Referência quando o assunto é qualidade, inovação e confiança no setor moveleiro, a Comodare Móveis em MDF vem consolidando sua marca há mais de 10 anos no mercado amazonense, oferecendo soluções completas em móveis planejados e móveis prontos, atendendo desde projetos mais básicos até os mais sofisticados de alto padrão. Com uma trajetória marcada pela excelência, a empresa já conquistou mais de 200 mil clientes e se tornou uma das marcas mais lembradas quando o assunto é mobiliar e transformar ambientes.
Com uma estrutura moderna, tecnologia de ponta e equipamentos de última geração, a Comodare se destaca pela precisão, acabamento impecável e compromisso em entregar móveis perfeitos, pensados para unir funcionalidade, beleza e durabilidade. Cada projeto é desenvolvido com atenção aos mínimos detalhes, respeitando o sonho, o estilo e a necessidade de cada cliente.
O crescimento da empresa é reflexo da confiança do povo amazonense. Hoje, a marca soma mais de 250 mil seguidores em suas redes sociais, fortalecendo sua conexão com o público e mostrando diariamente projetos entregues, novidades e tendências do mercado mobiliário.
A expansão da Comodare é mais uma prova desse reconhecimento. Em breve, a empresa abrirá uma nova unidade em Manacapuru, ampliando sua presença no estado e levando ainda mais conforto, qualidade e inovação para novos clientes. O novo passo simboliza não apenas crescimento, mas também a confiança consolidada ao longo dos anos.
Foto: Divulgação
Atualmente, a empresa conta com mais de 200 colaboradores, uma equipe especializada e preparada para oferecer atendimento de excelência em todas as etapas, desde a criação do projeto até a instalação final. Além disso, a Comodare trabalha com os melhores parceiros do mercado, como a G-MAD Centro do Alumínio, uma parceria sólida e duradoura que garante matéria-prima de primeira linha, ferragens resistentes e acabamento superior.
Entre os grandes diferenciais da marca estão as condições facilitadas: parcelamento em até 18 vezes sem juros, entrega grátis e um modelo de pagamento que transmite segurança e transparência — o cliente paga somente na entrega, após comprovar pessoalmente a qualidade do produto adquirido.
Sempre inovando, a Comodare está em constante atualização, lançando novos modelos e acompanhando as principais tendências do setor. Além dos móveis planejados, a empresa também oferece uma ampla variedade de sofás, poltronas, cadeiras de escritório e móveis prontos, como closets, roupeiros, painéis de TV, cômodas, armários de cozinha, sapateiras, mesas de escritório, livreiros, nichos, homes e muitas outras soluções para transformar qualquer ambiente.
Mais do que vender móveis, a Comodare entrega sonhos, conforto e praticidade, conquistando espaço nos lares amazonenses e fortalecendo sua marca como símbolo de confiança, inovação e qualidade. Com visão de futuro, compromisso com seus clientes e um crescimento sólido, a empresa segue expandindo e reafirmando seu propósito: transformar casas em verdadeiros lares.
Para acompanhar novidades, lançamentos e inspirações, basta seguir a empresa no Instagram através da @comodaremoveisemmdf. Quem deseja realizar o sonho do móvel planejado pode solicitar uma visita e orçamento pelo telefone (92) 99173-6329 ou visite um de nossos showrooms: Nova Cidade, Nova Esperança e Japiim.
Esquema integrado com 473 agentes reforça a segurança e garante tranquilidade ao público do Maior Arraial da Amazônia. Foto: Andrezza Mariot/PMBV
Para garantir que o público e as famílias aproveitem a programação do Maior Arraial da Amazônia com tranquilidade, a Prefeitura de Boa Vista montou um esquema de segurança que reúne 473 agentes da Guarda Civil Municipal, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Superintendência Municipal de Trânsito e demais órgãos parceiros.
Com ações de patrulhamento preventivo, controle de acesso, monitoramento por câmeras, organização do trânsito e atendimento rápido a ocorrências, as equipes trabalham de forma coordenada tanto na área interna quanto no entorno do arraial, proporcionando um ambiente seguro e acolhedor para todos.
A Smtran faz intervenções viárias necessárias para a segurança de todos no Boa Vista Junina 2026. Foto: Andrezza Mariot/PMBV
O esquema também conta com um sistema de videomonitoramento em tempo real instalado no evento e integrado à Central de Comunicação e Monitoramento (CECOM) da prefeitura. A estrutura permite acompanhar toda a movimentação e agilizar o atendimento em qualquer situação que exija a intervenção das equipes.
“As imagens auxiliam no monitoramento constante do perímetro da festa e contribuem para a identificação de ocorrências, garantindo uma atuação rápida e eficiente. Até o momento, o evento segue de forma tranquila, sem registros de situações graves”, disse a comandante da Guarda Civil Municipal, Cícera Mangabeira.
