Segurança ao homem do campo: proteção policial em comunidade rural de Xapuri, no Acre

A patrulha acontece por meio de uma parceria entre o Sistema FAEAC, SENAR e sindicatos, que desempenham ações para a melhoria da qualidade de vida do homem e da mulher do campo.

Foto: Marcus Roberto/Arquivo pessoal

No Acre, a comunidade rural de Xapuri tem vivido dias de tranquilidade com reforço da segurança há cerca de dois anos com a Patrulha Rural Comunitária, que tem realizado um “trabalho de excelência” segundo comunitários. O serviço conta com a participação da população e do Sindicato dos Produtores Rurais.

Foto: Marcus Roberto/Arquivo pessoal

A patrulha acontece por meio de uma parceria entre o Sistema FAEAC, SENAR e sindicatos, que desempenham ações de assistência técnica e gerencial, formação profissional e promoção social, promovendo a capacitação e a melhoria da qualidade de vida do homem e da mulher do campo.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre (FAEAC), Assuero Veronez, relata que, para que o homem do campo viva de forma segura em suas propriedades, é preciso que haja um olhar diferenciado do poder público.

Foto: Marcus Roberto/Arquivo pessoal

O 1° Tenente e comandante da 2ª Companhia de Xapuri, Marcus Roberto, contou que apresentou à Federação da Agricultura os trabalhos realizados a frente do projeto da Patrulha Comunitária Rural. Foram apresentados, também, projetos sociais como o do ‘Guardiões da Paz’, além da entrega de algumas solicitações, como a capacitação para a equipe e doações.

O comandante contou ainda que a Patrulha Comunitária Rural do município de Xapuri é uma equipe que está trabalhando a cerca de 12 meses de forma efetiva. Inicialmente era formada por quatro policiais e, em dezembro 2024, houve o lançamento da segunda turma. 

Estrutura da Patrulha Comunitária Rural 

Foto: Marcus Roberto/Arquivo pessoal

As equipes possuem uma viatura equipada com comunicação via satélite, para possibilitar consultas na área da floresta, uma parceria do sindicato dos trabalhadores dos produtores rurais e da cooperativa. O trabalho é realizado em regime de escala de 12 horas, atendendo 17 comunidades no patrulhamento, feito em ramais, com abordagens e visitas às comunidades e propriedades rurais para ouvir os produtores.

O patrulhamento que hoje atende cinco escolas, com 150 crianças, e a previsão é que deve aumentar para dez escolas, segundo o Comandante.

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