Para os cientistas, os achados evidenciam a urgência de controlar o desmatamento e restaurar áreas degradadas, visando preservar a resiliência climática da Amazônia.
Dados do Cigma indicam redução de 21,6% no desmatamento e de cerca de 34% nos focos de queimadas, refletindo o fortalecimento das ações de prevenção, fiscalização e uso de tecnologia ambiental no estado.