Famílias aproveitam as tradições, a cultura e a alegria do Maior Arraial da Amazônia. Foto: Giovani Oliveira/PMBV
O auxiliar de produção João Vitor, de 27 anos, destacou a sensação de segurança durante o passeio. “Isso é importante para nós, porque trazemos crianças. Achei tudo bem organizado. A presença dos guardas evita brigas e tumultos, o que nos deixa mais tranquilos para circular pela festa”, comentou.
Apuração das notas dos jurados durante o 58º Festival Folclórico de Parintins. Foto: Aguilar Abecassis/SEC AM
Considerado uma das maiores expressões culturais do mundo, o Festival Folclórico de Parintins, molda, há quase seis décadas, a rotina de uma cidade de 96 mil habitantes localizado no interior do Amazonas, a 380 quilômetros da capital Manaus. A grande festa, protagonizada pela rivalidade histórica entre os bois Caprichoso e Garantido, dita a vivência de torcedores, profissionais e amantes do maior espetáculo cultural à céu aberto do planeta, que acontece anualmente na última semana de junho.
O que era uma simples brincadeira de rua, iniciada no início do século XIX, se tornou uma das maiores celebrações folclóricas do mundo, guiada pela competição das cores azul e vermelho que reflete a identidade cultural da Ilha da Magia. O Bumbódromo de Parintins é o palco onde o Touro Negro e o Boi da Baixa disputam, ponto a ponto, o título de campeão do festival através de apresentações que misturam elementos históricos e sociais de cada boi.
Bois Caprichoso e Garantido, a rivalidade que dita o Festival Folclórico de Parintins. Foto: Reprodução/SEC AM
Tais performances são julgadas e avaliadas por jurados, que definem por notas o boi que melhor se apresentou nas três noites do festival. Mas como funciona a escolha dos jurados e essa avaliação? Com base no atual regulamento vigente do festival, o Portal Amazônia detalha os pontos do atual modelo da escolha dos jurados e como eles avaliam os 21 itens da grande festa da Ilha da Magia.
De acordo com regulamento vigente, os jurados são escolhidos por meio do edital de credenciamento público, que seleciona membros para a Escola de Jurados do Festival Folclórico de Parintins. Os interessados se inscrevem por meio de um link e preenchem várias informações, dentre elas a comprovação de experiências na área cultural e artística e formação acadêmica ou técnica.
É imprescindível, também, que os candidatos sejam nascidos ou residentes fora da região Norte do Brasil e não tenham nenhum tipo de ligação com membros da comissão de jurados, servidores públicos ou profissionais atuantes no festival.
A partir daí, os candidatos são avaliados criteriosamente tanto pela organização do festival quanto por representantes dos bois Caprichoso e Garantido, e os selecionados integram o banco de dados da Escola de Jurados do festival. O resultado da avaliação sai em 10 dias.
Após esta data, dez nomes são selecionados para compor a lista de jurados, sendo um nome definido para ser o presidente da comissão julgadora e responsável para cuidar das questões administrativas do grupo de jurados. Importante destacar que o presidente da comissão NÃO atribui nota a nenhum dos 21 itens disputantes do festival, ficando restrito apenas às atribuições voltadas ao conjunto de jurados.
Seguindo o regulamento, os nove julgadores são divididos em três blocos: Bloco A – Comum/Musical; Bloco B – Cênico-Coreográfico; e Bloco C – Artístico. Em cada bloco, três jurados avaliam os 21 itens dos bois Caprichoso e Garantido nas noites do festival, da seguinte forma:
Bloco A :julga os itens apresentador, levantador de toadas, batucada ou marujada, amo do boi, toada (letra e música) e organização do conjunto folclórico.
Bloco B: julga os itens porta-estandarte, sinhazinha da fazenda, rainha do folclore, cunhã-poranga, pajé, boi-bumbá (evolução) e coreografia.
Bloco C: julga os itens ritual indígena, tribos indígenas, tuxauas, figura típica regional, alegoria, lenda amazônica e vaqueirada.
Os jurados ficam alojados em cabines individuais de julgamento, localizadas no Bumbódromo e divididas em três conjuntos: um na parte central e dois conjuntos laterais, um para o lado do Caprichoso e outro para o Garantido. Cada conjunto deve conter três cabines individuais, que será ocupada por um jurado de cada bloco, na ordem A, B e C.
Mudança
No entanto, apesar do regulamento vigente, haverá uma mudança em relação ao posicionamento da cabine para o festival de 2026: Todos os jurados agora ficarão posicionados em uma cabine central. A decisão, embora acertada entre a Comissão Organizadora, a Prefeitura de Parintins – organizadora do festival, e as agremiações, não terá alteração do texto do regulamento em razão desta mudança.
Em nota, o presidente da Comissão dos Jurados do Festival de Parintins, Wanderley Ribeiro, reforça que a alteração foi um entendimento construído entre todas as partes envolvidas na festa.
