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Saiba quais foram os sete clubes do Amazonas que já disputaram o Brasileirão Série B

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Conheça o histórico de times amazonenses na competição, que volta a ter um representante depois de 18 anos.

Foto: Julcemar Alves/Sedel

Em 2024 o Amazonas voltará a ter um representante no Brasileirão Série B depois de 18 anos, o último clube amazonense na competição foi o São Raimundo em 2006. O Amazonas FC, que conta com o apoio com o Governo do Estado por meio de patrocínios desde 2021 e cessão de praças esportivas para treinos e jogos, iniciará sua campanha neste sábado (20), contra o Sport Recife, na Arena da Amazônia, às 16h.

“O Governo do Amazonas tem o compromisso de apoiar nossos clubes para alcançarem o patamar mais alto. Desde 2021, estamos oferecendo todo o suporte, seja com o patrocínio inédito e com a cessão de nossas praças esportivas”, disse o secretário de Estado do Desporto e Lazer (Sedel), Jorge Oliveira.

O primeiro clube amazonense na Série B foi a Associação Atlética Rodoviária do Amazonas, em 1971 a equipe enfrentou o Remo-PA duas vezes, na fase regional, perdendo ambos os jogos, disputados em Belém, no Pará. Em 1980, Rio Negro e Fast Clube disputaram a competição, ambos terminaram eliminados na fase de grupos.

Em 1983 o Nacional ficou muito próximo de alcançar a classificação, o clube ficou em quarto lugar no Grupo A. A equipe chegou a última rodada precisando de uma vitória simples para se classificar, mas acabou empatando com o River-PI por 2 a 2 e viu a vaga ficar com o Guarany de Sobral-CE

Divulgação/Julcemar Alves/Sedel

Rio Negro, Nacional e Princesa do Solimões foram os amazonenses na Série B de 1989, recorde de clubes do estado no campeonato. Os times dividiram o grupo com Rio Branco-AC, Dom Bosco-MT e Mixto-MT, com O Galo da Praça da Saudade se classificando em primeiro lugar. Na fase eliminatória o Rio Negro acabou caindo nos pênaltis para a Anapolina-GO.

De 2001 a 2006, o São Raimundo permaneceu disputando a segunda divisão nacional. A melhor campanha do São Raimundo foi em 2005, quando a equipe terminou na 15ª colocação, à frente de clubes campeões brasileiros como Sport Recife e Bahia. No ano seguinte a equipe amazonense acabou sendo rebaixada, na primeira vez em que a Série B foi disputada no sistema de pontos corridos.

Divulgação/Julcemar Alves/Sedel

O Amazonas FC, que conta com o apoio do Governo do Estado, será o sétimo clube amazonense a disputar a Série B. O clube chega com a credencial de conseguir o acesso sendo campeão da Série C. O adversário na estreia será o Sport Recife, atual campeão pernambucano e que na temporada passada ficou em sétimo lugar na competição. 

Água Azul do Norte

Foto: Wesley Costa

A cidade de Água Azul do Norte faz parte do estado do Pará, antes fazia parte do município de Marabá. A partir de 1978 foi ocupada pelo pioneiro Antônio Vicente, que se destacou na luta em que a área fosse loteada e cada família recebesse seu pedaço de terra para trabalhar e morar.

A cidade te uma área territorial de 7.113,955km² e uma população residente de 18.080 pessoas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Água Azul do Norte tem como uma das suas principais atrações a natureza e está cercada por paisagens naturais como rios e trilhas.

Pratos típicos da região, como o tacacá e peixes frescos como o tucunaré e o pirarucu, são atrativos culinários da gastronomia amazônica servidos na região.

Afuá

Foto: Reprodução/Passeios.org

Município do estado do Pará, Afuá possui uma área de 8.410,3km², com uma quantidade de pouco mais de 37.765 pessoas residentes, segundo o último levantamento do Instituto Brasileiro e Geografia e Estatística (IBGE). É conhecida como a “Veneza da Ilha de Marajó” por ser repleta de canais e palafitas.

A cidade é de vegetação costeira, típica da região do delta do rio Amazonas, com predominância de várzeas e igapós. Afuá, teve seu início por volta de 1845, quando Micaela Arcanja Ferreira ali estabeleceu-se, ocupando uma posse de terras, a que denominou Santo Antônio.

Em 1890, Afuá obteve categoria de vila e município, cuja instalação ocorreu no mesmo ano. A cidade completará 134 anos em 2 de agosto.

Durante o período de estiagem, a cidade fica mais atrativa aos visitantes, o clima é mais agradável, com temperaturas que variam entre 25 e 30 graus, possibilitando assim as pessoas a aproveitarem melhor as praias e as atrações naturais da cidade.

