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Terça, 27 Outubro 2020

Belém tem selo internacional de Cidade Criativa da Gastronomia renovado pela Unesco

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Açaí, farinha de mandioca, peixe, camarão e farinha de tapioca. (Foto:Ronaldo Rosa/Embrapa)

Belém do Pará recebeu na última terça-feira (18) a renovação do título internacional de Cidade Criativa da Gastronomia, concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O selo é renovado a cada quatro anos e a cidade premiada precisa fazer um relatório sobre o que foi feito durante esse período. O documento é enviado para Paris, sorteado e distribuído para oito cidades que fazem parte da rede internacional. O relatório é avaliado por elas, recebendo um conceito para todos os itens apresentados.


Depois das avaliações, os relatórios são enviados para a coordenação geral que sintetiza o conceito final. Neste ano, foram avaliadas 26 cidades, oito delas foram reprovadas e 18 tiveram o selo renovado, incluindo Belém. O primeiro título de Cidade Criativa da Gastronomia, concedido pela Unesco, veio em 2015, quando Belém tornou-se referência mundial em gastronomia, passando a integrar uma rede de cidades que buscam desenvolvimento de maneira sustentável e de modo socialmente justo.

"O relatório foi enviado com todas as atividades desenvolvidas, desde os eventos internacionais, como o Encontro Mundial da Gastronomia, em 2017, Laços Belém-Portugal, em 2018, Encontro Latino Americano, em 2019, circuitos gastronômicos no Feliz Luzitânia, mercados criativos, Circuito Fluvial do Combú/IGARA. Enfatizamos, também, as capacitações de permissionários, boieiras e merendeiras oferecidas na gastronomia, em parceria com a Universidade da Amazônia (Unama) e, em empreendedorismo, em parceria com a Secretaria Municipal de Economia (Secon)", explicou a ponto focal da Unesco em Belém, Claudia Sadalla.

O Brasil possui quatro cidades brasileiras da gastronomia criativa: Florianópolis, Parati, Belo Horizonte e Belém, que tem uma das culinárias mais ricas e originais do país, que mistura influências portuguesa, indígena e africana. Pratos como pato no tucupi, maniçoba e tacacá deram fama à gastronomia local, assim como sucos, doces e sorvetes feitos com frutas amazônicas, como açaí, cupuaçu e bacuri.

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