“Até o momento, não foi possível alcançar consenso entre as associações folclóricas para promover alterações formais no texto regulamentar. A mudança de posicionamento da Comissão Julgadora decorre de entendimento construído entre as partes envolvidas na organização do Festival, visando proporcionar melhores condições de observação dos espetáculos e aprimorar as condições de trabalho dos jurados, sem que isso represente alteração do regulamento vigente”, explica Ribeiro.
Julgamento
A cada noite de festival, cada boi terá o tempo mínimo de 2h e máximo de 2h30 para apresentação do seu espetáculo. Cada jurado avalia as apresentações dos 21 itens e lança as notas no caderno de julgamento, acompanhadas das justificativas e comentários. A nota mínima é de 8,0 e a máxima é 10 e devem ser registradas na folha de votação nas formas numerais e por extenso.
Os itens são descritos, por ordem numeral, da seguinte forma:
Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque, cunhãs-poranga dos bois Garantido e Caprichoso, respectivamente. Foto: Assessorias dos bois
01 – Apresentador
02 – Levantador de Toadas
03 – Batucada ou Marujada
04 – Ritual Indígena
05 – Porta-Estandarte
06 – Amo do Boi
07 – Sinhazinha da Fazenda
08 – Rainha do Folclore
09 – Cunhã-Poranga
10 – Boi-Bumbá (Evolução)
11 – Toada (Letra e Música)
12 – Pajé
13 – Povos Indígenas
14 – Tuxauas
15 – Figura Típica Regional
16 – Alegorias
17 – Lenda Amazônica
18 – Vaqueirada
19 – Galera
20 – Coreografia
21 – Organização do Conjunto Folclórico
São feitas as seguintes observações:
Itens individuais (Apresentador, Levantador de Toadas, Porta-Estandarte, Amo do Boi, Sinhazinha da Fazenda, Rainha do Folclore, Cunhã-Poranga, Boi-Bumbá e Pajé): será permitido somente um único ator ou atriz para a representação do item, por cada noite de apresentação.
Item Toada (Letra e Música): é permitida uma única execução concorrendo no item, por cada noite de apresentação, devendo ser feita pelo item de número 2 – Levantador de Toadas
Item Tuxauas: necessário exatamente três capacetes alegóricos;
Item Povos Indígenas: respeitar a quantidade mínima de 4 grupos e máximo de onde grupos contendo, no mínimo, 18 integrantes em cada grupo;
Item Vaqueirada: necessário ter no mínimo 30 e, no máximo, 40 integrantes.
Item Ritual Indígena: um ritual, com uso de estrutura artística e alegórica
Item Lenda Amazônica: uma lenda, com uso de estrutura artística e alegórica
Item Figura Típica Regional: um figura, com uso de estrutura artística e alegórica
A cada noite do festival, cada boi deverá apresentar, obrigatoriamente, as figuras tradicionais de Pai Francisco e Mãe Catirina, mesmo que não sejam disputantes, sob pena de punição.
Apuração
O Ato de Apuração do Festival Folclórico de Parintins, referente à disputa pelo regulamento, acontece no dia seguinte à última noite de apresentação, no horário das 14h, no Bumbódromo, respeitando um espaço que acomode com segurança todos os partícipes do ato e a imprensa em geral.
Tanto Caprichoso quanto Garantido devem indicar dois representantes devidamente credenciados para exercer funções de fiscal durante a apuração, ou seja, os chamados delegados.
Apuração do 58º Festival Folclórico de Parintins. Foto: Aguilar Abecassis/Cultura do AM
A mesa de apuração deve ser formada com por cinco pessoas, sendo o presidente da Comissão Julgadora, posicionado ao centro da mesa, dividindo os dois delegados da apuração de cada Boi-Bumbá, situados em extremidades opostas da mesa.
Após isso, é iniciado a etapa de leitura das notas dos cadernos de julgamento, de todos ou somente dos que não possuírem impedimentos em decorrência de violação das urnas. Serão lidas as notas dadas por cada jurado, aos itens de cada bloco, por cada noite de apresentação.
A leitura das notas dos cadernos de julgamento se dará no seguinte sequenciamento/ordenamento: Notas dos cadernos da 1ª (primeira) noite de apresentações, seguidas das notas dos cadernos da 2ª (segunda) noite de apresentações, encerrando por todas as notas dos cadernos da 3ª (terceira) noite de apresentações.
Outra ordem respeitada é a leitura das notas dos cadernos do Bloco A, seguida do Bloco B e finalizada com as notas nos cadernos do Bloco C.
Resultado
Troféu ‘Sincretismo popular’, premiação simbólica dada ao boi vencedor de 2025. Foto: Aguilar Abecassis
Concluída a apuração, o Presidente da Comissão Julgadora proclamará o Boi-Bumbá campeão e o Boi-Bumbá vice-campeão do Festival Folclórico de Parintins, respectivamente, conforme o maior número de pontos obtidos, salvo se houver empate persistente, mesmo após aplicados todos os critérios de desempate, então, nesse caso, o Presidente da Comissão Julgadora proclamará as duas Associações como campeãs.
