Pesquisa científica da Universidade do Estado de Mato Grosso expôs dados alarmantes sobre o avanço do desmatamento na região da Zona de Transição Cerrado-Amazônia.
Equipe internacional de pesquisadores identificou, pela primeira vez, a presença de bactérias e fungos vivos em gotículas de neblina em nevoeiros na Amazônia.
Estudo desenvolvido por pesquisador da Universidade Federal do Maranhão mostra que biogás e lodo seco podem nutrir até 97% de energia térmica em estações de tratamento.
Estudo propõe incorporar o monitoramento sistemático da qualidade do ar associada a queimadas e incêndios florestais como uma nova camada de análise sobre os impactos na população e no meio ambiente.