O mês de outubro deve ser marcado por temperaturas acima da média em grande parte do país e por uma distribuição desigual das chuvas entre as regiões, segundo previsão climática divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
O prognóstico foi apresentado em meio a uma onda de calor prevista para o fim de setembro, com temperaturas que podem superar 40°C em áreas de diversos estados.
Parte das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste deve registrar chuvas abaixo do padrão climatológico para outubro. O prognóstico também aponta distribuição irregular das chuvas em Minas Gerais e no Espírito Santo.
A tendência é de acumulados acima da média em áreas do Sul, de Mato Grosso do Sul, de São Paulo e do sudeste de Minas Gerais. No Rio de Janeiro, os volumes devem ficar próximos da média histórica.
Foto: Reprodução/Getty Images
Impactos
O cenário pode provocar impactos na agricultura. Em Mato Grosso e Goiás, a combinação de calor e chuvas irregulares tende a dificultar a recuperação da umidade do solo e o avanço da semeadura da safra de verão.
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Em Mato Grosso do Sul, a expectativa de chuvas mais frequentes pode favorecer a recuperação da umidade do solo e oferecer melhores condições para a semeadura e o desenvolvimento inicial das lavouras.
A Arquidiocese de Belém do Pará recebeu no dia 23 de setembro, através da Nunciatura Apostólica do Brasil, a mensagem do Papa Leão XIV a todos os fiéis devotos da Virgem Maria, que participarão no dia 11 de outubro da 234ª edição do Círio de Nossa Senhora de Nazaré.
O Papa saúda os fiéis devotos da Virgem Santíssima e deseja que a participação no Círio de Nazaré este ano proporcione aos participantes um novo ardor no anúncio do Evangelho e concede a Bênção Apostólica.
Tenho a honra de transmitir a Vossa Excelência, a mensagem de Sua Santidade o Papa Leão XIV por ocasião da celebração do Círio de Nossa Senhora de Nazaré.
<< A sua Excia. Revma Dom Júlio Endi Akamine, Arcebispo Metropolitano De Belém Do Pará.
Ao celebrarem-se as Festividades do Círio de Nazaré, no segundo domingo do mês de outubro, sua Santidade Leão XIV envia uma cordial saudação a todos os fiéis devotos da Virgem Santíssima, que recorrem a Ela com serena confiança e filial gratidão pelas graças recebidas por meio de sua maternal intercessão.
Ciente de que o tema deste ano para os dias festivos do Círio apresenta Nossa Senhora como Modelo de Ação Missionária, o Santo Padre deseja que a participação nesta singular manifestação de fé suscite em todos um novo ardor no Anúncio do Evangelho.
Neste sentido, o Papa Leão XIV súplica ao Altíssimo, por intercessão da Senhora da Berlinda, abundantes graças e favores celestiais sobre todos os seus devotos. E, como penhor de tais preces, O Santo Padre concede-lhes a Bênção Apostólica.
Pietro Card. Parolin, Secretário De Estado »
Com sentimentos de distinto apreço e cordial estima, renovo a Vossa Excelência Reverendíssima meus votos de oração pelo frutuoso êxito desta tão significativa manifestação de fé do amado povo paraense,
De Vossa Excelência Reverendíssima
Dev. Mo no Senhor Giambattista Diquattro Núncio Apostólico“
*Com informações da Diretoria da Festa, Basílica Santuário de Nazaré da Arquidiocese de Belém
Objetivo é assegurar inclusão social e desenvolvimento sustentável das comunidades ribeirinhas. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Projeto de Lei 2462/26 institui a Política Nacional de Proteção, Promoção e Garantia de Direitos das Mulheres Ribeirinhas. A proposta, em análise na Câmara dos Deputados, tem o objetivo de assegurar a inclusão social, a justiça territorial e o desenvolvimento sustentável das comunidades ribeirinhas brasileiras.
O texto considera mulher ribeirinha aquela que habita áreas rurais ou de difícil acesso às margens de rios, lagos, igarapés e várzeas, tendo sua subsistência, cultura e organização social vinculadas ao ambiente aquático e florestal.
“As ribeirinhas constituem um grupo social de enorme relevância para a organização de suas comunidades”, afirma a autora do projeto, deputada Dilvanda Faro (PT-PA). “São produtoras de alimentos, guardiãs de saberes tradicionais sobre o manejo dos ecossistemas aquáticos e florestais, responsáveis pelo cuidado familiar e comunitário e protagonistas na preservação da biodiversidade”, acrescenta.
Ações
A proposta estabelece diretrizes para a atuação do poder público em diversas áreas sociais e econômicas.
