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Horas de pé e sol forte não impedem filas quilométricas para acesso às Galeras no Bumbódromo

As famosas filas para entrar no Bumbódromo. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia

O calor da Amazônia, o som das toadas no volume máximo e o espírito do Festival Folclórico de Parintins no ar. Se você encontrar centenas de pessoas em filas vivendo isso, deixe elas lá, pois é onde elas querem estar. Pode até parecer absurdo ou meme, mas essa é a realidade das filas para as Galeras dos bois Caprichoso e Garantido no bumbódromo.

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Segunda noite do 55 Festival De Parintins 2022 realizada no Bumbódromo
Segunda noite do 55 Festival De Parintins 2022 realizada no Bumbódromo de Parintins. Foto: Bruno Zanardo/Agencia Amazonas.

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Antes, até mesmo acampamentos por vários dias aconteciam, para garantir o primeiro lugar na fila, mas após decisão do Ministério Público do Amazonas (MP-AM) este ano, as filas foram desfeitas e só liberadas às 10h do primeiro dia do evento. Ainda assim, a espera, para muitos, é sinônimo de paixão, resistência e entrega total à tradição que move a ilha Tupinambarana.

Parintins para o mundo ver

O projeto ‘Parintins para o mundo ver’ é realizado pela Fundação Rede Amazônica (FRAM), correalizado pela Rede Amazônica e Amazon Sat, com o apoio de Amazônica Net, Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC), Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SEC-AM) e Governo do Amazonas.

Eventos para curtir durante o Festival Folclórico e conhecer a energia de Parintins

Além do tradicional Festival Folclórico de Parintins, que ocorre no último fim de semana de junho, a cidade se transforma num intenso polo cultural com eventos diversos. Em 2024 e 2025, algumas iniciativas ganharam destaque e tem contribuído para espalhar a cultura parintinense: Panavueiro Fest, Festa dos Visitantes e Estação da cultura. Cada um deles atrai públicos variados, reforçando o ambiente festivo da Ilha Tupinambarana.

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Esses três eventos paralelos ao Festival Folclórico de Parintins complementam a programação oficial, atraindo públicos que vão além dos torcedores dos bois Caprichoso e Garantido. Os festivais ocupam diferentes espaços como rua, resort, clube, praça e até o próprio Bumbódromo.

Esses eventos também movimentam alojamentos, transporte, alimentação, artesanato e serviços, incentivando a geração de renda e impulsionando a economia local. A diversidade estimula turistas a prolongarem a estadia, mesclando tradição, cultura gastronômica e música local.

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Eventos para curtir durante o Festival Folclórico
Eventos para curtir durante o Festival. Arte: Jorel Carter

Parintins para o mundo ver

O projeto ‘Parintins para o mundo ver’ é realizado pela Fundação Rede Amazônica (FRAM), correalizado pela Rede Amazônica e Amazon Sat, com o apoio de Amazônica Net, Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC), Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SEC-AM) e Governo do Amazonas.

Wilson Lima cobra do Governo Federal soluções urgentes para a conclusão da BR-319

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Foto: Reprodução/Aleam

Por Osíris M. Araújo da Silva – osirisasilva@gmail.com

“Não entra na minha cabeça o discurso de que não se deve pavimentar por não haver como controlar movimentos relacionados à grilagem e invasões de terras. Como o governo federal não consegue monitorar uma rodovia na Amazônia?”. Este o tom expresso pelo governador amazonense, Wilson Lima, em entrevista ao jornal O Globo na última terça-feira, 24, ao questionar o presidente Lula da Silva sobre a conclusão das obras de recuperação da rodovia BR-319, único meio terrestre de ligação dos estados de Roraima e Amazonas ao resto do Brasil.

“Não dá para querer construir uma imagem de protetor da floresta deixando a população de Manaus de joelhos. O que tem sido feito é uma covardia com o povo”, afirmou, cobrando incisivamente posicionamento claro e conclusivo do chefe da nação sobre as obras, emperradas por supostas e inexplicáveis dificuldades de aprovação das licenças ambientais pelo Ibama. Ora, mas a rodovia já existe desde sua inauguração, em 1976, e operou satisfatoriamente até 1988 quando, por falta de manutenção, sucumbiu ao tempo.

