Segundo estudo publicado em revista científica internacional, as mudanças climáticas podem provocar o deslocamento de insetos transmissores da doença para novas áreas da Amazônia.
A substância, extraída da abelha-canudo, foi testada em cobaias de laboratório com resultados comparáveis aos de pomada cicatrizante disponível no mercado.
Pesquisador explica que a planta possui componentes fitoquímicos com forte atividade antioxidante, o que pode contribuir para tratamentos de doenças crônicas.
Essa tecnologia visa potencializar a eficácia terapêutica e a segurança biológica do extrato, o que é essencial para sua utilização na indústria cosmética.