Na saúde, o texto prevê o atendimento às mulheres ribeirinhas por meio de:
unidades adaptadas às condições do território;
equipes de atenção básica;
ações de saúde mental; e
garantia dos direitos sexuais e reprodutivos.
Na educação, determina o acesso à educação básica e profissional, inclusive em modalidades adequadas à realidade local, como a pedagogia da alternância, além de programas de alfabetização de jovens e adultos.
Moradores das comunidades ribeirinhas da região do Médio Solimões, na Amazônia Central, onde atua o Instituto Mamirauá. Foto: Bruno Barreto/Instituto Mamirauá
Para a autonomia econômica, a proposição estabelece:
acesso a crédito rural adaptado;
assistência técnica;
apoio à organização em cooperativas e redes de comercialização; e
reconhecimento do trabalho não remunerado de cuidado.
O texto abrange também o direito à moradia adequada, com projetos habitacionais adaptados à realidade local, saneamento básico, abastecimento de água potável e a inclusão das comunidades ribeirinhas em ações de conservação ambiental e de adaptação às mudanças climáticas.
Gestão territorial
O projeto garante a proteção das mulheres ribeirinhas contra todas as formas de violência, incluindo as decorrentes de conflitos fundiários e pelo uso de recursos naturais.
Foto: Divulgação
Além disso, assegura a participação feminina na gestão territorial, em processos de regularização fundiária e em conselhos e associações comunitárias.
Coordenação
A coordenação da política nacional caberá ao órgão federal responsável pelo desenvolvimento regional, em articulação com os ministérios de áreas como saúde, educação, meio ambiente, agricultura e proteção às mulheres.
O projeto prevê a criação do Comitê Intersetorial de Acompanhamento, composto de forma paritária por representantes governamentais e da sociedade civil. O grupo terá a atribuição de elaborar o Plano Nacional de Direitos das Mulheres e Comunidades Ribeirinhas, definir indicadores e publicar relatórios anuais de avaliação das ações.
Lacuna
Dilvanda Faro ressalta que a proposta preencherá uma lacuna decorrente da fragmentação das ações governamentais existentes.
“Ao instituir uma política nacional estruturada, a medida contribuirá para que as mulheres ribeirinhas exerçam plenamente sua cidadania e seu protagonismo na preservação dos ecossistemas e no desenvolvimento sustentável de seus territórios”, conclui.
Foto: Lilian Campelo/Ascom Bordalo
Tramitação
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; de Defesa dos Direitos da Mulher; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.
Estiagem, tempo seco e temperaturas elevadas contribuem para incidentes como a fumaça que cobriu Manaus e a Região Metropolitana nos últimos dias. Foto: Reprodução/Rede Amazônica AM
O Governo do Amazonas decretou situação de emergência por causa da estiagem e da previsão de um cenário climático adverso nos próximos meses. O decreto vale por 180 dias e pode afetar até 648 mil pessoas nos 62 municípios do estado.
A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE-AM) no dia 21 de setembro. Segundo o governo, a previsão é de chuvas abaixo da média e temperaturas elevadas, condições que podem contribuir para a redução do nível dos rios e agravar a estiagem.
Cidades do Amazonas enfrentam seca fora de época. Foto: Roney Elias/Rede Amazônica AM
As projeções do Painel El Niño 2026-2027 e do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) apontam que as condições associadas ao fenômeno El Niño devem permanecer até, pelo menos, o início de 2027.
Com a descida dos rios, a navegação pode ser prejudicada. Isso afeta o deslocamento de moradores e o transporte de produtos e serviços para municípios do interior.
O que diz o decreto
A situação de emergência permite que órgãos do governo estadual adotem medidas previstas na legislação para situações emergenciais.
Entre as ações estão a compra de insumos e a contratação de serviços para prevenção e assistência às localidades afetadas. Também poderão ser realizadas obras emergenciais para garantir a segurança e a mobilidade da população.
Os recursos de emergência deverão ser usados exclusivamente em ações relacionadas aos efeitos da estiagem.
Comunidade do Catalão, em Iranduba. Foto: Gato Júnior/Rede Amazônica AM
Intervenções ambientais deverão ser comunicadas ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e dependerão do acompanhamento e das autorizações do órgão.
As medidas serão coordenadas pelo Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais, que ficará responsável por articular e acompanhar as ações durante a validade do decreto.
Emergência já havia sido decretada em julho
Em 1º de junho, o Governo do Amazonas já havia decretado situação de emergência climática e ambiental de forma preventiva.
O novo decreto leva em conta a atualização das projeções climáticas e mantém a mobilização dos órgãos estaduais para atender as localidades afetadas pela estiagem.