Reportagem de A Crítica na edição de quarta-feira, 25, relata uma série de contradições a respeito das obras. O aspecto mais grave revela uma só verdade: a obra não avança por injunção da ministra Marina da Silva, do Meio Ambiente, e omissão do presidente Lula da Silva. Estaria a Manaus-Porto Velho mais exposta a danos ambientais do que a transposição do rio S. Francisco, no Nordeste, a rede de hidrelétricas que cobrem todo o território nacional ou as obras de infraestrutura executadas no país desde o Império? Com certeza, a depender do Ibama, o Brasil ainda estaria no ciclo da cana-de-açúcar. “Governar é abrir estradas”!, lema do ex-presidente da República, Washington Luís (1926-1930), ao expressar a ideia de que o desenvolvimento de um país encontra-se intrinsecamente ligado aos transportes, comunicação, educação e cultura, saneamento básico, saúde pública, pesquisa e desenvolvimento. Efetivamente, nenhum país do mundo conseguiu, ao longo da história, se desenvolver sem o atendimento dessas pré-condições. Desenvolvimento, em síntese, é função d qualidade da infraestrutura social, política e econômica de uma nação.

A argumentação de alguns pretensos ambientalistas de que “a pavimentação da BR-319 atravessaria uma das regiões mais biodiversas do planeta, ampliando o desmatamento, a grilagem e a invasão de territórios indígenas, o que traria impactos diretos no clima e riscos à saúde pública global, devido à possibilidade de liberação de patógenos desconhecidos” não procede. Há na verdade uma balbúrdia desenfreada (supostamente proposital por ação de ONGs) quanto ao Plano Básico Ambiental (PBA), condicionante à obtenção da Licença de Instalação (LI) da obra. A vítima é o DNIT, o bode expiatório, que não teria até hoje providenciado a LI. A BR 319, saliente-se, é protegida por uma verdadeira “barreira verde” instituída pelos governos federal e estaduais (Amazonas e Rondônia) via Unidades de Conservação (UCs) situadas ao longo da extensão de 875 km da rodovia.

Normas do MMA determinam como objetivos das UCs assegurar garantias segundo os princípios de ordenamento territorial e conservação ambiental em relação aos municípios do Sul do Amazonas e de Porto Velho, Rondônia. No total, 28 unidades, sendo 11 federais, 9 do Amazonas e 8 de Rondônia tem por função assegurar eficazmente a proteção do bioma em toda sua extensão. Vale salientar que apenas o estado do Amazonas, conforme dados da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), possui 54,73% de áreas protegidas de seu território distribuídas entre União, Estado e Terra Indígena. O que então falta para afastar poderosas resistências contrárias à 319? Informações estratégicas fora do alcance de Brasília? Caberia a ela única e exclusivamente a tarefa de dedicar-se, com bravia indômita, à defesa do meio ambiente brasileiro?

Sobre o autor

Osíris M. Araújo da Silva é economista, escritor, membro do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA) e da Associação Comercial do Amazonas (ACA).

*O conteúdo é de responsabilidade do colunista

Saiba quem são os itens individuais de Caprichoso e Garantido que disputam o 58º Festival de Parintins

Fotos: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia

O 58º Festival Folclórico de Parintins chega no fim de junho e, durante os dias 27, 28 e 29, os bois Caprichoso e Garantido apresentam a cultura amazônica para mundo direto do Bumbódromo, a arena da disputa dos bumbás na cidade amazonense. No final dos três dias de apresentações, os jurados lançam suas notas aos 21 itens e escolhem o boi campeão.

