De acordo com meteorologista do Inmet, o resfriamento do solo reduz a dispersão de partículas na atmosfera. Especialista também alerta para condições climáticas que podem agravar incêndios na região.
Experiências baseadas no conhecimento do fenômeno El Niño, identificado, compilado e estudado por arqueólogos peruanos, podem servir como um exemplo e ser utilizadas hoje para reduzir ao máximo os efeitos.
Estudo internacional revela que estresse térmico sem precedentes de 2023-2024 deve se repetir nas próximas décadas se não houver corte das emissões. Amazônia é a região mais vulnerável.
Os efeitos das mudanças climáticas na Amazônia são cada vez menos graduais e homogêneos e extremos climáticos também tem afetado áreas mais conservadas da floresta, aponta o artigo “Rapid increase of climate extremes reveals new areas of concern in Amazonia”, publicado na revista Communications Earth & Environment com participação de pesquisadores do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia).
O trabalho aprofunda as 163 medidas elaboradas no âmbito do Grupo de Trabalho sobre o El Niño, estabelecido pelo Mapa, com a participação de cerca de 50 profissionais.