Após declarado o resultado, aos Bois-Bumbás, serão entregues troféus específicos, de acordo com o resultado proclamado, como forma simbólica de representar a conquista e o resultado da edição do festival.
O regulamento completo do Festival Folclórico de Parintins pode ser conferido abaixo.
A partir da próxima quinta-feira (25/06), o Kwati Club abre suas portas para a temporada 2026 do Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas. Além dos atrativos que envolvem saúde e bem-estar, o espaço, localizado às margens do Lago Macurany, no bairro Santa Rita, contará com um line-up que vai desde o tradicional boi-bumbá até a música eletrônica, com direito a duas atrações nacionais. Os passaportes podem ser adquiridos no site oficial do evento, a partir de R$ 180, por dia.
Na quinta-feira, a atração musical ficará por conta da banda Cateto da Toada, dando às boas-vindas aos visitantes e também moradores da Ilha da Magia. Na sexta-feira (26/06), Normandinho Jr. e Kboclos sobem ao palco do river club. Já no sábado (27/06), as atrações serão Pontifexx, um dos principais artistas da música eletrônica do Brasil, e Undel Pinheiro.
E encerrando a temporada 2026, no domingo (28/06), será a vez de Cat Dealers, com os irmãos Pedro Henrique Cardoso e Luiz Guilherme Cardoso que já passaram por grandes festivais como Lollapalooza e Rock In Rio, além de terem aberto o show da cantora Lady Gaga, em Copacabana (RJ), e a DJ Aya da Amazônia.
“Optamos por atrações e ritmos que mais tem a ver com essa nova proposta do Kwati Club. Então, chamamos os parceiros do boi-bumbá que estão com a gente desde o início (Cateto e Kboclos), o Undel Pinheiro que já é tradicional do nosso clube, incluímos o Normandinho Jr., que é um fenômeno em Parintins, e também convidamos nomes importantes da música eletrônica como o Cat Dealers, o Pontifexx e a Aya da Amazônia. Uma mistura gostosa e bem a cara da nossa festa”, comenta Egreen Baranda, uma das organizadoras do evento.
Novidades no Kwati Club
Em paralelo, o Kwati Club contará com uma programação voltada ao universo wellness – estilo de vida destinado à saúde e bom-estar. As atividades incluem aulas de yoga, bike, tênis, beach tênis, futevôlei e academia funcional.
As aulas de beach tênis, tênis, futevôlei e academia funcional, serão realizadas entre 8h e 18h. Já as aulas de bike ocorrerão em dois horários: 9h e 11h. E a aula de yoga será realizada às 10h.
O acesso às aulas é possível de diversas formas: adquirindo o ingresso Day Use Premium, ou adquirindo os espaços Lounge (Lago, Deck e Piscina) e Bangalô Privativo, no site oficial do evento: kwaticlub.com. Mais informações podem ser obtidas via Instagram (@kwaticlub) ou no WhatsApp (92) 99331-6007.
No processo de abastecimento de água tratada, podem ocorrer perdas por diferentes motivos, como vazamentos, erros de medição e consumos não autorizados. Foto: Reprodução/Arquivo/Cosama
De acordo com um estudo do Instituto Trata Brasil, com base nos dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico – SINISA (ano-base 2024), o país desperdiça 39,53% da água tratada antes que ela chegue às torneiras das famílias. Para ter dimensão do que isso representa, o volume de perdas físicas em 2024 equivale a 4,8 mil piscinas olímpicas desperdiçadas por dia, ou a 4,5 vezes o volume do Sistema Cantareira ao longo de um ano.
Entre os estados, o levantamento evidencia um padrão de maior ineficiência concentrado principalmente nas regiões Norte e Nordeste do país.
Quadro 1 – Perdas na Distribuição de água tratada por estado, 2024
Estados da Amazônia Legal apresentam grandes perdas
Estados como Alagoas (66,90%), Roraima (65,97%), Pará (57,33%), Maranhão (56,68%), Acre (56,48%) e Sergipe (55,10%), apresentam níveis de perdas na distribuição superiores a 55% do volume distribuído, significativamente acima da média nacional (39,53%).
Por outro lado, o Piauí se destaca como o único estado que já cumpre a meta estabelecida pela Portaria 788/2024, com índice de perdas de 24,61%. Goiás aparece logo em seguida, com 27,13%, também próximo do patamar exigido.
Reduzir as perdas de água é uma medida com impacto direto na vida da população e na sustentabilidade dos sistemas de abastecimento. A Portaria 788/2024 estabelece a meta de 25% de perdas na distribuição até 2033 e, para atingi-la, o país precisa ampliar investimentos e tornar o controle de perdas uma prioridade na agenda do saneamento básico.