Leia também: Conheça os 21 itens avaliados nas apresentações do Festival Folclórico de Parintins

Dos 21 itens, nove são individuais e a rivalidade entre eles acende as torcidas. Saiba quem são:

Item 1 – Apresentador

A pontuação do apresentador é definida pelo domínio de arena e de público, fluência verbal, carisma, impostação sem interferência ou intervenção que dificulte a audição ou compreensão do espetáculo de voz, dicção, alegria, atenção constante no desenvolvimento do tema levado pela agremiação.

  • Garantido: Israel Paulain tem 42 anos e desde 2002 é apresentador do Garantido, substituindo o saudoso Paulinho Faria

Item 2 – Levantador de toadas

A pontuação do item 2 dos dois bois é definida pela interpretação, afinação, dicção, timbre e técnica de canto, além da avaliação da variedade de decisões interpretativas.

  • Caprichoso: Patrick Araújo tem 25 anos e desde 2021 defende este item pelo Caprichoso
  • Garantido: David Assayag tem 57 anos e mais de trinta anos de carreira. Com passagem pelos dois bois no mesmo item, David está no Garantido desde a sua volta em 2021

Item 5 – Porta-estandarte

É avaliada pela dança e performance, indumentária, interação entre o Item e o estandarte, habilidade e consciência dos movimentos durante apresentação. Além disso a porta-estandarte deve ter domínio corporal, percepção e domínio do espaço cênico.

  • Caprichoso: Marcela Marialva tem 32 anos e desde 2027 é Porta-Estandarte do Caprichoso como item oficial
  • Garantido: Jeveny Mendonça tem 23 anos e defende o item 5 do Garantido pela primeira vez este ano como item oficial

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Item 6 – Amo do Boi

É o versador do Boi e representa o dono da fazenda. É avaliado pelo timbre, afinação, fluência na dicção, e sua capacidade de improvisar melodias, versos e qualidade poética.

  • Caprichoso: Caetano Medeiros tem 33 anos e é amo do Caprichoso pela primeira vez este ano
  • Garantido: João Paulo Faria tem 35 anos e desde 2020 defende o item 6 do Garantido

Item 7 – Sinhazinha da Fazenda

Representa a filha do dono da fazenda, além de possuir uma beleza angelical. Seus pontos são avaliados pela leveza, graça, desenvoltura, simplicidade e alegria na apresentação

  • Caprichoso: Valentina Cid possui 25 anos e defende o item 7 do Caprichoso desde 2017
  • Garantido: Valentina Coimbra tem 24 anos e é sinhazinha do Garantido desde 2020

Item 8 – Rainha do Folclore

Representa as tradições, as lendas, histórias e costumes da região amazônica vinda dos povos originários. Seus pontos são avaliados pela dança, performance e indumentária, composição da personagem, habilidade e consciência dos movimentos durante apresentação, além de necessitar de domínio corporal, percepção e domínio do espaço cênico.

  • Caprichoso: Cleise Simas possui 28 anos e é Rainha do Folclore do Caprichoso desde 2028
  • Garantido: Lívia Christina tem 25 anos e desde 2023 é o item 8 do Garantido

Item 9 – Cunhã-poranga

A Cunhã-poranga é a “moça bonita” da aldeia. A guardiã de seu povo. Expressa força através da beleza e é avaliada pelos mesmo critérios da Rainha do Folclórico.

  • Caprichoso: Marciele Albuquerque tem 31 anos e é item 9 do Caprichoso desde 2017
  • Garantido: Isabelle Nogueira tem 32 anos e está desde 2018 no Garantido

Item 10 – Boi Bumbá evolução (Tripa do Boi)

Símbolo da manifestação popular, motivo e razão de ser do festival, o tripa do boi é avaliado pela coreografia e movimentos da figura de um boi real durante a apresentação no bumbódromo.

  • Caprichoso: Alexandre Simas Azevedo tem 33 anos e desde 2016 é item oficial do Caprichoso
  • Garantido: Denildo Piçanã tem 56 anos e já defende o item 10 do Garantido desde 1995

Item 12 – Pajé

É avaliado pela composição e interpretação cênica, habilidade e consciência corporal, variação do repertório de movimentos e domínio do espaço cênico, além da composição da personagem, performance cênico/dramática, performance corpo/coreográfica, adequação da personagem à temática e caracterização.