Quanto as festas típicas, o Festival do Camarão, é o mais esperado com muita música, dança e comidas típicas.

Na tentativa de minimizar impactos da estiagem na região amazônica, Governo Federal realiza estudos

Medidas visam garantir a continuidade do tráfego de embarcações no Amazonas.

Reprodução /Ministério de Portos e Aeroportos

Após uma inspeção realizada na semana passada nas regiões do Tabocal e da Enseada do Rio Madeira, no Amazonas, o diretor de Infraestrutura Aquaviária, Erick Moura, recebeu, na última terça-feira (16), os dados das sondagens batimétricas da região. Essas informações foram entregues pela equipe de levantamentos batimétricos da Proa – Praticagem dos Rios Ocidentais da Amazônia.

A batimetria é uma técnica utilizada para mapear as profundidades aquáticas em oceanos, mares, lagos e rios, sendo realizada por meio de equipamentos como sonares e ecossondas. Esse processo de medição registra o tempo de retorno das ondas sonoras após atingirem o fundo do corpo d’água, permitindo a elaboração de mapas e modelos tridimensionais do relevo submarino.

Os dados coletados serão fundamentais para a realização de estudos voltados para a identificação de ações preventivas e que minimizem os efeitos da seca na região amazônica em 2024. Esses estudos se concentrarão principalmente na implementação de medidas preventivas de dragagem na região.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), por meio de sua Diretoria de Infraestrutura Aquaviária (DAQ), já mapeou os principais pontos em seu planejamento de dragagens regulares. Esses pontos críticos incluem Codajás – Coari, Tabocal – Foz do Madeira e Tabatinga – Benjamin Constant (Alto Solimões), que foram afetados pela seca em 2023.

A equipe monitora constantemente esses locais e os inclui em campanhas conforme o planejamento estabelecido, que já está em curso no trecho próximo a Humaitá, no Rio Madeira.

Artistas Yanomami exibem obras no mais antigo evento de arte do mundo, na Itália

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Evento de arte em Veneza conta com 13 desenhos de Joseca Yanomami e 18 obras de André Taniki.

Foto: Daniel Tancredi/Platô Filmes/ISA/Divulgação

Os artistas Joseca Yanomami e André Taniki, ambos do povo Yanomami, irão participar da 60ª Bienal de Arte de Veneza – o maior e mais antigo evento de arte do mundo – com a exibição de 31 obras. A bienal ocorre de 20 de abril a 24 de novembro de 2024, em Veneza, na Itália.

Intitulada ‘Foreigners everywhere’ (Estrangeiros em todos os lugares), a edição dará visibilidade a artistas de grupos marginalizados como indígenas, imigrantes e refugiados. Ao todo, são 13 desenhos de Joseca Yanomami e 18 obras de André Taniki.

Joseca participa da pré-abertura do evento – entre 16 a 19 de abril – a convite da própria Bienal de Veneza e com apoio da Hutukara Associação Yanomami (HAY) e da Galeria Millan.

“Estou muito feliz nesta viagem para participar [da Bienal de Veneza]. É uma felicidade muito grande”,

disse Joseca pouco antes de embarcar no aeroporto em São Paulo com destino a Veneza.

Taniki também foi convidado pela Bienal de Veneza, no entanto, tem mais de 80 anos e não pode viajar para conhecer a exposição.

Além de artista, Taniki também é um xamã que vive no Alto Rio Catrimani – região onde a arte dos desenhos foi apresentada pela fotógrafa Claudia Andujar – e que produziu a maior parte de suas obras nos anos 1980 e 1990.

Evento de arte na Itália conta com 13 desenhos de Joseca Yanomami e 18 obras de André Taniki. Foto: Daniel Jabra/Isa/Divulgação

A participação de Joseca na abertura do evento é considerada fundamental para reconhecimento da trajetória dele e para a divulgação da luta Yanomami no âmbito internacional. Os desenhos que farão parte da exposição foram cedidos pelo Museu de Arte de São Paulo (MASP), que há três anos adquiriu 92 obras de Joseca e em 2022 realizou a exposição “Joseca Yanomami: Nossa Terra-Floresta”.

O repertório do artista Yanomami é composto pelas inspirações da cosmologia de seu povo, fazendo referência aos cantos, mitos xamânicos, a floresta, a defesa do território e os sonhos. 

Sobre Joseca Yanomami

Daniel Tancredi/Platô Filmes/ISA/Divulgação

Joseca Yanomami ilustra cenas da vida cotidiana na floresta, lugares e eventos evocados pelos mitos e cantos xamânicos.

Nascido na década de 1970, na região do Demini, Terra Indígena Yanomami, e membro da comunidade Watorikɨ, Joseca é um notável artista de seu povo. Há mais de duas décadas, ele começou a desenhar e esculpir animais em madeira.