*O texto foi publicado originalmente na página do Instituto Trata Brasil
A edição 2026 do concurso cultural Conta Um Conto chega à reta final consolidando seu papel como uma importante ferramenta de incentivo à leitura, à escrita e à formação cidadã de jovens da Região Norte. Realizado pela Fundação Rede Amazônica (FRAM), com apoio do Colégio Lato Sensu, o projeto mobilizou estudantes de 11 a 17 anos dos estados da Amazônia Legal em torno do tema “O Conto, a Amazônia e a Agenda 2030”.
Mais do que estimular a produção literária, a iniciativa desafiou os participantes a refletirem sobre questões relacionadas à sustentabilidade, preservação ambiental, responsabilidade social e desenvolvimento sustentável, tendo a Amazônia como cenário e protagonista das narrativas.
Após o encerramento das inscrições, os textos passaram por um processo de avaliação conduzido por uma equipe de educadores e especialistas. A curadoria analisou critérios como adequação ao tema, criatividade, originalidade, estrutura narrativa e alinhamento às diretrizes do regulamento.
Segundo Karoline Cunha, coordenadora de Segmento do Ensino Médio do Colégio Lato Sensu, o processo ocorreu em diversas etapas para garantir a qualidade e a transparência da seleção.
“Inicialmente, realizamos uma triagem para verificar se os textos atendiam aos requisitos do regulamento. Depois, os contos passaram por análises de originalidade, incluindo verificações relacionadas a plágio e uso de inteligência artificial. Somente após essas etapas os textos foram encaminhados para avaliação das professoras curadoras”, explicou.
Durante a leitura dos trabalhos, os avaliadores identificaram um forte engajamento dos participantes com os temas propostos. Questões relacionadas à preservação da floresta, aos desafios ambientais da região e ao papel das novas gerações estiveram presentes em grande parte das narrativas.
Para a professora de Língua Portuguesa Gliceriana Maciel de Morais Araújo, a experiência foi marcada pela sensibilidade e pela criatividade dos estudantes.
“Os textos demonstraram pesquisa, reflexão e muito envolvimento com temas ligados à preservação da Amazônia. Fiquei emocionada com a sensibilidade dos participantes e com a forma como relacionaram a realidade da região aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Projetos como esse ajudam a formar cidadãos mais conscientes e comprometidos com o futuro”, destacou.
A professora de Redação do Colégio Lato Sensu, Ângela Cláudia Virgolino da Fonseca, que atuou na correção das redações, destacou a maturidade dos estudantes ao abordar temas relevantes para a região.
“O que mais chamou a atenção foi a presença de temas muito atuais em praticamente todas as redações, como sustentabilidade, garimpo ilegal, secas e cheias extremas, bioeconomia e educação ambiental. Isso mostra que os estudantes estão atentos aos desafios da Amazônia e refletem sobre o papel que podem desempenhar na construção de um futuro mais sustentável”, afirmou.
A professora e curadora Mirian Castro também ressaltou a qualidade das produções recebidas.
“Percebemos muita criatividade, textos bem construídos e reflexões bastante relevantes. Projetos como esse ampliam o acesso à literatura, à cultura e à educação, além de estimular o interesse por temas que impactam diretamente o futuro da nossa região”, disse.
A edição deste ano reforçou a proposta de aproximar literatura e sustentabilidade, incentivando os jovens a utilizarem a escrita como ferramenta de reflexão e transformação social. Ao relacionar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 com a realidade amazônica, o concurso fortalece o protagonismo juvenil e amplia o debate sobre os desafios e as potencialidades da região.
Os vencedores da edição 2026 serão conhecidos nesta quinta-feira (18). A cerimônia de encerramento e premiação será realizada no dia 1º de julho, às 14h, reunindo estudantes, familiares, educadores e parceiros para celebrar os talentos literários desta edição.
Sobre o projeto Conta um Conto
O Conta Um Conto é uma iniciativa da Fundação Rede Amazônica, com apoio do Colégio Lato Sensu, que busca estimular o hábito da leitura, a produção textual e o pensamento crítico entre estudantes da Amazônia. Em 2026, o projeto reforçou seu compromisso com a educação e a sustentabilidade ao incentivar narrativas inspiradas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 e nos desafios contemporâneos da região amazônica.
Prêmio Nobel já prestigiou algumas personalidades da Amazônia Internacional. Fotos: Reprodução
Quando o inventor, empreendedor e homem de negócios Alfred Nobel faleceu, seu testamento determinou que sua fortuna fosse utilizada para premiar “aqueles que, durante o ano anterior, tivessem conferido o maior benefício à humanidade”. Assim, nasceram os Prêmios Nobel, que reconhecem conquistas excepcionais nas áreas de Física, Química, Fisiologia ou Medicina, Literatura e Paz, os campos de maior envolvimento de Nobel em vida.
