Jaraqui é reconhecido como patrimônio cultural do Amazonas

Agora o estado conta com a medida que valoriza o peixe que, não à toa, tem até ditado popular regional: "quem come jaraqui não sai mais daqui".

Foto: Fernanda Preto/Acervo Musa

Um Projeto de Lei (PL) que reconhece o jaraqui (Semaprochilodus spp.) como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Amazonas, proposto pelo deputado Rozenha (PSD), foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) nesta quarta-feira (18). Além de Manaus (2019), agora o estado conta com a medida que valoriza o peixe que, não à toa, tem até ditado popular regional: “quem come jaraqui não sai mais daqui”.

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A proposta foi submetida em 1° de outubro de 2025 com o objetivo de preservar a representatividade da espécie no Amazonas. A aprovação prevê que o poder público passe a garantir incentivos à promoção do peixe no estado.

“Fica reconhecido como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Estado do Amazonas o Jaraqui (Semaprochilodus spp.), em razão de sua relevância histórica, cultural, social, gastronômica e identitária para o povo amazonense”, informa a Aleam na aprovação.

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O jaraqui é um dos peixes mais consumidos no Amazonas.
O peixe é um dos peixes mais consumidos no Amazonas. Foto: Matheus Castro/Acervo Rede Amazônica AM

Importância regional do jaraqui

O jaraqui é um dos símbolos da alimentação tradicional das populações amazônicas, ribeirinhas e urbanas, mas também contribui para expressões populares, manifestações artísticas, literárias e musicais, sendo memória
social do Amazonas, confirme aponta a justificativa.

O peixe já é Patrimônio Imaterial de Manaus desde 2019, por meio da Lei nº 2.540, de 21 de novembro daquele ano.

Leia o projeto aprovado na íntegra:

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