  • Caprichoso: Erick Beltrão tem 35 anos e desde 2020 é o item 12 do Caprichoso
  • Garantido: Adriano Paketá tem 39 anos e desde 2019 é o Pajé do Garantido

*Por Hector Muniz, do Portal Amazônia

Visita mediada pelo Bumbódromo: entenda como funciona e o que vai encontrar

Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia

Quem visita Parintins (AM) na época do Festival Folclórico não perde a oportunidade de registrar o momento em um dos maiores pontos turísticos da cidade amazonense: o bumbódromo. Mas você sabia que é possível participar de uma visita mediada na arena que recebe a disputa de Caprichoso e Garantido?

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Visita mediada no Bumbódromo. Foto: Divulgação
Visita mediada no Bumbódromo. Foto: Divulgação

A visita ao Centro Cultural de Parintins acontece nos dias de festival, no final do mês de junho, com agendamento prévio gratuito pelo site da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, sempre no dia anterior a visita. São cerca de 40 minutos cada, dividas por horário.

O começo da visita é marcado por uma recepção realizada pelos alunos de teatro do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro – unidade Parintins, que também fica no Centro Cultural. Eles apresentam o espetáculo ‘Parintins, folclore em festa’, contando a história do Auto do boi.

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Em seguida, os grupos macros de 40 pessoas são divididos em quatro, dando início ao circuito para conhecer as instalações do bumbódromo. Cada guia faz um percurso diferente, pelas mesmas áreas, para não tumultuar os corredores.

Na segunda opção, por exemplo, uma subida rápida de elevador leva ao sexto andar e começa o passeio pelo lado vermelho, do boi Garantido. Em seguida, os visitantes passam pela área do sétimo andar, onde normalmente fica o mirante, que é ajustado para receber o público durante o festival. Lá é possível ver, de cima, toda a arena.

Bumbódromo de Parintins. Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia

A volta já é pelo lado azul, do Caprichoso, seguindo para conhecer os corredores internos do Bumbódromo. A surpresa dos visitantes é perceber que, depois de ver a arena de cima, a próxima entrada os leva para dentro dela, por onde as alegorias e membros dos bois-bumbás entram para suas aguardadas apresentações.

O guia, a cada local, explica como os espaços funcionam, o que abrigam, entre outras informações históricas sobre o local, o festival e a cidade. O passeio termina após uma rápida passagem pela área externa do centro cultural, onde os visitantes fazem seus registros com os bois preferidos.

De volta ao hall de entrada, após cerca de 40 minutos, a visita é encerrada e o próximo grupo já aguarda, ansioso, por sua vez.

Experiências

Talisson Rodrigo Fonseca de Souza é mediador cultural e um dos guias no local. Ele que é o responsável pela segunda rota, descrita acima.

Bumbódromo de Parintins. Foto: Clarissa Bacellar/Portal Amazônia

“Para mim é muito importante. Eu gosto de apresentar a cultura daqui e é bom ver as pessoas conhecendo um pouco mais do que a gente faz, não só o Festival, mas também conhecer os bastidores, conhecer as salas, como que funciona. Eu fico nervoso porque a gente tem um trabalho importante de apresentar, de vender nossa cultura para as pessoas que chegam com expectativa”, conta.

O advogado manauara Caio França foi fazer o tour pela primeira vez: “É muito legal, é uma oportunidade para os turistas e até para o pessoal daqui mesmo conhecer o bumbódromo de perto e de dentro também, seus bastidores, entender como que funciona a dinâmica. E também gostei da apresentação da história, eu conhecia a história, mas não tinha visto uma apresentação como essa”, conta, referindo-se a apresentação inicial, quando os akunos de teatro fazem uma introdução à história de origem do boi-bumbá na cidade.

