Especialistas atribuem fenômeno a fatores como as variações climáticas, que podem estar favorecendo a migração de doenças como a Febre Amarela para novas áreas.
A iniciativa de saúde indígena busca contribuir para o aprimoramento das políticas públicas interculturais na Região Amazônica, considerando os dois países envolvidos (Brasil e Bolívia).
A alimentação natural, o contato direto com a floresta e a rotina de atividades físicas são alguns dos fatores considerados determinantes para a longevidade dos Tsimane.