Embora a Amazônia seja reconhecida mundialmente pela abundância de águas superficiais, os sistemas aquíferos desempenham papel fundamental para a segurança hídrica.
O registro mais recente ocorreu em 2024, quando o El Niño, combinado ao aquecimento do Atlântico Tropical, contribuiu para uma das secas mais intensas já observadas na Amazônia.
Do carimbó às toadas de boi-bumbá, músicas produzidas no território alertam há décadas sobre modos de vida ameaçados pela devastação e crise climática.
A presença de elementos tecnológicos no subsolo da Amazônia acende o alerta de potências mundiais e inicia o debate sobre a viabilidade da mineração sustentável e uso das terras raras.
Nova tecnologia instalada no IGE da Unifesspa amplia a produção de dados ambientais na região e reforça o compromisso institucional com a pesquisa, a inovação e o desenvolvimento sustentável.
Relatório divulgado pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta que as novas áreas afetadas pelo garimpo ilegal caíram de 83,95 hectares em 2024 para 45,2 hectares em 2025. Mas atividade continua na TI.