E a enfermeira Julia Andrade, também de Manaus, gostou tanto da experiência ano passado, que voltou. “Eu acho que a visita guiada é uma ótima oportunidade não só para as pessoas que vem de fora, pra conhecer o festival, mas até para os próprios moradores de Parintins terem acesso aos bastidores do espetáculo”.

Parintins para o mundo ver

O projeto ‘Parintins para o mundo ver’ é realizado pela Fundação Rede Amazônica (FRAM), correalizado pela Rede Amazônica e Amazon Sat, com o apoio de Amazônica Net, Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC), Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SEC-AM) e Governo do Amazonas.

Panavueiro Fest transforma espaço de Parintins em alternativa cultural e familiar ao Bumbódromo

Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia

Na rua Clarindo Chaves, ao lado da Catedral de Nossa Senhora do Carmo, em Parintins (AM), o Panavueiro Fest se consolida como uma alternativa vibrante e inclusiva para quem não conseguiu ingressos para o Festival Folclórico de Parintins. Com uma programação que mistura música, arte, gastronomia e muita tradição, o espaço foi montado para proporcionar uma experiência completa aos brincantes e visitantes da Ilha Tupinambarana.

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Logo na primeira noite, o local recebeu grande público, famílias, turistas, torcedores azulados e encarnados, todos reunidos em clima de festa. O evento conta com transmissão ao vivo dos desfiles dos bois Caprichoso e Garantido em telões de alta definição.

Além da transmissão, o Panavueiro Fest oferece uma estrutura pensada para o conforto e segurança do público. Há praça de alimentação, bares, banheiros, espaço acessível para Pessoas com Deficiência (PcD) e até uma tirolesa que tem feito sucesso entre os visitantes.

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Panavueiro Fest
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia

Experiência para toda a família

Entre os muitos que escolheram curtir o festival no Panavueiro Fest está o servidor público Mário Coelho, de Manaus. Sem ingresso para todas as noites do Festival, ele levou a família para aproveitar a programação alternativa.

“É gratificante estar com a família e saber que a festa é tão valorizada que recebe uma programação bacana como esta”, comentou.

Família de Mário curtiu o evento. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia

Já a confeiteira Michelle Vieira veio de Itacoatiara com os filhos para ver o Garantido. “Eu amo esse festival. Vim desde pequena. É tradição de família. Meus pais sempre me traziam. Agora estou trazendo meus filhos. Eles amam. Eles já nasceram garantindo. E o pai é caprichoso, mas os quatro estão garantindo”, brincou.

Famílias aproveitaram o Panavueiro Fest. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia

Tirolesa é atração à parte

Uma das novidades mais comentadas da edição deste ano é a tirolesa. A estudante Ranaide Santos experimentou pela primeira vez e aprovou. “Estava nervosa no começo, mas foi muito de boa. Gostei muito. Tive uma visão privilegiada do público”, contou empolgada.

Tirolesa fez sucesso no evento. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia

O advogado Fernando Vieira, que veio com amigos do Rio de Janeiro, também se aventurou. “São muitas experiências em um único evento. Essas ativações estão de parabéns”, afirmou.

Com diversidade musical que vai do boi-bumbá ao pop, passando por rock, sertanejo, pagode e música eletrônica, o Panavueiro Fest se firma como um espaço democrático, animado e, acima de tudo, acessível. Um verdadeiro reflexo da alegria e da tradição que fazem do Festival de Parintins um dos maiores espetáculos culturais do Brasil.

Veja mais: Confira uma galeria exclusiva do Panavueiro Fest de Parintins

Parintins para o mundo ver

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Confira uma galeria exclusiva do Panavueiro Fest de Parintins

Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia

Enquanto os bois Caprichoso e Garantido se enfrentam no Bumbódromo em Parintins (AM), do lado de fora, o Panavueiro Fest celebra com a mesma intensidade. Localizado na Rua Clarindo Chaves, ao lado da imponente Catedral de Nossa Senhora do Carmo, o espaço tem se consolidado como o grande ponto de encontro para quem não conseguiu ingresso para o espetáculo oficial, mas não abre mão de viver a energia da festa mais tradicional da Amazônia.

