Cerol

NIVER MENGA E PRATA

Alexandre Prata e Menga Junqueira receberam, no mesmo dia, almoço surpresa para cantar parabéns. As finas e chiques tiveram que se materializar nos dois restaurantes para os devidos mimos e paparicos. Eles merecem!

Ale Prata e Menga Junqueira (Foto:Mazé Mourão/Portal Amazônia)
Flávia Pessoa, Sandra Vitale, padre Mauro Cleto, Isa Assef, Odenir Machado e Lúcia Viana fazem moldura para Menga (Foto:Mazé Mourão/Portal Amazônia)
Lucia Viana e Sandra Saraiva com Menga e Prata (Foto:Mazé Mourão/Portal Amazônia)

REQUINTE NO CHÁ

Falar do bom-gosto nas festas dos Albano Jatahy é lugar comum. Mas, desta vez, no chá de lingerie de Lais para celebrar o noivado com o médico Felipe Lobão, foi extasiante! Posso dizer que a beleza mora nos mínimos detalhes.

A linda Lais Albano Jatahy (Foto:Mazé Mourão/Portal Amazônia)
Mahmoud Baydon e Mary Tuma (Foto:Mazé Mourão/Portal Amazônia)
A linda grávida Carol Carvalho (Foto:Mazé Mourão/Portal Amazônia)
Gabrielle Assis e Adelaide Chaves (Foto:Mazé Mourão/Portal Amazônia)
Erika Alves e Fafá Coelho (Foto:Mazé Mourão/Portal Amazônia)
O noivo Felipe com a mãe Tania Lobão (Foto:Mazé Mourão/Portal Amazônia)

 SOLIDARIEDADE BRANCA

Comemorando 26 anos de programa, o apresentador Waisser Botelho uniu o útil ao agradável. Fez a sua tradicional White Party onde os convidados levaram doação para Casa Vhida e o Gacc/Am. Bombou!

 Waisser Botelho (Foto:Mazé Mourão/Portal Amazônia)
Zezinho Correa (Foto:Mazé Mourão/Portal Amazônia)
Luppi Pinheiro e Felipe Pessoa (Foto:Mazé Mourão/Portal Amazônia)
CEROL

“Não sou saudosista, primo Tufic Mourão, mas realmente não fazem mais papagaio como antigamente. A linha é importada e já vem com cerol, a tala é de resina, a rabiola é de plástico e não existe mais papagaio, o nome, também importado, é pipa”.

E ainda complementei: “não existe mais o banda-de-asa, o peitoral não marca mais o meio do brinquedo que nos remete à infância”.

O assunto tornou-se pauta no grupo da família. Explico.

Descobri que atualmente, existe mulheres que brincam de pipa e até tornaram-se empreendedoras, fazendo uma lojinha para vender os aparatos, agora, modernos, de quem gosta de dar umas flechadas.

Ela, a Karina, participa de torneios, combate – o nosso antigo corta e apara – e olha só, existe até Campeonato Nacional agora, em agosto. Te mete! Coisa de profissional.

Mas, Tufic preferiu continuar nas lembranças e fez as suas considerações: “Não fazíamos pipa, era papagaio, a tala era de buriti, papel de seda, linha de algodão, carretel 500 jds, rabiola de papel de seda cortado e amarrado com nó de porco e gillete no final da rabiola para cortar, quedar e aparar”, informou o primo.

Sobre o cerol, percebi que ele era um expert: “A gente pilava o vidro – o da lâmpada fluorescente era o melhor – até virar pó, misturava com a goma, depois estendíamos a linha no quintal, de ponta a ponta, e começava o ritual de encerar a linha com aquele mingau de vidro!”

Disso eu lembro e que dizer que participei, com meus irmão Assis Mourão e primo Nizard Pedrosa, desse primoroso ritual. E quando achava que a conversa tinha esgotado, veio a prima Sofia Nasser com a frase para encerrar a história: “Eu era a encarregada de segurar o papagaio”. Até.

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