Achado arqueológico inédito reforça o povoamento e complexidade cultural da Amazônia pré-colonial e fortalece laços entre ciência e comunidades locais.
Quarta edição do evento internacional leva ciência para espaço popular de Tefé, no Amazonas com debates sobre diversidade, sustentabilidade e saúde na Amazônia.
Estudo visa entender o estado de conservação, os padrões espaciais e temporais, e a saúde da população de ariranhas na região, além de avaliar a percepção das comunidades ribeirinhas sobre a espécie.
Para poder identificar um animal com este método é necessário antes ter um banco de referência, que foi alimentado com os dados referentes a cada espécie por pesquisadores do Instituto Mamirauá.
Com 48 metros de altura, a torre é equipada com sensores que irão monitorar as emissões de gases de efeito estufa pelas florestas de várzea, em especial o gás metano.
Estudo inédito é parte do Projeto Providence, iniciativa Brasil-Espanha de monitoramento da biodiversidade em tempo real, através de IA e aprendizagem de máquina.