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Confira a galeria de imagens que registra a essência do Panavueiro Fest, um espaço que faz da rua o seu próprio bumbódromo e do povo o verdadeiro protagonista da festa:

A festa conta com barracas de comida em uma pequena feira gastronômica com pratos típicos regionais e guloseimas. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
O público pode acompanhar as apresentações dos bumbás em telões. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Espaço amplo garantia locomoção tranquila. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Shows também fazem parte da programação do Panavueiro Fest. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
O cantor Uendel Pinheiro foi uma das arações. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Show animou o público que aguardava as apresentações dos bumbás. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Famílias se reuniram no local. Tanto do Garantido…
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
… quanto do Caprichoso, é claro.
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Concentração do público aumentou quando os bumbás iniciaram suas apresentações na arena. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Espaços instagramáveis também fizeram sucesso. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Tirolesa foi a novidade mais aproveitada pelo público este ano. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia

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Brincantes de Caprichoso e Garantido transformam filas em espetáculo à parte no Festival de Parintins; confira as imagens

Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia

Muito antes dos bois Caprichoso e Garantido entrarem na arena do Bumbódromo para o 58° Festival Folclórico de Parintins, o espetáculo já havia começado nas filas. Entre pinturas no rosto, adereços coloridos, bandeiras, cantorias e muita emoção, os brincantes transformaram a espera em mais um ato de devoção à cultura popular amazônica.

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São retratos de fé, paixão e resistência de quem dormiu no chão, enfrentou o calor amazônico e, ainda assim, não deixou de cantar toadas, dançar e exibir com orgulho suas cores. Confira uma galeria que mostra a intensidade com que torcedores azulados e encarnados viveram os momentos que antecedem o Festival:

Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia

Parintins para o mundo ver

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Instituições unem ciência com sabor no ‘Chocolate Xingu’

Foto: Mateus Costa/Ascom Sedap

O Festival Internacional do Chocolate e do Cacau, no município de Altamira (PA), é uma oportunidade não apenas para conhecer e degustar o que de melhor é produzido principalmente na região da Transamazônica, como também um espaço para a apresentação das iniciativas e inovações desenvolvidas pelas instituições acadêmicas.

Pesquisadores, professores e estudantes ensinam e aprendem sobre as variedades e vertentes que o cacau e seus derivados oferecem e como aproveitar melhor o que a cultura pode oferecer e também orientam sobre as medidas que podem ser adotadas para evitar as pragas que acometem o fruto ou como identificá-las.

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A estudante de agronomia Alana Victoria, da Universidade Federal do Pará (UFPA), que participa do festival no estande conjunto com a Universidade Rural da Amazônia (Ufra), disse que no curso aprende sobre as pragas que atacam o cacau e o que já aprendeu, repassa para os visitantes que procuram o espaço, conforme orientação dos docentes. 

Uma das informações que ela repassa ao público é sobre a “podridão parda”, doença fúngica que pode afetar a produção de cacau.

“Ele causa um prejuízo e é muito importante estudar sobre ele. Fica muito marrom e estraga completamente o fruto e os grãos do cacaueiro”, explicou.

Segundo a estudante, o que tem mais chamado a atenção do público é a oportunidade de  observar os microorganismos através do microscópio. 

Foto: Mateus Costa/Ascom Sedap

O estudante David Blosfeld Oliveira, de 9 anos, não conteve a sua curiosidade. Ao passar pelo corredor onde está instalado o estande científico, pediu à mãe Letícia, para acessar o equipamento. Disse que gostou da experiência.

“Eu vi uns fungos no microscópio e achei interessante para a gente aprender. Muito legal”. A mãe gostou da iniciativa das instituições acadêmicas.

“Eu acho muito interessante. Não é do hábito da criança ter acesso fácil ao microscópio e isso induz as crianças a terem o conhecimento e a curiosidade de procurar saber mais”, observou.