Universidade Federal do Amapá (Unifap) será desmembrada. Campus da Universidade Federal da Fronteira Norte (UFFN) fica no Oiapoque (AP), na fronteira com a Guiana. Foto: Reprodução/Unifap
Foi criada a Universidade Federal da Fronteira Norte (UFFN), com sede em Oiapoque (AP), por meio do desmembramento da Universidade Federal do Amapá (Unifap). É o que estabelece Lei 15.520, de 2026, sancionada pela Presidência da República e publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 25 de setembro.
A nova universidade, vinculada ao Ministério da Educação, tem por objetivos:
oferecer cursos de graduação e pós-graduação;
desenvolver pesquisa, extensão e cultura;
promover a inovação e o desenvolvimento regional.
De autoria do Executivo, o Projeto de Lei (PL) 4.951/2026, que deu origem à criação da UFFN, manteve o texto aprovado na Câmara dos Deputados. No Senado, teve relatório favorável do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).
Estrutura
O Campus Oiapoque da Unifap passa a integrar a UFFN, com a transferência dos cursos, dos estudantes matriculados e dos cargos ocupados e vagos destinados ao seu funcionamento. O patrimônio da universidade será formado, entre outros recursos, por bens transferidos da Unifap, doações e bens adquiridos pela instituição, enquanto seu orçamento contará com dotações da União, convênios, contratos e outras receitas.
Lei cria a Universidade Federal da Fronteira do Norte. Foto: Divulgação
Segundo a Exposição de Motivos que acompanha o projeto, não haverá impacto financeiro em 2026, devido ao aproveitamento da estrutura atual do campus da Unifap em Oiapoque. Para 2027 e 2028, estão previstos R$ 20 milhões em investimentos em cada ano.
Eixos
Randolfe apontou três eixos para justificar a criação da Universidade Federal da Fronteira Norte (UFFN): o alinhamento com o planejamento educacional, o desenvolvimento regional na fronteira amazônica e a viabilidade orçamentária.
“A criação da Universidade Federal da Fronteira Norte fortalece a presença estatal, com potencial para desenvolvimento e pesquisa, em uma área estratégica de fronteira internacional (Oiapoque – Guiana Francesa), sendo crucial para garantir a fixação e o vínculo de doutores, pesquisadores e jovens qualificados na Amazônia Oriental”.
Lei cria a Universidade Federal da Fronteira do Norte. Foto: Reprodução/Agência Senado
Ele destacou que a universidade pode contribuir para as metas do Plano Nacional de Educação 2026-2036, com a expansão do ensino superior público e sua interiorização. Segundo ele, a medida também pode fortalecer a educação básica na região.
Posição estratégica
Randolfe ressaltou que a UFFN poderá ampliar a presença estatal em Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa, e contribuir para a formação de profissionais e para a pesquisa na região. Ele citou a preparação de mão de obra para atividades de óleo e gás em alto-mar, além de estudos sobre biodiversidade, impactos ambientais e monitoramento socioambiental.
“[…] vale lembrar que a presença de uma entidade local com vocação em pesquisa e profissionais qualificados se faz ainda mais necessária diante da aproximação das atividades de exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial, com todas as consequências, positivas e negativas, que essa nova fronteira aporta consigo”, disse.
Município de Oiapoque, Norte do Amapá. Foto: Divulgação/Fecomércio
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também ressaltou a posição estratégica da nova universidade.
“É fundamental termos a condição de formarmos capacidade intelectual na academia, na universidade, […] nessa nova perspectiva das riquezas da exploração do petróleo e das riquezas que o petróleo pode proporcionar para o Brasil e a Amazônia”, afirmou.
A UFFN também deverá atuar com comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, que exigem garantias de proteção social e consulta prévia, além de estimular projetos de inovação e transição energética.
Pôr do sol na Praia da Graciosa é uma boa escolha para o fim de tarde. Foto: Regiane Rocha
Praia, parque, caminhada ao ar livre e um fim de tarde às margens do Lago de Palmas. Algumas das experiências mais conhecidas da capital tocantinense podem ser aproveitadas sem gastar nada. A Secretaria Municipal de Turismo divulgou opções gratuitas para quem quer conhecer melhor a cidade ou simplesmente aproveitar o dia para passear.
Para a secretária municipal de Turismo, Ana Paula Setti Nogueira, é uma oportunidade para o morador conhecer melhor a cidade onde vive.
“Às vezes, a gente pensa em turismo como algo que exige uma viagem ou um grande planejamento, mas não é assim. Palmas tem lugares muito bonitos, de acesso gratuito, que fazem parte da nossa identidade e podem ser aproveitados tanto por quem nos visita quanto por quem mora aqui”, destaca.
Um dos cartões-postais mais conhecidos de Palmas, a Praia da Graciosa é uma boa escolha para o fim da tarde. Além da praia, dá para caminhar pela orla e acompanhar o pôr do sol no Lago de Palmas, um dos cenários mais procurados por moradores e visitantes.
