3 quadrinhos para conhecer a realidade do Amazonas

Algumas HQ’s (histórias em quadrinhos) ajudam a mostrar a realidade do Amazonas, por exemplo, e também revelam o quanto é importante valorizar os artistas locais.

Os fãs de quadrinhos podem viajar sem sair do lugar e a região amazônica está repleta de artistas que constroem uma cena de histórias em quadrinhos única, levando seus leitores a conhecerem diversos locais desta forma. São quadrinistas que retomam memórias, ancestralidades indígenas e negras, falam sobre questões ambientais e muito mais em suas criações.

Algumas HQ’s (histórias em quadrinhos) ajudam a mostrar a realidade do Amazonas, por exemplo, e também revelam o quanto é importante valorizar os artistas locais. Conheça três quadrinhos dedicados a isso:

Death Hunt

Death Hunt – história inédita escrita por Stan Lee – se passa na Amazônia dos dias atuais. John Cord, um policial de Nova York (EUA) está em busca seu irmão, o ambientalista Brent, que despareceu em circunstâncias misteriosas enquanto investigava um garimpo ilegal que estaria ocorrendo nas terras de um povo indígena isolado do mundo exterior.

Cord chega a Manaus (AM) e encontra Niara, uma jornalista de origem indígena, que também está investigando o caso por conta própria. A partir daí a história conta com reviravoltas, suspense, ficção científica e ação, que se desenrolam em um thriller revelador.

O título conta com três amazonenses na sua equipe criativa: Ademar Vieira (roteirista), Raquel Teixeira (Capista) e edição de Sâmela Hidalgo.

Foto: Reprodução

Sete Cores da Amazônia

Sarah é mais uma menina que vive nas inúmeras palafitas da periferia de Manaus. Acostumada com sua rotina de pobreza, Sarah vê seu mundo se expandir enormemente quando conhece sua avó, Ceucy, e embarca em uma jornada de descoberta de suas raízes indígenas.

Desenvolvido por Ademar Vieira e Tieê Santos, a HQ Sete Cores da Amazônia foi lançada em 2018 pelo estúdio independente Black Eye.

Foto: Reprodução

Ajuricaba

A ocupação europeia na Amazônia e o avanço do colonialismo português foi marcado pelo genocídio de centenas de povos nativos. Após anos de conflitos, massacres, doenças e escravização, a resposta indígena veio à altura, com o surgimento de um grande líder oriundo da maior nação guerreira da selva, os manaós, Ajuricaba, um jovem corajoso e inteligente que foi capaz de reunir mais de 30 tribos contra as investidas da coroa portuguesa e conseguiu impedir, durante cinco anos, a expansão do projeto colonial português em toda a calha do Rio Negro.

Seus feitos épicos e sua bravura nunca foram esquecidos e é por isso que, hoje, a capital do Amazonas se chama Manaus, em homenagem a ele e ao povo que deu a vida pela liberdade.

Foto: Reprodução
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