Os primeiros prêmios foram entregues em 1901 e desde então se tornaram o reconhecimento mais prestigioso do mundo. Em 1969, foi criado um novo prêmio: o Prêmio Sveriges Riksbank em Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel, como parte da celebração dos 300 anos do banco central da Suécia. Todos os anos, em outubro, o mundo volta seus olhos para Estocolmo e Oslo, onde são anunciados os novos laureados.
Na Amazônia Internacional, região que abrange países como Venezuela, Colômbia, Brasil e Peru, diversas personalidades se destacaram por seus feitos notáveis e chegaram a conquistar o prêmio máximo da academia sueca.
María Corina Machado – Prêmio Nobel da Paz 2025 (Venezuela)
A mais recente representante da Amazônia Internacional a receber um Nobel é María Corina Machado, da Venezuela, laureada com o Prêmio Nobel da Paz de 2025.
O Comitê Norueguês destacou Machado como um dos ‘exemplos extraordinários de coragem na América Latina’, por sua luta constante em defesa da democracia e dos direitos humanos em meio a um contexto político conturbado.
Sua atuação foi reconhecida como um símbolo de resistência e esperança para milhões de venezuelanos e latino-americanos.
Foto: Reprodução
Juan Manuel Santos – Prêmio Nobel da Paz 2016 (Colômbia)
O ex-presidente colombiano Juan Manuel Santos recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2016 por seus esforços decisivos para encerrar mais de meio século de guerra civil na Colômbia.
Mesmo após a rejeição inicial do acordo de paz em referendo popular, Santos perseverou, revisou o tratado e garantiu sua implementação com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), demonstrando comprometimento com a reconciliação nacional.
O prêmio reconheceu sua dedicação em transformar um dos conflitos mais longos do mundo em um processo de reconstrução social e política.
Foto: Reprodução
Mario Vargas Llosa – Prêmio Nobel de Literatura 2010 (Peru)
O renomado escritor peruano Mario Vargas Llosa, um dos principais nomes do “boom” latino-americano, recebeu o Prêmio de Literatura em 2010.
A Academia Sueca destacou sua “cartografia de estruturas de poder e imagens incisivas da resistência, revolta e derrota do indivíduo”.
Nascido em 1936, em Arequipa (Peru), Vargas Llosa foi o primeiro latino-americano a vencer o Nobel desde Octavio Paz, em 1990. Sua vasta obra, marcada por romances como ‘A Casa Verde’ e ‘Conversa na Catedral’, influenciou gerações e consolidou seu nome entre os maiores escritores do século XX.
O autor faleceu em abril de 2025, deixando um legado literário de relevância mundial.
Foto: Reprodução
Gabriel García Márquez – Prêmio Nobel de Literatura 1982 (Colômbia)
O escritor colombiano Gabriel García Márquez foi laureado com o Prêmio de Literatura em 1982, em reconhecimento à totalidade de sua obra, que mescla o realismo mágico e o retrato social da América Latina.
A Academia destacou sua habilidade única em “combinar o fantástico e o real em um mundo ricamente composto de imaginação e humanidade”.
Seu romance ‘Cem Anos de Solidão’ se tornou um clássico universal e projetou a literatura latino-americana para o cenário global. García Márquez foi o quarto latino-americano a receber o Nobel, consolidando a Colômbia como um dos grandes polos culturais da região amazônica.
Mais uma vez, a tradição, a cultura e a gastronomia roraimense fizeram história no Boa Vista Junina 2026. Nesta terça-feira (16), a Maior Paçoca do Mundo voltou a bater um recorde ao atingir a marca de 1.593,5 kg, durante uma das noites mais aguardadas do Maior Arraial da Amazônia.
Símbolo da identidade cultural de Roraima, a iguaria chegou à Praça Fábio Marques Paracat como uma verdadeira estrela internacional, sobre um tapete vermelho. Quem acompanhou a pesagem foi Milton Cunha, comentarista carnavalesco que promoverá um workshop especial para os grupos juninos.
“Eu já fui recebido no aeroporto com música, dança e, claro, paçoca. E agora estou aqui, diante da Maior Paçoca do Mundo, acompanhando esse momento histórico. O que mais me encanta na Amazônia é essa capacidade de transformar cultura em espetáculo. Existe uma alegria coletiva, uma vontade de celebrar, de criar cenários, figurinos, cores e emoções. Isso está presente em toda a Amazônia e aqui em Roraima não é diferente. É uma manifestação cultural grandiosa, autêntica e cheia de identidade”, disse Milton.
Foto: Diane Sampaio/PMBV
Produzida ao longo de mais de 15 dias de trabalho, a paçoca mobilizou dezenas de profissionais e uma ampla cadeia produtiva, envolvendo fornecedores de diferentes municípios do estado. O resultado foi mais um marco para a gastronomia local, que já possui reconhecimento não apenas municipal e estadual, mas também nacional e internacional.