Na região norte da capital, a Praia das Arnos é mais uma alternativa para aproveitar o Lago de Palmas. O local conta com faixa de areia e é uma opção de lazer principalmente para quem mora na região, mas também pode entrar no roteiro de quem está conhecendo a cidade.
Parque Cesamar
Para quem prefere uma programação em meio à área verde, o Parque Cesamar é uma das opções. O espaço é bastante utilizado para caminhada, corrida e passeios em família, além de ser um dos parques mais conhecidos da Capital.
Praça dos Girassóis
No centro de Palmas, a Praça dos Girassóis reúne alguns dos principais símbolos da história do Tocantins. O passeio pode ser feito a pé e permite conhecer monumentos e espaços importantes, além de observar a arquitetura de uma das maiores praças públicas do País.
Foto: Marcio di Pietr/Governo do Tocantins
Parque dos Povos Indígenas
Outra opção gratuita é o Parque dos Povos Indígenas, na região central. O espaço é utilizado para caminhadas, corridas, passeios de bicicleta e momentos de lazer, especialmente no início da manhã e no fim da tarde.
Taquaruçu
A cerca de 30 km do centro de Palmas, Taquaruçu também pode entrar no roteiro sem pesar no bolso. Só o passeio pelo distrito já vale a visita: dá para caminhar pelas ruas, conhecer as praças, aproveitar o clima mais ameno e observar a paisagem cercada pela serra. Para quem gosta de pegar a estrada sem pressa, o trajeto até o distrito também faz parte da experiência.
Queimadas às margens da BR-156, próximo a Pracuúba, no Amapá. Foto: Alexandra Flexa/Sema AP
Às margens da BR-156, perto de Pracuúba, no Amapá, o verde da vegetação deu lugar a um cenário marcado pelas cinzas. Queimadas consumiram a paisagem na região dos Lagos. Equipes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) do Amapá identificaram ao menos 18 pontos atingidos pelo fogo na rodovia e nos ramais que levam às comunidades.
Todos os anos, a estiagem transforma a seca em combustível para o avanço das chamas. Com drones, os fiscais registraram imagens de áreas antes cobertas por mata. Hoje, o que se vê é um tapete de cinzas espalhado pelo fogo.
O Painel do Fogo, que reúne dados de satélite sobre focos de calor, auxilia no mapeamento. As coordenadas são cruzadas diariamente com registros do Cadastro Ambiental Rural (CAR).
As autoridades se preocupam com a destruição da floresta, a fumaça que sufoca moradores e os animais que vivem na mata e sofrem com o fogo.
“Uma simples queimada pode sair do controle e se transformar em um incêndio florestal. É importante buscar orientação para evitar danos ao meio ambiente e à comunidade”, destaca Waciman Teixeira de Lemos, agente de fiscalização ambiental da Sema.
A economia de Pracuúba se apoia na pesca artesanal, na agricultura familiar, na pecuária de búfalos e em atividades agroextrativistas.
Equipes da Sema atuam na fiscalização em Pracuúba. Foto: Alexandra Flexa/Sema AP
Uma portaria da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) suspendeu totalmente o uso do fogo no Amapá entre 1º de setembro e 30 de novembro de 2026. Durante o período, as autoridades ambientais orientam a população a não queimar lixo, terrenos, quintais ou áreas com vegetação seca.
O Corpo de Bombeiros em Pracuúba aponta que a BR-156 concentra a maioria das queimadas suspeitas. A rodovia, principal ligação entre municípios, costuma ser tomada pela fumaça.
Às margens da BR-156, o capim rasteiro seco favorece a propagação das chamas. Uma faísca pode se espalhar por quilômetros, impulsionada pelo vento.
Na floresta, o fogo é mais intenso, mas avança devagar. Já nas áreas de campo, o calor, o capim seco e o vento aceleram a propagação, segundo as autoridades.
Combate e orientação
A suspeita é de que a maioria das queimadas seja provocada. Por isso, as equipes atuam no combate ao fogo e na orientação dos moradores.
Queimadas em Pracuúba alteram paisagem às margens de rodovia no AP. Foto: Divulgação/CBM AP
Nas abordagens, fiscais da Sema alertam sobre situações que podem facilitar o avanço das chamas. A mobilização ocorreu até o dia 24 de setembro, com orientações e acompanhamento às comunidades.
“Prevenir e combater o fogo é uma responsabilidade compartilhada. Cada pessoa pode ajudar a evitar que uma queimada se transforme em incêndio”, destaca o capitão Alex Afonso, coordenador de Fiscalização Ambiental.
