonas.

Veja a programação completa dos festivais juninos no Arraiá do Povo 2025 no Amapá

Foto: Márcia do Carmo/GEA

O Governo do Amapá realiza, entre os dias 27 de junho e 2 de julho, o Arraiá do Povo, reunindo em um único espaço as três principais competições juninas do Amapá: o 6º Festival Municipal Sandro Rogério, o 7º Forrozão do Primo Sebastian e o 16º Arraiá no Meio do Mundo.

A proposta é valorizar e fortalecer a cultura popular, promovendo um grande encontro entre os grupos juninos tradicionais e estilizados.

“O Governo do Amapá reconhece que a cultura junina é uma das expressões mais fortes do nosso estado. Ao fomentar os grupos juninos, estamos também fortalecendo a economia criativa, gerando emprego, renda, movimentando bairros, comunidades e famílias inteiras que se envolvem nesse ciclo cultural”, destacou a secretária de Cultura em exercício, Marina Beckman.

Em conjunto, a Fundação Rede Amazônica (FRAM) realiza o Arraiá Amazônico, uma iniciativa que une tradição, cultura e responsabilidade social. Inspirado nas festas juninas do Amapá, o projeto promove uma experiência cultural imersiva, que valoriza as raízes da região, incentiva a inclusão social e estimula práticas sustentáveis.

“O Arraiá Amazônico é um projeto pensado com muito carinho para valorizar a cultura popular da nossa região. Levar essas ações para Macapá é reafirmar nosso compromisso com a Amazônia como um todo, celebrando as tradições que fazem parte da nossa identidade e aproximando ainda mais as comunidades dos nossos projetos culturais”, destacou Mariane Cavalcante, diretora executiva da Fundação Rede Amazônica.

Programação

A celebração acontece na Cidade Junina, uma estrutura cenográfica montada no pátio do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá (CBM-AP), no bairro São Lázaro, na Zona Norte de Macapá. O espaço conta com palco principal, arena de apresentações, praça de alimentação com comidas típicas, arquibancadas, espaço de exposição e barracas juninas.

Durante os seis dias de evento, mais de 60 quadrilhas juninas devem se apresentar na arena da Cidade Junina e cada grupo terá, em média, 30 minutos para apresentação. Cada quadrilha reúne cerca de 20 pares, movimentando diretamente centenas de artistas populares, além de músicos, costureiras, coreógrafos, cenógrafos e equipes técnicas.

Cada festival terá sua programação e formato próprios. Confira:

6º Festival Municipal Sandro Rogério

Promovido pela Liga Junina de Macapá (Ligajum), o festival segue o formato de pontos corridos. As seletivas já iniciaram e encerram no dia 28, dentro da programação do Arraiá do Povo. Serão premiados os três primeiros colocados das categorias estilizada e tradicional, com mais de R$ 10 mil em premiação, além de troféus.

Data: 28 de junho

  • 19h30 – Estrela Dourada
  • 20h15 – Estação Junina
  • 21h – Raízes Culturais
  • 21h45 – Guerreiros de Fogo
  • 22h30 – Simpatia da Juventude
  • 23h15 – Revelação
  • 0h – Luar do Sertão
  • 0h30 – Show Jonas e Banda

7º Forrozão do Primo Sebastian

Organizado pela Federação das Entidades Juninas e Folclóricas do Amapá (Fejufap), o festival também adota o sistema de pontos corridos. Duas seletivas já foram realizadas nos dias 20 e 21 de junho. A última acontece no dia 29, durante o Arraiá do Povo, e definirá a quadrilha que representará o Amapá no Campeonato Brasileiro de Quadrilhas Juninas da CONAQJ, que será realizado nos dias 25, 26 e 27 de julho, em Alagoas.

A premiação inclui troféu e o passaporte para o Campeonato Brasileiro para o 1º lugar. O 2º e o 3º colocados também receberão troféus.

Data: 29 de junho

  • 19h30 – Arafuá (Afuá – PA)
  • 20h15 – Explode Coração Santanense (Santana)
  • 21h – Explosão do Curicaca (Itaubal)
  • 21h45 – Encanto do Amazonas
  • 22h30 – Simpatia da Juventude
  • 23h15 – Encanto Junino (Laranjal do Jari)
  • 0h – Raízes Culturais
  • 00h45 – Sorriso Cristalino (Laranjal do Jari)
  • 1h – Show

16º Arraiá no Meio do Mundo

Realizado pelo Instituto Sociocultural Arraiá no Meio do Mundo (Fefap), o festival promoveu seletivas em polos regionais nos municípios de Santana-Mazagão, Tartarugazinho e Macapá. As finais acontecerão de 30 de junho a 2 de julho, dentro da programação do Arraiá do Povo.

A competição contempla as categorias tradicional e estilizada, com mais de R$ 30 mil em premiação, além de troféus. Na categoria estilizada, serão premiadas as quadrilhas do 1º ao 5º lugar. Já na categoria tradicional, serão premiados os grupos do 1º ao 3º lugar.

  • Data: 30 de junho
  • 19h – As Piranhas dos Matutos
  • 19h45 – As Piriguetes dos Matutos
  • 20h30 – Os Bagunçado dos Matutos
  • 21h15 – Explosão do Tempo
  • 22h – Explosão Junina – PG
  • 22h45 – Gaviões do Norte – STN
  • 23h30 – Império Amapaense
  • 00h15 – Reino de São João
  • 1h – Revelação
  • 1h45 – Simpatia da Juventude
  • 2h30 – Sorriso Cristalino
  • 3h15 – Atração Junina

Data: 1º de julho

  • 19h – Quadrilha Rabo de Palha
  • 19h45 – Considerados dos Matutos
  • 20h30 – As Piranhas dos Sem Terra
  • 21h15 – Garota Safada
  • 22h – Explosão Junina – MCP
  • 22h45 – Estrela Dourada
  • 23h30 – Explode Coração – STN
  • 00h15 – Coração Mazaganense
  • 1h – Palaciana Junina – Vale do Jari
  • 1h45 – Império Junino – Mazagão
  • 2h30 – Sensação Amapaense
  • 3h15 – Luar do Sertão

Data: 2 de julho

  • 19h – Fúria Junina
  • 19h45 – Rosa Branca Açucena
  • 20h30 – Rosa dos Ventos
  • 21h15 – Estrela do Norte
  • 22h – Estação Junina
  • 22h45 – Xodó Junino – Santana
  • 23h30 – Guerreiro de Fogo
  • 00h15 – Encanto Junino – Jari
  • 1h – Constelação Junina – Santana
  • 1h45 – Tradição Junina – Santana
  • 2h30 – Brilho Junino – TRG
  • 3h15 – Explode Coração – PG

Arraiá Amazônico

O Arraiá Amazônico é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM) em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA-Amapá), Associação Casa da Hospitalidade, Lar Betânia – Casa da acolhida Marcello Candia; e apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Amapá (Secult), Governo do Amapá e Tratalix Serviços Ambientais.