Após a pesagem oficial, a iguaria foi distribuída gratuitamente para cerca de 10 mil pessoas. O prefeito de Boa Vista, Marcelo Zeitoune, celebrou o novo recorde. “Mais do que bater recordes, essa tradição valoriza a nossa gastronomia, fortalece a identidade cultural de Roraima e movimenta toda uma cadeia produtiva local. Ver a população reunida para celebrar e compartilhar esse momento mostra a força que a paçoca tem dentro da nossa cultura e do Maior Arraial da Amazônia”, afirmou.
Quem também destacou a relevância desse momento foi a diretora de Turismo da Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura (Fetec), Alda Amorim. “A paçoca começou conquistando os boa-vistenses, depois os roraimenses, os brasileiros e hoje é conhecida mundialmente. Ela movimenta a economia, valoriza nossa cultura e se tornou a grande estrela do Boa Vista Junina”, ressaltou.
A autônoma Joycielle Lemos prestigiou a Maior Paçoca do Mundo pela primeira vez. Acompanhada dos filhos, Olívia e Douglas, ela afirmou que o momento ficará na memória. “Todos os anos venho ao arraial, mas nunca tinha provado a paçoca. Amei a experiência. A festa está linda e, como sempre, se superando em estrutura, segurança e beleza. O prefeito está de parabéns”, comentou.
Quem também vivenciou esse momento simbólico do Maior Arraial da Amazônia pela primeira vez foi Istefanny Santos, que estava acompanhada dos filhos. “Queria muito trazer as crianças para viver esse momento e adorei. A gente ama paçoca! Com certeza será algo que faremos nos próximos anos”, contou.
Foto: Diane Sampaio/PMBVFoto: Diane Sampaio/PMBV
Preparação envolve dezenas de pessoas
A produção da Maior Paçoca do Mundo começou semanas antes do evento, com a seleção dos ingredientes e a organização da logística necessária para garantir a qualidade e a segurança alimentar da iguaria.
Além da carne seca, farinha, cebola e manteiga, a preparação também mobilizou produtores locais, fortalecendo a economia e valorizando ingredientes típicos da região. Todo o processo seguiu os protocolos sanitários exigidos para que a paçoca pudesse ser servida ao público após a pesagem oficial.
Recorde após recorde
Criada em 2015, durante as comemorações dos 15 anos do Boa Vista Junina, a Maior Paçoca do Mundo consolidou-se como uma das atrações mais emblemáticas do evento. Desde então, a receita vem acumulando recordes e ampliando sua notoriedade.
Em 2024, a iguaria entrou oficialmente para o Guinness World Records como a Maior Paçoca de Carne do Planeta, reconhecimento que projetou ainda mais a gastronomia roraimense no cenário internacional.
A bordo da Fragata “Amazonas”, o Almirante Barroso liderou o bloqueio naval no Rio Paraná. Foto: Reprodução/Marinha do Brasil
Surpreendidos em uma emboscada durante uma operação de bloqueio no Rio Paraná, nove navios da Esquadra brasileira, entre eles a Fragata “Amazonas”, não apenas resistiram aos ataques da Marinha paraguaia. Eles protagonizaram um dos principais combates da Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870). Vencida naquele 11 de junho de 1865, a Batalha Naval do Riachuelo definiria os rumos do maior conflito armado da história da América do Sul.
Sob o comando do Chefe da Segunda Divisão Naval em Operações de Guerra, Almirante Barroso, a Fragata “Amazonas”, as Corvetas “Parnaíba”, “Beberibe”, “Jequitinhonha” e “Belmonte” e as Canhoneiras “Iguatemi”, “Araguari”, “Mearim” e “Ipiranga” ocupavam o Rio Paraná, próximo à região que pertencia à Argentina. A intenção era impedir o emprego das vias fluviais para abastecer as tropas paraguaias, que tentavam invadir o Brasil pelo estado do Rio Grande do Sul.
A Marinha paraguaia contava com oito navios a vapor e seis chatas – espécie de balsa, equipada com peças de artilharia pesada –, quando empreendeu o ataque. Ela pretendia surpreender a Esquadra brasileira antes do amanhecer, para que não tivesse tempo de reação. Porém, uma avaria em um de seus navios atrasou a investida e permitiu que fossem avistados pelos brasileiros, que tiveram tempo hábil de se defender e inutilizar a força naval inimiga.
Entre a frota que defendia o Brasil, estava o navio-capitânia da Segunda Divisão Naval em Operações de Guerra, chefiada pelo Almirante Francisco Manoel Barroso da Silva. A Fragata “Amazonas” transportava 163 militares da Armada e 313 do 9º Batalhão de Infantaria da Polícia do Rio de Janeiro, quando subiu o Rio Paraná para comandar o bloqueio naval às forças inimigas. Possuía casco de madeira, era movida a vapor e armada com seis canhões.
A Fragata Amazonas recebeu esse nome em homenagem ao Rio Amazonas e à recém-criada Província do Amazonas (atual estado). O “batismo” oficial ocorreu em 21 de agosto de 1851, mesma data em que a Fragata Amazonas foi incorporada à armada.