Operação Amapá Verde
A operação ocorre anualmente e faz parte das ações de proteção à Amazônia e foca na redução dos impactos das queimadas e focos de calor durante o período de estiagem no Amapá. A atuação do programa é dividida em três eixos centrais: prevenção, combate e fiscalização.
A operação atua desde o início de agosto em regiões consideradas de maior vulnerabilidade. A atenção é reforçada em localidades do centro-norte do estado, onde historicamente se registra um maior volume de ocorrências.
Incêndio em área de mata em Pracuúba. Foto: Divulgação/Polícia Civil AP
Durante as idas, serão levados alguns equipamentos de combate a incêndio como sopradores, abafadores e as mochilas costais. São ferramentas que dão uma acessibilidade e autonomia aos militares em atuar para combater focos de incêndio que ficam longe onde está a viatura.
De acordo com o planejamento dos Bombeiros, o quantitativo da equipe deve ser ampliado em outubro para estender a atuação nas áreas mais críticas.
Studio 5 Shopping e Convenções, em Manaus. Foto: Divulgação
A Rede Amazônicarealiza neste domingo (27), mais uma edição do projeto ‘Verão Amazônico’, em Manaus (AM). O evento acontece das 8h às 19h, no estacionamento do Studio 5, na zona Sul da capital, com programação gratuita voltada para saúde, esporte, bem-estar, lazer, cidadania e entretenimento.
A iniciativa reúne atividades para diferentes públicos, além de serviços, ações sociais, apresentações musicais e espaços de convivência para toda a família.
Entre as atrações musicais estão o DJ Marcelo Cretina e a cantora Márcia Novo, que sobe ao palco com participação de Vanessa Alfaia e dos Tripinhas Mirins dos bois Caprichoso e Garantido. A programação também inclui aulas de yoga, dança, zumba, pilates e outras atividades físicas.
Verão Amazônico 2025. Foto: Diego Oliveira/Acervo Portal Amazônia
Segundo a organização, o projeto busca aproximar a Rede Amazônica da população por meio de ações gratuitas de lazer, serviços e integração. “Um projeto que aproxima a Rede Amazônica da população”, afirmou Elaine, realizadora do evento.
Criado em 2023, o Verão Amazônico passou a integrar o calendário de ações da Rede Amazônica e também faz parte das comemorações de aniversário da emissora, que completou 54 anos em setembro.
Nesta edição, o público terá acesso a mais de dez atividades e serviços oferecidos em parceria com instituições e empresas participantes. O evento também contará com ativações de marcas parceiras e experiências interativas para os visitantes.
Atividades e serviços
Entre as atrações confirmadas estão carrinho de gelato, distribuição de picolés, espaço inflável com escorregador, mesas de pingue-pongue e pebolim, aulas de dança, zumba, yoga, muay thai infantil e funcional infantil.
O público também poderá participar de experiências interativas de incentivo à leitura, além de contar com distribuição de água, algodão-doce, vouchers e serviços de limpeza ultrassônica de óculos.
Confira a programação do palco:
8h – Aula de Yoga (Camila Magrm);
9h – Power Jump (Cleu Moura);
10h – Mat Pilates (Fábio ferreira);
11h – Fit Dance (Fábio Ferreira);
12h – Intervalo;
16h às 17h – Dj Marcelo Cretina;
17h20 às 19h – Márcia Novo com participação Vanessa Alfaia e os Tripinhas mirins do Boi Caprichoso e Boi Garantido.
Para Vinícius Oliveira da Silva a geração e consumo de energia na Amazônia expõe a população aos impactos de hidrelétricas, empreendimentos pensados na necessidade do centro-sul brasileiro, enquanto a região amazônica ainda sofre com problemas de abastecimento e energias sujas.
Silva é doutor em Ciências pelo Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP), gerente de projetos do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) e pesquisador nas áreas de planejamento energético, Amazônia e energias renováveis. O pesquisador é um dos entrevistados da newsletter Um Grau e Meio, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM).
Como é o perfil de geração e consumo de energia na Amazônia Legal?
Quase 26%, de toda a energia elétrica disponibilizada no Brasil é produzida na Amazônia, m. Mas apenas 8% dessa energia permanece na região.
A Amazônia tem uma grande produção de energia elétrica, principalmente por hidrelétricas, mas que é voltada ao abastecimento das outras regiões do país. Assim, os Estados da Amazônia Legal ficam, em grande parte, com os impactos dessas hidrelétricas, mas não consomem essa energia.
Na Amazônia também existem regiões fora da infraestrutura de rede, os chamados Sistemas Isolados, que atendem cerca de 2,5 milhões de pessoas e que dependem da geração individual de energia elétrica. Geralmente, são sistemas baseados em fontes fósseis, principalmente diesel e gás natural.
