Taxa adicional, que visa compensar custos provocados pela redução no nível dos rios a partir de setembro, tem sido contestada pelo setor comercial que alega cobrança quando Rio Negro atingir 17,7 metros.
Ações incluem planejamento de dragagens, manutenção hidroviária, reforço da sinalização náutica e avaliação permanente das condições de navegabilidade na Amazônia.
O trajeto, que dura, em média, de 7 a 8 dias de balsa, passa a ser de 18 a 20 dias devido a proibição de navegação noturna durante o período de estiagem.
Medidas visam garantir a continuidade do tráfego de embarcações no Amazonas.
Reprodução /Ministério de Portos e Aeroportos
Após uma inspeção realizada na semana passada nas regiões...