O Comandante do navio, Capitão de Fragata Theotonio Raymundo de Brito, descreveu à época o ataque à “Amazonas” e a reação bem-sucedida ordenada por Barroso: “O navio suspendeu imediatamente, e seguimos rio abaixo (…): fomos recebidos, quando passávamos o Riachuelo, por um fogo horrível de baterias colocadas em terra, das chatas, dos vapores e de mais de mil homens colocados sobre o barranco, armados de fuzil (…). Subi o rio acima e fomos abalroando os vapores inimigos, conseguindo inutilizar três e meter a pique uma das chatas.”
Relatos da batalha do Riachuelo
Capa do Jornal do Commercio de 1º de julho de 1865 trazia disposição das esquadras brasileira e paraguaia no teatro de guerra — Imagem: Biblioteca Nacional
Os relatos dos Comandantes de cada navio, escritos nos dias subsequentes à Batalha Naval do Riachuelo, foram extraídos da Revista Marítima Brasileira, publicada em 1883. A experiência mostrou a necessidade de o País dispor de uma Esquadra vultosa e moderna para fazer frente a ameaças externas e resultou em mais investimentos no setor naval. Até o fim da Guerra, a MB já se tornara uma das mais poderosas do mundo, com mais de 80 navios armados.
*O conteúdo foi originalmente publicado pela Agência Marinha de Notícias do Brasil, escrito por Capitão-Tenente (RM2-T) Daniela Meireles. Leia completo AQUI.
O avanço das novas tecnologias, o crescimento do uso da inteligência artificial e os desafios relacionados à desinformação têm ampliado os debates sobre participação cidadã, confiança nas instituições e o futuro da democracia. Em um cenário de rápidas transformações digitais, especialistas destacam a importância de fortalecer os mecanismos democráticos e promover o uso responsável das plataformas digitais.
Esses foram os temas do painel “Democracia na Era Digital e a Consolidação das Instituições Democráticas no Ambiente de Transformação Digital”, realizado pela Fundação Rede Amazônica nesta terça-feira (16), no Auditório do Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, como parte da programação do projeto Amazônia Que Eu Quero.
A mediação foi conduzida pela jornalista Ana Paula Galvão. Durante o encontro, especialistas discutiram os impactos das transformações tecnológicas sobre a democracia, a responsabilidade dos cidadãos no ambiente digital, o combate à desinformação e os caminhos para fortalecer as instituições democráticas em um cenário de constantes mudanças.
Cerca de 90 pessoas participaram do painel realizado no Auditório do Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, reforçando o interesse da sociedade pelos debates sobre democracia, tecnologia e combate à desinformação.
O painel reuniu o cientista político e professor João Paulo Viana, o desembargador e presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), Raduan Miguel Filho, e o procurador regional eleitoral Leonardo Trevizani Caberlon.
João Paulo Viana destacou a importância de ampliar o debate sobre os impactos das redes sociais no ambiente democrático e na participação política da sociedade.
“A internet tem um papel fundamental na sociedade atual, mas também apresenta desafios importantes. As redes sociais ampliaram a participação cidadã, mas também contribuíram para um cenário de polarização que exige reflexão e diálogo permanente”, afirmou.
O procurador regional eleitoral Leonardo Trevizani Caberlon chamou atenção para os riscos da desinformação e para o uso das plataformas digitais na tentativa de influenciar o comportamento dos eleitores.
“Grande parte dos ilícitos eleitorais migrou para o ambiente digital. A desinformação se tornou um dos principais desafios para a democracia e reforça a necessidade de promover informação confiável e fortalecer a consciência crítica da população”, destacou.
Já o desembargador e presidente do TRE-RO, Raduan Miguel Filho, ressaltou a importância de os cidadãos estarem atentos aos mecanismos que podem influenciar decisões e comportamentos no ambiente digital.
“Somos expostos diariamente a informações e estímulos que podem influenciar nossas escolhas. O combate à desinformação e o fortalecimento da participação cidadã são alguns dos principais desafios enfrentados atualmente pela Justiça Eleitoral”, explicou.
Além do debate, os participantes puderam visitar uma exposição sobre o processo eleitoral brasileiro e acompanhar uma apresentação cultural do grupo musical Minhas Raízes.
“A tecnologia amplia o acesso à informação e à participação cidadã, mas também traz desafios como a desinformação. Por isso, debates sobre democracia digital são fundamentais para fortalecer a cidadania e a confiança nas instituições”, destacou Dênis Carvalho, especialista em projetos da Fundação Rede Amazônica.
O encontro foi gratuito e integra a programação do Amazônia Que Eu Quero, iniciativa da Fundação Rede Amazônica (FRAM) que percorre os estados da Amazônia Legal promovendo o diálogo entre especialistas, instituições e sociedade para discutir soluções voltadas ao desenvolvimento sustentável da região. A próxima edição do painel acontece nesta quinta-feira (18), em Rio Branco, no Acre.