Ou seja, a Amazônia tem uma grande geração de energia renovável, principalmente hidrelétrica. Embora essas usinas sejam uma fonte não fóssil, a geração hidrelétrica também provoca impactos nos reservatórios, no fluxo dos rios, nos peixes e causa alagamento de áreas.
Ao mesmo tempo, a região é muito dependente de fontes fósseis. Esses sistemas dependem da logística de transporte de combustível e da sua queima, o que gera emissões de gases de efeito estufa e metano.
Além disso, cerca de 1 milhão de pessoas na região amazônica não têm sequer serviço público de energia. Dependem de soluções individuais e comunitárias, muitas vezes baseadas em geradores a diesel ou gasolina. O custo é alto, tanto pela geração quanto pelo transporte do combustível até essas regiões.
Por que a energia gerada pelas hidrelétricas da Amazônia não é consumida na própria região?
A lógica já foi concebida para levar essa energia para outras partes do país. As usinas de Roraima, por exemplo, nem são consideradas parte do sistema Norte, mas parte do Sistema Sudeste/Centro-Oeste.
As grandes usinas construídas na Amazônia foram planejadas para atender principalmente outras regiões do país. Usinas como Santo Antônio, Jirau e Belo Monte estão conectadas por linhas de transmissão que levam a energia do Norte diretamente para o Centro-Sul.
A forma como o sistema energético brasileiro foi planejado e implantado fez com que grandes empreendimentos fossem instalados no Norte, enquanto os benefícios da energia são distribuídos para outras regiões. Para o Norte, ficam principalmente os impactos socioambientais da implantação desses sistemas.
Barragem da Hidrelétrica de Balbina é a maior preocupação do MP-AM. Foto: Divulgação/MP-AM
As usinas de Roraima, por exemplo, nem são consideradas parte do sistema Norte. São consideradas parte do Sistema Sudeste/Centro-Oeste.
A lógica foi construir essas usinas para atender o mercado consumidor e a demanda de energia do Centro-Sul, e não prioritariamente a região Norte.
O mesmo ocorre com Tucuruí, uma das maiores usinas do Brasil, no Pará. Parte da energia atende o Norte, enquanto outra parte é direcionada ao sistema Centro-Sul.
Quais são as consequências desse modelo para a população da Amazônia Legal?
Muitas áreas da Amazônia Legal ficam com os impactos das hidrelétricas, como o desvio de rios, o alagamento de cidades e a formação de grandes reservatórios. Ao mesmo tempo, comunidades isoladas precisam utilizar termelétricas e geradores a diesel. Essa é a realidade.
O sistema brasileiro está preparado para enfrentar secas cada vez mais frequentes?
Pouco. A crise de 2021 mostrou isso. Houve sucessivas secas, os níveis dos reservatórios ficaram muito baixos e foi necessário contratar, rapidamente, usinas térmicas para manter o sistema funcionando.
Com isso, vieram as bandeiras vermelha e vermelha 2, e o preço da energia aumentou. O consumidor passou a receber um sinal econômico para reduzir o consumo e evitar uma conta mais alta.
Isso é resultado da falta de adaptação às mudanças climáticas.
As mudanças climáticas alteram o volume de chuvas e a quantidade de água disponível nos reservatórios. O sistema brasileiro ainda é hidrotérmico e depende muito da geração termelétrica para operar e se estabilizar.
A energia eólica e a solar cresceram, mas são variáveis. Não há geração solar à noite e o vento também varia ao longo do dia.
Por isso, o sistema depende de fontes firmes, como hidrelétricas e termelétricas. Quando há pouca água nos reservatórios, aumenta a dependência das térmicas.
A energia térmica é mais cara e emite mais gases de efeito estufa. Isso cria uma retroalimentação: menos água leva a mais térmicas e, consequentemente, a mais emissões.
Quantos sistemas isolados existem hoje e onde eles estão?
O Brasil tem hoje 167 sistemas isolados. Apenas um está fora da Amazônia: Fernando de Noronha. Todos os outros estão na Amazônia Legal.
Vários estados têm mais de um sistema isolado. Geralmente, cada sistema atende um município, principalmente sua região central, distribuindo energia para escolas, casas, comércios e unidades produtivas.
Por que essas regiões ainda não foram integradas ao sistema nacional?
Várias foram. O Brasil já teve mais de 300 sistemas isolados. Muitos Estados eram eletricamente isolados do restante do país. A integração começou pela região central, Sudeste e Sul, avançou pelos Estados do Nordeste e chegou ao Norte.
Mato Grosso foi integrado, depois Rondônia e Pará. As últimas fronteiras foram Amapá, Roraima e Acre. O Amapá foi interligado, depois o Acre e, só no ano passado, Roraima.
