Os cientistas descobriram que áreas onde há desmatamento há mais tempo concentram maior abundância de mosquitos-palha, transmissores do protozoário do gênero Leishmania.
Relatório mostra dados do segundo trimestre de 2026, em que o Pará foi o estado com o maior número de áreas protegidas pressionadas e ameaçadas pela derrubada da floresta.
A Universidade Federal do Amapá (Unifap) participa da pesquisa por meio dos professores Alan Cavalcanti da Cunha e Helenilza Ferreira Albuquerque Cunha, coautores do estudo.