Chocolate e Ciência

A  participação da Ufra ocorrerá durante toda a programação através da Mostra Científica, do estande Chocolate com Ciência Xingu, que está sendo coordenado e organizado pela Pró-Reitoria de Extensão da instituição e a Roda de Conversa Chocolate com Ciência Xingu, mediada pela Profa. Dra. Antônia Bronze, onde será debatido diversas temáticas que envolvem a cacauicultura.

Durante o Fórum da Cacauilcultura realizado no festival, uma das iniciativas apresentadas foi o Chocolate com Ciência, idealizado pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), com o objetivo de levar a ciência para dentro do festival para apresentar o cacau e o chocolate dentro de uma abordagem científica, e apresentando os resultados das pesquisas com o chocolate da região Xingu. 

“Também trazer o ensino e a extensão para dentro da feira, mostrando tudo que nós temos relacionados à cadeia produtiva da cacauicultura na região. Neste Fórum, especificamente, temos essa abordagem de trazer esses resultados de pesquisas e também uma roda de conversa com os produtores rurais e estudantes para mostrar a ciência, o que nós temos de ciência na cacauicultura”, explicou a pró-reitora.  

13 pontos turísticos gratuitos para curtir em Macapá

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Pontos turísticos gratuitos para visitação em Macapá. Fotos: Reprodução

Com a chegada das férias, diversos pontos turísticos de Macapá (AP) costumam receber um fluxo intenso de visitação. Que tal uma lista de locais com visitação gratuita para curtir o fim de semana?

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Este guia inclui atrações divididas nas zonas Norte, Central e Sul da capital, com administração da gestão municipal e estadual.

Fortaleza de São José de Macapá

Localizada na área central e considerada um dos fortes mais famosos e imponentes do Brasil, este monumento foi construído entre 1764 e 1782 e, em 22 de março de 1950, foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e passou a ser patrimônio histórico nacional.

O espaço guarda memórias da ancestralidade amapaense e funciona de terça a domingo, das 8h às 17h

Fortaleza de São José de Macapá. Foto: Reprodução/GEA

Museu Sacaca

Quem vai ao Museu Sacaca tem a oportunidade de conhecer a história da medicina ancestral amapaense, além de entender o modo de vida dos moradores dos ribeirinhos do Estado.

O museu homenageia o mestre Sacaca, figura irreverente conhecida pela prática do curandeirismo. O local funciona de terça a domingo, das 9h às 17h.

Museu Sacaca. Foto: Isadora Pereira/Rede Amazônica AP

Balneário do Curiaú

Símbolo de regionalidade, o balneário do Curiaú fica localizado em um dos quilombos mais famosos do Estado. Cortado pelo rio Curiaú, a região é uma das 13 Unidades de Conservação Ambiental (UC) do Amapá.

Balneário do Curiaú, em Macapá. Foto: Israel Cardoso/GEA

Casa do Artesão

Shopping do artesanato amapaense, a casa do artesão fica localizada na região central de Macapá e reúne trabalhos de diversos artesãos do Estado.

Em cada peça é possível encontrar traços da cultura amapaense e o espaço fica aberto para visitação de segunda a sábado, de 8h às 19h, e aos domingos, de 9h às 17h.

Casa do Artesão em Macapá. Foto: Divulgação/GEA

Píer do Santa Inês

O espaço contempla o turismo amapaense com cerca de 8 mil metros quadrados e paisagismo feito por artistas do estado.

O píer conta com deck com acessibilidade para pessoas com deficiência e o trapiche, às margens do rio Amazonas, serve também para a ancoragem de barcos vindos de ilhas próximas ao Amapá.

Novo trapiche do Santa Inês. Foto: Albenir Sousa/GEA

Mercado Central

Reunindo cultura, culinária e lojas de diferentes segmentos, o mercado central tornou-se desde a sua inauguração em 13 de setembro de 1953 um ponto de encontro.