Ainda existem vários municípios e regiões da Amazônia Legal fora do Sistema Interligado Nacional e há um planejamento para integrar parte dessas áreas, mas algumas nunca serão conectadas. O principal motivo é o custo. Algumas regiões são tão distantes que a conexão exigiria linhas de transmissão atravessando unidades de conservação e territórios indígenas. Em alguns casos, é mais viável manter o sistema isolado e subsidiar sua operação.
E quais são as principais fontes de energia desses sistemas?
Mais de 90% dos sistemas usam diesel ou gás natural. O diesel é a principal fonte. Algumas regiões de Roraima e do Amazonas têm linhas de distribuição de gás natural que atendem unidades geradoras.
Poucos sistemas utilizam biomassa ou energia fotovoltaica com baterias. A maior parte ainda é movida a diesel.
O que pode ser feito nas regiões que nunca estarão integradas ao sistema nacional?
É preciso combinar diferentes soluções. Não existe uma única resposta. Uma alternativa é hibridizar os sistemas isolados.
Se uma região continuará isolada, é possível reduzir a dependência do diesel com outras tecnologias. Primeiro, é preciso avaliar se há área disponível para sua instalação. Podem ser utilizados painéis fotovoltaicos e baterias em conjunto com os geradores a diesel.
Durante o dia, a energia solar pode atender à demanda. As baterias podem armazenar o excedente para os períodos sem geração solar. Quando houver necessidade adicional de energia, entram os motores a diesel. A operação coordenada dessas fontes reduz o custo e o consumo de combustível fóssil.
Linhão de Tucuruí. Foto: Divulgação/PAC
Também é preciso melhorar a infraestrutura de distribuição para reduzir perdas e aumentar a eficiência energética. Isso inclui modernizar a iluminação pública e substituir equipamentos por modelos mais eficientes.
A combinação de fontes renováveis com sistemas térmicos e medidas de eficiência energética pode melhorar a qualidade do serviço público nas regiões que permanecerão isoladas.
Qual é o caminho para manter uma matriz elétrica limpa, estável e confiável diante das mudanças climáticas?
São vários caminhos, todos relacionados ao planejamento e à organização do setor elétrico.
As hidrelétricas têm grande capacidade operativa e são uma fonte estável, mas as mudanças climáticas afetam sua operação. É preciso incorporar outras soluções.
A expansão hidrelétrica está concentrada no Norte, onde ainda existem quedas e bacias com potencial de geração. Mas a implantação de hidrelétricas nessa região provoca impactos ambientais e territoriais, inclusive em áreas indígenas, quilombolas e unidades de conservação. Também altera o fluxo dos rios e pode provocar alagamentos.
Além disso, essas usinas estão cada vez mais distantes do Sistema Interligado Nacional e exigem grandes linhas de transmissão.
As termelétricas, por sua vez, têm o problema das emissões de gases de efeito estufa. Por isso, é necessário ampliar outras soluções.
A energia solar é uma alternativa importante e vem crescendo, mas também exige melhorias na infraestrutura de transmissão. Existem gargalos para escoar a energia produzida.
Também há períodos de grande geração solar em que não existe demanda suficiente e parte da energia é desperdiçada. Por isso, é necessário ampliar a capacidade de armazenamento para guardar a energia produzida por fontes eólica e solar e utilizá-la posteriormente.
Para celebrar o Dia da Árvore, comemorado em 21 de setembro, o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) lançou um jogo da memória inspirado em oito espécies nativas da Amazônia. A iniciativa faz parte do Programa de Restauração de Paisagens, que auxilia no plantio de mudas de árvores em assentamentos no sudeste do Pará para contribuir com a recuperação de áreas desmatadas.
Além de ajudar na restauração da região, o programa busca criar novas oportunidades de renda para agricultoras e agricultores familiares a partir do cultivo de espécies que podem formar futuras áreas florestais produtivas. Agora, o açaizeiro, cacaueiro, cupuaçuzeiro, ingázeiro, buritizeiro, a pupunheira, andirobeira e castanheira também podem ser conhecidos de um jeito divertido ao lado de amigos e familiares.
As espécies escolhidas para o jogo
Açaizeiro
Nativo da Amazônia, o açaí é uma espécie importante para a alimentação e para a geração de renda de muitas famílias amazônicas. Seus frutos podem ser consumidos pelas próprias famílias ou comercializados, tornando a espécie uma fonte de alimento e de renda, além disso ainda contribui para a recuperação de áreas desmatadas. Seu crescimento é relativamente rápido e a produção de frutos pode começar, em média, após dois anos e meio do plantio.