“Quando eu aprendi a desenhar, eu ouvia os pajés cantando e eu gravava na minha cabeça para desenhar depois, desenho os parentes, os animais, árvores, os passarinhos, araras, macacos, antas, peixes”, 

contou Joseca ao Instituto Socioambiental em 2021.

Joseca também é o primeiro estudioso de línguas de sua comunidade e foi professor em Watorikɨ no início dos anos 1990. Além disso, foi o primeiro Yanomami a trabalhar na área de saúde.

Amazonas FC X Flamengo: clubes se enfrentam na terceira fase da Copa do Brasil

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Vaga nas oitavas de final do torneio será disputado em jogos de ida e volta. O primeiro jogo acontece no Rio de Janeiro.

Foto: Thais Magalhães/CBF

O adversário do Amazonas FC na terceira fase da Copa do Brasil será o Flamengo. O confronto foi definido nesta quarta-feira (17), em sorteio realizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro. 

O jogo de ida acontecerá no Maracanã e a volta em Manaus. A tabela básica indica que as partidas devem acontecem nos dias 1 e 22 de maio. Se o placar agregado ficar empatado, o classificado será definido na disputa por pênaltis.

Para chegar na terceira fase, o Amazonas eliminou o Independente-AP, na primeira fase, e o Maringá-PR, na segunda. O Flamengo vai estrear na Copa do Brasil. O clube, por estar na Conmebol Libertadores, entrou direto na terceira fase do torneio.

*Por Rômulo Almeida, do GE Amazonas

Plano de ação entre Brasil e Suíça para fortalecer cooperação científica vai priorizar projetos na região amazônica

Atividades previstas para o biênio 2024-2026 têm foco no desenvolvimento sustentável.

Foto: Rodrigo Cabral/ASCOM MCTI

Representantes do Brasil e da Suíça participaram, na segunda-feira (15), da 6ª reunião da Comissão Conjunta Suíça-Brasil sobre Ciência, Tecnologia e Inovação. O objetivo foi apresentar as parcerias já existentes e discutir o Plano de Ação para o biênio 2024-2026, dando prioridade a projetos ligados à região amazônica.

A delegação internacional, liderada pelo embaixador da Suíça no Brasil, Pietro Lazzeri, foi recebida por representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

“O Brasil é um parceiro estratégico e já temos uma sólida base para aprofundarmos as parcerias. Acreditamos na importância da pesquisa e inovação, pois a ciência está diretamente ligada à economia e à sustentabilidade”, 

afirmou o embaixador Pietro Lazzeri.

Segundo ele, a Suíça tem especial interesse em apoiar projetos na área de bioeconomia, descarbonização e combate ao desmatamento. “Apoiamos a liderança do Brasil na região amazônica. O Brasil é um gigante verde e os potenciais para cooperação são enormes”, declarou Lazzeri.

A reunião foi conduzida pelo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ricardo Galvão, e pela representante da Assessoria Internacional do MCTI, Vânia Gomes. Também estiveram presentes representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo a Pesquisas (CONFAP) e de outros órgãos de apoio à pesquisa.

Já a delegação suíça contou com a participação da Secretaria de Estado de Educação, Pesquisa e Inovação (SERI), da Fundação Nacional de Ciência (SNSF) e de órgãos de fomento. A próxima reunião da Comissão Conjunta Suíça-Brasil sobre Ciência, Tecnologia e Inovação deve acontecer na Suíça em 2026.

98 milhões de reais são aprovados pelo Fundo Amazônia para combater desmatamento no Acre

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A Ministra Marina Silva participou de cerimônia em Rio Branco, capital acreana.

Foto: José Caminha/Secom AC

O governo federal assinou, em Rio Branco (AC), no último dia 11, um repasse de R$ 97,8 milhões do Fundo Amazônia para o governo do Estado do Acre. Os recursos serão destinados ao fortalecimento da prevenção, do controle e do combate a práticas ilegais de desmatamento e incêndios florestais, além de iniciativas de ordenamento territorial e produção agrícola sustentável.

O Fundo Amazônia, maior iniciativa de redução de emissões provenientes de desmatamento e degradação florestal do mundo, é gerido pelo BNDES em coordenação com o MMA. As diretrizes são estabelecidas por um Comitê Orientador e alinhada ao Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm), retomado pelo presidente Lula em junho de 2023.

Participaram da cerimônia de assinatura do contrato a ministra Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima), o ministro Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), o governador Gladson Cameli e a diretora Socioambiental do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Tereza Campello.

