Estudo publicado na Nature Climate Change aponta que até 36% dos hábitats de sapos, rãs e pererecas do mundo podem estar ameaçados. Anfíbios da Mata Atlântica também estão na mesma situação.
De acordo com o projeto, o plano será implementado em cooperação com os estados da Amazônia Legal e terá como unidade de gestão as bacias hidrográficas da região.
A nova coordenação já apresentou as diretrizes para a atuação no seu mandato, tendo como foco principal a promoção do turismo da região no mercado internacional.
Capazes de conectar saberes ancestrais e práticas decisivas para a preservação da floresta, comunicadores indígenas terão papel crucial nos espaços de decisão a respeito do clima.
Levantamento do Ministério do Turismo, Embratur e Polícia Federal mostrou 15% de aumento em relação a 2023. Somente em dezembro, 1.714 turistas de outros países visitaram o estado.