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Quinta, 22 Outubro 2020

Ponte Rio Negro ganha o nome do jornalista Phelippe Daou

Ponte Rio Negro ganha o nome do jornalista Phelippe Daou
A ponte sobre o rio Negro, que liga Manaus ao município de Iranduba, passa a se chamar Ponte Jornalista Phelippe Daou. É o que determina o Decreto Estadual nº 37.646, desta terça-feira (21), assinado pelo governador do Amazonas, José Melo. De acordo com a medida, "é dever do Estado prestar homenagem aos cidadãos que, em sua esfera de atuação, contribuíram de alguma forma para o Desenvolvimento do Amazonas".

O reconhecimento deve-se à atuação do jornalista Phelippe Daou na divulgação e defesa dos interesses da Amazônia, por meio da Rede Amazônica e Amazon Sat, conglomerado regional do qual foi fundador, com atuação nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia e Roraima nas áreas de televisão, rádio e internet. 
Ponte liga Manaus ao município de Iranduba. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Pioneirismo

Falecido em 14 de dezembro do ano passado, aos 87 anos, Phelippe Daou é considerado um pioneiro na história da comunicação no Brasil, ao liderar, no início dos anos 70, a fundação de uma das mais importantes redes de comunicação da região Norte do País. Através de seu sonho e do seu empreendedorismo, o jornalista contribuiu de maneira decisiva para a disseminação da cultura, a preservação da identidade regional e a defesa dos direitos dos cidadãos amazonenses e da democracia no Brasil. 

Além do reconhecimento como empreendedor, que contribuiu para a geração emprego e renda e formação profissional em todos os Estado da Amazônia, o jornalista Phelippe Daou também é reconhecido pela firme defesa da Zona Franca de Manaus e o desenvolvimento econômico do Estado. 
Ponte leva o nome do fundador da Rede Amazônica. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia
Indutora de Desenvolvimento

A Ponte Rio Negro foi inaugurada em 24 de outubro de 2011 como sendo um importante indutor de desenvolvimento econômico, social e ambiental do Estado, com reflexo maior para Manaus, os municípios da Região Metropolitana (RMM) – Iranduba, Novo Airão e Manacapuru – e os das calhas de rios que se integram a esta região.

Segundo o Estudo de Impactos Sócio Econômico, que embasou o pedido de financiamento da ponte ao Banco Nacional de Desenvolvimento econômico e Social (BNDES), além de indutora do desenvolvimento compartilhado entre Manaus e o interior, a ponte viabiliza o plano de expansão da capital para a outra margem do Rio Negro, reduzindo a pressão sobre a cidade e abrindo novas perspectivas de negócios.

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