Divulgado na quinta-feira, 2 de julho, levantamento mostra que estado permanece na faixa "ruim" e teve o segundo pior resultado da região na proteção de defensores ambientais.
Projeto de pesquisa do Museu Goeldi e da Sociedade Zoológica de Frankfurt revela que o povo indígena Matsigenka vive mais, estuda mais e registra crescimento populacional.
Liderado por especialista da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), estudo avalia contaminação por elementos potencialmente tóxicos nas águas do rio Negro.
O estudo nos lagos foi desenvolvido pelo Laboratório de Pesquisa em Monitoramento Ambiental Marinho da UFPA, vinculado ao Instituto de Geociências (IG).