Na pesquisa são destacadas e ilustradas as práticas como as puxações, benzimentos, rezas, interdições alimentares, confecção de remédios e uma infinidade das experiências passadas de geração para geração.
A tese de Armando reforça a necessidade da reintegração dos anciões, detentores dos saberes e conhecimento tradicionais, no currículo formal da educação indígena.
É preciso retomar com força os programas de controle do desmatamento, apoiar as comunidades que protegem a floresta de dentro para fora, e, sobretudo, construir uma governança das águas.