Grupos de extrativistas da Fazenda Nova Fronteira, no AM, passaram a contar com um mapeamento de milhares de castanheiras-da-Amazônia em trilhas de coleta.
Segundo o Dnit, a escolha dos locais foi definida com base no monitoramento periódico dos rios sob responsabilidade do órgão, o que permite mapear pontos críticos antes do agravamento da seca.
Monitoramento na Reserva Biológica do Parazinho identificou cerca de 7 mil larvas e registrou espécies de água doce, marinhas e estuarinas ao longo de dois anos.