Cerca de 50 mil pessoas visitam 8ª Feira Internacional da Amazônia

MANAUS – A 8[ edição da Feira Internacional da Amazônia (Fiam) encerrou no último final de semana na Plenária do Studio 5. Foram 50 mil visitantes em quatro dias de evento. A feira, considerada a maior vitrine para divulgação de produtos, serviços e oportunidades de negócios na Região Amazônica, contou com 400 estandes de vários segmentos. 
De acordo com a titular da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), o evento fechou com chave de ouro e gerou oportunidade para vários empresários amazonenses. “Nós estamos otimistas com o resultado. Existe um ambiente de satisfação por parte das pessoas que participaram do evento. Valeu a pena realizar a feira mesmo com todos os problemas financeiros que estão tomando de conta do país. Porém, a nossa iniciativa trouxe bons frutos para o Amazonas”, afirmou.
Expositores mostraram novos projetos para o público. Foto: Reprodução/Amazonsat
A programação da feira foi ampla e atingiu diversos segmentos, com destaque para as rodadas de negócios, espaço para exposição de novas tecnologias do Polo Industrial de Manaus (PIM), área para divulgação e comercialização de produtos regionais e jornada de seminários científicos destinados à ampliação de conhecimentos sobre problemáticas da sociedade amazônica.Quem visitou a feira se impressionou com a quantidade de empresas e empresários que estavam anunciando seus produtos. O estande da Universidade Estadual do Amazonas (UEA) chamou a atenção do público. Eles levaram jogos que foram desenvolvidos pelos alunos. “Nosso principal objetivo é mostrar para os alunos como funciona o mundo do empreendedorismo, porque além deles desenvolverem os games, precisam também ter noção de negócios e gerenciar seus projetos”, contou o coordenador da área de jogos da UEA, Julcimar Júnior. 
Empresários e empresas participam da feira. Foto: Reprodução/Amazon Sat

Regional

Os produtos regionais também ganharam espaço na feira. O técnico agropecuário do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), Luís Antônio, mostrou para as pessoas os produtos desenvolvidos a partir do guaraná. “Temos auqi o resultado que a pesquisa nos dá. A gente trabalha com toda a cadeia produtiva do guaraná. O legal é que nós estamos em plena safra que segue até fevereiro de 2016”, contou. O Exército Brasileiro levou para a feira os equipamentos utilizados pelos soldados durante as operações feitas na selva amazônica. “É uma forma de aproximar as pessoas do exército. Esses equipamentos são essenciais para as operações feitas na área de floresta, porque a comunicação em certas partes é muito difícil”, revelou o sargento Brendo, do 1º Batalhão de Comunicação de Selva. 

A Amazônia Internacional também participou da Feira e os produtos chamaram a atenção do visitantes. “É a primeira vez que participamos do evento e ficamos surpresos com o resultado. Logo, no primeiro dia de feira conseguimos vender bastante, no terceiro já estávamos com o estoque quase vazio. Acho que deu certo. Por isso, queremos investir no mercado de Manaus e trazer as roupas de algodão peruano”, contou o empresário Luís Rivera.

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