“O Fundo Amazônia ficou parado por quatro anos até ser retomado pelo presidente Lula em 2023. No contrato com o governo do Estado do Acre, estão previstas ações de regularização fundiária com passivos ambientais, que precisam ser regularizadas para acesso a crédito. Também há medidas para dar suporte ao ordenamento territorial das Terras Indígenas e ações direcionadas às atividades produtivas sustentáveis”, 

discursou Marina.

As ações, alinhadas aos planos de prevenção e controle do desmatamento federal e estadual, dividem-se em cinco eixos: monitoramento e controle; ordenamento territorial; produção agrícola sustentável; inventário de emissões e remoções de gases do efeito estufa; e gestão.

Da criação do Fundo Amazônia em 2008 a 2023, os contratos assinados com o Acre somavam R$ 83 milhões. O novo investimento, destacou Campello, é maior que a soma dos aportes anteriores:

“Este projeto apoia uma abordagem ampla e integrada da política socioambiental do Estado do Acre, já levando em conta os critérios orientadores mais atuais do Fundo Amazônia para apoio à prevenção e ao combate a incêndios florestais, além de crimes e infrações ambientais. Sua estruturação pode servir de modelo para projetos de outros governos estaduais da Amazônia Legal, apoiando desde o combate a crimes ambientais até a geração de renda para a população local”, afirmou Campello.

Os recursos financiarão a integração de sistemas de informação para monitoramento ambiental; a prevenção de crimes ambientais, incêndios e queimadas florestais, com fortalecimento do policiamento ambiental, do Corpo de Bombeiros e do patrulhamento aéreo e de fronteira; e a atualização e execução de planos de vigilância das Terras Indígenas do Acre, entre outras ações.

Os investimentos permitirão também a restauração florestal aliada a oportunidades de trabalho para pequenos produtores rurais. Há incentivos à implementação de sistemas agroflorestais, que reúnem no mesmo espaço a produção agrícola e a vegetação nativa. As ações preveem geração de renda para a população local combinada com a redução das emissões de gases do efeito estufa.

“Esses recursos chegam em um momento em que os estados da Amazônia estão precisando investir na preservação ambiental e em atividades sustentáveis. Mas, ao mesmo tempo, existe o nosso compromisso de cumprir as metas de preservação das nossas florestas, determinadas pelo Fundo Amazônia”, afirmou o governador.

Fundo Amazônia

O Fundo já apoiou 110 projetos, em um investimento total de R$ 2 bilhões até o momento. A iniciativa foi retomada em 2023, após quatro anos de paralisação durante o governo anterior.

Desde então, oito países se comprometeram com doações que somam R$ 3,9 bilhões. As contribuições recebidas e contratadas em 2023 somam R$ 726 milhões.

As ações apoiadas já beneficiaram aproximadamente 241 mil pessoas com atividades produtivas sustentáveis, além de 101 Terras Indígenas na Amazônia e 196 Unidades de Conservação (dados apurados até dezembro de 2022).

Abel Figueiredo

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Foto: Reprodução/Multicípios

Localizado no estado do Pará, Abel Figueiredo é um município que tem um pouco mais de 614,131km² em área territorial e segundo o último censo de 2022 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população da cidade chegou a 7.030 pessoas.

O Censo mostra que no ranking de população dos municípios, Abel Figueiredo encontra-se na 137ª colocação no estado.

O nome Abel Figueiredo foi concebido ao município emancipado em 1991, uma homenagem a um político local. A cidade tem o núcleo habitacional que se constituiu através da construção da rodovia PA-070, a partir de 1964.

A mais importante e comum manifestação cultural da cidade é a religiosa, expressa pelo evento do Círio de Nossa Senhora da Conceição realizada todos os anos no mês de dezembro. 

Abreulândia

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Foto: Reprodução/Blog Olhando da Janela do Trem

Localizado em Tocantins, Abreulândia é um município que teve origem em 12 de maio de 1946 com a montagem de um armazém e uma escola, ambos construídos pelo morador Júlio Pinheiro. O armazém foi erguido para atender peões que por ali passavam com destino às cidades vizinhas. Após o falecimento de Júlio Pinheiro em julho de 1947 sua esposa, Sebastiana Pinheiro, deu continuidade ao projeto de criação da cidade.

O município encontra-se na região-oeste de Tocantins, com uma área territorial de 1.906,295km² e população residente de 2.576 pessoas, a cidade teve sua emancipação política em 1º de Maio de 1989 e sua criação foi oficializada pela lei estadual nº 251 em 20 de fevereiro de 199, posteriormente alterada pela Lei Estadual nº 498, de 21 de dezembro de 1992.

Inicialmente chamado de Araguacema, foi elevado à categoria de município com a denominação de Abreulândia, pela Lei estadual nº 251, de 20-12-1991.

*Com informações da Prefeitura de Abreulândia