Pupunheira
Foi uma das primeiras plantas domesticadas pelos povos indígenas, provavelmente no sudoeste da Amazônia, ainda antes da chegada dos europeus ao continente e possui um fruto bastante apreciado na região, tanto por moradores quanto pela fauna. Com crescimento médio, a espécie começa a produzir em cerca de sete anos após o plantio e pode ser uma alternativa na geração de renda.
Cacaueiro
Quando cultivado em sistemas agroflorestais, o cacaueiro pode contribuir para a recuperação de áreas degradadas e a captura e o armazenamento de carbono. A árvore começa a produzir frutos, em média, entre quatro e cinco anos após o plantio, dando origem às amêndoas de cacau. Para agricultoras e agricultores familiares, o cultivo também apresenta potencial de geração de renda, com agregação de valor à produção por meio de produtos como chocolates artesanais, polpas, manteiga e licor de cacau.
Cupuaçuzeiro
O cupuaçu é uma das frutas mais conhecidas da Amazônia e faz parte da alimentação e da cultura de muitas famílias da região. Sua polpa tem sabor marcante e pode ser utilizada de diversas formas, como em sucos, geleias, cremes, doces, sorvetes e outros produtos. A produção desses frutos começa, em média, entre quatro e cinco anos após o plantio.
Ingázeiro
Conhecido por seus frutos compridos, o ingazeiro esconde uma polpa branca, macia e adocicada ao redor das sementes. A espécie apresenta crescimento médio e pode ser utilizada em sistemas agroflorestais, inclusive para fazer sombra para outras culturas, como o cacau e o café. Outra característica especial é ser capaz de fixar nitrogênio no solo. Seus frutos ainda fazem parte da alimentação da fauna e a espécie pode ser utilizada como adubo verde em sistemas de produção e na recuperação de solos.
Buritizeiro
Uma das maiores palmeiras da Amazônia, o buriti pode chegar a 35 metros de altura e é encontrado principalmente em áreas alagadas e próximas a rios e igarapés. A água também ajuda a espalhar suas sementes e podem ser transformadas em polpas, sucos, óleos e cremes. Outras partes da palmeira também são aproveitadas, inclusive na produção dos tradicionais brinquedos de miriti. Na restauração seu crescimento é mais lento, podendo levar até 15 anos para dar fruto, mas possui um importante papel para formação da cobertura vegetal ao longo do tempo.
Andirobeira
Embora seja uma árvore de uso múltiplo, suas sementes são utilizadas principalmente para produzir um óleo muito conhecido e tradicionalmente usado pelas populações amazônicas. A casca também é aproveitada de diferentes formas, enquanto sua madeira é valorizada por ser resistente à ação de cupins e outros organismos. De médio a grande porte, a andirobeira pode chegar a cerca de 30 metros de altura, mas seu crescimento é mais lento e a produção de frutos começa geralmente entre 10 e 15 anos após o plantio.
Castanheira
No Brasil, a castanheira é encontrada exclusivamente na Amazônia, principalmente em áreas de terra firme. É uma árvore de grande porte e crescimento lento, que pode levar entre 10 e 15 anos para começar a produzir frutos. Além de formar sombra para outras plantas, tem grande importância para a alimentação e a geração de renda das comunidades locais. Por isso, a castanheira contribui para a segurança alimentar, geração de renda e formação de novas áreas florestais.
O jogo é composto por 32 cartas, que formam 16 pares e tem como objetivo incentivar a educação ambiental, podendo ser jogado por crianças a partir dos seis anos.
Oito pares são formados pelas mudas das árvores e as respectivas árvores adultas e oito pares são formados pelos frutos dessas árvores e seus usos, como para a alimentação ou produtos derivados.
As cartas são divididas em três tons de verde, que representam o tempo de crescimento das mudas:
Verde claro: É composto pelo açaizeiro e pela pupunheira, árvores com ciclo de crescimento curto. Após o plantio das mudas, demoram de três a quatro anos para darem frutos.
Verde médio: É composto pelo cacaueiro, pelo cupuaçuzeiro e pelo ingazeiro, árvores com ciclo de crescimento médio. Após o plantio das mudas, demoram de quatro a cinco anos para darem frutos.
Verde escuro: É composto pelo buritizeiro, pela andirobeira e pela castanheira, árvores com ciclo de crescimento longo. Após o plantio das mudas, o buritizeiro demora cerca de oito anos para dar frutos. Já a andirobeira e a castanheira demoram de 10 a 15 anos para darem frutos.
As regras do jogo podem ser tanto para encontrar os pares quanto para localizar os quartetos. Exemplo de quarteto: par de cartas do açaizeiro + par de cartas do açaí.
Material de apoio
O Imazon possui uma playlist no YouTube chamada “Que muda é essa?“, que pode ser usada por pais e professores como material de apoio ao jogo. Baixe o jogo aqui.