A bebida artesanal foi projetada para combater a desidratação por meio do uso de minerais essenciais que atuam como eletrólitos, otimizando o funcionamento do organismo.
Especialistas atribuem fenômeno a fatores como as variações climáticas, que podem estar favorecendo a migração de doenças como a Febre Amarela para novas áreas.
A iniciativa de saúde indígena busca contribuir para o aprimoramento das políticas públicas interculturais na Região Amazônica, considerando os dois países envolvidos (Brasil e Bolívia).