O espaço abriga empreendimentos históricos que se transformaram junto à capital. O horário de funcionamento do mercado de segunda a sexta-feira é de 7h às 18h, já aos sábados é de 6h às 21h, e aos domingos das 7h às 18h.

Mercado Central de Macapá. Foto: Divulgação/GEA

Praça Jacy Barata Jucá

Inaugurada há cerca de um ano, a praça fica localizada no coração do Centro de Macapá, às margens do rio Amazonas. O espaço abriga quadras para a prática de esportes, parques de diversão e área para prática de atividades ao ar livre.

Praça Jacy Barata Jucá, em Macapá. Foto: Giovanni Maciel/PMM

Complexo da Praia da Fazendinha

Reinaugurado recentemente, o complexo é dividido por áreas. São 11 quiosques, três banheiros, jardins, bancos, decks, píer de contemplação, estacionamento e espaço com paisagismo.

Complexo turístico fica localizado na Zona Sul. Foto: Thiago Nunes/Rede Amazônica AP

Parque Urbano Horto Municipal

O espaço conta com playground, restaurantes, decks de contemplação, anfiteatro ao ar livre, jardins e estacionamento. A área total é de 15.757,40 metros quadrados, mais 600 metros quadrados de área coberta.

O Parque fica localizado no bairro Jardim I, na Zona Norte da capital e funciona das 9h às 20h, de terça a domingo.

Parque Urbano Horto Municipal. Foto: Jesiel Braga/PMM

Museu Joaquim Caetano da Silva

O Museu Joaquim Caetano da Silva é o local certo para quem quer conhecer mais sobre a história do Amapá. O visitante vai encontrar um expressivo acervo com peças arqueológicas, documentos manuscritos e objetos que datam dos séculos XIX e XX, além de fotografias que registram o cotidiano dos governantes e do povo amapaense através dos tempos.

O museu está localizado na Av. Mário Cruz, 0376 – Centro, com funcionamento de segunda a sexta-feira, de 9h às 17h. A entrada é gratuita.

Museu Histórico do Amapá Joaquim Caetano da Silva, em Macapá. Foto: Rafael Aleixo/Rede Amazônica AP

Parque Meio do Mundo

O Parque Meio do Mundo possui um amplo espaço de lazer e interação social em Macapá. Com uma área de 69 mil metros quadrados, o parque oferece uma ampla variedade de atrações para todas as idades, incluindo áreas de academia, espaço selvinha e muito mais, proporcionando, assim, diversão, entretenimento, cultura e o turismo na capital.

O Parque fica localizado às margens da Rodovia Josmar Chaves Pinto, ao lado do Monumento Marco Zero do Equador.

Parque Meio do Mundo em Macapá. Foto: Merlin Paes/PMM

Trapiche Eliezer Levy

O Trapiche Eliezer Levy conta com sorveteria, restaurante e o ‘bondinho’, que funciona de forma elétrica. O local fica às margens do rio Amazonas.

O Trapiche Eliezer Levy começou a ser construído em 1936 pelo então prefeito Eliezer Levy, e foi inaugurado apenas no ano de 1945. O local era um destaque devido aos 4 pontos de observação inspirados nos baluartes da Fortaleza de São José de Macapá.

Trapiche Eliezer Levy Revitalizado. Foto: Jesiel Braga/PMM

Bioparque da Amazônia

O Bioparque da Amazônia é o maior espaço urbano de área verde no Amapá, que oferece para contemplação, três ecossistemas com variedades de animais e vegetais. O espaço recebe visitantes de quarta a domingo, no horário de 9h às 17h.

Para os amantes de aventura, o parque oferece as atividades que fazem parte desse circuito, como a tirolesa, a trilha suspensa, a trilha do guarda-parque (circuito de ciclismo), entre outras. Todas essas atividades são acompanhadas por profissionais qualificados.

Trilha suspensa no Bioparque da Amazônia, em Macapá. Foto: Adevaldo Cunha/PMM

*Por Mariana Ferreira, da Rede Amazônica AP