Alemanha e Reino Unido repassam recursos por redução nas emissões de CO2, no Mato Grosso

O estado de Mato Grosso recebeu dos governos da Alemanha e do Reino Unido um total de US$ 15,9 milhões, o equivalente a R$ 60 milhões. O valor é referente à primeira parcela de um projeto internacional que premia jurisdições pioneiras na redução da emissão de carbono por desmatamento e degradação ambiental.

Entenda a diferença entre Amazônia Legal, Internacional e Região Norte

Em cinco anos, Mato Grosso deve receber R$ 180 milhões. Quarenta por cento será destinado ao fortalecimento institucional do governo e 60% será distribuído entre projetos de produção sustentável, povos indígenas e agricultura familiar.

Os recursos foram depositados na conta do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), que será responsável pela administração do dinheiro a ser aplicado em ações de combate ao desmatamento e valorização da floresta em pé.
 

Foto: Arquivo/Agência Brasil 

Segundo o governo de Mato Grosso, o estado retirou do mercado de crédito de carbono cerca de 6,3 milhões toneladas de CO2.

Leia também: Bolsonaro retira da Funai a demarcação de terras indígenas e deixa com a Agricultura

Para receber a primeira parcela, Mato Grosso precisou publicar e validar dados do desmatamento, elaborar manual de procedimentos e operação, criar plano de investimentos, além da confirmação do Ministério do Meio Ambiente da disponibilidade de redução nas emissões de gás carbônico.

De Shakira a Scorpions: relembre 20 artistas internacionais que fizeram shows em Manaus

De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do estado, o valor recebido será investido prioritariamente na modernização da política de combate e controle ao desmatamento; na criação de sistemas de controle por geoinformação; e na integração de informações entre os setores da fiscalização.

Publicidade
Publicidade

Relacionadas:

Mais acessadas:

Sobrevivência de povos isolados na Amazônia depende de Estado brasileiro adotar novas estratégias, defendem pesquisadores

Artigo publicado por mais de 60 estudiosos defende que solução deve ser transnacional, envolvendo Brasil, Peru e Colômbia.

Leia também

Publicidade